A EMPREGADA E EU (Visão da Patroa)

Categoria: Sadomasoquismo
Data: 09/04/2018 17:20:05
Nota 10.00

*A EMPREGADA E A PATROA - PARTE 1*

(Pela ótica da Patroa)

Tudo estava pronto para eu ir para a chácara naquela manhã de sábado, mas minha namorada (eu sou lésbica assumida) como sempre, tinha mais compromissos com o trabalho do que comigo, e então resolvi fazer

a mala e ir sozinha para passar alguns dias por lá. Mas, naquela manhã meu pai me avisou que Tata, a filha da empregada, iria comigo. Embora não conhecesse a Tata fiquei animada só de não ter que passar o final de semana sozinha.

Enquanto eu estava tomando o meu banho na banheira, cheia de espuma, meu pai entrou com Tata no banheiro. Tata era uma garota negra, baixinha, falsa magra (aquela cintura fina mas aqueles quadris enormes), cabelos crespos e os seios grandes. Estava usando um baby look que mostrava bem a dimensão dos seios dela.

Saí do banheiro de roupão e vendo que não havia ninguém no quarto, resolvo ficar nua para me enxugar. Do nada, enquanto eu estava me vestindo, Tata entra e grita porque me viu nua. Peço que ela não se assuste, pois me verá daquele jeito na chácara o dia todo, pois adorava ficar à vontade assim. Ela havia trazido o meu café da manhã, e nua, pedi que ela ficasse no quarto comigo. Ela ficou e iniciamos uma boa conversa, que continuou depois durante a viagem, quando Tata e eu ficamos conversando sobre sexo. Ela contou algumas experiências dela e soube de algumas que andei fazendo (inclusive revelando que eu era lésbica, e ela me contando que era bissexual). Ela parecia confiável, podia fazer de tudo. Após duas horas, chegamos à chácara. Deixei o carro na garagem e mostrei a Tata os quartos, primeiro o dela que fica nos fundos da casa e depois o meu que é o segundo.

Depois que nos instalamos, fiquei a vontade na piscina, e Tata estava me vendo pela cozinha enquanto eu a estava provocando. A chamei e mandei ela tirar a roupa de empregada na minha frente. Tata prontamente obedeceu e tirou toda a roupa, ficando só com uma calcinha bem fina. Logo ela estava à vontade, e ficamos falando de sexo. Analisei seu psicológico e descobri que ela era uma garota submissa, do tipo sonsa, que gosta de provocar e diz que não quer, que ela se excita sendo mandada, e isso me deixou louca. Com o papo à vontade, decidi que estava na hora dela me obedecer, e mandei ela tirar a calcinha. Ela prontamente obedeceu, e pela mudança no ritmo da sua respiração, vi que a ordem mexeu muito com ela, e a deixou muito excitada, com o corpo todo arrepiado, meio tonta, como tendo vertigens. Vi que essa negra realmente tinha um corpo lindo, com o típico bumbum avantajado e empinado das pretas.

Ela ficou bem à vontade comigo e ficamos nadando nuas e jogando vôlei na

piscina. Ficamos amigas e até bebemos juntas. Na piscina ficávamos nos esfregando e nos tocando "acidentalmente". Eu percebi que podia ter a Tata ali naquele momento, mas não era assim que ela gostava, e eu queria levá-la à loucura.

Saindo da piscina ficamos dançando agarradas. Tata dançava tão bem quanto eu (com muito mais rebolado), e sacudia os seios e balançava aquelas ancas enormes que não paravam de tremer. Na dança

sensual foi que nós duas ficamos molhadas, e chegamos a trocar nosso primeiro beijo. Mandei então ela trazer o meu jantar e uma garrafa de vinho, e comemos e bebemos juntas, ficando já bastante alteradas pelo álcool. Em seguida, mandei ela preparar o meu banho. Mandei ela entrar no chuveiro comigo, e em pedir ela começou a me ensaboar. Me limpou por inteira, dos pés a cabeça, lavando minha buceta e enfiando os dedos no meu cuzinho para limpá-lo. Nessa hora já estávamos bambas de álcool e tesão, e quase a agarrei ali mesmo no chuveiro. Ela continuou me limpando como se nada

tivesse acontecido, e depois eu saí e a deixei se banhando.

Propositalmente tranquei a porta do quarto e escondi a chave. Tata tomava o banho e eu me preparava. Resolvi apelar.. estava preparando tudo. Acendi velas e lampião, coloquei uma camisola branca semi transparente, muito elegante e cara.

Logo ela saiu enrolada na toalha, e ficou admirando meu corpo iluminado pela luz de velas e do lampião antigo. Eu disse que ela não iria sair por conta da falta de luz.

Então eu fui até ela a beijei, conduzo-a até a cama. Disse que ela iria ter a primeira relação dela comigo, e que ela seria minha escrava, e que e se resistisse iria apanhar. Falei olhando na cara dela, bem severa e autoritária, enfiando o dedo na cara dela. Disse que iria voltar à escravidão, uma loura com uma negra, uma patricinha com uma pobre (não que eu seja racista, mas sabia que isso a deixaria louca de tesão). Ela ficou com medo, tentou sair mas a porta estava trancada. Então eu a agarrei, a joguei na cama e a algemei. Ela ficou linda presa na cama, respirando ofegante como uma coelhinha assustada, com aquela pele negra linda toda suada, os olhos arregalados, a pele arrepiada, a buceta melada. Não havia como ela fugir. Ela era minha. Uma linda negra virou escrava da sua patroa, e eu via nos olhos dela o quanto isso a enlouquecia de tesão.

Com Tata algemada, ela fazia tudo que eu pedia. Coloquei meus pezinhos branquinhos na sua boca e a mandei beijar. Ela beijava com adoração, como se beijasse os pés de uma Deusa. Mostrei meus seios fartos a ela (que nem se comparam aos seios fartos e durinho dela... os meus já eram caídos), e ela os olhava com admiração, me dizendo o quanto eram lindos. Disse a ela: vem mamar na mamãe.... e ela veio como uma bezerrinha faminta. Me mamou com tanta fome que me arrepiou dos pés à cabeça... enfiando seus dedos na minha buceta que estava tão gulosa que puxava seus dedos, e logo ela estava com a mão inteira dentro da minha buceta peludinha, me fazendo gozar enquanto aquela negra esfomeada se deliciava nos meus seios. Enlouquecida de tesão eu a joguei na cama e fiquei de cócoras sobre seu rosto, como se fosse defecar e urinar nela.... meu tesão pingando no seu rosto negro suado, descia e esfregava minha buceta no rosto dela, e quando ela tentou me tocar eu lhe estapeei o rosto: fica quietinha negra. Eu a provocava, esfregava o cú e a buceta no seu rosto, e ela só podia sentir e cheirar, sem me tocar. Então abaixei o cú até a boca dela, e sua língua entendeu e esticou, me lambendo dentro do cú. Eu não aguentei e me sentei nela, me esfregava no seu nariz e na sua boca como se estivesse me esfregando em um pau, e logo enxarquei seu rosto com meu tesão em outro gozo alucinado.

Ela estava com as pernas abertas.. se contorcendo de tesão, e comecei a esfregar a língua nela por inteiro, lambendo até cansar. Depois fui para a boca e os seios donde eu esfreguei a boca por inteiro, chupei cada seio dela. Incrível como ela gemia com sofreguidão e como isso me entusiasmava mais. Esfreguei meus seios nos dela e ela forçadamente nos meus. Chupei ela todinha e como sua boca era gostosa. Enfiava os dedos em sua boca e ela lambia o gozo dela própria.

Quando eu passei a língua na sua xana, Tata não agüentou e gozou loucamente. Eu passei os dedos e ela lambeu todo o seu gozo em meus dedos.

Depois eu apimentei a relação e coloquei nela os vibradores que ela nunca havia experimentado, e ela adorou toda vez que eu enfiava um nela. Ela também experimentou o sexo anal pela primeira vez. Enfiei tudo nela, e ela não aguentou muito tempo aquela mistura de dor e prazer e gozou novamente. Com ela desfalecida de tanto gozar, ainda fiquei cavalgando com ela algemada, sofrendo e apanhando cada vez que chorava, tendo seus seios foram devorados por mim, quando gozou novamente com o cú preenchido pelo vibrador.

Ficamos nos beijando e nos masturbando juntas, e logo estávamos dormindo, à luz de velas, como se estivéssemos voltado no tempo, com ela algemada aos meus pés.

By Lanna White

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For Tata Nascimento

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