Amando Outra Vez 6

Um conto erótico de Bruninhooo
Categoria: Homossexual
Data: 05/04/2018 23:38:46
Nota 8.75

Como aquela manhã estava bem quente e aquela região era tranquila,Anderson dirigia com a janela do carro aberta e assim que ele entrou em uma rua mais deserta,Paulo parou a moto do lado da janela de Anderson e gritou.

Paulo - Passa a grana é um assalto!

Anderson - Calma cara,eu vou te entregar tudo.

Anderson tentou manter a calma e começou a entregar os seus pertences,quando três disparos foram dados e o banco do carro ficou coberto de sangue.

Então Paulo acelerou a sua moto,fugindo do local o mais rápido possível.

Daniel Narrando

Naquela manhã eu acordei sem o Anderson na cama,pois ele saiu bem cedo para resolver umas questões no seu escritório.

Eu fui até o quarto do Angel e como ele ainda estava dormindo eu fui até o quarto do Matheus acorda-lo.

Eu - Matheus acorda. Disse sacudindo ele.

Matheus - Tô indo. Disse se levantando sonolento.

Eu preparei o café da manhã e depois que a babá do Angel chegou nós fomos embora e depois de ter deixado o Matheus no colégio eu fui para o trabalho.

Gabriela - Bom dia Daniel,espero que esteja pronto,pois temos muito trabalho hoje.

Nós passamos a manhã inteiro ocupados definindo os detalhes de uma grande obra que começaríamos no dia seguinte.

Autor Narrando

Paulo dirigiu quilômetros até um grande terreno baldio,onde ele colocou fogo na moto e nos pertences do Anderson.

Paulo - Tarefa feita. Disse olhando as chamas queimarem tudo e se afastou de lá lentamente.

Paulo teve que pegar um táxi para voltar para a empresa e assim que ele ia entrar na sala do Norberto,Breno disse.

Breno - Melhor você aguardar um segundo,o Norberto tá falando com um executivo ai dentro.

Paulo - Então eu espero...

Breno - O que você estava aprontando? Tô te achando meio estranho...

Paulo - Deve ser imprensão sua...

Apesar de ter ajudado nos planos de Noberto,Breno ainda não sabia que o patrão havia mandado matar o Anderson. Assim que o executivo saiu,Paulo entrou na sala de Norberto,que deu um largo sorriso ao vê-lo.

Norberto - Tarefa feita? Perguntou sorrindo.

Paulo - Sim e eu já toquei fogo na moto e nos pertences dele.

Norberto - Ótimo...é isso que acontece com quem me desafia.

Daniel Narrando

Gabriela e eu já estavamos nos preparando para ir almoçar,quando três pessoas chegaram na recepção do escritório e ao reparar bem eu pude ver que se tratava de dois policiais e uma mulher com um distintivo de delegada.

Ela - Boa tarde eu sou a delegada Jéssica.

Eu - Boa tarde.Aconteceu alguma coisa? Perguntei curioso.

Jéssica - O senhor é o companheiro do advogado Anderson Silva?

Eu e Gabriela já estavamos ficando nervosos a essa altura do campeonato.

Eu - Sim eu sou.Aconteceu alguma coisa com o Anderson?

Jéssica - Ele foi encontrado morto hoje pela manhã no carro,foi um assassinato.

Nesse momento a minha vista ficou turva e eu teria desmaiado se um dos policiais não tivesse me segurado e me colocado sentado na cadeira.O Anderson tinha sido assassinado,aquela frase ecoava na minha cabeça e eu parecia ter perdido o chão debaixo dos meus.

Eu - Meu Deus...isso não pode ser verdade...

Jéssica - Ao que tudo indica houve um assalto e o Anderson deve ter reagido.

Eu - O Anderson nunca reagiria a um assalto!

Eu disse isso com firmeza,pois eu sabia do que eu estava falando,o Anderson já havia sido assaltado duas vezes,inclusive em uma delas eu estava presente e ele nunca reagiu.

Parecia que o meu cérebro não queria processar aquela notícia e a Gabriela também estava desolada e me olhava sem saber o que fazer.

Jéssica - Você sabe se ele tinha algum inimigo?

Eu - Claro que não,o Anderson se dava bem com todo mundo. Disse com a voz embargada e comecei a chorar.

As lágrimas caiam pelos meus olhos,sem que eu pudesse controlar e a Gabriela tentava me acalmar.Eu não tinha a mínima condição psicológica de fazer o reconhecimento do corpo,então a Gabriela foi no meu lugar,enquato um dos policiais me levou pra casa.

Ao olhar para aquele apartamento todas as lembranças do Anderson vieram até mim,parecia que a qualquer momento ele iria entrar por aquela porta e me acordar daquele pesadelo.

Eu me sentei no sofá e comecei a chorar,eu nunca tinha chorado tanto na minha vida,eu sentia vários sentimentos ruins ao mesmo tempo: tristeza,desolação,ódio,raiva e impotência.

Então Matheus e Frank entraram alegremente conversando,ainda com o uniforme da escola e ao verem o meu estado eles ficaram assustados.

Matheus - Pai o que aconteceu? Disse correndo até mim.

Eu - ...Frank eu..preciso conversar a sós com o Matheus.

Percebendo a gravidade da situação,ele disse.

Frank - Tudo bem,eu vou pra casa agora...qualquer coisa me chamem. Disse saindo.

Matheus - Pai o que aconteceu? Por que o senhor tá chorando desse jeito?

.

Eu - Filho...você vai precisar ser muito forte agora...

Matheus - Forte pra que? Me fala logo o que aconteceu! Disse nervoso.

Eu - O Anderson foi assassinado.

Matheus - O que?

No Dia Seguinte

Eu não tinha conseguido pregar o olho naquela madrugada e passei a noite inteira em claro,o Matheus estava completamente arrasado e triste com aquilo e apesar de ser muito pequeno ainda,o Angel percebia tudo que estava acontecendo,o que o deixava triste também e agora meus filhos,familiares e amigos estamos todos reunidos no enterro do homem da minha vida.

Eu estava enterando o homem da minha vida,sem que eu sentisse as lágrimas teimavam em cair,Anderson foi o meu primeiro namorado o cara com quem eu cresci e montei uma vida ao lado,agora ele estava sendo retirado dos meus braços.

Agora sou eu e os meus dois filhos sozinhos no mundo e nós estavamos recebendo a soliedarização das pessoas.Depois do entero eu fui para caaa e me joguei dentro quarto,na minha cama e comecei a dormir como nunca tinha dormido antes.

2 mese depois

Eu estava dormindo no meu quarto,quando ouvi uma voz aguda chamando.

Renato - Acorda!

Eu - O que foi? Perguntei ainda com sono.

Renato - Lava o rosto e venha comigo,eu ja estou de esperando.

Eu fui até a cozinha e lá estava ele sentado e com a mesa da cozinha cheia de boletos de contas.

Eu - Minha nossa! Disse espantado.

Renato - Eu sei o quanto você tá abalado,mas tá na hora de despertar pra vida.

Eu comecei a rever os meus gastos e eu sem o Anderson a grana em casa diminuiu muito e durante esses dois meses o escritório ficou todo na mão da Gabriela,eu cheguei a conclusão de que eu teria que vender aquele nosso apartamento na Lagoa e teríamos que nos mudar para um lugar mais simples e eu também teria que dispensar a babá do Angel e colocar ele em uma creche,pois isso custaria maiz barato.

Renato - Tem certeza que você quer fazer isso?

Eu - Tenho sim...não tem mais como ficar pagando a babá e o condomínio desse apartamento é muito caro,eu vou procurar um apartamento mais modesto em outro bairro.

Renato - Tem um apartamento vendendo no meu prédio em Botafogo,ae você quiser eu te levo pra dar uma olhada.

Todo esse processo de compra e venda foi feito em mais 2 meses,e nós só vendemos rápido,pois eu coloquei o nosso apartamento com um preço abaixo do valor de mercado.

Depois de algumas semanas arrumando o apartamento novo eu finalmente me mudei com as crianças,foi difícil deixar o meu antigo apartamento,onde haviam tantas lembranças,mas isso foi necessário e ao olhar os meus antigos móveis no novo apartamento eu percebi que agora começava a mudança.

Eu - Pois é crianças...agora começa uma nova fase.

CONTINUA...

Tá ai pessoal um capítulo curtinho,mas que já deixa uma ideia de como será o conto daqui pra frente.

Infelizmente não conseguirei responder aos comentários hoje,pois estou EXAUSTO realmente,mas no próximo capítulo responderei todo mundo.Espero que me perdoem.

BEIJOS

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
30/06/2018 11:28:46
Apesar de saber que o Anderson morreria, fiquei tão envolvido na história que esse momento me tirou lágrimas....
06/04/2018 13:35:05
Vida q segue
06/04/2018 13:21:12
06/04/2018 13:21:11
Li esse capítulo com um no na garganta.
06/04/2018 07:11:01
A nota que dei é para o Bruninho, principalmente pela coragem de escrever essa parte tão dolorida do conto. Também pela sensibilidade de não fazer essa mesma parte ser um capítulo grande. Se fosse outro autor, aliás não leio muitos autores daqui, até fiquei surpreso da revelação do Renato de que os outros comentaristas a que se referiu também são autores. Bem um deles não vou ler nem sob tortura. PS. Como existem outras plataformas estou me desapegando do CDC, e acho que todos sabem a razão. Dizer que gostei do que li seria uma mentira absurda. Aventar a justiça divina aqui também não sei porque é ficção. Vou focar na positividade para comentar: Amigos, ah amigos, o que seria de nossas vidas sem eles. E esse amigo ser o Renato, meu querido, até dá um nó na garganta. Encantado com a homenagem. PS. Certeza que o Nor(bleargh)to - criatura indizível - irá querer se aproximar do Daniel e não estou com saco para acompanhar um "Daniel na cova dos Leões". Espero que o Renato, com a sua peculiar característica demonstrada nos comentários acima (ri imaginando ele lá, agindo como ele aqui) ajude o nossa herói a não ser manipulado pelo "bleargh". Juro, dá vontade de vomitar só lembrar do personagem. O Trevoso - primeiro vilão do Bruno foi melhorado, envelhecido e enloirecido. Vai ver que foi isso que ele fez, mudou de personalidade para continuar infernizando o mundo. Gente, desculpe o capítulo é tão dolorido que estou usando o recurso jocoso. Odeio o Nor(Bleargh)to. Já rezando para que todos os deuses inspiradores dos autores, coloquem suas mãos na cabeça do Bruno quando ele for fazer o fim desse personagem. Se for um "anti-fim" como do último grande vilão já vou dar um tiro na cara dele. Aliás do Nor(bleargh)to e do seu fiel capacho (cão Cérbero) Paulo. #ficaadica, Bruninhoooo. Tem tempo para criar um final dignamente ruim para esses dois. Agora o que fazer? Esperar a continuação. Que o Renato seja luz no caminho do Daniel e que ele ganhe forças para continuar e que o tal personagem que dará o mote do conto, afinal é ele o nosso "plot twist" que dará o tom do "Amando outra vez" seja condigno. Eu tenho dó desse personagem, porque sinceramente eu me apeguei ao Anderson. Talvez o personagem que mais me apeguei nos ultimos tempos, e vir para "substituir" o mesmo não é fácil. Coragem Bruninhooo. Você fez uma articulação cruel com aquele que talvez seja o principal personagem do seu conto. Ele entrar nesse clima será pesado. Aguardemos. Por outro lado, também torcendo para que ele seja digno do legado do Anderson e do amor do Daniel. Sou romântico sim. Min deixannn.
06/04/2018 06:48:52
O pior sentimento do mundo que existe é o da morte.
06/04/2018 03:09:33
Renato Mota acaba de mostrar toda a sua maturidade e respeito com a opinião alheia.
M/A
06/04/2018 00:07:30
Ridículo o capitulo, se soubesse nem tinha começado a ler, mas já é meu último capítulo.
06/04/2018 00:01:46
Nossa, apesar de ja saber o que ia acontecer nao teve como deixar de derramar algumas lagrimas, agente se coloca no lugar do personagem e so quem ja perdeu alguem que ja amou muito pode avaliar o que sente nessa hora, mas, Deus nos da forças pra superar tudo, mas esquecer nunca, lindo demais seu conto, continuo aqui lendo cada capitulo, parabens, bom ffinal de semana e que Deus abençoe sempre, um beijo no seu coraçao. Nota mil.... .
05/04/2018 23:55:45
NOSSA. PENSEI EM TUDO MENOS MORTE. COMPLICADO ISSO. MAS NÃO HÁ CRIME PERFEITO. E SEMPRE UMA PROVA DO CRIME FICA. QUESTÃO DE TEMPO.