Lorena, violada por seu padrasto, realidade ou sonho?

Um conto erótico de G-Live
Categoria: Heterossexual
Data: 30/03/2018 08:37:52
Nota 10.00

Deitada em minha pequena cama de madeira com um coxão macio

revertido por meu lençol rosa que eu adoro e meu travesseiro com capa

branca, eu olhava através da janela algumas árvores e o chão de terra

coberto pelo céu azul cheio de nuvens que cercava o sítio de nossa

família. A nossa casa era simples e pequena, possuía 4 cômodos e era de

madeira com telhado comum. Haviam duas grandes árvores na lateral de

nossa casa que proporcionavam-nos sombra em épocas mais quentes.

Levávamos uma vida simples e pacata naquele sítio. Meu padrasto

cuidava da terra plantando alguns legumes em uma pequena horta ao chão e

cuidava de alguns animais que eram nossas crianções. Além disto, ele

fazia bicos na rua e gostava de beber aos fins de semana. Minha mãe era

apenas uma simples dona de casa, separada de seu marido que a um tempo

não via mais, sendo este meu pai que nos abandonou quando eu era

pequena. Ela também bebia com ele aos fins de semana para se divertir e

esquecer dos problemas da vida, talvez.

Eu sou Lorena, na época eu tinha 19 anos e havia concluído o ensino

médio a um tempo, mas não ingressei na universidade. Eu sou morena dos

olhos castanhos escuros, meus cabelos são longos indo até meu bumbum da

cor negra e é cheio de pequenos cachos, quase sempre o deixo solto

porque acho-o bonito. Tenho uma boca pequena e sempre carrego um belo

sorriso, sou magra e não possuo um corpo tão escultural como minhas

antigas amigas de escola, apenas tenho seios pequenos e duros com meu

bumbum redondo e empinado numa medida normal. Eu nunca namorei, os

meninos não se aproximavam de mim por eu morar no sítio e andar a pé,

pelo meu jeito tímida, por eu ir a escola com meu padrasto, sei lá.

Tudo corria bem, até que num fim de semana qualquer, já tarde da

noite dei um beijo em minha mãe, despedi de meu padrasto e recolhi-me em

minha cama, embrulhando-me com meu lençol rosa preparada para dormir. A

porta não possuía chave, era uma porta de madeira e ficava sempre

escorada, pois como éramos família não haviam motivos para preocupações.

Meu padrasto bebia com minha mãe ao som de músicas antigas e foi só

disto que me lembro daquela noite.

Quando acordei no outro dia a janela já estava aberta, provavelmente

minha mãe a abriu. Os raios de sol invadiam meu quarto com o canto dos

pássaros e eu gostava bastante. Abaixei meu lençol para por minha roupa

do cotidiano, pois havia dormido com um pijama que ganhei da minha mãe

que era similar a um pequeno vestido que ia até minhas cochas, constituído de um

tecido leve e fino Nisto, percebi que minha calcinha parecia

desajustada, além de estar úmida com algo estranho.

Não dei muita bola, levantei-me, removi meu vestidinho de dormir por

cima do meu corpo deixando meu corpo á receber a luz do sol. Depois

sentei-me na cama, retirei minha calcinha pelas pernas e a joguei no

cesto de roupas sujas. Senti um gosto estranho na a boca e fui tomar um

copo de leite matinal que minha mãe sempre preparava para nós. Coloquei

uma blusinha vermelha sem mangas, um short preto e minhas pequenas

chinelas. Fui até a cozinha, sentei-me numa mesa que ficava ao centro

com um fogão e geladeira ao lado, uma compensa do outro e a porta e janelas dando

vista ao nosso grande sítio a frente.

Tomamos café juntos e foi um dia normal, fizemos tudo o que devíamos

fazer e os dias se passaram até o próximo fim de semana. EStávamos lá

mais uma vez, meu mãe e padrasto bebendo, eu me recolhendo para dormir

como de costume e mais uma noite se esvaía. Acordei no meio da noite,

sonolenta sem distinguir realidade de sonhos. Avistei um homem sentado

ao meu lado acarinhando-me pelo meu corpo, via apenas vultos de seus

movimentos, meus olhos se fechavam em um longo sono mesmo e eu sentindo

algo tocando entre minhas pernas, um liquido escorrendo pelo cantinho da

minha boca e algo parecendo ser um dedo no meu bumbum.

Acordei no outro dia e me recordei daquele sonho muito estranho. Eu

parecia estar bem, a não ser por um gosto estranho na boca, mas no meu

pensamento veio apenas que eu poderia ter babado enquanto dormia e

não haviam indícios que alguém estivera lá, então não me preocupei,

que imaginação fértil a minha. Fui tomar café como de costume,

depois aprontei-me para um banho demorado, mas tive a leve sensação de

estar sendo espiada. não dei bola e continuei a enxaguar meu corpo,

passando sabonete pelos meus braços, barriga, seios, pernas, cochas,

bumbum e

na minha intimidade que era pequena com alguns pequenos pelos. Fiz

alguns contornos nela com eu dedinho e comecei a massagear meu pequeno

grelinho debaixo do chuveiro de nosso banheiro que era feito de madeira.

Ao terminar, enrolei-me em minha toalha e fui par meu quarto. Ao chegar

lá escorei a porta, pus minha calcinha branca, tirei minha toalha e pus

no travesseiro para não molha-lo, deitei em minha cama e tirei outro cochilo.

Minha mãe estava procurando legumes no sítio e fazendo outras

atividades antes de preparar nosso almoço de meio dia, ainda era cedo.

Então acordei e percebi que minha calcinha havia sido mexida, pensei que

foi durante meu sono pois eu deveria ter me mexido na cama, sei lá. Meus

pequenos seios estavam com seus bicos rígidos e doloridos e minha

intimidade suja com algum líquido viscoso, pensei então que estava em

meus dias. Então passou-se mais uma semana e tudo corria razoavelmente tranquilo.

Ao madrugar de sábado para domingo, acordei ao meio da noite

sonolenta e vi aquele vulto mais uma vez. Resisti em não dormi, fui

aflorando meus sentidos e conseguindo perceber melhor o que ocorria.Meu

padrasto sentado do lado da minha cama de lado com o short abaixado

iluminado pela luz que vinha da porta do quarto, já que eu dormia com as

luzes apagadas. Ele estava com um de seus dedos enterrados no meu

bumbum, outro massageando meu grelinho com sua mão esquerda entre minhas

pernas. Minha calcinha estava abaixada e meu vestidinho de dormir

levantado. Enquanto despertava-me sentindo estas sensações eu percebi

que havia um enorme membro duro em minha frente, já dentro da minha boca

envolvido por minha língua.

Eu fiz um pequeno som daqueles de quando acordamos.

- hummm

Ele então retirou seu membro de minha boca tão abruptamente que ouvi

aquele barulho semelhante a quando tiramos um pirulito da boca com

rapidez. Tirou suas mãos de minhas pernas e rapidamente subiu minha

calcinha enquanto baixou o meu vestido com a outra mão. Eu gemi bem

baixinho ainda rouca pelo sono.

- Mas, o que é isso, o que está havendo.

- É só um sonho, feche os olhos. Disse ele

- Não, eu já vi tudo, por que você fez isso? Disse eu.

Ele então olhou rude para mim e disse.

- Cale-se e volte a dormir, senão você vai sentir o pior.

Apertou meu braço com força e disse que se eu contasse algo, quando

desse o outro dia eu nem acordaria, pois ficaria dormindo por muito e

muito tempo. Eu me senti acuada e com medo, pois ele aparentava estar

bêbado. Acatei sua ordem e me pus a dormir. Ele saiu do quarto e escorou

a porta.

No outro dia não trocamos uma palavra, era domingo e eu me sentia

estranha, comecei a me comportar diferente, mas minha mãe não percebeu.

Tomei café rápido, almocei e passei o dia todo em meu quarto. Eles

começaram a beber de tarde e foram até a noite desta vez. Com receio de

ficar acordada, fui dormir cedo. Meu sono estava bem tranquilo,

inclusive até havia esquecido um pouco daquele drama. Mas, eu acordo

quando ouço minha porta abrir aos poucos e todo o ambiente fica em

silêncio. Ele entra rapidamente, fecha a porta e senta-se do meu lado.

Desta vez sem rodeios ele me disse.

- Já que você descobriu o que faço com você nas noites dos fins de

semana, não me importarei de fazer enquanto está acordada.

Eu pensei, noites? Então não eram pesadelos? Era real? Comecei a me

tremer. Mas, antes mesmo de eu recompor meu raciocínio ele me

desembrulhou, tapou minha boca com uma de suas mãos, com a outra

levantou meu vestido até minha barriga e baixou minha calcinha até os

joelhos deixando

minha pequena bocetinha a a amostra. Tentei me mexer, mas ele era mais

forte. De repente ele baixa seu short e cueca revelando um enorme pau

grosso sedento com um pouco de baba na cabeça. Ele aproximou do meu

rosto e senti aquele cheio do seu membro pertinho do meu rosto, foi

quando ele sussurrou.

- Fica quieta, bem quieta.

Fez um sinal de serrar o pescoço para mim, entendi, afirmei com a

cabeça e fiquei em silêncio. Ele então virou-me de lado, colocou a

cabeça de seu pau nos meus lábios e começou a empurrar de vagar. Minha

boca foi abrindo lentamente até que eu senti que já estava dentro de

minha boca, envolvido por minha língua.

Com medo, comecei a chupar igual a um pirulito quando senti ele

enterrando seu dedo no meu bumbum entre as pernas e com o outro

massagear meu grelinho. Era assim que ele fazia em todas as aquelas

noites. Até que depois de alguns minutos ele retirou seu pau de minha

boca fazendo aquele mesmo barulho, plók.

Então ele me deitou de barriga para baixo, subiu na cama, foi para

de trás de mim, ordenou para mim ficar de quatro e eu obedeci. Estava

tão assustada com aquela situação que quando percebi ele já estava com a

cabeça de seu pau na entradinha apertadinha do meu bumbum. Ele mandou eu

empinar o bumbum, relaxar e colocar o rosto no travesseiro. Não entendi

bem, mas ao fazer ele segurou minha cintura com força, com a outra mão

encaixou seu pau no meu bumbum e empurrou com força.

Pluf

- Aiii. Gemi eu baixinho.

- Calma, você tem que aguentar sem choramingar. Disse ele em tom baixo.

Segurou minha cintura com as duas mãos e começou a penetrar meu

bumbum num vai e vem lento. Retirei meu rosto do travesseiro porque já

não doía mais, foi então que percebi que ele conseguiu enterrar todo

aquele membro duro e grosso no meu bumbum mesmo metendo com alguma

dificuldade. Meus seios começaram a balançar para frente e para trás no

mesmo ritmo de nossos corpos e eu fui tomada por uma série de sensações

estranhas. Percebendo isso ele pois uma mão na minha cintura, outra no

meu grelo massageando-o com seus dedos. Ficamos assim por alguns minutos

até o momento que ele começou a acelerar o ritmo de suas estocadas.

Ele gemia baixo enquanto seu pau surgia e desaparecia de dentro do

meu bumbum já estava todo arregaçado daquelas investidas ferozes. Seu quadril

batia no meu bumbum fazendo alguns estalos que ouvíamos de meu quarto.

Ele começou a meter com mais força enterrando todo seu pau grosso no meu

bumbum que o já engolia sem dificuldades. Ele continuou metendo por

vários minutos de quatro no meu bumbum com nossos corpos ritmados em

cima da cama até que ele começou a me apertar mais forte, me massagear

com mais força até que deu um gemido alto e seu pau explodiu em gozo

dentro do meu bumbum me encharcando toda por dentro. Senti-me toda

melecada por dentro com seu leite escorrendo do meu bumbum entre seu pau

descendo pelas minhas cochas.

Ele aguardou alguns instantes e retirou seu pau grosso do meu

bumbum, mostrando os sinais de sua violação feroz. Continuou massageando

meu grelinho até eu gozar em sua mão, fazendo com que eu caísse deitada

na cama. Pediu-me segredo e

saiu do quarto. Deitei-me de pernas abertas, nua, violada, suja do leite

de meu padrasto sem saber o que tinha ocorrido. Até que ele já quase

fora do meu quarto sussurrou.

- Aguarde-me para tirar a virgindade de sua bocetinha.

Me deu um selinho e saiu. Fiquei desconcertada, tímida, acabada, sem energias e

apenas caí no sono sem novamente distinguir se o que houve foi um sonho,

ou uma realidade.

Comentários

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31/03/2018 00:06:31
Maravilhoso conto...Adoro casadas novinhas e noivas..Vamos conversar no Whats ( vinte dois) nove,nove,nove,três ,cinco, um, três , um , três .
30/03/2018 13:34:44
Vc foi esteupada isso sim esse fdp violou seu corpo sem sua altorização