Segredos de uma Cidade – Cap. 8 Final

Um conto erótico de RickRiber
Categoria: Homossexual
Data: 29/03/2018 20:23:55
Nota 10.00

Segredos de uma Cidade – Cap. 8 Final

Antes de iniciar o último capitulo dessa série gostaria de agradecer a todos aqueles que a acompanharam desde o início e a todos que estão lendo meus contos. Peço desculpas pela demora na postagem dos capítulos, muitos afazeres me impediram de manter a constância. Finalizo essa série muito satisfeito com o rumo do enredo e já estou com uma ideia para uma nova série. Ou melhor para uma segunda temporada do meu primeiro conto: Ritos de família. O que vocês acham? Tem alguma outra ideia para um novo conto. Deixem nos comentários suas opiniões. Terei um enorme prazer em ler. Abraços!!

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Foi muito difícil pegar no sono depois de ter tudo sobre a iniciação de papai. Precisei de uns dois banhos gelados e duas punhetas para relaxar. Meu sono foi muito agitado, sonhei várias vezes com a festa, comigo em meio a vários homens e fazendo sexo com todos eles. Acordei com o pau duro e muita vontade de urinar. Corri para o banheiro sem nem acender a luz. Com muito sacrifício consegui mijar de pau duro e quando voltava para a cama, ainda um pouco sonolento, levei um baita susto com o senhor Pedro, sentado em uma cadeira, completamente nu e me olhando de um jeito muito sacana.

Pedro: Já ia te acordar!! Precisamos ter uma conversa séria André...

Voltei para a cama e fitei o corpo gostoso daquele coroa. Todo parrudo e peludo, deixava muito garotinho no chinelo. E pau estava muito duro e babando. Não conseguia e nem queria disfarçar o desejo que sentia por ele naquele momento.

Pedro: Gosta do que vê??

Perguntou isso passando a mão pelo peitoral definido e peludo e descendo até o saco grande e com pelos bem aparados.

André: Como não gostar...

Para provocar apertei o meu pau de um jeito bem sacana, olhando nos dele.

Pedro: Vamos ao que interessa, o seu te contou o que estava escrito no diário?

André: Contou sim, com riqueza de detalhe...

Só de lembrar dos detalhes meu pau pulsou dentro da cueca.

Pedro: O que achou da ideia da festa?

André: Bom, é algo muito excitante, sem duvidas deve ser maravilhosa estar presente, mas não sei se me enquadro nesse perfil...

Muitas coisas se passavam na minha cabeça naquele momento, a ideia de estar na festa era algo incrível e ao mesmo tempo assustador.

Pedro: É muito natural você ter dúvidas. Na sua idade eu também tinha muitas e sofri demais até entender que só eu era o responsável pela minha felicidade.

André: Eu penso em namorar, casar, ter uma família... Essa festa me parece ser baseada apenas no sexo.

Pedro: A sua geração pode viver a vida da forma que melhor lhe convir. Nós já não tivemos a mesma força ou as mesmas oportunidades. Em meio a uma sociedade hipócrita, machista e muito conservadora viver um amor seria inaceitável. Assim depois de muito sofrer, me esconder e me arriscar em relações perigosas, decidi assumir as rédeas dos meus desejos e viver a vida como bem entende-se.

As palavras do senhor Pedro mexeram comigo. O que ele falava eu senti na pele, de certa forma.

André: Entendo o senhor perfeitamente...

Pedro: Então garoto, muitos casais se formam na nossa festa. Casais que muitas vezes só conseguem ficar juntos na festa. Outros que se conhecem na festa e levam a relação para as vidas cotidianas. Não se pode generalizar. É claro que o sexo tem um grande valor em nossos encontros, mas é através dele que estreitamos nossos laços.

O coroa estava com os olhos marejados e me deixando emocionado também.

Pedro: Todos os anos novos membros são adicionados, outros deixam a nossa festa. E uma tradição é mantida até hoje. A iniciação dos rapazes virgens. Você ainda é virgem?

André: Sou sim...

Pedro: Muito bem!! Você fará um grande sucesso conosco. Muitos rapazes já haviam me pedido para trazê-lo a festa. Assim que te analisei, tive a certeza que seria uma grande aquisição.

André: Muitos rapazes? Até hoje sentia tão invisível...

Pedro: A maioria dos caras não sabem lidar com o que sentem e nem com que o outro sente. O Vicente falava de você constantemente para mim. Quando pedi a ele que tentasse uma aproximação, você foi mais rápido, se declarou e ele junto aos amigos não souberam lidar. E aconteceu tudo aquilo contigo...

Eu estava em choque... O Vicente participava da festa e estava interessado em mim? Todo o grupinho dele também??

André: Não estou entendendo essa história senhor Pedro...

Pedro: Não precisa ficar nervoso rapaz. O Vicente e os amigos dele começaram a participar da festa a pouco tempo. Assim que ficou mais à vontade, Vicente me falou de você e até me pediu conselhos de como chegar em você da maneira mais discreta possível. Ele pretendia fazer isso naquela festa. Quando você se declarou, ele ficou sem reação e para manter as aparências fizeram todas aquelas coisas...

André: Aparências? Que aparências eles queriam manter? De machos? Eu quase fui preso e estou respondendo processo.

Fiquei muito bolado com esses fatos. Realmente o Vicente nunca foi sincero comigo.

Pedro: Eles meteram os pés pelas mãos, mas nunca seria preso. O juiz Robson é um antigo frequentador da festa e muito amigo tanto meu quanto do seu pai. Eu conversei com ele e acertamos para você não ser prejudicado demais.

Até o Juiz fazia parte dessa festa... Quem mais faltava??

André: Isso vai ficar na minha ficha... E eu poderia estar estudando para o vestibular e não cumprindo trabalho comunitário.

Pedro: Não se preocupe, assim que você fizer dezoito anos a sua ficha é apagada e o trabalho comunitário só uma forma de nos aproximarmos de você sem levantar suspeitas. Planejamos muitas formas de te atiçar e te levar ao limite do tesão. Pena você ter descoberto tudo antes.

André: Então tudo fazia parte desse plano de me levar para essa festa??

Pedro: Você é um rapaz muito atraente e esse jeitinho de garoto inocente deixa os marmanjos tudo doidos. Nós tínhamos planejado muitas coisas diferentes, que precisaram ser adaptadas à nova realidade.

André: O meu pai sabia dessas coisas... Do senhor Alfredo, o delegado Fabio?

Pedro: Ele sabia do plano, mas não quis saber dos detalhes... Eu respeitei a escolha do meu amigo... Então ele não sabe que entre você é o Alfredo ou o Fabio... Cabe a você contar ou não...

Estava com um nó na garganta. Muita coisa estava acontecendo na minha vida e eu não sabia o que fazer.

Pedro: André, nós estamos preparando um grande evento para os seus dezoito anos e sua iniciação na nossa festa. Caberá a você decidir se aceita ou não o nosso convite. Você terá cinco dias para pensar. Aguardaremos você com muito tesão.

O sorriso sacana no rosto dele era uma tentação. Por um instante eu esqueci de tudo e fiquei admirando o belo rosto do coroa. Quando ele levantou da cadeira, dei mais uma conferida no corpo escultura dele e na piroca em riste. Fiquei com água na boca e enquanto ele passava por mim para sair do quarto, peguei naquele monumento e coloquei na boca. Senhor Pedro soltou um gemido e eu fiquei saboreando aquela vara agridoce. A baba da pica enchia minha boca e quanto mais eu atolava na boca mais baba saia. O coroa safado já socava fundo a piroca na minha boca e não demorou muito para me dar leite quente. Gozei todo na cueca enquanto senhor Pedro esporrava na minha boca.

Pedro: Que boquinha deliciosa... Os rapazes vão disputar você... Não se preocupe com os trabalhos comunitários... Está liberado essa semana... As aulas na academia também serão comportadas caso queira ir. Aguardamos ansiosamente sua resposta.

Ele saiu do quarto e mais uma vez eu estava em um dilema. Tentei falar com Leandro e não consegui. Meu pai estava estranho comigo, constrangido.

A semana passou rapidamente, Leandro havia sumido, não atendia minhas ligações, não respondia minhas mensagens. Eu estava puto, queria conversar, desabafar, pedir uns conselhos. Então, quando voltava da academia, encontrei o senhor Felipe e achei ser uma boa ideia conversar com ele.

André: Oi senhor Felipe, como vai?

Felipe: Cadê o senhor aqui garoto, sou muito novo ainda... hahahaha estou bem e você?

André: Estou precisando conversar...

Felipe: Vamos dar uma volta de carro.

Entrei naquele carro com o mesmo nó na garganta da conversa com o senhor Pedro.

Felipe: Sobre o que você quer conversar André?

André: Estou muito inseguro e em duvida sobre a festa? Não quero fazer feio, mas também ser motivo de chacota...

Felipe: Posso te garantir que isso não acontece na festa. Os rapazes são selecionados pelos próprios participantes. Então, com certeza, você tem atributos que são desejados por muitos homens que lá estarão.

André: E se eu não conseguir fazer sexo na frente deles? Ou não curtir o cara que ganhar a disputa?

Felipe: Os dois homens que vão disputar o seu cuzinho são dois caras especiais para você. Eles não foram escolhidos por acaso. E mesmo quem perde a disputa tem a oportunidade de ficar com você outras vezes.

André: Você ficou com o meu pai depois do Alfredo?

Felipe: Eu e seu pai mantemos um relacionamento até hoje. No dia da iniciação dele, ele me comeu umas duas vezes e só deu para mim na próxima festa. O Alfredo fez um estrago no cu virgem do seu pai. Nada é definitivo, tudo depende de você.

Quando me dei conta estava na porta de casa. Felipe se despediu de mim, me desejou boa sorte e foi embora. A conversa com Felipe tinha me ajudado um pouco. O dia seguinte seria decisivo. Iria ou não a festa?

Acordei cedo no dia seguinte, estava angustiado e ainda não tinha me decidido. Quando cheguei a cozinha meu pai tomava seu café. A expressão no rosto dele era serena e logo me cumprimentou com um sonoro “Bom dia André!! Essas olheiras estão horríveis, não conseguiu dormir bem?”. Fiquei um tempo estático sem entender a mudança de comportamento dele. Sentei e ele me serviu uma xicara de café. Achei melhor conversar com ele sobre o que estava sentindo:

- Pai, estou muito angustiado e ainda não sei o que fazer com relação a festa. Só consigo pensar no Leandro. Não quero magoá-lo. Não sei o que está acontecendo ele sumiu, não consigo falar com ele.

- Meu filho, você é tão jovem para tanta preocupação. Relaxe e aproveite seu aniversário. Só se faz dezoito anos uma vez na vida. E quanto ao Leandro ainda hoje você terá notícias dele.

Todo esse mistério estava me matando. Não conseguia relaxar e comecei a andar de lado para outro da sala. Papai para tentar me acalmar entregou o meu primeiro presente de aniversário:

- Isso era só para mais tarde, mas com esse estado de nervos está precisando agora

- E o que é isso pai?

- Abra o envelope e verá!!

Dentro do envelope tinha um cupom para um dia de spa. Fiquei muito feliz e dei um abraço bem apertado em papai. Era muito bom voltar as pazes com ele. Segui para o spa e aproveitei bem o meu dia de mordomia. Muita massagem, pedras quentes, aromaterapia e um belo cardápio tornaram esse dia especial demais. Com as energias recarregadas, super relaxado voltei para casa decidido a ser o mais novo participante da festa secreta da cidade. Quando o Leandro resolvesse aparecer nós conversaríamos. Cheguei em casa, papai estava no quarto e assim que entrei no meu encontrei meu segundo presente, uma linda camisa azul escuro de mangas curtas e uma calça de brim branca. Um bilhete em cima das peças me fez corar “Para o aniversariante mais lindo do dia se sentir especial, Pedro!”. Estava surpreso do senhor Pedro ter me mandado um presente. As roupas eram de muito bom gosto. O bilhete fora escrito a mão e enquanto o admirava e imaginava o coroa gosto escrevendo, percebi algo escrito no fundo “Nem pense em usar cueca!! Felipe”. Esses dois realmente entendendo da arte de sedução. Vesti a roupa conforme instruções e me senti muito sexy. A roupa caiu tão bem no corpo. Pronto para ser iniciado na festa fui até a sala e tive uma visão incrível. Meu pai estava super gato, vestido com uma camisa de botão branco, ajustada ao corpo e com os primeiros botões abertos, revelando os pelos negros do peito dele. Uma bermuda de sarja caqui, também bem ajustada nas coxas grossas, um sapatenis branco. O perfume dele tomava conta da sala. Fiquei excitado só de vê-lo. A calça branca e sem cueca não me permitiram esconder. Ele me viu e abriu o sorriso mais lindo do mundo:

- Vamos começar a comemorar seu aniversário?

- Vamos!!

Nos dirigimos ao carro e antes de sairmos papai me entregou uma vendo dizendo ser recomendação do senhor Pedro. Coloquei a venda e tudo ficava cada vez mais excitante. Seguimos caminho e depois de andar um pouco o carro parou. Algumas pessoas entraram e ficaram em silencio. Papai saiu com o carro e quando eles começaram a conversar percebi que se tratavam de Pedro e Felipe. Apesar do tesão comecei a ficar um pouco apreensivo. Precisava tirar aquela venda. Quando ameacei levar a mão ao rosto, alguém apertou meu pau bem forte e a voz do senhor Pedro se impôs as demais:

- Calma garoto, na hora certa vamos tirar a venda!!

A mão continuava me apertando e eu não fazia de qual dos três era. Após um tempo o carro parou novamente, saímos e fui levado, ainda vendado a algum lugar não muito longe de onde paramos. Assim que chegamos ao destino a venda foi retirada e quase tive um troço. Era exatamente a cabana, cenário da iniciação de papai. Percebendo que entendi o ocorrido, senhor Pedro resolveu falar:

- Há muito tempo não fazíamos a festa aqui. Essa uma ocasião para lá de especial. Pode ir na Frente André. Aproveite o seu dia!

Segui em direção a porta e assim que entrei encontrei muitos rostos conhecidos: Alfredo, Paulo, Fábio, Roberto, Marcos, Juiz Robson e Doutor Rafael. Outros rostos não tão familiares, mas que passariam a ser muito em breve. Após receber alguns cumprimentos pelo aniversário, fui levado ao quarto dos prazeres, onde seria iniciado.

Mais uma vez fui surpreendido, na enorme sala muitos sofás e uma cama king size compunham o ambiente, muitas velas aromáticas deixavam o ambiente tão agradável. Então próximos a cama, completamente pelados e excitados, estavam Vicente e Leandro. Meu queixo caiu na hora e meus olhos se arregalaram. Por isso Leandro não me atendia e estava sumido. Devia ter pensado que isso poderia acontecer. Fiquei um pouco desapontado no início, porém quando os dois vieram em minha direção e começaram a me despir não consegui resistir. Em instantes eu estava pelado e a forma como todos me olhavam era excitante e assustadora ao mesmo tempo. O desejo em seus olhos transbordava. Senhor Pedro resolveu iniciar a disputa e me colocou sentado no colo de papai. Senti que ele ficou um pouco desconfortável, só um pouco, logo estava de pau duro e me alisando. Vicente e Leandro estavam em um embate incrível. Sentia em cada um deles uma grande determinação em vencer. As sarradas, chupadas, linguadas eram intensas. Os urros de tesão dos dois ecoavam pela sala. O tesão dos dois refletia em todos nós. Eu não estava me aguentando, não podia me masturbar e sentia meu cu e ovos pegando fogo. Com olhos grudados na disputa assisti a cena mais incrível até aquele momento. Os dois de pé, com as pirocas sendo punheta por uma mão de cada um deles, gozaram exatamente no mesmo momento. A porra esguichava de forma tão intensa que os abdomens deles ficaram totalmente melados. Ofegantes eles se encaravam, eu boquiaberto aguardava para saber como seria o desenrolar disso. Coube ao senhor Pedro quebrar o silencio:

- Em mais de dez anos não tínhamos um empate, muito bem rapazes demonstraram hoje o quão estão afim do nosso André. Agora vocês terão de dividi-lo!

Engoli em seco, como seria isso?

Vicente e Leandro me tiraram do colo de papai e me jogaram na cama. Sem trocar sequer uma palavra começamos a nos beijar. Primeiro eu e Leandro, depois eu e Vicente e então nós três. Estava nas nuvens realizando tudo o que sempre sonhei. Os dois caras que se tornaram meus objetos de desejo estavam comigo. Os beijos foram avançando para o pescoço. Muitos chupões me levavam a loucura. Meus mamilos foram intensamente disputados, assim como meu pau, saco e cu. Não conseguia saber quem chupava, lambia melhor. Meus gemidos eram abafados pelo extremo tesão que sentia. Quando saboreia o pau do Leandro por pouco não gozei. Vicente me mamava e a chegada da cabeça do pau de Leandro na minha garganta era demais. Eu me entreguei completamente aqueles dois. Faria o que eles quisessem sem reclamar. Enquanto Vicente linguava meu cu, Leandro sentava no meu rosto e permitia que eu saboreasse mais uma parte do corpo dele. Eles trocaram, agora Vicente permitia que minha língua o invadisse e lambesse as suas pregas enquanto a língua de Leandro chegava o mais fundo que podia em dia. Sem mais conseguir controlar gozei intensamente, fiquei com o abdômen todo melado e isso fora extremamente comemorado por todos na sala. Apesar de ter gozado meu pau não amoleceu e assim a foda continuou. Os três estavam bem lubrificados e muito excitados e agora bastava saber quem comeria quem. Meus dois iniciadores já tinham tudo planejado. Vicente deitou na cama, abriu e levantou as pernas expondo um cu liso e todo babado. Fez sinal para que eu o penetrasse. Com um sorriso enorme no rosto, encostei a cabeça do meu pau no cu dele e lentamente forcei a entrada. “Que sensação maravilhosa!!” As pregas abriam lentamente espaço para rola passar enquanto eu olhava Vicente nos olhos e sentia o tesão dele. Em pouco tempo estava inteiro dentro e recebi o comando para socar. A sensação do meu sendo envolvido pelo quente e úmido reto de Vicente me deixava inebriado. Qualquer coisa que eu falasse naquele momento teria valor maior que os sinais dados por nossos corpos. O cu do Vicente apertava meu pau que em resposta pulsava. Ao mesmo tempo meu cu piscava e em uma dessa piscadas senti uma dor lancinante. Leandro tinha metido a cabeça do pau dentro de mim sem prévio aviso. Facilitado pelas piscadas, a penetração foi rápida. A dor me desconcentrava e meu pau ameaçou amolecer. Vicente intensificou as piscadas e Leandro passava a barba no meu pescoço, tentando me relaxar. E assim eles conseguiram, a dor amenizou, eu relaxei e Leandro conseguiu penetrar o pau inteiro em mim. Finalmente eu tinha deixado de ser virgem em todos os sentidos. Estávamos sincronizados, Leandro socava em mim e eu no Vicente. Não sei quanto tempo ficamos nessa posição. Leandro sussurrou no meu ouvido “Me come”. Vicente entendeu o que acontecia e eles trocaram de posição. O cu do Leandro era tão apertado e quente quanto do Vicente. Já a rola do Vicente com certeza era mais grossa. Foi mais difícil de passar tudo. Eu sentia o pau do Vicente acertando o fundo do meu reto. Tão gostoso. Meus olhos reviravam a cada socada. Perdendo de novo o controle sobre o meu corpo estava prestes a gozar, a segunda da noite. Gritei bem alto “VOU GOZAR”. Os dois desengataram de mim e passaram a disputar meu pau. Em questão de segundo, esporrei muito na cara deles. Depois foi a minha vez de revezar chupando as pirocas deles e ser lavado de porra. Assim fui iniciado nessa festa secreta e tão maravilhosa de minha cidade, da qual fiz parte por um longo tempo e vivi muitas aventuras. Uma outra hora eu conto mais a vocês...

__________________________________________________espero que tenham gostado da série, comentem!!

Comentários

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30/03/2018 15:03:24
Gostei Muito, qr saber o q aconteceu dps entre os três.