Mônica no sítio de seus tios

Um conto erótico de G-Live
Categoria: Heterossexual
Data: 29/03/2018 11:33:39
Nota 9.80

Observando as pequenas correntezas em um açude do sítio da nossa

família, estava eu sentada em uma grande pedra acinzentada abaixo de uma

grande árvore com várias folhas verdes com passarinhos cantando uma bela

melodia. O açude era longo em extensão, mas não tão em largura. As águas

eram límpidas e formavam pequenas ondas ao descerem pelo açude em

encontro com sua borda.

O local que eu estava era afastado de nossa pequena casinha de madeira

que ficava numa parte mais central do sítio. Para se chegar ali devia-se

atravessar um caminho curto de terra por entre algumas árvores e matos

altos.

Sou morena clara de olhos castanhos, sou magra e na época tinha 18

anos de idade. Meus seios já eram um pouco volumosos e durinhos. Estava

numa blusa branca sem mangas e um sorte rosa que era curto. Meus cabelos

eram negros e duas mechas desciam sobre meus seios e o restante por

minhas costas. Eu estava sentada naquela enorme pedra acinzentada de

pernas cruzadas com os braços sobre ela admirando a paisagem.

Por morar no interior eu era bem tímida e inocente, já que não

conhecia dos prazeres e dos vícios da vida. O sítio era de meus tios,

tia Rosa e tio Marcos. Além de nós, moravam outros primos na mesma casa.

Eu cedo tive que sair de casa, porque a vida era muito difícil na

capital e vim ao interior ficar com meus tios para que cuidassem de mim.

Durante um pensamento aleatório que tive naquele local, meu tio

marcos surge do caminho de terra entre as árvores e chama-me por meu

nome.

- Mônica, está na hora de almoçar, venha!

De prontidão descruzei as pernas e pus-me a levantar daquela pedra

em direção a meu tio. Algo havia de estranho, a pedra parecia meio

escorregadia, então pedi ajuda a ele para que eu podesse descer em

segurança. Ele me estendeu as mãos e eu as segurei. Repentinamente dei

um salto e parei em seu colo.

Ele começou a rir e disse que eu devia ter mais cuidado, eu também

ri e desci de seu colo vagarosamente. Enquanto descia de seu colo meu

bumbum tocou em sua intimidade. Eu possuía um bumbum razoavelmente

grande e meu short levantou um pouco enquanto eu deslizava por sua

barriga até encontrar com seu membro protegido por sua roupa de campo.

Meu tio era um homem com 54 anos, moreno mais escuro por causa do

trabalho do sítio com cabelos curtos e negros. Ele possuía os braços

fortes e o peitoral largo pelo esforço físico diário. Estava em uma

blusa de mangas azuis com uma bermuda mais grossa de gins. Seus olhos

castanhos escuros começaram a me olhar desde os meus cabelos a meu

bumbum tocando seu membro por dentro de seu sorte.

Eu não sabia porque ele segurava-me mesmo com meus pequenos pés

já tocando o chão. Suas mãos estavam envolvendo minha cintura e seu

rosto foi descendo até ficar próximo ao meu pescoço. Eu ainda estava de

costas para ele então podia apenas ouvir sua respiração que aumentava de

ritmo a cada instante. Ele quebrou o silêncio por um momento e disse:

- Mônica, o açude é tão bonito né, a paisagem, o céu repleto de nuvens,

eu adoro morar neste sítio com vocês, minha família.

Enquanto isso me envolvia cada vez mais forte em um longo abraço por

trás. Eu pensei que era sua forma de expressar carinho, até que senti

seu membro bem rígido acomodando-se no meio de meu bumbum por cima

do short. Eu olhei para trás e vi que seu short estava abaixado até o

meio de suas coxas e ele estava com algo duro e grosso que apontava para

cima por dentro de sua cueca. Vi a cabeça de seu membro saindo da cueca

enquanto ele se acomodava mais e mais no meu bumbum por cima do short

que eu usava.

Eu pensei o que poderia estar havendo, mas quando comecei a

raciocinar meu corpo foi sendo tomado por algumas sensações estranhas.

Eu comecei a sentir alguns arrepios, meu bumbum começou a ficar quente

onde seu membro tocava e por algum motivo desconhecido minha pequena

calcinha vermelha começou a umedecer-se e meus seios ficaram rígidos. Eu falei bem baixinho a ele o

questionando porque seu short estava abaixado, ele apenas respondeu que

aquela roupa era velha e que não lhe servia bem. Eu apenas concordei

com a cabeça acreditando que poderia ser a verdade.

Ele então me perguntou se eu queria tomar banho antes de almoçar,

afinal já estávamos próximos ao açude. Eu sorri e confirmei com a

cabeça, já que eu adorava nadar e mergulhar ali. Foi quando suas mãos

desceram por minha cintura e já começaram a abaixar meu short e minha

calcinha levemente deixando surgir meu bumbum empinado a sua vista. Eu

sussurrei a ele perguntando por que ele tirava minha roupa? Ele apenas

disse sorrindo que era pra mim não molhá-la porque iria dar mais

trabalho a minha tia. Eu balancei a cabeça positivamente, já que minha

tia sofria muito lavando muitas roupas de todos nós naquele açude aos

domingos.

Ele desceu meu short até os joelhos e o soltou, deixando-o cair

suavemente nos meus pés. Ouvi mais alguns barulhos e percebi que ele

também havia tirado sua cueca e a deixado ao chão junto a meu short e

calcinha.

Eu olhei em direção aos meus pés e vi que minha intimidade estava

bastante úmida e o bico dos meus seios bem rígidos por dentro da blusa. Sem tempo para

pensar muito senti algo quente acomodando-se no meio do meu bumbum

novamente. Mas, desta vez senti algo enorme, grosso e pulsante. Ao olhar

para trás vi seu membro despido preenchendo o meio do meu bumbum

empinado com a cabeça apontando para meus olhos.

Meu tio com uma face séria apenas olhara para frente e envolvia-me

pela cintura com seus braços fortes. Eu olhei para frente e fechei meus

olhos apreciando aquelas sensações que eu havia sentido antes. De

repente aquele membro afasta-se de meu bumbum me deixando receosa. Levo

um susto quando seu membro bastante rígido começa a entrar por entre

minhas pernas em direção a minha intimidade por trás. Foi quando meu tio

que já me envolvia girou meu corpo em direção aquela enorme pedra e

inclinou-me com os braços estendidos a ela, deixando meu bumbum empinado

para trás com minhas pernas meio abertas.

Eu comecei a olhar para baixo, em direção a minha intimidade que

estava bem úmida quando vi a cabeça de seu membro atravessar minhas

pernas e procurá-la pulsando de desejo de tocá-la. Quando a cabeça de

seu membro tocou minha intimidade eu fiquei trêmula, arrepiei-me e me

senti nervosa. Foi quando ele disse a mim em meu ouvido enquanto me

envolvia e me abraçava por trás, inclinando seu corpo ao meu.

- Calma Mônica, não se assuste!

E deu um pequeno beijo no meu ouvido esquerdo. Sempre confiei em meu tio, não seria agora que iria contrariá-lo,

pois até andar de cavalo foi ele quem me ensinou. Continuei observando

a cabeça de seu membro sobre a entrada de minha intimidade. Foi quando

ele começou a movimentar seus quadris para frente e para trás num

movimento suave. Seu membro ia e voltava começando a abrir os lábios de

minha intimidade e a invadi-la delicadamente.

A cabeça de seu membro logo escorregou para dentro de minha

intimidade úmida com facilidade. Vi que o líquido que me deixava úmida

também começou a deslizar por seu membro, cujo a cabeça estava

deslisando de fora para dentro dela em alguns movimentos. Comecei a

sentir um desejo muito forte e uma vontade incontrolável de que aquele

membro invadisse minha intimidade, mesmo não sabendo exatamente o que

estava fazendo. Então, comecei a rebolar meus quadris suavemente

acomodando aquele membro na minha intimidade empurrando meu bumbum para

frente e para trás. Foi quando num movimento só ele empurrou com força e

seu membro encaixou-se dentro dela. Senti um prazer inimaginável. Aquele

membro duro e grosso invadindo-a não mais suavemente, mas agora com

movimentos firmes, fortes e com mais velocidade.

Minhas pernas ficaram trêmulas e bambas e ele metia cada vez mais

rápido. Plaf, plaf, plaf.

Comecei a gemer de prazer sentindo milhares de sensações pelo meu

corpo, minhas pernas bambas, meus seios duros como rocha, minha

intimidade toda úmida e sendo invadida violentamente. Eu gemia com uma

voz doce e delicada, isso de alguma forma fazia ele desejar meter cada

vez mais forte dentro dela. Ficamos assim por vários minutos. Até que em um momento ele colocou seu rosto

do lado do meu ouvido, chamou-me de gostosa, lambeu-o e deu-lhe uma

mordida chupando-o e respirando ofegante. Sua mão esquerda girou por meu

corpo e começou a massagear meu seio esquerdo com dois dedos apertando

seu biquinho rígido.

- Ai, hummm, aii, hummmm. Eram meus sons de gemido doces e delicados que

soavam naquele local.

plaf, plaf, plaf.

- Vem gostosa, deixa o tio te comer.

- Aii, hummm, aiii

Plaf, plaf, plaf

Ficamos assim por mais alguns minutos e foi quando me senti como um vulcão em erupção quando um pequeno jato de um

líquido transparente e viscoso foi espelhito de minha intimidade em seu

membro que a invadia ferozmente. Minhas pernas amoleceram, fiquei sem

força, minha visão escureceu e tive que me apoiar mais firmemente

naquela pedra. Ele retirou suas mãos de meus seios e colocou-a na minha

intimidade massageando-a com seus dedos por alguns minutos. Foi quando senti que ele acelerou seus movimentos e seu

membro começou a latejar dentro de minha intimidade descompassadamente.

Seu membro, minha intimidade, minhas pernas a altura de minhas coxas

estavam todos melecados por um líquido transparente, quando de repente ele retira seu membro dela

com rapidez e sinto jatos de algo quente e viscoso molhando minhas coxas, bumbum e o

meio de meu bumbum, escorrendo entre elas.

Olhei para trás e virei-me ofegante, trêmula e cansada. Ele também

estava cansado e ofegante. Nos abraçamos de frente e ele beijou-me em minha testa

delicadamente. Foi quando vi uma pequena mancha avermelhada no chão, mas

ele olhou-me e disse que era normal. Pegou-me em seu colo, removeu minha

blusa jogando-a em cima de nossas roupas no chão e arremessou-me dentro

do açude totalmente despida. Ele também removeu sua camisa e deu um

salto para próximo de mim dentro da água.

Ele começou a me acariciar por meus seios, cintura, coxas, bumbum e

lavou carinhosamente minha intimidade enquanto eu fazia carinho em seu

membro duro com minha mão delicada para cima e para baixo dentro da

água. Percebendo que haviam passados

muitos minutos, chamou-me, ajudou-me a sair do açude, nos vestimos

voltamos a nossa pequena casinha no meio do sítio pelo caminho de terra

de mãos dadas. Ele apenas pediu que eu não contasse a ninguém, que me

amava muito e que poderíamos nos ver ali mais vezes. Eu como boba sorri

e consenti com a cabeça. Ele desceu com sua mão pelo meu bumbum e

apertou-o com carinho olhou para mim e sorrio enquanto caminhávamos.

Espero que tenham gostado. Este foi meu primeiro conto neste site.

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
30/03/2018 17:48:17
Muito bommm. ...logo quero voltar a contar os meus
29/03/2018 21:11:23
Desejando...
29/03/2018 13:18:37
Maravilhoso gatas vamos tc chama no whats....ONZE.NOVE, SEIS, NOVE, NOVE, SETE, TRÊS, SEIS, NOVE,NOVE MARCOS BJS NAS PEPECAS..
29/03/2018 12:09:16
Me envia fts suas rsrs!!!?
29/03/2018 11:46:57
Delicia