PRAIA NA SEGUNDA-FEIRA: ELE EMPINADINHO CONTRA A PAREDE

Um conto erótico de Gustavo Soares
Categoria: Homossexual
Data: 27/03/2018 00:50:36
Nota 10.00

(Vocês já sabem: meu nome é Gustavo Soares, tenho 22 anos, e tudo o que eu conto aqui aconteceu de verdade. No fim da página, há um link para o meu perfil [real] do Facebook e o meu blog, onde posto os textos que a direção do site retira daqui por motivos desconhecidos. Vamos ao texto.)

Eu tenho o privilégio de morar perto da praia. Todos os dias, bem cedinho, antes de ir pra faculdade, eu corro no calçadão por uns quarenta a cinquenta minutos ou até me sentir cansado e suado o suficiente, pronto para voltar.

Ano passado, eu costumava ver todos os dias um rapaz mais ou menos da minha idade correndo também, só que na direção contrária à minha. Eu o encontrava indo e depois na volta. Basicamente, já nos conhecíamos das corridas, somente de vista, e, quando nos encontrávamos, nós nos cumprimentávamos com um movimento de cabeça e um sorrisinho educado. Era bonito, o rapaz. Era mais ou menos da minha altura: um metro e oitenta. Uma pele bonita, branca e rosada, permeada por gotículas de suor que brilhavam em contato com a luz fraca do sol da manhã; o rosto coberto por uma camada fina de barba ruiva, tão ruiva quanto o cabelo que parecia crescer livre, sendo portanto preciso prender algumas mexas atrás da orelha; e o corpo, sim, o corpo: era um corpo bonito, bem torneado, ombros largos em harmonia com o corpo robusto, uma mistura de músculo e gordura, numa combinação perfeita. Braços longos, cobertos por pelos quase invisíveis. Eu o conhecia bem de vista, como você pode perceber. Eu o examinava todas as manhãs. Parecia ser rico, aliás. Sempre correndo com roupas próprias para isso, compras a preços altos, e os pés com bons tênis, cheios de amortecedores para aguentar a pressão daquele corpo.

Mas o que aconteceu entre nós dois não aconteceu de manhã.

Quando eu tenho tempo, costumo ir à praia à noite, nos dias de semana. Com a rotina terrível de faculdade e trabalho, quase não tenho tido tempo esses dias. Contudo, no ano passado, eu tinha alguns tempos livres e, numa segunda-feira, mais ou menos umas sete e meia, resolvi ir até a praia, ficar um pouco na areia, quem sabe dar um mergulho, sentir o vento gostoso do mar, observar os casais passeando no calçadão.

À essa hora, a praia é um vazio silencioso. As barracas e os quiosques quase todos fechados, os carros passando sem distrações na avenida, a areia limpa, quieta, quase sem ninguém, umas zonas escuras onde a luz dos postes não consegue atingir, onde de vez em quando um casal decide foder ali mesmo e é pego pelos guardas, ou onde de vez em quando é possível comprar maconha.

Fiquei ali na areia, observando. Sem camisa, sentia o vento frio percorrer os pelos do meu peito e secar a minha barba depois do mergulho que eu tinha dado. Estava de bermuda, sem sunga por baixo (não havia planejado dar o mergulho que dei, mas não tinha problema). Esse momento foi interrompido por uma mão no meu ombro. Era ele.

Nós nos cumprimentamos, sorrimos, nos apresentamos. Bruno. Bruno era o nome dele.

Ele se sentou ao meu lado, na mesma posição que a minha: os joelhos levantados, os cotovelos nos joelhos. Estava de camisa polo meio esverdeada, bermuda xadrez. De sandálias.

Começamos a conversar sobre as caminhadas. E sobre como era vir à praia à noite. E sobre como ia esfriar logo, logo. E sobre musculação, que ele fazia e eu não, e ele tentando me convencer de que era bacana fazer, mas eu parecia não precisar. Ele se ofereceu para comprar cerveja e perguntar se eu estava afim. Eu não estava afim, mas me obriguei a ficar e disse pra ele que queria. Eu precisava descobrir mais sobre aquele que vinha sendo meu interesse bastante particular nas corridas matinais, embora eu tivesse certeza de que Bruno era um hétero sem sombra de dúvidas.

Ele se levantou e gritou chamando um homem que passava empurrando um carrinho. Talvez aquele homem fosse o último esperançoso de encontrar alguém pra comprar alguma coisa dele àquela hora.

Bruno trouxe duas latas de cerveja barata e me deu uma. Abrimos as latas e começamos a conversar sobre besteiras. Praia, faculdade, amigos estúpidos, drogas, trampo, sexo. Sexo, essa era a parte que me interessava nele. Queria saber quem ele era quando tirava aquelas roupas de marca. Quem era ele? Quem era Bruno?

Ele me contou que tinha recém-terminado um relacionamento com uma guria. Fazia algumas semanas. E que estava cansado de ir pra baladas, festas e bebedeiras, que nunca encontrava alguém que realmente legal lá, nem mesmo pra curtir. Também tinha interesse em testar outras coisas mas não com qualquer pessoa, alguém que parecesse estúpido e que ficasse com ele por algum motivo que ele considerava fútil. Bruno queria experimentar coisas.

Perguntei na hora quais eram essas coisas.

"Ah, cara", ele me disse, sorrindo e depois bebendo um gole da cerveja. "Tu parece ser um cara maneiro. Mente aberta. Gente fina, mesmo. Por isso vou te contar isso. Só não vai ser um babaca comigo, porra. Te comprei uma cerveja."

Eu ri. Ele riu também. E por um momento ele não falou nada. Acho que estava ainda tateando as próprias dúvidas que ele tinha sobre mim.

"Queria experimentar transar com um cara". Ele me disse isso e depois olhou pro outro lado. Penso que envergonhado ou algo do tipo.

Pus a mão no ombro dele.

"Bruno, relaxa", eu disse.

Ele me falou que conversando comigo tinha notado que eu não tinha nada que parecesse agressivo ou estúpido ou sequer babaca aos olhos dele. Que eu parecia um cara legal. Bruno também parecia.

Sequei minha lata de cerveja e procurei a melhor forma de fazer uma proposta a ele. Aquela proposta. A proposta.

Depois de um tempo fingindo encarar o mar, quando na verdade eu estava encarando ele (aquele rosto bonito de perfil, o cabelo solto surrado pelo vento, o perfume gostoso, a forma do corpo dele...), eu perguntei:

"Por que tu não experimenta comigo?" E a pergunta parecia prever uma resposta negativa e tinha um toque muito sutil de desafio. Olhei firme para ele, aguardando o que ele iria dizer.

Bruno olhou pra mim, e eu vi seus olhos percorrendo o meu rosto pela primeira vez. A pouca iluminação só permitia que eu visualizasse apenas um lado do seu rosto direito. Mas vi o olho verde dele olhando pra mim, me observando, estudando. E, de súbito, sem resposta, sem nem eu mesmo esperar, senti a boca de Bruno sobre a minha, a língua dele forçando um espaço entre os meus lábios ainda fechados. Fechei os olhos ao ver os dele fechados. Retribuí o beijo. Senti a mão esquerda dele no meu pescoço. Era quente, um pouco áspera e ao mesmo tempo macia, quase imaculada, porém ainda era possível sentir alguns poucos calos causados pelos aparelhos da musculação. O gosto da cerveja percorria minha boca e língua quente dele deslizava pela minha, a fricção me fez arrepiar e eu pude sentir, depois de passar a mão pelo seu braço esquerdo e pondo a minha mão direita no pescoço dele, para senti-lo, aí eu pude perceber que ele também estava arrepiado, que ele também estava gostando daquilo.

Antes do beijo, eu estava começando a ficar com frio e cogitando colocar a camisa. Mas o beijo esquentou minha pele. E esquentou a dele também. O beijo era quente em todos os sentidos, as línguas, a saliva, os lábios, os toques.

Quando nos separamos, estávamos ambos ofegantes e com calor. Não pude ver se Bruno estava excitado ou não por conta da luz, mas eu estava. Sentia meu pau pressionando minha cueca ainda úmida de água do mar, as veias cheias de sangue, a cabeça para fora. Eu o queria em todos os sentidos. E pude perceber que ele também me queria. A mão dele continuava no meu pescoço. Ele continuava olhando pra mim. Os lábios dele, tão rosas, brilhavam ali naquela escuridão por conta da saliva trocada. Eu queria mais.

"Cê mora perto?", eu perguntei.

Ele disse "Mais ou menos. E você?"

Eu disse que bem perto. Aproximei minha boca da dele mais uma vez, ele levantou um pouco a cabeça e me deixou beijar a sua nuca. Beijei e o perfume dele, misturado ao cheiro da maresia e do suor, me embriagaram de uma só vez. Meu pau latejou. Mordi a orelha dele. Ele gemeu de leve.

Bruno fez um sinal de negativo com a cabeça e eu olhei para ele, fundo nos olhos dele. Eu disse: "Vamos lá pra casa?"

Ele negou. "Tem que ser aqui."

Surpreso, logo perguntei onde.

"Tem que ser aqui", respondeu ele, "porque eu acho que posso desistir no caminho. E eu não quero desistir. Quero foder com você."

Aquilo me deu um tesão ainda maior. Procurei ao redor onde a gente poderia transar sem ser interrompido, embora a noção de transar ali, na areia, com o Bruno me enchesse ainda mais de tesão as bolas do saco. Meu pau estava estourando. E eu podia sentir o Bruno transpirar de hormônios.

"Tem aquele banheiro ali", Bruno disse, apontando para um banheiro construído pela prefeitura. Era um retângulo coberto de azulejos verdes com duas portas. Um banheiro que funcionários da prefeitura limpavam todas as noites e já haviam limpado àquela hora, com certeza: eu tinha visto eles saindo de lá uns dez minutos antes.

Beijei Bruno novamente. Sentir aquele gosto de novo me deu novos arrepios. Ele também estava curtindo. Vi no rosto dele que ali entre aquelas pernas havia um pau cheio de sangue pronto pra gozar.

Perguntei se ele tinha camisinha.

Ele procurou no bolso e tirou de lá uma carteira. Balançou ela dizendo "Tenho duas aqui."

Tive que o beijar de novo. Uma pena não ter o lubrificante, mas há coisas que precisam ser feitas sem ele. Havia muita saliva nas nossas bocas para nos preocuparmos com isso.

Corremos pela praia até atingir o banheiro. Entramos. O cheiro de desinfetante estava forte mas logo morreria por conta do vento. As luzes dos postes altos penetravam nele através das janelas e iluminavam o suficiente aquele banheiro. Ninguém entraria ali.

Levei Bruno até um dos box. Fechamos a porta, para garantir. Eu o coloquei contra a parede e forcei meu corpo contra o dele. Nossos peitos se encostando, as bocas, as línguas, os toques. A mão dele percorria meu corpo e as minhas o dele. A nossa pele ardendo em brasa. Sentia no meu pau a ereção do pau dele.

Ele tirou a camisa e depois tirou a minha. E me lembrar de como eu lambi e beijei e babei aqueles mamilos vermelhos, duros, aquele peito forte, firme, me lembrar disso me faz começar a me masturbar enquanto escrevo isso, enquanto relembro isso.

Eu beijei aqueles mamilos e Bruno gemeu pela primeira vez. Ele não estava preparado para aquilo, e a forma como os dedos dele se entranharam no meu cabelo e o puxaram me fez gemer também. Fui descendo. Meus lábios e minha saliva escorriam por aquela barriga branca e meu nariz sentia os gomos. Ele esfregava minha cabeça. Ele mesmo desabotou a bermuda e a baixou. Quando ele fez isso, eu pude sentir o cheiro do pênis dele, do pré-gozo, o cheiro contaminou tudo, e eu abri o zíper da minha bermuda e, comecei a me masturbar, usando como lubrificante a minha própria pré-porra, a baba do meu próprio pau.

Baixei a cueca e vi o que desejei ver por todas aquelas semanas: a rola vermelha, alegre, pulsante de Bruno. Um raio de luz do poste caía exatamente naquela altura e refletia nos azulejos brancos do banheiro. Eu podia enxergar aquele membro de tamanho comum, talvez uns dezessete centímetros, livre de veias, era liso e harmônico como uma obra de arte. Enfiei na minha boca sem contar nem mais um segundo. Senti o gosto de Bruno. Ouvi o gemido de Bruno. Vi Bruno se segurar na parede. Chupei Bruno enquanto ele empurrava minha cabeça para mais perto dele, segurando pelo meu cabelo e depois se forçando para dentro de mim com a força dos quadris. Quase gozo com aquilo. Quase gozo só com aquilo.

A essa altura, minhas mãos estavam na bunda dele, apalpando as nádegas e indo em caminho do cu dele. Cu virgem. Tirei Bruno de minha boca, tentei virá-lo de lado e começar a beijar e lamber aquela bunda e aquele cu. Mas ele disse "Não. Deixa eu foder você antes disso."

Tive que guiá-lo. "Vou te fazer um cunete. Você vai gostar."

E o virei de lado. Abri as nádegas lambi aquele cu, sem medo e receio dele ter feito ou não a chuca. Aquele era um cu virgem. Um cu rosa e virgem e com poucos pelos. Me enfiei ali. Ninguém me tirava dali. Ouvi ele gemer alto quando enfiei minha língua nele. Ele se segurou na parede, ouvi o pau dele ir contra os azulejos e ser forçado a ir para cima, quase encostando no umbigo de Bruno. Sabendo disso, fiz com que ele se esfregasse na parede, para que eu o masturbasse sem ser preciso tocar nele. Bruno gemeu. Como gemeu. Eu também gemia. Ser versátil garante que eu esteja preparado para foder ou ser fodido. Nesse momento, eu já estava preparado e Bruno quase esporrando.

Ele disse, entre gemidos: "Para. Para senão eu gozo." E gemeu alto.

Eu parei. Me afastei dele. Me levantei. Mostrei meu pau para ele. Disse "Chupa, vai."

Bruno disse que não sabia como.

"Você aprende fácil. Vai", o pus de joelhos, me livrando da cueca e bermuda úmidas, "deixa eu entrar nessa sua boca".

E ele deixou. Ele colocou meu pau na boca e foi minha vez de segurar nas paredes. Aquela boca era quente, a língua era macia, firme, simples. De vez em quando, por causa da inexperiência, ele fazia com que a cabeça do meu pau batesse nos dentes, mas até isso era gostoso. Aqueles dentes, aquela língua. Puta que pariu, eu estava pronto pra gozar. Mas eu me livrei dele. Mandei ele pôr a camisinha. Ele catou da carteira, rasgou o envelope e colocou.

Virei de costas, abri um pouco as pernas. Bruno beijou minha nuca e depois me beijou. Poucas vezes beijei bocas tão quentes.

Ele entrou em mim aos poucos. E aos poucos os gemidos dele e os meus iam aumentando. Eu gemia, ele gemia. Ele metia forte, fundo, lentamente. Seu quadril se movia na velocidade certa, sem pressa. Ele me abraçava, sentia meu corpo, dedilhava meu peito e meus mamilos. Eu gemia com ele dentro de mim. Sinta a sua força, a sua vontade. A fome dentro dele de foder algum homem. Ele precisava de mim, e era virgem nesse quesito. De vez em quando ele parava e me beijava, me babava, mordia minha orelha. Ele sabia como foder bem. Ele sabia. Lento, rápido, forte, lento, macio. Numa vez, quase gozando, o pau expelindo pré-porra a toda hora, ele foi dedilhando meu abdômen até atingir a minha rola. Segurou ela firme, me punhentou enquanto me fodia e depois disse, entre gemidos: "Quero que me foda agora".

Ele saiu de mim. Tirou a camisinha e jogou lá. Pegou a outra e me entregou. Eu a pus enquanto o beijava. Bruno gemia, senti o corpo dele, coberto de suor, aquele cheiro, porra aquele cheiro. O cheiro do corpo de Bruno.

E assim que entrei naquele corpo, bem aos poucos. Primeiro a cabeça, a massagem, depois de leve, sentindo o abraço como o de uma mãe, aquele cu abraçando meu pau, bem forte. Meti todo depois, e Bruno gemeu. Abriu as pernas, os joelhos. O segurei firme por trás. Beijei a nuca dele, depois a boca, mordi a orelha. Ele gemia. Ofegante. Ofegante. Bruno ofegava.

Fodi Bruno aos poucos. Depois, aumentei o ritmo. Quanto mais o fodia, mais ele se empinava na parede. Aquelas mãos grossas, firmes, os dedos. Sentir aquele corpo em brasa me dava maior tesão. O aperto daquele cu nem se comparava ao ouvi-lo gemer. Ao vê-lo morder o lábio inferior. Não se comparava ao dizer que iria gozar, a gemer que iria gozar. Eu o penetrei firme e segurei o pau dele. Coloquei ele de novo contra a parede, mas agora bem encostado contra ela. O pau dele ficou naquela posição de antes, imprensado contra a parede, sendo forçado a ficar pra cima. E comecei a fodê-lo de novo, dessa vez, movimentando o corpo dele para ele se esfregar na parede.

E Bruno se esfregou. E como se esfregou e gemeu. Quando gozou, urrou contra a parede e senti o corpo dele tremer num orgasmo potente. Ele gozou sem mãos, só com a fricção na parede, como eu quis. Gozou e esporrou não sei quantas vezes, e o cheiro de porra fresca inundou o banheiro. E aquilo me despertou para o fato de que eu também ia gozar. Não queria gozar no rosto dele. Queria gozar ali mesmo, ainda dentro dele, e o fodi com mais força, mais vontade: o pau dele, já tendo gozado mas ainda duro, ainda se esfregando na parede, ainda lhe dava prazer e, quando eu gozei, esporrando a camisinha, cada gozada era mais um gemido, meu e dele, meu e dele, meu e dele. Encostei meu peito nas costas dele e nosso suor se misturou. Aquele cheiro de porra no ar. Aquele cheiro de suor e sexo no ar…

Ficamos mais um minuto ali, parados, esperando o pau de cada um diminuir.

Depois, nos separamos. E eu vi, quando ele virou para mim, a barriga dele virava de tanto gozo e, na parede, escorrendo nos azulejos, a porra de Bruno brilhava à luz do poste como prata líquida.

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Comentários

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13/01/2019 23:04:56
O q é isso ...tesão de mais ...fiquei desejando estar entre vcs...
30/03/2018 23:59:00
Que delícia de conto. Técnica perfeita. Talvez com informações desnecessárias, mas a presença da respiração e ansiedade retratadas nas palavras do texto, nas repetições, é coisa de gênio. Parabéns.
27/03/2018 05:59:23
continua por favor.
27/03/2018 05:57:10
Muito, muito bom!!
27/03/2018 05:56:44
Amei e quero ler todos outros, adoro filmar e fotografar esses melhores momentos. Caso interessar é só retornar: fotografoliberal@yahoo.com.br