Uma foda com pegada

Um conto erótico de Blue
Categoria: Heterossexual
Contém 9220 palavras
Data: 25/03/2018 21:57:40
Assuntos: Heterossexual

Uma troca de olhares, às vezes é tudo que precisa acontecer para eu me render. Estava lá eu sentada sozinha em um restaurante japonês que fica próximo a universidade. Para alguns isso pode parecer estranho, solitário, etc. Para mim é uma coisa comum, sem tempo de fazer compras em mais uma semana e tive que jantar no caminho entre o trabalho e minha casa.

É algo tão usual que nem preciso fazer o pedido. Quando entro, um garçom simpático sorri e já vem a minha mesa com um sunomono de polvo. Comecei a me deliciar com o prato e me perdi em pensamentos. Não sei quanto tempo fiquei divagando, até que voltei a atenção ao restaurante e o vi me olhando. Um olhar firme e direto.

Como um reflexo, desviei o olhar e voltei a mirar na comida. Mas é aquela coisa, quando a gente percebe que tem alguém nos encarando, sempre olhamos de novo para ver se o olhar persiste, não é? E sim, ele continuava!

Sentia meu rosto ruborizar e isso me irritava. Odeio transparecer as coisas, e parece que como castigo, sou muito expressiva. Tudo que penso e sinto está lá, estampado na minha cara e naquele momento não era diferente, na minha testa, ou melhor, em minhas bochechas estava o retrato do meu constrangimento.

Chamei o garçom e pedi uma bebida e uns sushis, não sei se por vontade ou se como uma tentativa de fuga. Quando meu pedido chegou pensei em me concentrar mais uma vez no prato e esquecer do que me rodeava. Mas, quando menos esperava, vi meu observador se aproximando. Pensei que ele estava de saída, mas não. Sem convite ou qualquer sinal de abertura de espaço para isso, ele se senta a minha mesa.

- Vim te olhar mais de perto. Posso?

Se eu já estava vermelha, imaginem como não fiquei. Antes que eu pensasse em dizer alguma coisa, ele voltou a falar. Disse que morava ali perto e que jantava no restaurante regularmente, e que já tinha me visto lá algumas vezes.

A partir daí começamos a conversar e fui ficando mais à vontade. Apesar da cara de pau, parecia ser um cara gente boa e tinha um papo interessante. Mas uma coisa ainda permanecia, o jeito dele me olhar. Não estou falando daqueles caras sem noção que ficam secando a gente como um pedaço de carne, mas sim de um olhar simplesmente intenso que parece nos desvendar.

Terminei meu jantar, paguei a conta e agradeci a companhia. Fomos caminhando juntos ao estacionamento, que fica na parte de trás do restaurante, e me despedi.

- Você realmente acha que vou deixar você ir assim?

Antes que eu titubeasse uma resposta, ele me puxou pelo braço e colou seu corpo ao meu. Não me beijou de imediato, ficou me olhando bem de perto e vendo minha respiração ficar ofegante para então tomar minha boca.

Seus beijos eram intensos, da mesma forma que o toque de suas mãos. Um tesão absurdo tomou meu corpo e a mulher encabulada deu lugar ao que realmente sou, em essência. Mordi seus lábios e sorri olhando em seus olhos. Não, eles não me acuavam mais, pelo contrário, só me atiçavam.

Acariciava seu torso firme por dentro de sua camisa e a cada pegada forte sua que recebia, minhas unhas desciam por seu peitoral. Ele percebeu que sua intensidade provocava a minha, e agarrou meus seios com firmeza e os expôs para fora do meu vestido. Ele sentia o quanto eu gostava da forma que ele os agarrava ao sentir os arranhões em suas costas e meu gemido em seu ouvido.

Talvez para salvar um pouco de pele ele me virou de costas e me apoiou no carro. Sentia sua barba curta e áspera roçando em meu pescoço e seus beijos percorrendo minhas costas. Minha buceta pulsava de tanto tesão e ficou mais molhada quando senti um tapa forte em minha bunda.

Não contente, tornou a bater. Sentia minha bunda arder e aquilo me deixava à flor da pele. Como se lesse meus pensamentos, senti aquelas mãos grandes correndo minhas coxas, as apertando fortemente e subindo em direção à minha buceta.

Arqueei meu corpo, apoiando-me em seu peito e agarrando sua nuca com uma de minhas mãos. Enquanto ele, com uma mão apertava meu seio e outra esfregava meu clitóris. Me derreti de prazer em sua mão, esfregando meu corpo ao seu e gemendo ao seu ouvido. Estava tão excitada que ele nem precisou enfiar um dedo em mim para me dar o primeiro orgasmo. Junto a um grito de prazer, arranhei forte seu pescoço e fiquei com o corpo trêmulo.

Sem me dar tempo para me recompor, envolveu seu braço na minha cintura me fazendo empinar para ele. Senti a cabeça da sua pica roçando na entrada da minha buceta. Estava tão sedenta por aquela rola que empurrei meu corpo para trás, fazendo ele me penetrar de vez. Mais uma vez ele leu o que meu corpo desejava e me puxou pelos cabelos com uma mão, e a outra na cintura, apertando-me com força.

Suas estocadas eram fortes, rápidas e profundas. Sentia aquele cacete duro me preenchendo com uma intensidade que me deixava louca. Gemia e rebolava feito uma puta, até que não resisti e gozei novamente. Mas ele ainda não estava satisfeito. Ele me virou para si, ergueu minha perna direita e enfiou novamente. Sentia meu corpo sendo suspendido de tão forte que ele metia. Para não gritar, o mordia no pescoço e nos ombros, enquanto minhas unhas descarregavam toda a intensidade do meu prazer em suas costas. Ao sentir seu pau ficar mais duro ainda dentro de mim, comprimi minha buceta e gozamos juntos. Ficamos recostados no carro por alguns minutos recuperando o fôlego, suados e exaustos.

Ao chegar em casa vejo o estrago feito: minha cintura e seios com hematomas, marcados pela firmeza de suas pegadas e minha bunda e coxas vermelhas das tapas. Logo depois recebo uma mensagem dele em meu telefone: Não tive como não pensar em você no banho, com o bater da água, relembrei cada arranhão e mordida sua. Amanhã tem mais!

Continua...

Beijos, Blue!

Uma troca de olhares, às vezes é tudo que precisa acontecer para eu me render. Estava lá eu sentada sozinha em um restaurante japonês que fica próximo a universidade. Para alguns isso pode parecer estranho, solitário, etc. Para mim é uma coisa comum, sem tempo de fazer compras em mais uma semana e tive que jantar no caminho entre o trabalho e minha casa.

É algo tão usual que nem preciso fazer o pedido. Quando entro, um garçom simpático sorri e já vem a minha mesa com um sunomono de polvo. Comecei a me deliciar com o prato e me perdi em pensamentos. Não sei quanto tempo fiquei divagando, até que voltei a atenção ao restaurante e o vi me olhando. Um olhar firme e direto.

Como um reflexo, desviei o olhar e voltei a mirar na comida. Mas é aquela coisa, quando a gente percebe que tem alguém nos encarando, sempre olhamos de novo para ver se o olhar persiste, não é? E sim, ele continuava!

Sentia meu rosto ruborizar e isso me irritava. Odeio transparecer as coisas, e parece que como castigo, sou muito expressiva. Tudo que penso e sinto está lá, estampado na minha cara e naquele momento não era diferente, na minha testa, ou melhor, em minhas bochechas estava o retrato do meu constrangimento.

Chamei o garçom e pedi uma bebida e uns sushis, não sei se por vontade ou se como uma tentativa de fuga. Quando meu pedido chegou pensei em me concentrar mais uma vez no prato e esquecer do que me rodeava. Mas, quando menos esperava, vi meu observador se aproximando. Pensei que ele estava de saída, mas não. Sem convite ou qualquer sinal de abertura de espaço para isso, ele se senta a minha mesa.

- Vim te olhar mais de perto. Posso?

Se eu já estava vermelha, imaginem como não fiquei. Antes que eu pensasse em dizer alguma coisa, ele voltou a falar. Disse que morava ali perto e que jantava no restaurante regularmente, e que já tinha me visto lá algumas vezes.

A partir daí começamos a conversar e fui ficando mais à vontade. Apesar da cara de pau, parecia ser um cara gente boa e tinha um papo interessante. Mas uma coisa ainda permanecia, o jeito dele me olhar. Não estou falando daqueles caras sem noção que ficam secando a gente como um pedaço de carne, mas sim de um olhar simplesmente intenso que parece nos desvendar.

Terminei meu jantar, paguei a conta e agradeci a companhia. Fomos caminhando juntos ao estacionamento, que fica na parte de trás do restaurante, e me despedi.

- Você realmente acha que vou deixar você ir assim?

Antes que eu titubeasse uma resposta, ele me puxou pelo braço e colou seu corpo ao meu. Não me beijou de imediato, ficou me olhando bem de perto e vendo minha respiração ficar ofegante para então tomar minha boca.

Seus beijos eram intensos, da mesma forma que o toque de suas mãos. Um tesão absurdo tomou meu corpo e a mulher encabulada deu lugar ao que realmente sou, em essência. Mordi seus lábios e sorri olhando em seus olhos. Não, eles não me acuavam mais, pelo contrário, só me atiçavam.

Acariciava seu torso firme por dentro de sua camisa e a cada pegada forte sua que recebia, minhas unhas desciam por seu peitoral. Ele percebeu que sua intensidade provocava a minha, e agarrou meus seios com firmeza e os expôs para fora do meu vestido. Ele sentia o quanto eu gostava da forma que ele os agarrava ao sentir os arranhões em suas costas e meu gemido em seu ouvido.

Talvez para salvar um pouco de pele ele me virou de costas e me apoiou no carro. Sentia sua barba curta e áspera roçando em meu pescoço e seus beijos percorrendo minhas costas. Minha buceta pulsava de tanto tesão e ficou mais molhada quando senti um tapa forte em minha bunda.

Não contente, tornou a bater. Sentia minha bunda arder e aquilo me deixava à flor da pele. Como se lesse meus pensamentos, senti aquelas mãos grandes correndo minhas coxas, as apertando fortemente e subindo em direção à minha buceta.

Arqueei meu corpo, apoiando-me em seu peito e agarrando sua nuca com uma de minhas mãos. Enquanto ele, com uma mão apertava meu seio e outra esfregava meu clitóris. Me derreti de prazer em sua mão, esfregando meu corpo ao seu e gemendo ao seu ouvido. Estava tão excitada que ele nem precisou enfiar um dedo em mim para me dar o primeiro orgasmo. Junto a um grito de prazer, arranhei forte seu pescoço e fiquei com o corpo trêmulo.

Sem me dar tempo para me recompor, envolveu seu braço na minha cintura me fazendo empinar para ele. Senti a cabeça da sua pica roçando na entrada da minha buceta. Estava tão sedenta por aquela rola que empurrei meu corpo para trás, fazendo ele me penetrar de vez. Mais uma vez ele leu o que meu corpo desejava e me puxou pelos cabelos com uma mão, e a outra na cintura, apertando-me com força.

Suas estocadas eram fortes, rápidas e profundas. Sentia aquele cacete duro me preenchendo com uma intensidade que me deixava louca. Gemia e rebolava feito uma puta, até que não resisti e gozei novamente. Mas ele ainda não estava satisfeito. Ele me virou para si, ergueu minha perna direita e enfiou novamente. Sentia meu corpo sendo suspendido de tão forte que ele metia. Para não gritar, o mordia no pescoço e nos ombros, enquanto minhas unhas descarregavam toda a intensidade do meu prazer em suas costas. Ao sentir seu pau ficar mais duro ainda dentro de mim, comprimi minha buceta e gozamos juntos. Ficamos recostados no carro por alguns minutos recuperando o fôlego, suados e exaustos.

Ao chegar em casa vejo o estrago feito: minha cintura e seios com hematomas, marcados pela firmeza de suas pegadas e minha bunda e coxas vermelhas das tapas. Logo depois recebo uma mensagem dele em meu telefone: Não tive como não pensar em você no banho, com o bater da água, relembrei cada arranhão e mordida sua. Amanhã tem mais!

Continua...

Beijos, Blue!

Uma troca de olhares, às vezes é tudo que precisa acontecer para eu me render. Estava lá eu sentada sozinha em um restaurante japonês que fica próximo a universidade. Para alguns isso pode parecer estranho, solitário, etc. Para mim é uma coisa comum, sem tempo de fazer compras em mais uma semana e tive que jantar no caminho entre o trabalho e minha casa.

É algo tão usual que nem preciso fazer o pedido. Quando entro, um garçom simpático sorri e já vem a minha mesa com um sunomono de polvo. Comecei a me deliciar com o prato e me perdi em pensamentos. Não sei quanto tempo fiquei divagando, até que voltei a atenção ao restaurante e o vi me olhando. Um olhar firme e direto.

Como um reflexo, desviei o olhar e voltei a mirar na comida. Mas é aquela coisa, quando a gente percebe que tem alguém nos encarando, sempre olhamos de novo para ver se o olhar persiste, não é? E sim, ele continuava!

Sentia meu rosto ruborizar e isso me irritava. Odeio transparecer as coisas, e parece que como castigo, sou muito expressiva. Tudo que penso e sinto está lá, estampado na minha cara e naquele momento não era diferente, na minha testa, ou melhor, em minhas bochechas estava o retrato do meu constrangimento.

Chamei o garçom e pedi uma bebida e uns sushis, não sei se por vontade ou se como uma tentativa de fuga. Quando meu pedido chegou pensei em me concentrar mais uma vez no prato e esquecer do que me rodeava. Mas, quando menos esperava, vi meu observador se aproximando. Pensei que ele estava de saída, mas não. Sem convite ou qualquer sinal de abertura de espaço para isso, ele se senta a minha mesa.

- Vim te olhar mais de perto. Posso?

Se eu já estava vermelha, imaginem como não fiquei. Antes que eu pensasse em dizer alguma coisa, ele voltou a falar. Disse que morava ali perto e que jantava no restaurante regularmente, e que já tinha me visto lá algumas vezes.

A partir daí começamos a conversar e fui ficando mais à vontade. Apesar da cara de pau, parecia ser um cara gente boa e tinha um papo interessante. Mas uma coisa ainda permanecia, o jeito dele me olhar. Não estou falando daqueles caras sem noção que ficam secando a gente como um pedaço de carne, mas sim de um olhar simplesmente intenso que parece nos desvendar.

Terminei meu jantar, paguei a conta e agradeci a companhia. Fomos caminhando juntos ao estacionamento, que fica na parte de trás do restaurante, e me despedi.

- Você realmente acha que vou deixar você ir assim?

Antes que eu titubeasse uma resposta, ele me puxou pelo braço e colou seu corpo ao meu. Não me beijou de imediato, ficou me olhando bem de perto e vendo minha respiração ficar ofegante para então tomar minha boca.

Seus beijos eram intensos, da mesma forma que o toque de suas mãos. Um tesão absurdo tomou meu corpo e a mulher encabulada deu lugar ao que realmente sou, em essência. Mordi seus lábios e sorri olhando em seus olhos. Não, eles não me acuavam mais, pelo contrário, só me atiçavam.

Acariciava seu torso firme por dentro de sua camisa e a cada pegada forte sua que recebia, minhas unhas desciam por seu peitoral. Ele percebeu que sua intensidade provocava a minha, e agarrou meus seios com firmeza e os expôs para fora do meu vestido. Ele sentia o quanto eu gostava da forma que ele os agarrava ao sentir os arranhões em suas costas e meu gemido em seu ouvido.

Talvez para salvar um pouco de pele ele me virou de costas e me apoiou no carro. Sentia sua barba curta e áspera roçando em meu pescoço e seus beijos percorrendo minhas costas. Minha buceta pulsava de tanto tesão e ficou mais molhada quando senti um tapa forte em minha bunda.

Não contente, tornou a bater. Sentia minha bunda arder e aquilo me deixava à flor da pele. Como se lesse meus pensamentos, senti aquelas mãos grandes correndo minhas coxas, as apertando fortemente e subindo em direção à minha buceta.

Arqueei meu corpo, apoiando-me em seu peito e agarrando sua nuca com uma de minhas mãos. Enquanto ele, com uma mão apertava meu seio e outra esfregava meu clitóris. Me derreti de prazer em sua mão, esfregando meu corpo ao seu e gemendo ao seu ouvido. Estava tão excitada que ele nem precisou enfiar um dedo em mim para me dar o primeiro orgasmo. Junto a um grito de prazer, arranhei forte seu pescoço e fiquei com o corpo trêmulo.

Sem me dar tempo para me recompor, envolveu seu braço na minha cintura me fazendo empinar para ele. Senti a cabeça da sua pica roçando na entrada da minha buceta. Estava tão sedenta por aquela rola que empurrei meu corpo para trás, fazendo ele me penetrar de vez. Mais uma vez ele leu o que meu corpo desejava e me puxou pelos cabelos com uma mão, e a outra na cintura, apertando-me com força.

Suas estocadas eram fortes, rápidas e profundas. Sentia aquele cacete duro me preenchendo com uma intensidade que me deixava louca. Gemia e rebolava feito uma puta, até que não resisti e gozei novamente. Mas ele ainda não estava satisfeito. Ele me virou para si, ergueu minha perna direita e enfiou novamente. Sentia meu corpo sendo suspendido de tão forte que ele metia. Para não gritar, o mordia no pescoço e nos ombros, enquanto minhas unhas descarregavam toda a intensidade do meu prazer em suas costas. Ao sentir seu pau ficar mais duro ainda dentro de mim, comprimi minha buceta e gozamos juntos. Ficamos recostados no carro por alguns minutos recuperando o fôlego, suados e exaustos.

Ao chegar em casa vejo o estrago feito: minha cintura e seios com hematomas, marcados pela firmeza de suas pegadas e minha bunda e coxas vermelhas das tapas. Logo depois recebo uma mensagem dele em meu telefone: Não tive como não pensar em você no banho, com o bater da água, relembrei cada arranhão e mordida sua. Amanhã tem mais!

Continua...

Beijos, Blue!

Uma troca de olhares, às vezes é tudo que precisa acontecer para eu me render. Estava lá eu sentada sozinha em um restaurante japonês que fica próximo a universidade. Para alguns isso pode parecer estranho, solitário, etc. Para mim é uma coisa comum, sem tempo de fazer compras em mais uma semana e tive que jantar no caminho entre o trabalho e minha casa.

É algo tão usual que nem preciso fazer o pedido. Quando entro, um garçom simpático sorri e já vem a minha mesa com um sunomono de polvo. Comecei a me deliciar com o prato e me perdi em pensamentos. Não sei quanto tempo fiquei divagando, até que voltei a atenção ao restaurante e o vi me olhando. Um olhar firme e direto.

Como um reflexo, desviei o olhar e voltei a mirar na comida. Mas é aquela coisa, quando a gente percebe que tem alguém nos encarando, sempre olhamos de novo para ver se o olhar persiste, não é? E sim, ele continuava!

Sentia meu rosto ruborizar e isso me irritava. Odeio transparecer as coisas, e parece que como castigo, sou muito expressiva. Tudo que penso e sinto está lá, estampado na minha cara e naquele momento não era diferente, na minha testa, ou melhor, em minhas bochechas estava o retrato do meu constrangimento.

Chamei o garçom e pedi uma bebida e uns sushis, não sei se por vontade ou se como uma tentativa de fuga. Quando meu pedido chegou pensei em me concentrar mais uma vez no prato e esquecer do que me rodeava. Mas, quando menos esperava, vi meu observador se aproximando. Pensei que ele estava de saída, mas não. Sem convite ou qualquer sinal de abertura de espaço para isso, ele se senta a minha mesa.

- Vim te olhar mais de perto. Posso?

Se eu já estava vermelha, imaginem como não fiquei. Antes que eu pensasse em dizer alguma coisa, ele voltou a falar. Disse que morava ali perto e que jantava no restaurante regularmente, e que já tinha me visto lá algumas vezes.

A partir daí começamos a conversar e fui ficando mais à vontade. Apesar da cara de pau, parecia ser um cara gente boa e tinha um papo interessante. Mas uma coisa ainda permanecia, o jeito dele me olhar. Não estou falando daqueles caras sem noção que ficam secando a gente como um pedaço de carne, mas sim de um olhar simplesmente intenso que parece nos desvendar.

Terminei meu jantar, paguei a conta e agradeci a companhia. Fomos caminhando juntos ao estacionamento, que fica na parte de trás do restaurante, e me despedi.

- Você realmente acha que vou deixar você ir assim?

Antes que eu titubeasse uma resposta, ele me puxou pelo braço e colou seu corpo ao meu. Não me beijou de imediato, ficou me olhando bem de perto e vendo minha respiração ficar ofegante para então tomar minha boca.

Seus beijos eram intensos, da mesma forma que o toque de suas mãos. Um tesão absurdo tomou meu corpo e a mulher encabulada deu lugar ao que realmente sou, em essência. Mordi seus lábios e sorri olhando em seus olhos. Não, eles não me acuavam mais, pelo contrário, só me atiçavam.

Acariciava seu torso firme por dentro de sua camisa e a cada pegada forte sua que recebia, minhas unhas desciam por seu peitoral. Ele percebeu que sua intensidade provocava a minha, e agarrou meus seios com firmeza e os expôs para fora do meu vestido. Ele sentia o quanto eu gostava da forma que ele os agarrava ao sentir os arranhões em suas costas e meu gemido em seu ouvido.

Talvez para salvar um pouco de pele ele me virou de costas e me apoiou no carro. Sentia sua barba curta e áspera roçando em meu pescoço e seus beijos percorrendo minhas costas. Minha buceta pulsava de tanto tesão e ficou mais molhada quando senti um tapa forte em minha bunda.

Não contente, tornou a bater. Sentia minha bunda arder e aquilo me deixava à flor da pele. Como se lesse meus pensamentos, senti aquelas mãos grandes correndo minhas coxas, as apertando fortemente e subindo em direção à minha buceta.

Arqueei meu corpo, apoiando-me em seu peito e agarrando sua nuca com uma de minhas mãos. Enquanto ele, com uma mão apertava meu seio e outra esfregava meu clitóris. Me derreti de prazer em sua mão, esfregando meu corpo ao seu e gemendo ao seu ouvido. Estava tão excitada que ele nem precisou enfiar um dedo em mim para me dar o primeiro orgasmo. Junto a um grito de prazer, arranhei forte seu pescoço e fiquei com o corpo trêmulo.

Sem me dar tempo para me recompor, envolveu seu braço na minha cintura me fazendo empinar para ele. Senti a cabeça da sua pica roçando na entrada da minha buceta. Estava tão sedenta por aquela rola que empurrei meu corpo para trás, fazendo ele me penetrar de vez. Mais uma vez ele leu o que meu corpo desejava e me puxou pelos cabelos com uma mão, e a outra na cintura, apertando-me com força.

Suas estocadas eram fortes, rápidas e profundas. Sentia aquele cacete duro me preenchendo com uma intensidade que me deixava louca. Gemia e rebolava feito uma puta, até que não resisti e gozei novamente. Mas ele ainda não estava satisfeito. Ele me virou para si, ergueu minha perna direita e enfiou novamente. Sentia meu corpo sendo suspendido de tão forte que ele metia. Para não gritar, o mordia no pescoço e nos ombros, enquanto minhas unhas descarregavam toda a intensidade do meu prazer em suas costas. Ao sentir seu pau ficar mais duro ainda dentro de mim, comprimi minha buceta e gozamos juntos. Ficamos recostados no carro por alguns minutos recuperando o fôlego, suados e exaustos.

Ao chegar em casa vejo o estrago feito: minha cintura e seios com hematomas, marcados pela firmeza de suas pegadas e minha bunda e coxas vermelhas das tapas. Logo depois recebo uma mensagem dele em meu telefone: Não tive como não pensar em você no banho, com o bater da água, relembrei cada arranhão e mordida sua. Amanhã tem mais!

Continua...

Beijos, Blue!

Uma troca de olhares, às vezes é tudo que precisa acontecer para eu me render. Estava lá eu sentada sozinha em um restaurante japonês que fica próximo a universidade. Para alguns isso pode parecer estranho, solitário, etc. Para mim é uma coisa comum, sem tempo de fazer compras em mais uma semana e tive que jantar no caminho entre o trabalho e minha casa.

É algo tão usual que nem preciso fazer o pedido. Quando entro, um garçom simpático sorri e já vem a minha mesa com um sunomono de polvo. Comecei a me deliciar com o prato e me perdi em pensamentos. Não sei quanto tempo fiquei divagando, até que voltei a atenção ao restaurante e o vi me olhando. Um olhar firme e direto.

Como um reflexo, desviei o olhar e voltei a mirar na comida. Mas é aquela coisa, quando a gente percebe que tem alguém nos encarando, sempre olhamos de novo para ver se o olhar persiste, não é? E sim, ele continuava!

Sentia meu rosto ruborizar e isso me irritava. Odeio transparecer as coisas, e parece que como castigo, sou muito expressiva. Tudo que penso e sinto está lá, estampado na minha cara e naquele momento não era diferente, na minha testa, ou melhor, em minhas bochechas estava o retrato do meu constrangimento.

Chamei o garçom e pedi uma bebida e uns sushis, não sei se por vontade ou se como uma tentativa de fuga. Quando meu pedido chegou pensei em me concentrar mais uma vez no prato e esquecer do que me rodeava. Mas, quando menos esperava, vi meu observador se aproximando. Pensei que ele estava de saída, mas não. Sem convite ou qualquer sinal de abertura de espaço para isso, ele se senta a minha mesa.

- Vim te olhar mais de perto. Posso?

Se eu já estava vermelha, imaginem como não fiquei. Antes que eu pensasse em dizer alguma coisa, ele voltou a falar. Disse que morava ali perto e que jantava no restaurante regularmente, e que já tinha me visto lá algumas vezes.

A partir daí começamos a conversar e fui ficando mais à vontade. Apesar da cara de pau, parecia ser um cara gente boa e tinha um papo interessante. Mas uma coisa ainda permanecia, o jeito dele me olhar. Não estou falando daqueles caras sem noção que ficam secando a gente como um pedaço de carne, mas sim de um olhar simplesmente intenso que parece nos desvendar.

Terminei meu jantar, paguei a conta e agradeci a companhia. Fomos caminhando juntos ao estacionamento, que fica na parte de trás do restaurante, e me despedi.

- Você realmente acha que vou deixar você ir assim?

Antes que eu titubeasse uma resposta, ele me puxou pelo braço e colou seu corpo ao meu. Não me beijou de imediato, ficou me olhando bem de perto e vendo minha respiração ficar ofegante para então tomar minha boca.

Seus beijos eram intensos, da mesma forma que o toque de suas mãos. Um tesão absurdo tomou meu corpo e a mulher encabulada deu lugar ao que realmente sou, em essência. Mordi seus lábios e sorri olhando em seus olhos. Não, eles não me acuavam mais, pelo contrário, só me atiçavam.

Acariciava seu torso firme por dentro de sua camisa e a cada pegada forte sua que recebia, minhas unhas desciam por seu peitoral. Ele percebeu que sua intensidade provocava a minha, e agarrou meus seios com firmeza e os expôs para fora do meu vestido. Ele sentia o quanto eu gostava da forma que ele os agarrava ao sentir os arranhões em suas costas e meu gemido em seu ouvido.

Talvez para salvar um pouco de pele ele me virou de costas e me apoiou no carro. Sentia sua barba curta e áspera roçando em meu pescoço e seus beijos percorrendo minhas costas. Minha buceta pulsava de tanto tesão e ficou mais molhada quando senti um tapa forte em minha bunda.

Não contente, tornou a bater. Sentia minha bunda arder e aquilo me deixava à flor da pele. Como se lesse meus pensamentos, senti aquelas mãos grandes correndo minhas coxas, as apertando fortemente e subindo em direção à minha buceta.

Arqueei meu corpo, apoiando-me em seu peito e agarrando sua nuca com uma de minhas mãos. Enquanto ele, com uma mão apertava meu seio e outra esfregava meu clitóris. Me derreti de prazer em sua mão, esfregando meu corpo ao seu e gemendo ao seu ouvido. Estava tão excitada que ele nem precisou enfiar um dedo em mim para me dar o primeiro orgasmo. Junto a um grito de prazer, arranhei forte seu pescoço e fiquei com o corpo trêmulo.

Sem me dar tempo para me recompor, envolveu seu braço na minha cintura me fazendo empinar para ele. Senti a cabeça da sua pica roçando na entrada da minha buceta. Estava tão sedenta por aquela rola que empurrei meu corpo para trás, fazendo ele me penetrar de vez. Mais uma vez ele leu o que meu corpo desejava e me puxou pelos cabelos com uma mão, e a outra na cintura, apertando-me com força.

Suas estocadas eram fortes, rápidas e profundas. Sentia aquele cacete duro me preenchendo com uma intensidade que me deixava louca. Gemia e rebolava feito uma puta, até que não resisti e gozei novamente. Mas ele ainda não estava satisfeito. Ele me virou para si, ergueu minha perna direita e enfiou novamente. Sentia meu corpo sendo suspendido de tão forte que ele metia. Para não gritar, o mordia no pescoço e nos ombros, enquanto minhas unhas descarregavam toda a intensidade do meu prazer em suas costas. Ao sentir seu pau ficar mais duro ainda dentro de mim, comprimi minha buceta e gozamos juntos. Ficamos recostados no carro por alguns minutos recuperando o fôlego, suados e exaustos.

Ao chegar em casa vejo o estrago feito: minha cintura e seios com hematomas, marcados pela firmeza de suas pegadas e minha bunda e coxas vermelhas das tapas. Logo depois recebo uma mensagem dele em meu telefone: Não tive como não pensar em você no banho, com o bater da água, relembrei cada arranhão e mordida sua. Amanhã tem mais!

Continua...

Beijos, Blue!

Uma troca de olhares, às vezes é tudo que precisa acontecer para eu me render. Estava lá eu sentada sozinha em um restaurante japonês que fica próximo a universidade. Para alguns isso pode parecer estranho, solitário, etc. Para mim é uma coisa comum, sem tempo de fazer compras em mais uma semana e tive que jantar no caminho entre o trabalho e minha casa.

É algo tão usual que nem preciso fazer o pedido. Quando entro, um garçom simpático sorri e já vem a minha mesa com um sunomono de polvo. Comecei a me deliciar com o prato e me perdi em pensamentos. Não sei quanto tempo fiquei divagando, até que voltei a atenção ao restaurante e o vi me olhando. Um olhar firme e direto.

Como um reflexo, desviei o olhar e voltei a mirar na comida. Mas é aquela coisa, quando a gente percebe que tem alguém nos encarando, sempre olhamos de novo para ver se o olhar persiste, não é? E sim, ele continuava!

Sentia meu rosto ruborizar e isso me irritava. Odeio transparecer as coisas, e parece que como castigo, sou muito expressiva. Tudo que penso e sinto está lá, estampado na minha cara e naquele momento não era diferente, na minha testa, ou melhor, em minhas bochechas estava o retrato do meu constrangimento.

Chamei o garçom e pedi uma bebida e uns sushis, não sei se por vontade ou se como uma tentativa de fuga. Quando meu pedido chegou pensei em me concentrar mais uma vez no prato e esquecer do que me rodeava. Mas, quando menos esperava, vi meu observador se aproximando. Pensei que ele estava de saída, mas não. Sem convite ou qualquer sinal de abertura de espaço para isso, ele se senta a minha mesa.

- Vim te olhar mais de perto. Posso?

Se eu já estava vermelha, imaginem como não fiquei. Antes que eu pensasse em dizer alguma coisa, ele voltou a falar. Disse que morava ali perto e que jantava no restaurante regularmente, e que já tinha me visto lá algumas vezes.

A partir daí começamos a conversar e fui ficando mais à vontade. Apesar da cara de pau, parecia ser um cara gente boa e tinha um papo interessante. Mas uma coisa ainda permanecia, o jeito dele me olhar. Não estou falando daqueles caras sem noção que ficam secando a gente como um pedaço de carne, mas sim de um olhar simplesmente intenso que parece nos desvendar.

Terminei meu jantar, paguei a conta e agradeci a companhia. Fomos caminhando juntos ao estacionamento, que fica na parte de trás do restaurante, e me despedi.

- Você realmente acha que vou deixar você ir assim?

Antes que eu titubeasse uma resposta, ele me puxou pelo braço e colou seu corpo ao meu. Não me beijou de imediato, ficou me olhando bem de perto e vendo minha respiração ficar ofegante para então tomar minha boca.

Seus beijos eram intensos, da mesma forma que o toque de suas mãos. Um tesão absurdo tomou meu corpo e a mulher encabulada deu lugar ao que realmente sou, em essência. Mordi seus lábios e sorri olhando em seus olhos. Não, eles não me acuavam mais, pelo contrário, só me atiçavam.

Acariciava seu torso firme por dentro de sua camisa e a cada pegada forte sua que recebia, minhas unhas desciam por seu peitoral. Ele percebeu que sua intensidade provocava a minha, e agarrou meus seios com firmeza e os expôs para fora do meu vestido. Ele sentia o quanto eu gostava da forma que ele os agarrava ao sentir os arranhões em suas costas e meu gemido em seu ouvido.

Talvez para salvar um pouco de pele ele me virou de costas e me apoiou no carro. Sentia sua barba curta e áspera roçando em meu pescoço e seus beijos percorrendo minhas costas. Minha buceta pulsava de tanto tesão e ficou mais molhada quando senti um tapa forte em minha bunda.

Não contente, tornou a bater. Sentia minha bunda arder e aquilo me deixava à flor da pele. Como se lesse meus pensamentos, senti aquelas mãos grandes correndo minhas coxas, as apertando fortemente e subindo em direção à minha buceta.

Arqueei meu corpo, apoiando-me em seu peito e agarrando sua nuca com uma de minhas mãos. Enquanto ele, com uma mão apertava meu seio e outra esfregava meu clitóris. Me derreti de prazer em sua mão, esfregando meu corpo ao seu e gemendo ao seu ouvido. Estava tão excitada que ele nem precisou enfiar um dedo em mim para me dar o primeiro orgasmo. Junto a um grito de prazer, arranhei forte seu pescoço e fiquei com o corpo trêmulo.

Sem me dar tempo para me recompor, envolveu seu braço na minha cintura me fazendo empinar para ele. Senti a cabeça da sua pica roçando na entrada da minha buceta. Estava tão sedenta por aquela rola que empurrei meu corpo para trás, fazendo ele me penetrar de vez. Mais uma vez ele leu o que meu corpo desejava e me puxou pelos cabelos com uma mão, e a outra na cintura, apertando-me com força.

Suas estocadas eram fortes, rápidas e profundas. Sentia aquele cacete duro me preenchendo com uma intensidade que me deixava louca. Gemia e rebolava feito uma puta, até que não resisti e gozei novamente. Mas ele ainda não estava satisfeito. Ele me virou para si, ergueu minha perna direita e enfiou novamente. Sentia meu corpo sendo suspendido de tão forte que ele metia. Para não gritar, o mordia no pescoço e nos ombros, enquanto minhas unhas descarregavam toda a intensidade do meu prazer em suas costas. Ao sentir seu pau ficar mais duro ainda dentro de mim, comprimi minha buceta e gozamos juntos. Ficamos recostados no carro por alguns minutos recuperando o fôlego, suados e exaustos.

Ao chegar em casa vejo o estrago feito: minha cintura e seios com hematomas, marcados pela firmeza de suas pegadas e minha bunda e coxas vermelhas das tapas. Logo depois recebo uma mensagem dele em meu telefone: Não tive como não pensar em você no banho, com o bater da água, relembrei cada arranhão e mordida sua. Amanhã tem mais!

Continua...

Beijos, Blue!

Uma troca de olhares, às vezes é tudo que precisa acontecer para eu me render. Estava lá eu sentada sozinha em um restaurante japonês que fica próximo a universidade. Para alguns isso pode parecer estranho, solitário, etc. Para mim é uma coisa comum, sem tempo de fazer compras em mais uma semana e tive que jantar no caminho entre o trabalho e minha casa.

É algo tão usual que nem preciso fazer o pedido. Quando entro, um garçom simpático sorri e já vem a minha mesa com um sunomono de polvo. Comecei a me deliciar com o prato e me perdi em pensamentos. Não sei quanto tempo fiquei divagando, até que voltei a atenção ao restaurante e o vi me olhando. Um olhar firme e direto.

Como um reflexo, desviei o olhar e voltei a mirar na comida. Mas é aquela coisa, quando a gente percebe que tem alguém nos encarando, sempre olhamos de novo para ver se o olhar persiste, não é? E sim, ele continuava!

Sentia meu rosto ruborizar e isso me irritava. Odeio transparecer as coisas, e parece que como castigo, sou muito expressiva. Tudo que penso e sinto está lá, estampado na minha cara e naquele momento não era diferente, na minha testa, ou melhor, em minhas bochechas estava o retrato do meu constrangimento.

Chamei o garçom e pedi uma bebida e uns sushis, não sei se por vontade ou se como uma tentativa de fuga. Quando meu pedido chegou pensei em me concentrar mais uma vez no prato e esquecer do que me rodeava. Mas, quando menos esperava, vi meu observador se aproximando. Pensei que ele estava de saída, mas não. Sem convite ou qualquer sinal de abertura de espaço para isso, ele se senta a minha mesa.

- Vim te olhar mais de perto. Posso?

Se eu já estava vermelha, imaginem como não fiquei. Antes que eu pensasse em dizer alguma coisa, ele voltou a falar. Disse que morava ali perto e que jantava no restaurante regularmente, e que já tinha me visto lá algumas vezes.

A partir daí começamos a conversar e fui ficando mais à vontade. Apesar da cara de pau, parecia ser um cara gente boa e tinha um papo interessante. Mas uma coisa ainda permanecia, o jeito dele me olhar. Não estou falando daqueles caras sem noção que ficam secando a gente como um pedaço de carne, mas sim de um olhar simplesmente intenso que parece nos desvendar.

Terminei meu jantar, paguei a conta e agradeci a companhia. Fomos caminhando juntos ao estacionamento, que fica na parte de trás do restaurante, e me despedi.

- Você realmente acha que vou deixar você ir assim?

Antes que eu titubeasse uma resposta, ele me puxou pelo braço e colou seu corpo ao meu. Não me beijou de imediato, ficou me olhando bem de perto e vendo minha respiração ficar ofegante para então tomar minha boca.

Seus beijos eram intensos, da mesma forma que o toque de suas mãos. Um tesão absurdo tomou meu corpo e a mulher encabulada deu lugar ao que realmente sou, em essência. Mordi seus lábios e sorri olhando em seus olhos. Não, eles não me acuavam mais, pelo contrário, só me atiçavam.

Acariciava seu torso firme por dentro de sua camisa e a cada pegada forte sua que recebia, minhas unhas desciam por seu peitoral. Ele percebeu que sua intensidade provocava a minha, e agarrou meus seios com firmeza e os expôs para fora do meu vestido. Ele sentia o quanto eu gostava da forma que ele os agarrava ao sentir os arranhões em suas costas e meu gemido em seu ouvido.

Talvez para salvar um pouco de pele ele me virou de costas e me apoiou no carro. Sentia sua barba curta e áspera roçando em meu pescoço e seus beijos percorrendo minhas costas. Minha buceta pulsava de tanto tesão e ficou mais molhada quando senti um tapa forte em minha bunda.

Não contente, tornou a bater. Sentia minha bunda arder e aquilo me deixava à flor da pele. Como se lesse meus pensamentos, senti aquelas mãos grandes correndo minhas coxas, as apertando fortemente e subindo em direção à minha buceta.

Arqueei meu corpo, apoiando-me em seu peito e agarrando sua nuca com uma de minhas mãos. Enquanto ele, com uma mão apertava meu seio e outra esfregava meu clitóris. Me derreti de prazer em sua mão, esfregando meu corpo ao seu e gemendo ao seu ouvido. Estava tão excitada que ele nem precisou enfiar um dedo em mim para me dar o primeiro orgasmo. Junto a um grito de prazer, arranhei forte seu pescoço e fiquei com o corpo trêmulo.

Sem me dar tempo para me recompor, envolveu seu braço na minha cintura me fazendo empinar para ele. Senti a cabeça da sua pica roçando na entrada da minha buceta. Estava tão sedenta por aquela rola que empurrei meu corpo para trás, fazendo ele me penetrar de vez. Mais uma vez ele leu o que meu corpo desejava e me puxou pelos cabelos com uma mão, e a outra na cintura, apertando-me com força.

Suas estocadas eram fortes, rápidas e profundas. Sentia aquele cacete duro me preenchendo com uma intensidade que me deixava louca. Gemia e rebolava feito uma puta, até que não resisti e gozei novamente. Mas ele ainda não estava satisfeito. Ele me virou para si, ergueu minha perna direita e enfiou novamente. Sentia meu corpo sendo suspendido de tão forte que ele metia. Para não gritar, o mordia no pescoço e nos ombros, enquanto minhas unhas descarregavam toda a intensidade do meu prazer em suas costas. Ao sentir seu pau ficar mais duro ainda dentro de mim, comprimi minha buceta e gozamos juntos. Ficamos recostados no carro por alguns minutos recuperando o fôlego, suados e exaustos.

Ao chegar em casa vejo o estrago feito: minha cintura e seios com hematomas, marcados pela firmeza de suas pegadas e minha bunda e coxas vermelhas das tapas. Logo depois recebo uma mensagem dele em meu telefone: Não tive como não pensar em você no banho, com o bater da água, relembrei cada arranhão e mordida sua. Amanhã tem mais!

Continua...

Beijos, Blue!

Uma troca de olhares, às vezes é tudo que precisa acontecer para eu me render. Estava lá eu sentada sozinha em um restaurante japonês que fica próximo a universidade. Para alguns isso pode parecer estranho, solitário, etc. Para mim é uma coisa comum, sem tempo de fazer compras em mais uma semana e tive que jantar no caminho entre o trabalho e minha casa.

É algo tão usual que nem preciso fazer o pedido. Quando entro, um garçom simpático sorri e já vem a minha mesa com um sunomono de polvo. Comecei a me deliciar com o prato e me perdi em pensamentos. Não sei quanto tempo fiquei divagando, até que voltei a atenção ao restaurante e o vi me olhando. Um olhar firme e direto.

Como um reflexo, desviei o olhar e voltei a mirar na comida. Mas é aquela coisa, quando a gente percebe que tem alguém nos encarando, sempre olhamos de novo para ver se o olhar persiste, não é? E sim, ele continuava!

Sentia meu rosto ruborizar e isso me irritava. Odeio transparecer as coisas, e parece que como castigo, sou muito expressiva. Tudo que penso e sinto está lá, estampado na minha cara e naquele momento não era diferente, na minha testa, ou melhor, em minhas bochechas estava o retrato do meu constrangimento.

Chamei o garçom e pedi uma bebida e uns sushis, não sei se por vontade ou se como uma tentativa de fuga. Quando meu pedido chegou pensei em me concentrar mais uma vez no prato e esquecer do que me rodeava. Mas, quando menos esperava, vi meu observador se aproximando. Pensei que ele estava de saída, mas não. Sem convite ou qualquer sinal de abertura de espaço para isso, ele se senta a minha mesa.

- Vim te olhar mais de perto. Posso?

Se eu já estava vermelha, imaginem como não fiquei. Antes que eu pensasse em dizer alguma coisa, ele voltou a falar. Disse que morava ali perto e que jantava no restaurante regularmente, e que já tinha me visto lá algumas vezes.

A partir daí começamos a conversar e fui ficando mais à vontade. Apesar da cara de pau, parecia ser um cara gente boa e tinha um papo interessante. Mas uma coisa ainda permanecia, o jeito dele me olhar. Não estou falando daqueles caras sem noção que ficam secando a gente como um pedaço de carne, mas sim de um olhar simplesmente intenso que parece nos desvendar.

Terminei meu jantar, paguei a conta e agradeci a companhia. Fomos caminhando juntos ao estacionamento, que fica na parte de trás do restaurante, e me despedi.

- Você realmente acha que vou deixar você ir assim?

Antes que eu titubeasse uma resposta, ele me puxou pelo braço e colou seu corpo ao meu. Não me beijou de imediato, ficou me olhando bem de perto e vendo minha respiração ficar ofegante para então tomar minha boca.

Seus beijos eram intensos, da mesma forma que o toque de suas mãos. Um tesão absurdo tomou meu corpo e a mulher encabulada deu lugar ao que realmente sou, em essência. Mordi seus lábios e sorri olhando em seus olhos. Não, eles não me acuavam mais, pelo contrário, só me atiçavam.

Acariciava seu torso firme por dentro de sua camisa e a cada pegada forte sua que recebia, minhas unhas desciam por seu peitoral. Ele percebeu que sua intensidade provocava a minha, e agarrou meus seios com firmeza e os expôs para fora do meu vestido. Ele sentia o quanto eu gostava da forma que ele os agarrava ao sentir os arranhões em suas costas e meu gemido em seu ouvido.

Talvez para salvar um pouco de pele ele me virou de costas e me apoiou no carro. Sentia sua barba curta e áspera roçando em meu pescoço e seus beijos percorrendo minhas costas. Minha buceta pulsava de tanto tesão e ficou mais molhada quando senti um tapa forte em minha bunda.

Não contente, tornou a bater. Sentia minha bunda arder e aquilo me deixava à flor da pele. Como se lesse meus pensamentos, senti aquelas mãos grandes correndo minhas coxas, as apertando fortemente e subindo em direção à minha buceta.

Arqueei meu corpo, apoiando-me em seu peito e agarrando sua nuca com uma de minhas mãos. Enquanto ele, com uma mão apertava meu seio e outra esfregava meu clitóris. Me derreti de prazer em sua mão, esfregando meu corpo ao seu e gemendo ao seu ouvido. Estava tão excitada que ele nem precisou enfiar um dedo em mim para me dar o primeiro orgasmo. Junto a um grito de prazer, arranhei forte seu pescoço e fiquei com o corpo trêmulo.

Sem me dar tempo para me recompor, envolveu seu braço na minha cintura me fazendo empinar para ele. Senti a cabeça da sua pica roçando na entrada da minha buceta. Estava tão sedenta por aquela rola que empurrei meu corpo para trás, fazendo ele me penetrar de vez. Mais uma vez ele leu o que meu corpo desejava e me puxou pelos cabelos com uma mão, e a outra na cintura, apertando-me com força.

Suas estocadas eram fortes, rápidas e profundas. Sentia aquele cacete duro me preenchendo com uma intensidade que me deixava louca. Gemia e rebolava feito uma puta, até que não resisti e gozei novamente. Mas ele ainda não estava satisfeito. Ele me virou para si, ergueu minha perna direita e enfiou novamente. Sentia meu corpo sendo suspendido de tão forte que ele metia. Para não gritar, o mordia no pescoço e nos ombros, enquanto minhas unhas descarregavam toda a intensidade do meu prazer em suas costas. Ao sentir seu pau ficar mais duro ainda dentro de mim, comprimi minha buceta e gozamos juntos. Ficamos recostados no carro por alguns minutos recuperando o fôlego, suados e exaustos.

Ao chegar em casa vejo o estrago feito: minha cintura e seios com hematomas, marcados pela firmeza de suas pegadas e minha bunda e coxas vermelhas das tapas. Logo depois recebo uma mensagem dele em meu telefone: Não tive como não pensar em você no banho, com o bater da água, relembrei cada arranhão e mordida sua. Amanhã tem mais!

Continua...

Beijos, Blue!

Uma troca de olhares, às vezes é tudo que precisa acontecer para eu me render. Estava lá eu sentada sozinha em um restaurante japonês que fica próximo a universidade. Para alguns isso pode parecer estranho, solitário, etc. Para mim é uma coisa comum, sem tempo de fazer compras em mais uma semana e tive que jantar no caminho entre o trabalho e minha casa.

É algo tão usual que nem preciso fazer o pedido. Quando entro, um garçom simpático sorri e já vem a minha mesa com um sunomono de polvo. Comecei a me deliciar com o prato e me perdi em pensamentos. Não sei quanto tempo fiquei divagando, até que voltei a atenção ao restaurante e o vi me olhando. Um olhar firme e direto.

Como um reflexo, desviei o olhar e voltei a mirar na comida. Mas é aquela coisa, quando a gente percebe que tem alguém nos encarando, sempre olhamos de novo para ver se o olhar persiste, não é? E sim, ele continuava!

Sentia meu rosto ruborizar e isso me irritava. Odeio transparecer as coisas, e parece que como castigo, sou muito expressiva. Tudo que penso e sinto está lá, estampado na minha cara e naquele momento não era diferente, na minha testa, ou melhor, em minhas bochechas estava o retrato do meu constrangimento.

Chamei o garçom e pedi uma bebida e uns sushis, não sei se por vontade ou se como uma tentativa de fuga. Quando meu pedido chegou pensei em me concentrar mais uma vez no prato e esquecer do que me rodeava. Mas, quando menos esperava, vi meu observador se aproximando. Pensei que ele estava de saída, mas não. Sem convite ou qualquer sinal de abertura de espaço para isso, ele se senta a minha mesa.

- Vim te olhar mais de perto. Posso?

Se eu já estava vermelha, imaginem como não fiquei. Antes que eu pensasse em dizer alguma coisa, ele voltou a falar. Disse que morava ali perto e que jantava no restaurante regularmente, e que já tinha me visto lá algumas vezes.

A partir daí começamos a conversar e fui ficando mais à vontade. Apesar da cara de pau, parecia ser um cara gente boa e tinha um papo interessante. Mas uma coisa ainda permanecia, o jeito dele me olhar. Não estou falando daqueles caras sem noção que ficam secando a gente como um pedaço de carne, mas sim de um olhar simplesmente intenso que parece nos desvendar.

Terminei meu jantar, paguei a conta e agradeci a companhia. Fomos caminhando juntos ao estacionamento, que fica na parte de trás do restaurante, e me despedi.

- Você realmente acha que vou deixar você ir assim?

Antes que eu titubeasse uma resposta, ele me puxou pelo braço e colou seu corpo ao meu. Não me beijou de imediato, ficou me olhando bem de perto e vendo minha respiração ficar ofegante para então tomar minha boca.

Seus beijos eram intensos, da mesma forma que o toque de suas mãos. Um tesão absurdo tomou meu corpo e a mulher encabulada deu lugar ao que realmente sou, em essência. Mordi seus lábios e sorri olhando em seus olhos. Não, eles não me acuavam mais, pelo contrário, só me atiçavam.

Acariciava seu torso firme por dentro de sua camisa e a cada pegada forte sua que recebia, minhas unhas desciam por seu peitoral. Ele percebeu que sua intensidade provocava a minha, e agarrou meus seios com firmeza e os expôs para fora do meu vestido. Ele sentia o quanto eu gostava da forma que ele os agarrava ao sentir os arranhões em suas costas e meu gemido em seu ouvido.

Talvez para salvar um pouco de pele ele me virou de costas e me apoiou no carro. Sentia sua barba curta e áspera roçando em meu pescoço e seus beijos percorrendo minhas costas. Minha buceta pulsava de tanto tesão e ficou mais molhada quando senti um tapa forte em minha bunda.

Não contente, tornou a bater. Sentia minha bunda arder e aquilo me deixava à flor da pele. Como se lesse meus pensamentos, senti aquelas mãos grandes correndo minhas coxas, as apertando fortemente e subindo em direção à minha buceta.

Arqueei meu corpo, apoiando-me em seu peito e agarrando sua nuca com uma de minhas mãos. Enquanto ele, com uma mão apertava meu seio e outra esfregava meu clitóris. Me derreti de prazer em sua mão, esfregando meu corpo ao seu e gemendo ao seu ouvido. Estava tão excitada que ele nem precisou enfiar um dedo em mim para me dar o primeiro orgasmo. Junto a um grito de prazer, arranhei forte seu pescoço e fiquei com o corpo trêmulo.

Sem me dar tempo para me recompor, envolveu seu braço na minha cintura me fazendo empinar para ele. Senti a cabeça da sua pica roçando na entrada da minha buceta. Estava tão sedenta por aquela rola que empurrei meu corpo para trás, fazendo ele me penetrar de vez. Mais uma vez ele leu o que meu corpo desejava e me puxou pelos cabelos com uma mão, e a outra na cintura, apertando-me com força.

Suas estocadas eram fortes, rápidas e profundas. Sentia aquele cacete duro me preenchendo com uma intensidade que me deixava louca. Gemia e rebolava feito uma puta, até que não resisti e gozei novamente. Mas ele ainda não estava satisfeito. Ele me virou para si, ergueu minha perna direita e enfiou novamente. Sentia meu corpo sendo suspendido de tão forte que ele metia. Para não gritar, o mordia no pescoço e nos ombros, enquanto minhas unhas descarregavam toda a intensidade do meu prazer em suas costas. Ao sentir seu pau ficar mais duro ainda dentro de mim, comprimi minha buceta e gozamos juntos. Ficamos recostados no carro por alguns minutos recuperando o fôlego, suados e exaustos.

Ao chegar em casa vejo o estrago feito: minha cintura e seios com hematomas, marcados pela firmeza de suas pegadas e minha bunda e coxas vermelhas das tapas. Logo depois recebo uma mensagem dele em meu telefone: Não tive como não pensar em você no banho, com o bater da água, relembrei cada arranhão e mordida sua. Amanhã tem mais!

Continua...

Beijos, Blue!

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