A Santinha do Trabalho

Um conto erótico de UmSimplesComedor
Categoria: Heterossexual
Data: 13/03/2018 11:39:15
Última revisão: 13/03/2018 11:53:29
Nota 10.00

Durante a época da faculdade eu trabalhei em um escritório de advocacia, era meu meio de sustento porque no brasil todo universitário é quebrado se não for filho de papai.

La no escritório éramos em 12, entre advogados e os funcionários, e tinha apenas 3 mulheres, a Amanda, a Lilian e a Rubiana, ai meu deus a Rubiana, menina certinha, da igreja, com a voz fininha e baixinha, parecia que sussurrava quando falava, mas transando gritava como uma louca, tinha o cabelo negro cumprido até o bumbum, pele branca, uma anca enorme e os peitinhos proporcionais com o resto do corpo, embora branquinha os mamilos eram escurinhos, a boca com contornos suaves, sempre vestida de forma social, ou com saia ou aquela calca bem agarrada, camisa com alguns botões abertos e salto. Por anos que trabalhei la nunca tinha visto ela de outra forma, sempre solteira, mas reclamava que queria namorar, a simpatia em pessoa. Ela morava em outra cidade, então era a primeira a chegar e a sair por causa do ônibus.

Um dia resolvemos fazer um Happy Hour, era quase carnaval e o pessoal queria dá uma espairecida antes do feriado. A gente convenceu ela a ir embora no ultimo ônibus que era as 22.30 e pela primeira vez ela foi com a gente.

Sentamos no bar e começamos a beber, mas a beber mesmo, e tome torre de shop uma atrás da outra e a mulherada na caipirinha, ficamos lá das 18.30 até umas 22. Como minha casa fiava no caminho para a rodoviária eu dei carona para a Rubiana pegar o ônibus dela, mas no meio do caminho, ela me perguntou se seria abusar muito eu levar ela até casa, estava bebinha e não queria ir de ônibus. Falei que tudo bem afinal não eram mais de 25km de Prudente. Pegamos o caminho e depois da saída da cidade tem vários motéis, em tom de brincadeira e para puxar conversa perguntei:

- Como tem motel aqui né, já foi em algum?

- Eu nunca entrei em nenhum, nem aqui nem em lugar nenhum, em cidade pequena fica difícil arrumar cara para sair!

E eu na malicia perguntei:

- Quer entra para conhecer algum?

- Qual o melhor para conhecer? Ela retrucou.

- Tem o Mainichi, bem legal, vamos?

Na hora achei que ela ia ficar brava, mas com um simples olhar ela só disse:

- Porque não, vamos lá.

Na mesma hora ela tirou os sapatos, soltou o cabelo, deu uma levantada na saia e ficou confortável no carro. 2 min mais a frente entrei no motel e peguei qualquer quarto, chegamos, subimos, o ar já estava ligado, ela entrou primeiro e ficou bem espantada com tudo, a cama redonda, as várias luzes, o som ambiente e ficou corada quando ligou a tv e estava no canal pornô, de uma inocência sem igual.

Cheguei por trás, cheirei o cabelo dela, peguei na cintura, beijei a nuca, e quando fui desabotoar a camisa e a saia ela pegou na minha mão e falou:

- Primeiro promete que isso nunca vai sair daqui, promete que ninguém vai saber e promete que não vai achar que eu sou uma fácil e puta, é que faz muito tempo que não transo, e o álcool está me deixando louca de tesão, preciso apaga esse fogo e logo.

- Fica tranquilo, daqui não sai nada e nem precisamos fala mais nada sobre este assunto.

Ela largou minha mão e se entregou por completa, tirei toda a roupa, passei a mão no corpo todo, ela se arrepiou inteira, apertei, massageei, esfreguei, mordi, beijei e fui tirando minha roupa. Ainda em pé coloquei meu pau duro no meio da perna dela, foi uma surpresa para os dois, no mesmo tempo que ela gemeu quando sentiu o tamanho, grossura e rigidez eu fiquei impressionado com o quanto escorria no meio das pernas dela.

- Como você quer fazer?

- Do jeito que você mandar, só vai com calma, não faço a muito tempo!

- Então deita, vamos começar devagar para ser gostoso.

Deitei ela e fiquei em pé, passei a cabeça do meu pau no clitóris dela, que a cada pincelada deixava ela mais molhada, arrepiada e gemia cada vez mais. Fui colocando os poucos, ela ia travando, fazia muito tempo mesmo que transava, estava toda apertada, mas tão lubrificada que acabou entrando fácil. Fui colocando de pouquinho e ela foi aliviando e se apertando, apertava as coxas, os peitos, a barriga e eu ia colocando e tirando com a maior paciência do mundo, tanto delicadeza que ela não sentiu uma dor e só prazer. Depois de um tempo ali e já com meu pau inteiro dentro dela coloquei ela de 4.

- Agora vamos começar de verdade

- Me mostra o que você sabe fazer e não decepciona!

- Então não reclama!

Puxei ela pelos cabelos, juntei forte e encurtei ela, coloquei a bundinha dela toda empinada e dei um tapa de cima para baixo.

- Ui, é assim mesmo que eu quero.

Comecei a meter, ela não reclamou e gemia, e a cada gemida eu aumentava a velocidade, e socava com vontade e com força, acelerei na velocidade média e ela já juntou o lençol pelas unhas, trocava um gemido por um grito ou outro de prazer e me mostrava que aguentava mais, então eu acelerei tudo o que podia, peguei com a outra mão na cinturinha fina dela e maltratei ela!

- Filho de uma puta, não para agora por nada!

- Vai com vontade, não desacelera e me faz gozar!

- Vamos porra vai, me fode, acaba comigo sem medo!

- Isso, Meu Deus, mas o que é isso!

- Não para, não para, não paraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

Aquela menina meiga do escritório, que era da igreja, que estava muito querendo um namorado simplesmente sumiu e se transformou como nunca imaginava, até a voz baixa virou um grito de prazer!

Ela soltou um último grito, me afastou e de 4 ficou parada e gemendo, da bucetinha dela escorria todo um melado branco, abrindo toda a bunda ela pediu me olhando muito safada:

- Goza no meu cú, aproveita que eu to bêbada e goza, quero sentir a porra quente escorrer da minha bunda ate minha xaninha.

Eu me coloquei atrás, bati uma rapidinha e gozei tudo que tinha, pintei o cuzinho dela de branco e vi minha porra escorrer até bucetinha dela.

Ela se levantou depois de um tempo, sem tomar banho nem nada, colocou a calcinha a roupa e pediu para ir embora.

Eu não falei nada e me vesti, peguei o carro rumo a casa dela e percebi que ela adormeceu assim que saímos do motel.

Acordei ela quando chegamos e fui embora. No dia seguinte quando nos encontramos era como se nada tivesse acontecido, ela com um sorriso de orelha a orelha, me comprimento e disse baixinho no meu ouvido.

- Obrigada de verdade!

Sabia que tinha feito certo, que fiz ela feliz e realizada, não precisei de mais nada.

Comentários

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14/03/2018 03:14:47
Excelente conto