Casa dos Contos Eróticos

Primeira vez foi com um macho alfa...

Categoria: Homossexual
Data: 13/03/2018 04:00:42
Nota 9.33
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Bom, não foi exatamente a primeira vez, eu já tinha ficado com uns moleques, mas sem chupação nem penetração da minha parte... Na verdade, no começo eu só ficava com meninas, nem imaginava muito que curtia garotos. Com 15 anos fiquei amigo de um carinha gay na escola, ele tinha muito tesao em mim, quis ficar. Eu não queria, mas queria muito levar uma mamada, nenhuma das meninas tinha feito aquilo, só sarrada, então acabei deixando e ficando com ele em troca de umas mamadas. Mas fazia só o papel de machinho sendo mamado. E parei por ali por um tempo. Com uns 17 anos voltei a ficar com um carinha, dessa vez no verão na praia, ficamos algumas vezes, eu tava bem mais tranquilo com a ideia, e rolou de ficarmos varias vezes durante as férias. Mas só sarrada e punhetacao, mais nada. Ao mesmo tempo, apareciam umas dúvidas na minha cabeça, tipo eu sou bi? Sou gay? Porque era legal ficar com aquele carinha, mas em nível de tesao tinha o mesmo de quando eu ficava com as meninas - ou seja, também nada demais. Enfim, tava tenso.

Logo depois, acabei começando a ficar mais sério com uma menina, transamos e tal, tinha perdido o cabaço da pica e me achava o máximo. E pensava que provavelmente era hetero e antes só tava experimentando. Mas de vez em quando eu espiava na internet uns vídeos de putaria gay, e ficava com tesao... Especialmente em uns caras com certo biotipo, mais velhos, fortões, parrudos, pauzudos... Aquela parada me deixava de pau duro pensando, e me punhetava vendo. Mas eu não conseguia muito me aceitar com aquelas ideias, tinha muita dificuldade de lidar. E mais, muito medo que as pessoas da minha cidade descobrissem. Mil neuras.

Hoje tenho 20 anos, e o que vou contar é real e aconteceu no final do ano passado. Eu tava com 19, um pouco antes do meu aniversário. Eu passei num vestibular em São Paulo, e acabei me mudando pra cidade, moro em uma república perto do centro. Em geral tava sossegado, já era uma mudança grande na vida. Mas o tempo passou um pouco, e a coisa começou a voltar, a ideia na cabeça, com mais força. E eu tava realmente mais obsecado com o tesao em ver aqueles vídeos de putaria com aqueles caras roludos. Ficou essa ideia martelando: será que não rola ficar com um cara desses? Só pra experimentar? Fiquei enrolando com isso, acabei baixando um app bem popular de gays (botei todo escondido no celular pra não ter perigo de alguém fuçando encontrar), e acabei fazendo lá um perfil só pra ver qual era. Tirei uns nudes light, peitoral, dorso e tal, e pus no perfil (sou branco, magro mas bem malhado, com um corpo legal mesmo, bem liso, e dizem bem bonito). Não pus muita coisa na descrição, mas fiquei na dúvida no que botar na parte de “Posição”. Botei primeiro “versátil”, e acabei mudando depois de um tempo pra “passivo” porque com isso os caras mais do meu biotipo alvo chegavam muito mais. Mas pra falar a verdade eu em geral só dava papo, trocava um nude ou outro, ficava com tesao e bati uma punheta, mas nunca marcava nada, sumia, bloqueava, essas coisas. Tava com medo de ir pra real.

Um dia, num fim de semana prolongado, fiquei em São Paulo porque tava meio sem grana pra viagem pra minha cidade natal, então fiquei sozinho na república e resolvi ver uns vídeos pornô e me aliviar um pouco. Daí a ideia voltou na cabeça, a curiosidade. Resolvi abrir o app e dessa vez encontrei um cara com um perfil chamado Macho Alfa Roludo. A foto do perfil, só o peitoral do cara e a barriga sem camisa, me deixou com muito tesao. No perfil dizia que tinha 1.88m, 90kg, era forte, musculoso sem ser saradao, mais pra parrudo, peito com alguns pelos, e bem moreno (achava que mulato mesmo). Ele mandou umas mensagens, retribui. Perguntei o que ele curtia, e ele, na seca “torar viadinho branquinho macho no sigilo, interessa?”. Não sabia o que responder. Daí pediu uma foto de rosto. Fiquei meio assim, porque ele morava relativamente perto de onde eu estava. Na minha cidade natal eu jamais mandaria. Mas tava em São Paulo, uma cidade muito grande... E o tesao falou mais alto, mandei uma foto, o cara ficou elogiando muito, perguntou se eu tinha 19 mesmo, que parecia um pouco mais novo. Eu disse que sim. Ele falou que tinha 38, e se eu curtia. E eu: “pow... curto muito...”. Me retribuiu a foto de rosto, me deixou com mais tesao ainda, cara de macho sério. Ele então começou a botar uma pressão dizendo que queria me fazer, que eu tinha deixado ele de rola duraça... E começou a me mandar fotos da rola dele. Porra o que era aquilo... Um caralhao moreno escuro, grosso, veias brilhantes, e um cabeção grande e de tom mais claro, e sacão pentelhudao. Parecia de filme. Cheguei a perguntar se era dele mesmo. “Quer vir conferir? Curtiu? É rolao pesado...”. Que tesao eu fiquei...

Respondi que tinha ficado com muita vontade de chupar. E o cara: “fiquei doido aqui, mas tô com parentes no meu apartamento... Carinha se tu topar dá para rolar muito tranquilo na escada daqui do meu prédio... Tem uma parte que dá pra sala de máquinas do elevador e que ninguém vai, e eu tenho a chave de lá. Tá a fim?”. Gelei. Porque eu tava muito a fim. Na verdade o fato de não ter que ir no apartamento do cara, sei lá, me deixava até mais a vontade e com menos medo. Mas mesmo assim fiquei muito na dúvida. Fiquei enrolando, e o cara dizendo que tava com tesao, que era pra eu ir logo, que eu ia curtir. Acabei pensando assim: porra tenho que experimentar isso alguma hora... E sou macho, não é isso que vai me fazer virar viado... Mal sabia eu que na verdade eu já era viado, só precisava era de um rolao pra me empurrar na direção... Então falei que topava. O cara me passou o endereço, e falou pra eu encontrar na frente do prédio, e a gente entrava pela garagem, assim ninguém via muito.

Era um local que ficava a uns 15 min da minha república. Era umas 10 da noite, então ainda tinha bastante gente na rua e dava pra ir caminhando até lá com alguma segurança. Botei uma camisa e uma bermuda e assim eu fui. Pelo caminho, a cada sinal me batia uma dúvida, se eu não devia desistir... Mas fui seguindo em frente. Quando cheguei no quarteirão do cara, ele saiu de dentro do prédio e já veio na minha direção, devia estar vigiando lá de dentro. Me comprimentou de boa, sem dar pinta, e foi andando em direção à porta da garagem, que ele abriu rapidamente com a própria chave. Entrei e fui seguindo ele. Confesso que eu tava bem tenso, e olhava todo o tempo pra baixo. Entramos no elevador e ele apertou o último andar. Pude observar melhor o cara, porra que macho grande, ombro largão. Ele tava de regata bermudão e chinelo. E me olhava fixamente, sério, sem dizer nada, enquanto ficava ajeitado o pau na bermuda com a mão. Caralho que cara tesudo. Eu chegava a desviar o olhar de tanto tesao que eu fiquei, olhava pra baixo de novo, submisso. Naquele elevador eu senti pela primeira vez na vida uma vontade consciente de dar a bunda pra um cara. Mas não falava nada.

Chegando no último andar nos saímos e ele rapidamente se dirigiu pra escada de serviço, subimos 2 lances e ele abriu mais uma porta de metal com uma chave, que dava pra uma saleta até que com um bom espaço, onde ficava numa parede o acesso às máquinas do elevador. E na saleta, depois que fechou a porta, o macho partiu pra cima de mim. Me agarrou com força e começou a me beijar. Apertava a minha bunda com vontade. O que era aquilo... E eu deixava tudo, eu parecia as gurias tesudinhas e safadas com quem eu ficava de vez em quando... Ele tirou minha camisa, falou que eu era um tesao, e tirou a regata. Caralho, tesao era aquele cara. O puto era realmente forte. Ombro largão, braços e peitos fortes, foda. Voltou a me apertar, beijar e enviar a língua na minha boca, e eu tentava retribuir. Quando de repente minha mão esbarra num naco de carne meio duro. Sem eu nem perceber quando, ele já tinha posto a tora pra fora da bermuda. Imediatamente peguei com a mão e apertei. Que jeba grossa. Muito mais que a minha, nem comparava com a dos mulekes com quem eu tinha trocado punheta na adolescência. Fiquei maravilhado apertando aquilo, enquanto o cara continuava me beijando.

Eu não aguentava mais de tesao. Simplesmente ajoelhei na frente do cara, fiquei admirando aquele rolao na minha mão por um segundo, e meti na boca (pelo menos até a metade, que foi o que entrou). Ouvi um gemido rouco do macho. E em seguida escutei um “delicia de viadinho guloso hein? Chupa gostoso vai”. Cacete, confesso que foi um momento confuso. Por um instante ainda me veio a cabeça homofóbica, meio que não querendo aceitar, pensando “como assim esse cara tá me chamando de viadinho, sou macho porra”. Por outro lado... Porra, eu tava ali ajoelhando na frente de um macho, chupando o rolao dele, como um viadinho... Porque era o que eu era. E ouvir aquilo, ser reconhecido pelo que você é, poder ser o que você é... Deu uma sensação de relaxamento foda, quase alívio. Com isso, e com aquele gosto salgado delicioso do cacetão, meu tesao multiplicou ainda mais, e comecei a chupar com muita vontade.

Fiquei mamando aquela vara um tempão, com tanto tesao que, mesmo estando com meu pau muito duro dentro da bermuda, nem lembrei de também tirar pra me punhetar enquanto chupava. Tava totalmente concentrado naquilo. O cara falava putaria, enfiava a picona na minha boca, gemia, tirava a picona da minha boca, me dava rolada na cara, me dava tapa na cara, e eu abocanhava de novo a jebona grossa. Porra que tesao. Eu tava tão em transe que nem ouvi o cara avisando que ia gozar. Só senti de repente a boca o gosto estranho de porra na boca. Aquilo me tirou um pouco do transe, tirei a pica da boca e levei ainda uns jatos de porra no rosto, me deixando bem melado Caralho, quem goza tanta porra assim?!? Fiquei paralisado com aquilo. Ele então me puxou com força pelo cabelo, enfiando o cabeção da pica de volta na minha boca, e deu uma punhetada de leve, deslizando os dedos por baixo da pica pra forçar as últimas gotas de porra na minha boca. E deu seu comando: “engole, viadinho”. Obedeci na hora e engoli aquelas gotas de porra assim, sem tirar o rolao da boca, de joelhos olhando pra cima, nos olhos do macho. Naquela hora senti o maior tesao que já tinha sentido na vida. Tirei minha pica pra fora ali mesmo, ainda com o rolao do cara na boca, e mal dei duas punhetadas e já tava gozando, ainda olhando nos olhos do macho alfa. Que foda aquilo.

Claro que logo depois que eu gozei, e o tesao deu uma baixada, começou a bater uma puta vergonha. Ao mesmo tempo o macho se virou e foi se enxugar, nem olhava na minha cara. Veio um desespero e quis sair dali logo. O macho abriu a porta da escada, eu tentei limpar a porra toda que tava na minha cara e no meu peito com a mão e a minha camisa, e saí direto, fui pro elevador sem nem esperar ele e desci, nem olhei pra trás. Tava muito tenso mesmo. O foda é que no caminho de volta pra minha casa eu ficava lembrando da cena, do gosto da porra do macho na minha boca, e aquilo me dava tesao e ao mesmo tempo, sei lá, raiva de estar sentindo tesao... Cheguei em casa e fui tomar um banho, achando que com isso ia lavar a viadagem do meu corpo. Antes de dormir, muito bolado, fui abrir o app só pra ver se o macho tinha falado alguma coisa. E tinha, vi umas mensagens dele perguntando por que eu tinha saído correndo daquele jeito, que ele ainda queria comer meu cuzinho mas ficou na mão. E falou pra eu voltar lá no dia seguinte, que ele ia me enrabar muito pra eu nunca mais esquecer como era levar o rolao dele no cu. Cara, quem escreve essas coisas assim pra um outro carinha? Pois o foda é que depois de ler aquilo não consegui dormir. Fiquei com tesao a noite toda, tive de bater uma punheta pra conseguir dormir, e na punheta me imaginei sendo enrabado por aquele macho. Eu não ia conseguir escapar...

No dia seguinte, era um sábado, e logo pela manhã mandei uma mensagem pro cara tentando apelar pro bom senso e explicar a situação. Abri o jogo: disse que nunca tinha feito nada com homem a não ser sarrada e punheta na escola, mas de leve, que eu curtia mulher, que era só uma curiosidade, etc. “Nunca tinha chupado pica mesmo? Jura? Nem pareceu... Nunca deu o cuzinho?”, ficava perguntando. Eu confirmava que não, pra tentar o cara fazer entender que eu não era viado, e me esquecer. “Muleke te achei tesao demais, fiquei de rola dura a noite quase toda pensando em você, mas entendo. Cara só te digo uma coisa, curiosidade tu tem que matar por completo. Então vem aqui agora, eu tô sozinho no meu apê agora de manhã, que a gente resolve a parada toda e tu fica com a curiosidade satisfeita por completo. Senão vai passar o resto da vida com ela”. Convenhamos, um argumento fraco do macho, né? Mas viado enrustido não precisa de muito argumento, e senti que o cara me convenceu, comprei a ideia de “matar a curiosidade”. Tava ainda meio com o pé atrás, tava com medo de chegar na casa do cara e sei lá, encontrar lá um amigo meu que com isso ia me descobrir, um parente, meus pais. Essas ideias idiotas que a gente tem na cabeça. Tomei coragem e escrevi: “tá cara... Tô indo pra aí então”. Me aprontei e antes de sair ainda tive que ler um “passa na farmácia e traz um lubrificante pra tu dar o cu sem reclamar, puto”.

Que tesao que me deu ler aquilo, esses machos alfa são foda, sabem te dominar até por mensagem. Passei na farmácia como ele mandou, no caixa fiquei pensando se a funcionária imaginava que eu tava comprando lubrificante pra levar rola no meu rabo. Eu tava com um tesao fodido.

Cheguei no prédio do cara e ele de novo me esperando na porta da garagem, subimos pelo elevador mas dessa vez paramos num andar e fomos pro apê dele. “Bora pro quarto de empregada, tá vazio e é mais reservado, e dá pra ouvir fácil se chegar alguém de surpresa aqui em casa, e com isso você pode sair sem risco aqui pela saída de serviço”, ele disse apontando pra uma porta, que realmente ficava do lado da entrada do quarto de empregada. Vi uns uniformes pendurados no varal, tipo do exército. O cara devia militar, isso explicava o tom mandão dele - o que me deu mais tesao.

Bom, aí entramos no quarto de empregada, que era pequeno e tinha uma cama de solteiro. Nem deu pra ver direito o quarto. Fui literalmente atacado de novo. O macho avançou pra cima de mim e começou a me apertar e sarrar, em segundos tava metendo o linguao na minha boca. Eu tava na mão daquele macho. Não me reconhecia mais. O macho falava putaria e eu ficava com muito tesao. Tudo o que o macho mandava eu fazer eu obedecia sem nem pensar duas vezes... Tirar a minha roupa, arrebitar o rabo, abrir a bunda pra mostrar a rodela, tirar a roupa dele, ajoelhar e bater com o picao dele na minha própria cara. Chupar o pauzao dele olhando pra ele pra deixar bem duro. Tudo eu obedecia. “Isso, deixa o rolao bem duro pra tu levar no rabo, viadinho. Você quer? Hein?”. Me mandou responder. “Quero”, tirei o picao da boca um segundo e falei. Ele me deu um tapa na cara. “Responde direito putinho, fala: quero seu pauzao todo no meu cuzinho de viado virgem, meu macho”. Antes da minha cabeça sequer pensar em reagir, minha boca já tinha obedecido e falado exatamente como o macho tinha mandado. E voltei a mamar. Logo o macho me afastou da pica e mandou: “se apoia na beirada da cama e arrebita o cu pra tu aprender a levar rola, seu viado”. E assim eu fiz. Bateu medo nesse momento. Caralho o que vai acontecer? O que eu tô fazendo aqui? As dúvidas típicas na cabeça de viadinho virgem ainda enrustido. Mas também tinha medo que ele não usasse proteção, que fosse doer, etc. Olhei para trás e senti um alívio e um pavor. Vi o macho abrindo um pacote daquelas camisinhas XL e desenrolando no rolão. Por outro lado... Caralho quem usa camisinha XL? Porra eu ia levar no rabo uma tora que usa camisinha XL... Aquilo ia me arrebentar. Mas não sai da posição. O macho passou muito lubrificante na pica, esfregou, e depois veio pro meu rabo e simplesmente me invadiu com o dedo pra lubrificar meu cu. Eu gemi. Nunca tinha entrado nada no meu cu... Nem dedo. “Porra viado se só com o dedo tu já tá gemendo imagina daqui a pouco, qualquer coisa tu morde a fronha, blz” falou meio rindo, apontado pro travesseiro em que eu tava agarrado. Enquanto isso na minha cabeça eu pensava coisas absolutamente nada a ver, tipo “será que eu sou o primeiro homem a dar o cu na minha família?”. Sim é sério. Eu tava pensando nisso.

Mas não por muito tempo. De repente ele se aproximou e sem falar nada mirou a tora no olho do meu cu. E pressionou. Eu travei. Parecia que ia doer demais e eu não conseguir relaxar, tava com medo, não entrava. O macho só me falando putaria “que delicia de rabo é esse, lisinho, branquinho, tu nasceu pra dar esse cu”, etc. Mas não entrava. Ele então se inclinou e começou a falar mais putaria no meu ouvido enquanto pressionava “relaxa puto, vai como se estivesse indo no banheiro, faz uma forcinha pra fora, pra tu sentir o rolao do teu macho todo dentro do rabo, tu nunca mais vai esquecer”. E nesse pressiona e vai e relaxa alguma coisa aconteceu, e o cabeção da jeba invadiu. Que dor lancinante, era como se tivesse sendo partido no meio. Comecei a gritar “tá doendo” e tentei fugir. O macho foi rápido: ficou ereto e me segurou muito firme pela cintura, não me deixou sair, e falou “claro que tá doendo, viadinho, tu não viu o tamanho da minha rola porra? Tu achava que levar um rolao assim no cu não ia doer porra? Tu não queria? Agora aguenta. Logo a dor passa e tu não vai querer outra coisa na vida”. E começou a fazer movimentos bem curtos e firmes de tirar e colocar a pica, que ia cada vez mais entrando no meu cu enquanto eu gritava e via estrelas. Pois em pouco tempo senti o saco do cara na minha bundo. Tinha agasalhado tudo. Cacete...

Ele parou um tempo e ficou repetindo “que delicia de cu apertado, tu nasceu mesmo pra dar esse rabo viadinho”. E naquela parada acho que fui relaxando um pouco e a dor foi diminuindo, enquanto eu sentia o meu cu e minha pica latejando. Que foda. O macho sentiu que eu relaxei e aí começou a bombar. No começo devagar mas firme. Mas logo foi pegando ritmo e tava estrondando. E eu comecei gemendo e logo tava gemendo muito alto. Mas não era mais de dor (ainda sentia, mas muito pouca). Era um tesao do caralho. “Já tá gemendo de tesao viadinho? Mas tu não era curioso só? Hein? Responde!”, ele falava enquanto bombava meu rabo. Eu não conseguia responder. “O que você é, hein? E o que eu sou, hein?”, ele insistia, socando com força. “Viado! Eu sou viado, e você é meu macho alfa! Ai... Ai...”, respondi alto, quase como uma confissão. E voltei a gemer. O macho a essa altura estrondava o corpo contra a minha bunda socando descontroladamente. A essa altura eu empinava a bunda na tentativa de com isso fazer a tromba entrar carnuda e grossa mas um pouco mais reta, e com isso doer menos. Funcionou. Quer dizer, mais ou menos. Porque o macho interpretou a empinada como putaria. “Já tá empinando o rabo sozinho né viado? Nem precisa mais mandar... Bicha nasce mesmo sabendo dar o cuzinho”, ele falou, e pegou embalo pra começar a bombar ainda mais forte, parando de vez em quando pra tirar o rolao todo de dentro e ficar admirando o buraco que ficava - e em seguida dar uns tapas na minha bunda pra ver o cu piscar, e enfiar o rolao todo de novo, quase que de uma vez, e me ouvir gritar.

Era muita pressão no meu cu, que até poucos minutos antes era virgem porra, e que a essa altura nem tava mais doendo tanto mas que tava ardendo que nem brasa. E eu já tinha perdido a vergonha. A cada estocada do macho escapava um gemido de tesao da minha boca, enquanto ele me xingava, perguntava se meus amigos sabiam que eu era puta, bicha, viadinho, etc. Aquilo tudo tava me dando muito tesao. Então não conseguia mais me aguentar, e mal peguei na minha rola e dei umas punhetadas, e acabei gozando. Aquilo (e meu cu mordendo forte aquele rolao enquanto eu gozava) deram muito tesao no macho, e ele começou a urrar. Como eu tinha acabado de gozar, eu tava meio sem ação, então mal vi o movimento: o macho tirou a tora do meu rabo, tirou a camisinha e veio pra minha frente. Ele ia se punhetar pra gozar, mas fui rápido: levantei a cabeça, cheguei pra frente e meti o pirocao na boca e mamei forte, enquanto com uma mão eu punhetava com força a metade da jeba que ainda ficava pra fora da boca. Diferente do dia anterior, dessa vez eu desde o começo olhava nos olhos do macho, pra ele ver eu pedindo porra com os olhos. E o puto deu, e com força. Que tesao sentir aquele leite quente enchendo a boca enquanto o macho urrava, puxava meu cabelo, e me chamava de viado gostoso. Engoli tudo dessa vez, sempre olhando nos olhos do macho. Que delicia. Até hoje se estou no meio da rua e lembro do gosto da porra daquele macho fico de pau duro na hora.

Quando acabou e deu uma relaxada o macho me empurrou e foi se vestir, saindo do quarto de empregada. Fiquei ali meio apoiado na cama sentindo o cu latejando e ardendo cada vez mais. Agora que o tesao tava baixando é que eu comecei a sentir o estrago daquela tora. Vi a camisinha que o cara tinha usado no chão, com algum sangue. Ele tinha estuprado meu cu. E eu ainda tava meio desnorteado. Comecei a me vestir devagar. E nisso volta o macho: “Ainda tá por aqui viadinho? Rapa fora pow, daqui a pouco o pessoal aqui de casa tá chegando, não quero ter que inventar desculpa pra tu estar aqui”. Terminei de me vestir rápido, e saí pela entrada de serviço. Voltando pra casa, com aquela ardência fudida no cu, e ao mesmo tempo o começo de uma sensação de vazio (a famosa sensação de vazio que depois faz todos os viados quererem dar o cu de novo e de novo e de novo), a verdade é que eu tinha uma sensação bem diferente do dia anterior. Difícil explicar, eu tava meio relaxado e aliviado mesmo, vai entender... Fui pro meu apê com uma sensação de “caralho, sou viado”, sem muita nóia. Viado mas enrustido até hoje, difícil sair do armário por umas questões pessoais... De vez em quando ainda saio nas baladas e fico com as gurias e tal, pra não descuidar das aparências. Mas quase todo o fim de semana eu vou lá sofrer naquele quartinho de empregada da casa do macho alfa, sendo xingado de bicha com aquela tora enterrada no meu cu, e gozando feito uma puta... Vai entender.

Comentários

10/04/2018 21:35:41
muito legal sua história cara!! muito bem escrita, até com algum humor.
14/03/2018 10:26:47
Conto muito bom! É bem verdade
13/03/2018 18:21:10
Ótimo conto. Fiquei todo duro com meu macho alfa, ele é novinho como você.
13/03/2018 10:54:47
Um bom conto e sem promiscuidade !

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