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Peguei meu namorado fudendo um putinho

Categoria: Homossexual
Data: 12/03/2018 23:01:01
Última revisão: 15/03/2018 17:52:13
Nota 9.00
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Nunca achei que fosse viver algo assim. Logo eu, um homem gay bem resolvido de quase 30 anos, no auge da minha carreira, com um físico e aparência de deixar todos babando e com um apetite sexual de um leão em frenesi sexual. Não estou querendo me gabar não, só deixar claro que não esperava mesmo ser feito de corno do jeito que fui.

Me chamo Pedro, tenho 28 anos, 1,78m, sou moreno claro de olhos escuros e cabelos também escuros e raspados rente à cabeça. Um físico atlético cultivado com afinco no treinos de crossfit de segunda a sábado. Moro junto com meu namorado há 3 anos. Maurício é um puta de um coroa gostoso com 42 anos, 1,84m e um corpão musculoso e peludo, desenvolvido na mesma academia que eu, onde nos conhecemos. Ele é branco e tem um nariz marcante, herdado dos antepassados turcos; pelos escuros, exceto pelo cabelo, que está começando a ficar grisalho. Mas o que realmente me deixa louco com ele é o pau grosso de 18cm, que usa com força, me fazendo ver estrelas.

Nunca fui um cara ciumento, mas nos últimos meses um moleque, que não devia ter nem 20 anos ainda, vinha me tirando do sério. Meu namorado trabalha em sua própria loja de suplementos, alimentos saudáveis e orgânicos na mesma rua do nosso ap, em uma zona nobre da cidade. Nos sábados, quando estava de folga o ajudava na loja e numa dessas vezes notei que o garoto, Renato, passava pra lá e pra cá o tempo todo, olhando pra dentro da loja e sorrindo, olhando na direção do Maurício, ou melhor na direção da mala avantajada que meu namorado ostentava nas calças. Quando comentei a observação com o safado do meu companheiro ele deu uma gargalhada sonora e disse que não tinha culpa de ser tão gostoso. Fingi que fiquei com raiva mas depois acabei caindo na gargalhada também, afinal entendia que um jovem bonito como aquele reparar em um homem de meia idade mexeria com a vaidade de qualquer um.

A vida seguiu normalmente, fora esse menino que todo sábado repetia o mesmo procedimento, mas eu aprendi a ignorar; era normal também um jovem gay sair atirando pra todo lado pra conseguir satisfazer seu apetite sexual efervescente. E o danado era bonito mesmo: moreno, um pouco mais escuro que eu, com provavelmente estatura em torno dos 1,70m, corpo começando a se desenvolver, cabelos bem pretos arrumados num topetinho estiloso, coxas e bunda fartas. Um mignonzinho delícia mesmo. Tudo normal até que algumas semanas depois, quando saía do banheiro da loja me deparei com o garoto parado na porta da loja e o Maurício, com uma cara de safado e um sorriso maroto, patolando a mala visivelmente dura. Ao invés de confrontar a situação, resolvi voltar ao banheiro em silêncio e fazer bastante barulho na porta na hora de sair. Quando cheguei no salão da loja peguei o Maurício voltando pra de trás do balcão apressadamente é o garoto nem na porta mais. Eu que nada santo sou também resolvi brincar com o desconcerto do cara de pau, fui pra trás do balcão, fingi espanto ao ver o volume que aquele pedaço de carne fazia. Me abaixei abri sua calça e caí de boca ali mesmo. A verdade é que essa situação tinha me deixado bem excitado e com uma suspeita de que tinha algo rolando ali.

Na terça feira seguinte saí mais cedo do serviço pro meu horário de almoço e fui sem falar nada pra loja com o pretexto de almoçar com ele. Chegando lá a funcionária da loja, bem sem graça, disse que o mesmo tinha ido almoçar em casa. O filho da puta, além de me meter um chifre não estava nem fazendo questão de esconder. Tinha certeza agora que estava rolando algo.

Saí da loja dizendo que ia passar no restaurante pra comprar comida pra mim e que iria pra casa almoçar com ele. Mas saindo de lá fui correndo pra casa, porque a comparça do safado ia com certeza tentar avisá-lo. Entrei ignorando o porteiro e subi pela escada mesmo. Nosso ap era no quarto andar. Abri a porta fazendo o mínimo de barulho possível. Ouvi o som ligado, vi roupas espalhadas na sala e o celular vibrando em cima da mesa. Confirmando minha teoria, a chamada era do número da loja rejeitei a ligação e desliguei o aparelho. Não tinha pressa mais, tirei meu sapato pra reduzir o barulho, tirei a gravata e então a camisa. Enquanto me dirigia ao quarto usando só minha calça, que me torturava apertando meu pau em riste, ouvi um gemido incontido de prazer. Louco de tesão, já não existia mais namorado, nem traição, só uma oportunidade de satisfazer meus desejos mais insanos. Abri lentamente a porta e me deparei com aquele homem gigante montado em cima do garoto, atolando sua tora em seu cuzinho guloso e afundando sua cabeça no travesseiro, tornando os gemidos da putinha abafados. Meu namorado socava com vontade, sem dar tempo pro safado respirar. Aproveitando que os dois estavam de costas, encostei de lado no marco da porta, liberei meu pau do aperto e comecei a me punhetar vendo aquela cena sensacional. Meu namorado tomado de luxúria falava safadezas em seu tom rouco enquanto socava sua pistola naquele cuzinho juvenil.

- Toma putinha! Engole minha rola com esse cuzinho apertado de vagabunda! Você gosta do meu pau seu puto?

O moleque não conseguia nem responder, mas meu macho não gostava de falar sozinho. Meteu um tapa na bunda do safado e puxou seu cabelo, desafundando sua cabeça do travesseiro.

- Em vagabunda! Gosta de ser arrombado pela minha rola?! - perguntou novamente quase rosnando.

- Gosto papai, gosto demais! - mal conseguia falar entre gemidos - Dia que não sou arrombado por esse mastro é um dia que não vale a pena.

- É assim que gosto da minha putinha. - disse se abaixando e mordendo a orelha e o pescoço do garoto, sem perder o ritmo da metida. Ao voltar a posição anterior se virou ligeiramente pra trás e me viu parado a porta me acabando na punheta. Pela primeira vez desde que chegou ali interrompeu a cadência, mas sem tirar o pau de dentro do garoto. Fiz com o dedo sinal de silêncio e usando os lábios sem emitir som mandei continuar.

Daí em diante parece que ficou ainda mais alucinado, metia feito louco, dando tapas e socos nas costas do vagabundinho. Quando vi que ele começava a apertar o maxilar, percebi que ia gozar, já chegando ao auge do meu tesão resolvi finalmente participar da diversão. Cheguei ao lado da cama, peguei o garoto pelos cabelos e o puxei em direção a minha pica. Ele se assustou ao me notar pela primeira vez, mas não teve condições de esboçar qualquer reação com um touro em cima apertando seu corpo a colchão e minha rola socada no fundo de sua garganta. Seu instinto de putinha rapidamente falou mais alto e ele começou a chupar meu pau com maestria, engolindo meus 17cm até o talo como se fosse trivial. A mamada gulosa era tão sensacional que não aguentei segurar muito tempo e gostei jatos fartos no fundo da sua goela, que o puto engoliu sem engasgar. Quase ao mesmo tempo o Maurício atingiu seu clímax, enchendo o cuzinho do menino com sua porra grossa.

Achei que passado o momento, passaria a ter repulsa da situação, mas meu tesão continuava em alta e minha paixão por aquele homem era ainda enorme. Sorrindo então agarrei seu pescoço e lhe dei um beijo de tirar o fôlego, enquanto o rapaz permanecia acabado deitado na cama.

Sorrindo meu namorado tirou o pau do amante, deu-lhe um último tapa na bunda e disse.

- Acho que tem muito pra acontecer hoje ainda...

Comentários

13/03/2018 03:03:26
Delicia
12/03/2018 23:48:36
Dentre os assuntos listados do conto estão traição e voyeurismo, se traição e voyeurismo não são sua praia não leia a história.

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