Casa dos Contos Eróticos

Cássio

Um conto erótico de Renning
Categoria: Homossexual
Data: 23/02/2018 03:29:23
Nota 10.00

Era algum ano da década de noventa. Éramos jovens ainda, sequer havíamos terminado a escola. Naquela época e com a mente que eu tinha, eu sequer via tudo aquilo como uma questão maior do que parecia ser. Era como uma brincadeira, exceto pelo fato de saber que não deveríamos falar para ninguém. Frequentemente eu estava na casa de Cássio. Éramos próximos, melhores amigos, em plena puberdade. Uma amizade normal. Ou quase.

A família de Cássio era uma das mais abastadas da rua. Bem no meio da sala havia uma pequena mesa de madeira maciça, entre o sofá e a TV - a maior que eu já havia visto. Jogar playstation naquela TV era foda. Fazia pouco tempo que o pai dele havia comprado uma câmera, daquelas pretas enormes, capaz de conectar à TV. Cássio me contou da nova aquisição do pai e disse que queria testá-la. E naquela noite em questão, quando seus pais estariam fora para algum evento, foi que tivemos a oportunidade.

Meus pais nunca fizeram objeção alguma de eu dormir na casa do Cássio. Os pais dele menos ainda, às vezes até cobravam. Diziam que ele era muito sozinho por ser filho único e eles trabalharem tanto. Cheguei na casa de Cássio quando o sol estava se pondo. Seus pais estavam se arrumando apressadamente e dando mil avisos, falando das coisas para comer e sobre não dormir tarde. Cássio respondia tudo como que tentando esconder a impaciência, meio monossílabo, ansioso para que saíssem.

Tão logo a porta bateu, Cássio voltou correndo. De uma das gavetas da estante da sala, puxou a câmera nova do pai, visivelmente pesada. A pôs ali mesmo e me chamou para ver. Os olhos arregalados e um sorriso largo lhe estampavam a face. Cássio parecia tão eufórico que não parava de apertar o próprio pau por cima da bermuda. Mas logo que eu entendi a ideia, fiquei amedrontado. Gravar algo que deveria ser um segredo não soava boa ideia. Mas logo ele me acalmou dizendo que não era aquilo. Tudo que faria era ligar a câmera à TV para que nos víssemos “ao vivo”. Algo totalmente despropositado, fora o fato de estarmos “brincando com a câmera nova”. O que já soava legal o suficiente. Topei.

Mais eufórico ainda, Cássio não demorou até conectar todos os fios, pondo a câmera sobre a TV. A expectativa me deixou tão excitado quanto ele estava. Quando nos vimos na tela grande ainda ficamos brincando. Cássio pôs o pau pra fora e ficou girando na frente da câmera, já meio bomba, e na TV seu pau ainda pareceu maior do que era. Engoli um seco, ansioso. Logo Cássio me chamou, parado em frente a câmera, e mandou que eu me despisse também. Cássio ficou sacudindo meu pau em frente a câmera, o que me escutou tanto quanto me fez rir, até que ele me virou e ficou apalpando minha bunda, a abrindo e dedando meu cu. Me ver na TV era divertido.

Ele fez com que eu me ajoelhasse, ambos estávamos tão envolvidos na brincadeira que não tiravámos os olhos da tela. O que foi engraçado, já que foi olhando para ela que Cássio apontava o pau pra minha cara e eu tentava abocanhá-lo. O cheiro de seu pênis invadindo minha narina enquanto sua glande deslizava na minha bochecha cada vez que nos desencontravámos e ríamos com a situação. Já salivando, tomei seu pau com uma das mãos e o chupei, me voltando novamente para a TV para acompanhar a cena.

E na tela eu me vi, chupando meu amigo enquanto só sua barriga e mão, sobre a minha cabeça, apareciam. Fiquei tão hipnotizado com aquilo que comecei a brincar sozinho. Me excitava enquanto me assistia chupando Cássio que, provavelmente tão hipnotizado quanto eu, não soltava um pío. Só o som das chupadas, da saliva, e dos gemidos de Cássio eram ouvidos. Aos poucos era como se eu começasse a atuar naquilo. Eu me assistia enquanto lentamente escorria os lábios pelo pau de Cássio revelando seu tamanho, até vê-lo saltar duro feito pedra na minha frente. Naquele instante olhei para cima, só para ver Cássio sorrindo, me devolvendo o olhar em seguida.

Quando voltei a olhar a TV, abri a boca e pus a língua para fora, lambendo as bolas de Cássio e chutando uma delas, vendo seu pau esticado sobre meu rosto. Cássio soltou um gemido lento, extasiado, e quase que num impulso me fez engolir seu caralho de novo. Sua empolgação foi tamanha que ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca. Eu só conseguia ver a tela quando ele afastava a pélvis antes de enfiar seu pau de novo socando o céu da minha boca. Eu, que já gostava quando ele se empolgava, me vi ainda mais envolvido naquilo assistindo na TV. Do meu queixo escorria a saliva que saía e lambusava seu pau. Eu agarrei em suas pernas tentando me manter ali enquanto ele fodia e me deixava sem ar.

Quando parou, sugando o ar dentre os dentes, segurou o próprio pau e bateu de leve sobre meu rosto. Perguntou se eu estava gostando da brincadeira e eu brinquei dizendo que deveríamos fazer sempre daquele jeito. Cássio concordou enquanto se afastava até a mesinha de centro e tirava a decoração de cima. Assim que ele terminou eu fui até a mesma e deitei sobre ela, com a bunda virada para cima. Me via na TV enquanto o aguardava, me empinando até ver as curvas da minha bunda empinada. Quando Cássio se aproximou, acompanhei seus movimentos pela tela. O vi deslizando a mão sobre minhas costas enquanto a outra punhetava o próprio pau e o direcionava. Quando senti a cabeça de seu caralho encostar no meu cu, vi na TV ele mordendo os lábios e forçando a cintura enquanto me penetrava. Aquilo era melhor que filme pornô, tinha os mesmos benefícios, era ao vivo e eu mesmo estava estrelando.

Vi as mãos de Cássio descendo até minha cintura antes dele me segurar com força e começar a me comer. Seu pênis me invadia enquanto eu o assistia me fodendo, com gana, os olhos encarando a TV. Os estalos de cada estocada que ele me dava, sua pélvis batendo contra minha bunda, a fricção de seu pau no meu cu. Eu gemia e arfava entorpecido com aquilo. Cássio parecia igualmente um astro pornô e aquilo parecia empolgá-lo mais do que de costume. Se ver me comendo daquele jeito. Eu já estava suando, por vezes eu me afundava em tanto prazer que parecia delirar, fechando os olhos. Mas, atento em mim, toda vez que eu fazia, Cássio me dava um tapa na bunda e voltava a mim. Eu estava gostando tanto daquilo que não queria que acabasse - e parte de mim já estava aguardando para que isso ocorresse a qualquer momento, dado o ritmo em que ele me fodia.

Mas antes de gozar, Cássio parou de me foder e mandou que eu me erguesse, se jogando no sofá em seguida. Com as pernas abertas e o pau lambuzado ereto feito uma pedra, roxo e cheio de veias, quase como se estivesse para explodir. Ele só sinalizou com as mãos e eu sentei enquanto ele abria minha bunda mantinha o caralho no lugar. Sempre que eu sentava daquele jeito, parecia que eu conseguiria sentir seu pau na minha barriga graças ao peso do meu corpo sobre ele, com meu cu o engolindo até o limite. Na TV, me vi entre as pernas de Cássio, me apoiando em seus joelhos enquanto ele se jogava de lado para conseguir ver a TV. Comecei a rebolar e sentir seu pau se movendo dentro de mim enquanto sua mão deslizava acariciando minhas costas. Quando passei a quicar, Cássio só gemia e tentava controlar meus movimentos. Na TV meu próprio pau balançava enquanto eu sentava na pica de Cássio. Eu me vi performando, queria parecer profissional ou coisa do tipo. A empolgação fazia com que eu me cobrasse excelência na minha própria visão, Cássio só se beneficiava com aquilo. Não demorou até eu sentir suas mãos me apertando mais forte quando eu parei de quicar e voltei a rebolar com força. Uma das mãos de Cássio agarrou o meu cabelo e puxou para trás, forçando pra baixo e me fazendo empinar. Senti seu pau pulsando antes de jorrar dentro de mim e ele soltar um gemido longo, me enchendo de porra.

Após alguns segundos eu me levantei com cuidado e ia até o banheiro me limpar. Mas antes que pudesse, Cássio me chamou novamente até a frente da TV e pegou a câmera. Pediu que eu abrisse a bunda e filmou meu cu, cheio de goza escorrendo. Ele ainda brincou com o pau, tentando um “close” enquanto entregava a glande nas minhas pregas. Foi o primeiro sex tape que fizemos, é embora não tenhamos gravado em fita, a experiência toda ficou gravada na minha mente.

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
24/02/2018 00:41:53
MUITO BOM. SAFADO ESSES DOIS.
23/02/2018 05:00:58
Muito, muito bom!