Carnaval do reencontro

Um conto erótico de Luiz Cláudio
Categoria: Heterossexual
Data: 12/02/2018 15:42:40
Última revisão: 21/01/2019 07:11:48
Nota 9.86

Já contei aqui algumas aventuras de minha esposa com o Ricardo, um menino delicioso que era nosso vizinho e tornou-se o macho preferido dela.

Para quem não conhece as nossas outras histórias, digo como ela é: bem morena, alta, cabelos pretos, compridos, linda de rosto e de corpo; um tesão mesmo de morena, além de ser uma putinha na cama.

Ela adorava dar pra ele e eu também adorava vê-lo trepando com a Cássia. Ele tinha uma pegada que a deixava alucinada de tesão, além de um pau delicioso, que ela adorava cavalgar e chupar até tomar uma gozada farta e quente na cara e na boca.

E quando ela pedia, então, com jeito de safada, pra ele comer a bundinha dela? Ela quase desmaiava de tesão com o jeito e a pegada dele. Botava ela de quatro, cuspia no pau, segurava firme na cintura dela e ia empurrando aquela pica linda e grande toda pra dentro daquele cuzinho delicioso, chamando-a de putinha gostosa, dizendo que adorava comer o cuzinho dela. Ela sentia dor, mas não deixava de dar a bunda pra ele, acho que por isso mesmo. Eu ficava com MUITO ciúme vendo ela delirar de tesão com o pau dele enterrado no cuzinho, mas deixava rolar. Afinal, fazia parte do jogo...

Aconteceu que, infelizmente, depois de poucos anos, ele se mudou com a família e aos poucos fomos perdendo o contato com ele. Antes era no mínimo toda a semana que estávamos com ele, que ele subia pro nosso apartamento ou viajávamos juntos. De vez em quando aparecia, trepávamos gostoso, a Cássia gozava muito com ele, mas a distância acabou nos separando de vez.

Mas o destino faz das suas e nesse final de semana, brincando num bloco de carnaval, a Cássia viu passar um carinha que parecia com ele, e comentou comigo que achava que tinha visto o Ricardo. Em princípio achou que não era, mas eu insisti em irmos atrás para termos certeza de que não era ele. Abrimos caminho entre as pessoas para não perdê-lo de vista e quando saímos da massa de gente, ainda de longe, vimos ele com um outro amigo comprando cerveja numa barraquinha. Estava só de bermuda, sem camisa, bem bronzeado e, segundo a Cássia, continuava gostoso.

Provoquei ela:

- Vai lá falar com ele. Ele vai gostar de te ver.

- Será que vai mesmo?

- Lógico que vai! Com você gostosa desse jeito...

- Mas, e o amigo dele?

- Que é que tem? Se for o caso, ele dispensa o cara.

Deixei ela ir sozinha ao encontro dele e fiquei de longe para ver a reação. Ela chegou por trás dele e falou:

- Olha só! Quem é vivo sempre aparece!

Quando ele se virou, não acreditou que era ela.

- Cássia! Que bom te ver! Tudo bem? E emendou, já num tom sacana: - Nem preciso perguntar se você está bem...

E você? Como vai? Sumiu, não apareceu mais. Me esqueceu né? provocou ela, já pensando em aproveitar a oportunidade.

- Não dá para te esquecer, Cássia. Nunca, disse ele.

- Está sozinho? Digo, sem namorada?

- Estou sim. Vim com o meu amigo aqui; deixa eu te apresentar.

- Bruno, essa é a Cássia, uma amiga minha.

- Prazer, disse ele, dando um beijo no rosto dela.

O amigo era um gato também, e ela retribuiu o beijo e devolveu, cheia de más intenções,:

- Prazer é meu.

O Ricardo perguntou:

- E você, está sozinha? Cadê o Cláudio?

- Já está vindo...tá bom o bloco né? Gente a beça...

- Tá sim, mas agora está melhor, com você aqui, ele falou no ouvido dela.

Cheguei até eles, cumprimentei o Ricardo, deixando claro que tinha gostado de revê-lo, apresentou-me o Bruno e tomamos uma cerveja, botando o papo em dia. Dali a pouco, enquanto eu conversava com o Bruno, a Cássia se extasiava novamente com o papo do Ricardo. Ficou sabendo que ele tinha se mudado de cidade, que o Bruno era um grande amigo desse lugar e que iriam ficar só esse dia em Sampa.

Ela não podia perder aquela oportunidade e disparou, a queima roupa, no ouvido dele:

- Eu quero você, gostoso!

Ele mordeu a isca...

- Pra onde vamos? Ele quis saber.

- Vamos pro nosso carro. Está a umas 3 quadras daqui, numa rua tranquila. A gente faz lá.

- E o Bruno?

- Ele fica conversando com o Cláudio.

Falou comigo que queria ir pro carro com o Ricardo e eu só pude concordar, mas falei que queria pelo menos assistir eles trepando. Chamei o Ricardo de lado e quis saber se podíamos confiar no Bruno.

Ele disse que sim, que ele era de confiança, saudável e além do mais não nos conhecia, nem mesmo sabia onde morávamos. Falei pro Ricardo:

- Conversa com o Bruno e explica a situação pra ele.

O Ricardo conversou e explicou o que estava acontecendo. Eu confirmei.

- É isso mesmo Bruno. Somos liberais e o Ricardo, por muito tempo, foi nosso “amigo”, entendeu?

- Sem problema, disse ele.

Chamei:

- Vamos pro carro. Está perto daqui...

A Cássia já foi abraçada com o Ricardo, matando as saudades do macho dela. No caminho combinamos que eles entrariam no carro e eu com o Bruno ficaríamos encostados do lado de fora, tomando conta e vendo através do parabrisa. Chegamos lá, ele foi pro banco do motorista e ela do lado do carona. Mal entraram e começaram a se pegar. O Bruno não acreditou no que estava vendo. Eles se beijavam alucinadamente, o Ricardo já tirou os peitinhos dela pra fora e passou a chupá-los, deixando a Cássia com mais tesão ainda. Ela começou a passar a mão no pau dele, enquanto se beijavam, deixando ele mais duro ainda do que já estava. Eu e o Bruno víamos tudo pelo vidro da frente e ficamos de pau duro também.

Ela se abaixou e meteu a boca no pau do Ricardo, como sempre fazia. Ela adorava chupar aquela rola. Lambia a cabeça do pau e depois engolia ele todinho, fazendo-o sumir na sua boquinha gulosa. Quando percebeu que o Ricardo estava pra gozar, parou com o boquete, levantou o minivestido e sentou no pau dele, enterrando aquela vara todinha na buceta lisinha e melada de tesão.

O pau deslizou fácil pra dentro daquela buceta e ela começou a cavalgar nele com tesão de quem estava com muitas saudades daquela rola. Gemia, se contorcia em cima dele e pedia pra ele meter todo na bucetinha dela.

- Mete gostoso em mim, Ricardo. Estava sentindo a sua falta. Mete essa rola em mim, vai... Que saudade desse pau! Que tesão! Adoro meter com você! Seu pau é uma delícia! Me come gostoso, vai... te adoro...

O Bruno não parava de esfregar seu pau por cima da bermuda. Perguntei pra ele:

- Quer entrar na brincadeira também? Ele disse que sim...

Bati no vidro e fiz sinal se o Bruno podia entrar. Ela fez que sim e ele entrou pelo lado do carona. Eu continuei do lado de fora tomando conta pra ver se não vinha ninguém. Ele tirou o pau pra fora e, ajoelhado no banco, pegou firme no cabelo dela e fez ela abaixar a cabeça e abocanhar seu pau, já totalmente duro de tesão.

Ela tomava a rola do Ricardo na buceta e chupava o pau do Bruno. Sentava sem parar naquela rola e abocanhava o pau do Bruno todinho.

O Bruno foi a primeiro a dar sinal de que ia gozar. Dali a pouco ela também começou a gemer mais alto, a pedir mais pau e a gozar sentada naquela rola que tanto adorava. O Ricardo acompanhou os dois e dali a pouco os três explodiram numa gozada deliciosa. Ela apertava a buceta de encontro ao pau do Ricardo e tomou todo o leitinho quente do Bruno. Não deixou escorrer uma gota sequer...

O Ricardo encheu aquela buceta de porra quente e ela encharcou o pau dele com o caldinho gostoso do seu gozo. Meu pau explodia de tão duro que estava, vendo tudo do lado de fora do carro. Se recompuseram, o Bruno saiu primeiro, depois foi a vez do Ricardo e finalmente a Cássia, saciada do tesão pelo Ricardo e também pelo Bruno.

Me deu um beijo de agradecimento por ter deixado ela matar as saudades do Ricardo e de quebra experimentar um pouquinho do Bruno, que, disse ela, era um gato também.

Voltamos para o bloco, trocamos os números de celulares, nos despedimos e combinamos de nos falarmos depois. Quando eles se afastaram, ela me disse:

- Cláudio, eu amo o Ricardo e o jeito que ele me pega e mete em mim! Eu fico louca de tesão. Por mim, eu já dava pra ele, de novo, agora. Que tesão! Que pau! Que pegada que ele tem! Queria morar perto, novamente.

Falei:

- Agora temos o contato dele. A hora que você quiser, liga pra ele, que eu te levo pra vocês ficaram juntos. Também adoro ver vocês metendo.

Ela brincou no bloco com a bucetinha toda cheia de porra e eu fiquei o tempo todo de pau duro só de pensar que ela estava assim: gozada e saciada do tesão que sentia pelo Ricardo.

Foi incrível esse reencontro com o Ricardo e já aguardo com ansiedade um novo encontro nosso, só que dessa vez acompanhado do Bruno, mais um "amigo" gostoso para satisfazer a Cássia.

Comentários

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08/07/2018 10:23:38
sensacional
29/03/2018 14:10:16
Delicioso. Você está corretíssimo. É melhor dividir morangos do que comer jiló sozinho .
24/02/2018 06:48:51
Dizem que onde comem dois, comem três. Rsss. Excelente conto, Claudio. Deu inveja da Cássia, com um marido cúmplice e tendo oportunidade de não só rever esse amante e ganhar ainda o amigo dele. A nota só pode ser 10. Leia os meus. Bjs.
13/02/2018 14:49:59
belo relato. Parabéns amigos
13/02/2018 13:20:17
Casal nota 10
13/02/2018 10:05:42
Tesao de mulher !! Vem para BH!!