Casa dos Contos Eróticos

Carnaval do reencontro

Categoria: Heterossexual
Data: 12/02/2018 15:42:40
Última revisão: 14/02/2018 07:53:43
Nota 9.83
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Já contei aqui algumas aventuras de minha esposa com o Ricardo, um menino delicioso que era nosso vizinho e tornou-se o macho preferido dela.

Para quem não conhece as nossas outras histórias, digo como ela é: bem morena, alta, cabelos pretos, compridos, linda de rosto e de corpo; um tesão mesmo de morena, além de ser uma putinha na cama.

Ela adorava dar pra ele e eu também adorava vê-lo trepando com a Cássia. Ele tinha uma pegada que a deixava alucinada de tesão, além de um pau delicioso, que ela adorava cavalgar e chupar até tomar uma gozada farta e quente na cara e na boca. Quando ela pedia, então, com jeito de safada, pra ele comer a bundinha dela (eu preciso confessar que sentia muito ciúme, mas deixava), ela quase desmaiava de tesão com o jeito e a pegada dele. Botava ela de quatro, cuspia no pau, segurava firme na cintura dela e ia empurrando aquele pau todinho pra dentro daquele cuzinho delicioso, chamando-a de putinha gostosa, dizendo que adorava comer o cuzinho dela.

Aconteceu que, infelizmente, depois de poucos anos, ele se mudou com a família e aos poucos fomos perdendo o contato com ele. Antes era no mínimo toda a semana que estávamos com ele, que ele subia pro nosso apartamento ou viajávamos juntos. De vez em quando aparecia, trepávamos gostoso, a Cássia gozava muito com ele, mas a distância acabou nos separando de vez.

Mas o destino faz das suas e nesse final de semana, brincando num bloco de carnaval, a Cássia viu passar um carinha que parecia com ele, e comentou comigo que achava que tinha visto o Ricardo. Em princípio achou que não era, mas eu insisti em irmos atrás para termos certeza de que não era ele. Abrimos caminho entre as pessoas para não perdê-lo de vista e quando saímos da massa de gente, ainda de longe, vimos ele com um outro amigo comprando cerveja numa barraquinha. Estava só de bermuda, sem camisa, bem bronzeado e, segundo a Cássia, continuava gostoso.

Provoquei ela:

- Vai lá falar com ele. Ele vai gostar de te ver.

- Será que vai mesmo?

- Lógico que vai! Com você gostosa desse jeito...

- Mas, e o amigo dele?

- Que é que tem? Se for o caso, ele dispensa o cara.

Deixei ela ir sozinha ao encontro dele e fiquei de longe para ver a reação. Ela chegou por trás dele e falou:

- Olha só! Quem é vivo sempre aparece!

Quando ele se virou, não acreditou que era ela.

- Cássia! Que bom te ver! Tudo bem? E emendou, já num tom sacana: Nem preciso perguntar se você está bem...

E você? Como vai? Sumiu, não apareceu mais. Me esqueceu né? provocou ela, já pensando em aproveitar a oportunidade.

- Não dá para te esquecer, Cássia. Nunca, disse ele.

- Está sozinho? Digo, sem namorada?

- Estou, vim com o meu o meu amigo aqui; deixa eu te apresentar.

- Bruno, essa é a Cássia, uma amiga minha.

- Prazer, disse ele, dando um beijo no rosto dela.

Ela retribuiu o beijo e devolveu:

- Prazer é meu.

O Ricardo perguntou:

- E você, está sozinha? Cadê o Cláudio?

- Já está vindo...tá bom o bloco né? Gente a beça...

- Tá sim, mas agora está melhor, com você aqui, ele falou no ouvido dela.

Cheguei até eles, cumprimentei o Ricardo, deixando claro que tinha gostado de revê-lo, apresentou-me o Bruno e tomamos uma cerveja, botando o papo em dia. Dali a pouco, enquanto eu conversava com o Bruno, a Cássia se extasiava novamente com o papo do Ricardo. Ficou sabendo que ele tinha se mudado de cidade, que o Bruno era um grande amigo desse lugar e que iriam ficar só esse dia em Sampa.

Ela não podia perder aquela oportunidade e disparou, a queima roupa, no ouvido dele:

- Eu quero você, gostoso!

Ele mordeu a isca...

- Pra onde vamos? Ele quis saber.

- Vamos pro nosso carro. Está a umas 3 quadras daqui, numa rua tranquila. A gente faz lá.

- E o Bruno?

- Ele fica conversando com o Cláudio.

Falou comigo que queria ir pro carro com o Ricardo e eu só pude concordar, mas falei que queria pelo menos assistir eles trepando. Chamei o Ricardo de lado e quis saber se podíamos confiar no Bruno. Ele disse que sim, que ele era de confiança, saudável e além do mais não nos conhecia, nem mesmo sabia onde morávamos. Falei pro Ricardo:

- Conversa com o Bruno e explica a situação pra ele.

O Ricardo conversou e explicou o que estava acontecendo. Eu confirmei.

- É isso mesmo Bruno. Somos liberais e o Ricardo, por muito tempo, foi nosso “amigo”, entendeu?

- Sem problema, disse ele.

Chamei:

- Vamos pro carro. Está perto daqui...

A Cássia já foi abraçada com o Ricardo, matando as saudades do macho dela. No caminho combinamos que eles entrariam no carro e eu com o Bruno ficaríamos encostados do lado de fora, tomando conta e vendo através do parabrisa. Chegamos lá, ele foi pro banco do motorista e ela do lado do carona. Mal entraram e começaram a se pegar. O Bruno não acreditou no que estava vendo. Eles se beijavam alucinadamente, o Ricardo já tirou os peitinhos dela pra fora e passou a chupá-los, deixando a Cássia com mais tesão ainda. Ela começou a passar a mão no pau dele, enquanto se beijavam, deixando ele mais duro ainda do que já estava. Eu e o Bruno víamos tudo pelo vidro da frente e ficamos de pau duro também.

Ela se abaixou e meteu a boca no pau do Ricardo, como sempre fazia. Ela adorava chupar aquela rola. Lambia a cabeça do pau e depois engolia ele todinho, fazendo-o sumir na sua boquinha gulosa. Quando percebeu que o Ricardo estava pra gozar, parou com o boquete, levantou o minivestido e sentou no pau dele, enterrando aquela vara todinha na buceta lisinha e melada de tesão.

O pau deslizou fácil pra dentro daquela buceta e ela começou a cavalgar nele com tesão de quem estava com muitas saudades daquela rola. Gemia, se contorcia em cima dele e pedia pra ele meter todo na bucetinha dela.

- Mete gostoso em mim, Ricardo. Estava sentindo a sua falta. Mete essa rola em mim, vai... Que saudade desse pau! Que tesão! Adoro meter com você! Seu pau é uma delícia! Me come gostoso, vai... te adoro...

O Bruno não parava de esfregar seu pau por cima da bermuda. Perguntei pra ele:

- Quer entrar na brincadeira também? Ele disse que sim...

Bati no vidro e fiz sinal se o Bruno podia entrar. Ela fez que sim e ele entrou pelo lado do carona. Eu continuei do lado de fora tomando conta pra ver se não vinha ninguém. Ele tirou o pau pra fora e, ajoelhado no banco, pegou firme no cabelo dela e fez ela abaixar a cabeça e abocanhar seu pau, já totalmente duro de tesão.

Ela tomava a rola do Ricardo na buceta e chupava o pau do Bruno. Sentava sem parar naquela rola e abocanhava o pau do Bruno todinho.

O Bruno foi a primeiro a dar sinal de que ia gozar. Dali a pouco ela também começou a gemer mais alto, a pedir mais pau e a gozar sentada naquela rola que tanto adorava. O Ricardo acompanhou os dois e dali a pouco os três explodiram numa gozada deliciosa. Ela apertava a buceta de encontro ao pau do Ricardo e tomou todo o leitinho quente do Bruno. Não deixou escorrer uma gota sequer...

O Ricardo encheu aquela buceta de porra quente e ela encharcou o pau dele com o caldinho gostoso do seu gozo. Meu pau explodia de tão duro que estava, vendo tudo do lado de fora do carro. Se recompuseram, o Bruno saiu primeiro, depois foi a vez do Ricardo e finalmente a Cássia, saciada do tesão pelo Ricardo e também pelo Bruno.

Me deu um beijo de agradecimento por ter deixado ela matar as saudades do Ricardo e de quebra experimentar um pouquinho do Bruno, que, disse ela, era um gato também. Voltamos para o bloco, trocamos os números de celulares, nos despedimos e combinamos de nos falarmos depois. Ela brincou no bloco com a bucetinha toda cheia de porra e eu fiquei o tempo todo de pau duro só de pensar que ela estava assim: gozada e saciada do tesão que sentia pelo Ricardo.

Foi incrível esse reencontro com o Ricardo e já aguardo com ansiedade um novo encontro nosso, só que dessa vez acompanhado do Bruno, mais um "amigo" gostoso para satisfazer a Cássia.

Comentários

29/03/2018 14:10:16
Delicioso. Você está corretíssimo. É melhor dividir morangos do que comer jiló sozinho .
24/02/2018 06:48:51
Dizem que onde comem dois, comem três. Rsss. Excelente conto, Claudio. Deu inveja da Cássia, com um marido cúmplice e tendo oportunidade de não só rever esse amante e ganhar ainda o amigo dele. A nota só pode ser 10. Leia os meus. Bjs.
13/02/2018 14:49:59
belo relato. Parabéns amigos
13/02/2018 13:20:17
Casal nota 10
13/02/2018 10:05:42
Tesao de mulher !! Vem para BH!!

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