Sexo na rua

Um conto erótico de Pardal
Categoria: Heterossexual
Contém 790 palavras
Data: 17/01/2018 13:26:28

Me chamo Pedro tenho 18 anos e moro em Ibirité está história que vou relatar aconteceu a menos de um mês.

Eu fico com um menina chamada Giovanna, ela tem 19 anos é magrinha, com uma boca bem carnuda e o que mais me deixa louco nela é o piercing na língua.

Nós tínhamos marcado de se encontrar numa praça perto de casa. Neste local costuma ficar cheio de casais ficando, pois é um lugar muito escuro e com diversos pontos afastados bons para ficar. Nós fomos para atrás do posto de saúde que ficava nessa praça, ficamos a sós e bem afastados de todos os outros, e começamos com o beijo, as coisas foram esquentando e ela tomou a iniciativa e passou a mão no meu pal por cima da bermuda, eu comecei a enfiar a mão por dentro do short dela e encontrei o tesouro, ela já estava muito molhada. Escorreguei a mão para dentro da sua buceta, e beijei o pescoço dela, ela só gemeu e me chamou de gostoso, foi aí que empolguei e comecei a enfiar três dedos nela num ritmo frenético. Ela tirou minha rola pra fora e começou uma punheta tão boa, nesse ritmo intenso eu pedi ela pra bater um boquete porém naquele lugar era fácil de alguém nos ver, então ela negou e continuou a punheta eu gozei. Fiquei ali extasiado com a cena, e continuei dedando ela, tentando fazer ela gozar e eu beijava o pescoço dela deixava ela super arrepiada e pedindo mais.

Como eu tava com muito tesão perguntei se não ia rolar um boquete ela foi e disse que era melhor nós descer pro campo pq lá é muito escondido. Nós descemos chegando lá ela já ajoelhou e começou e boquete, mas eu vi alguém vindo na rua de cima aí eu já disfarcei a pessoa subiu de volta quando nos viu, eu fiquei com medo de alguém chegar aí nós descemos mais um pouco e ficamos atrás de uma árvore o lugar era perfeito era impossível de alguém nos ver.

Eu comecei a beija ela e pedi um boquete, ela ajoelhou e começou, ela passava o piercing na cabeça eu ficava doido quase gozei. Eu levantei ela e prendi ela na parede e comecei a sarrar na buceta dela, ela não aguentou e pediu pra eu comer ela. Ela rapidamente ficou pelada e desceu minha bermuda e tentou meter em pé mesmo mas tava difícil então eu sentei e ela começou a cavalgar, aquilo tava muito bom, eu sentia medo de alguém aparecer e isso aumentava o tesão, os peitos dela ficaram Me chamo Pedro tenho 18 anos e moro em Ibirité está história que vou relatar aconteceu a menos de um mês.

Eu fico com um menina chamada Giovanna, ela tem 19 anos é magrinha, com uma boca bem carnuda e o que mais me deixa louco nela é o piercing na língua.

Nós tínhamos marcado de se encontrar numa praça perto de casa. Neste local costuma ficar cheio de casais ficando, pois é um lugar muito escuro e com diversos pontos afastados bons para ficar. Nós fomos para atrás do posto de saúde que ficava nessa praça, ficamos a sós e bem afastados de todos os outros, e começamos com o beijo, as coisas foram esquentando e ela tomou a iniciativa e passou a mão no meu pal por cima da bermuda, eu comecei a enfiar a mão por dentro do short dela e encontrei o tesouro, ela já estava muito molhada. Escorreguei a mão para dentro da sua buceta, e beijei o pescoço dela, ela só gemeu e me chamou de gostoso, foi aí que empolguei e comecei a enfiar três dedos nela num ritmo frenético. Ela tirou minha rola pra fora e começou uma punheta tão boa, nesse ritmo intenso eu pedi ela pra bater um boquete porém naquele lugar era fácil de alguém nos ver, então ela negou e continuou a punheta eu gozei. Fiquei ali extasiado com a cena, e continuei dedando ela, tentando fazer ela gozar e eu beijava o pescoço dela deixava ela super arrepiada e pedindo mais.

Como eu tava com muito tesão perguntei se não ia rolar um boquete ela foi e disse que era melhor nós descer pro campo pq lá é muito escondido. Nós descemos chegando lá ela já ajoelhou e começou e boquete, mas eu vi alguém vindo na rua de cima aí eu já disfarcei a pessoa subiu de volta quando nos viu, eu fiquei com medo de alguém chegar aí nós descemos mais um pouco e ficamos atrás de uma árvore o lugar era perfeito era impossível de alguém nos ver.

Fim da parte I. Se quiserem a continuação comente. Beijos

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Comentários

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Dizem que na hora do tesão, não tem hora e nem lugar. Tudo serve. Como aconteceu contigo e essa garota. Gostei do conto, só que valeria a pena fazer uma revisão para ficar ainda melhor. Eu mesma já transei com um desconhecido dentro do cinema. Venha visitar meus contos. Bjs, Val.

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Delicia este começo, Pedro. Transar em local público é sempre mais gostoso pelo perigo e adrenalina à mil. A narrativa está boa, se bem que teve repetição de texto. Sugiro que você entre em seu painel, na opção ¨editar¨ e corrija isso, através de revisão. E podia aproveitar para continuar aqui mesmo, já que a história promete. Deixo a nota máxima e convite para vir ler as aventuras desta insana. Beijos.

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