O funcionário da fábrica do meu estágio me comeu - Parte 3

Um conto erótico de Rodrigo
Categoria: Homossexual
Contém 790 palavras
Data: 07/01/2018 14:45:56

Com o fim do meu contrato na fábrica de painéis, aconteceu algo que não esperava: recebi uma proposta de emprego na fábrica. Foi uma proposta que fiquei com um pouco de receio no início, mas acabei aceitando, visto que a remuneração aumentou consideravelmente. Foi uma proposta que não poderia recusar, mesmo não gostando muito do trabalho. Por esta razão, fui contratado como empregado na fábrica.

O serviço na fábrica era muito tranquilo, já estava bem acostumado, o salário era consideravelmente bom, e ainda tinha o fator Bode. Como esse cara era um tesão, adorava o seu jeito marrento, como se mandasse na fábrica. Sua barbicha de bode o deixava com um ar canastrão que fazia meu pau subir.

Não bastasse isso, ele havia terminado com a namorada. Aquilo foi uma notícia que me deixou um pouco feliz, não vou mentir. Nunca tive nenhum tipo de atração pelo Bode a não ser a sexual, mas saber que a namorada não ia mais dividir aluguel da casa com ele me fez pensar em como ele poderia me convidar mais vezes para ir até lá para me comer.

Então aconteceu o que eu jamais poderia imaginar. O Bode me convidou para dividir aluguel com ele. Caralho, aquilo me fez pensar muito, principalmente pelo fator sair de casa. Para mim seria mais vantajoso, pois meu curso e a fábrica ficavam na mesma cidade, eu ia economizar o ônibus e seria mais cômodo. Minha mãe nunca foi superprotetora, e quando eu falei que estava pensando pareceu até que ela queria se livrar de mim. Bom, eu pensei por apenas um dia e resolvei aceitar a proposta, caralho, eu já sabia muito bem o que iria acontecer, e aquilo me enchia de tesão.

Depois de feita a mudança, percebi o quanto tornaria minha vida mais prática, pois ele morava muito perto da fábrica. Eu nem acreditava que estava morando com o Bode.

- Escuta aqui viadinho...- Ele disse no primeiro dia - Se você acha que vai ser fácil morar aqui, tá enganado.

- Eu sei.

- Então... Como você vai pagar uma parcela menor, vai ter que fazer uns servicinhos extras...

- Tipo limpar a casa?

- Tipo limpar a casa... Isso mesmo... - Ele disse, dando um sorrisinho - E também, agora que não tem mais uma bucetinha pra eu comer aqui... Acho que você que vai ter que dar um jeito no meu amigo aqui - Ele falou, apertando o volume nas calças.

- Entendi... Haha... - Dei uma risadinha nervosa.

- Então viadinho, o que tá esperando pra vir aqui pegar na piroca?

Prontamente me ajoelhei e ele tirou o pau já duraço pra fora, aquela rola era maravilhosa e me fazia salivar. Abocanhei aquele pau de uma vez só e comecei a mamar igual um cabrito.

- Isso viadinho... Assim... Que boquinha gostosa...

- Tá gostando?

- Ô caralho! - Ele me deu um tapa na cabeça - Como que eu falei pra você falar comigo?

- Desculpa... Tá gostando, meu macho?

- Isso, assim mesmo viadinho... Mama caralho... Eu sou o macho, e você minha putinha.

- Sou sim, meu macho.

Ele segurou minha cabeça e fechou os olhos, fazendo o movimeno de vai e vem com o meu crânio. Eu mantinha minha boca aberta, acariciando aquele pau com meus lábios como um mero objeto de prazer sexual daquele homem.

- Isso! Chupa o meu pau, seu viado! Assim... Puta!

- Me bate? Meu macho - Eu pedi, adorava quando ele ficava agressivo.

- Gosta é?

- Gosto, meu macho.

- Então toma! - Ele deu um tapa na minha cara, me colocando no meu lugar - Viado do caralho!

Aquela agressividade me enchia de tesão.

- Pode me bater, meu macho, a hora que você quiser.

- Pode deixar, viado.

Ele empurrou minha cabeça novamente pro seu pau, como se quisesse que eu chupasse ele logo de uma vez ao invés de perder tempo falando.

- Assim... Isso... Aperta os lábios viadinho, tô quase!!

Prontamente obedeci sua ordem e aumentei o ritmo do vai e vem, vi ele se fechar os olhos e ranger os dentes, ele estava prestes a gozar.

- Vou gozar caralho... - Ele anunciou.

- Goza meu macho.

- Cala a boca viado! - Ele continuou metendo sem se importar - VOU GOZAR!! VOU GOZAR VIADO!!

O seu sêmen inundou minha boca.

- AAAAAAAH!! - Ele urrava como um animal.

Senti o seu pau empurrando cada vez mais a porra como se ele quisesse atingir minha gargante, um gosto amargo que me enchia de tesão, era a recompensa que eu recebia por agradar aquele homem mandão e dominante.

- Eita caralho! - Ele se contorceu um pouco quando eu continuei chupando pra limpar o seu pau - Ssssss... Pronto viado! Já gozei caralho! - Ele me empurrou para eu me afastar do seu pau. Vestiu as calças novamente, se sentou na poltrona e ligou a televisão da sala.

Parece que as coisas seriam assim daqui pra frente.

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Comentários

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E assim o conto revela como se dá uma relação sádica, para não dizer abusiva.

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Olha sinceramente não sei como tem pessoas que gostam de ser objetivos na mão de homens,seu comto tem uma levada até boa mas vc conduziu ele pra um caminho que eu acho horrível, esses novos que vc deixa ser tratado é lamentável,porquê tudo com carinho e respeito muito mais excitante.

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