Casa dos Contos Eróticos

SURUBA NA VARANDA

Categoria: Heterossexual
Data: 05/01/2018 00:28:17
Última revisão: 07/01/2018 23:11:28
Nota -
Assuntos: Anal, Oral, Heterossexual
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SEXO DO FUTURO - Parte quatorze

- Mas, onde caralhos eu estou?

- Não se lembra? - quis saber o negrão - Nós fizemos uma viagem ao futuro!

- Ah, porra, tu deve estar zonando com minha cara. Fala sério!

- Pois estou falando sério. Mas Eva disse que a gente costuma perder a memória quando faz uma viagem no tempo...

- Caralho! E eu vou ficar sem lembrar de nada a vida toda???

Eva, no entanto, estava de volta ao dormitório onde estivera antes, transando com o casal. Foi ela quem respondeu a pergunta da taxista:

- Não, não, você não vai ficar desmemoriada para sempre. Logo estará lembrando de tudo sobre a tua vida. Mas gostaria de convidar ambos para assistirem uma das mais bonitas imagens dos nossos dias. Eu gosto muito. Venham comigo...

Antes de saírem do amplo quarto onde estavam, a mulher do futuro retirou um par de roupas de couro, da cor branca, e entregou a ambos.

- Como sabe qual tamanho vestimos?

- Ah, essas vestimentas são adaptáveis a qualquer tamanho. Vistam. Poderiam vir do jeito que estão, ambos nus, mas iriam chamar muito à atenção.

O casal vestiu as indumentárias de couro e logo seguiam Eva por um longo corredor cheio de portas, todas fechadas. A taxista perguntou novamente:

- Onde estamos?

- Aqui é o laboratório de pesquisas, único no Brazil, que agora é escrito com "z". É um país superdesenvolvido, graças à sua parceria industrial com os States. Aqui são fabricados quase todos os produtos vendidos no mercado: de alimentos a armas. E quanto a elas, apenas nossos laboratórios têm essa autorização.

Depois de caminharem por quase dez minutos sem ver uma única pessoa, avistaram uma sacada iluminada.

- Preparem-se para vislumbrar o futuro. Tenho certeza de que ficarão chocados. - Afirmou a mulher.

A primeira coisa que passou pela cabeça do sargento Brizola foi o mau pensamento de que a Terra teria sido destruída. Reflexos dos filmes de ficção científica que ele tanto gostava de assistir. Preparou-se para uma imagem desoladora, mas foi totalmente surpreendido pelo que viu.

A taxista estava maravilhada. A visão era belíssima. No entanto, todas as construções eram formadas por prédios altíssimos, ligados uns aos outros por estradas que passavam por dentro dos edifícios. Milhares de carros pequenos, onde só cabiam duas pessoas, voavam entre os espaços sem estradas, circundando os espigões que pareciam ultrapassar a alturas das nuvens branquíssimas. Não havia poluição do ar. Todas as pessoas vestiam uniformes como aqueles em que estavam metidos, de cores diversas. O céu formava uma abóbada linda, de tão azulada. As pessoas pareciam felizes. Mas a taxista não conseguiu avistar nenhuma criança. Viu apenas alguns rapazes aparentando pouco mais de quinze anos de idade. Porém, nenhum era bebê. Ficou curiosa.

- Cadê o povo infantil? Não existe?

- Existe, sim, amiga. Mas as pessoas são criadas em uma espécie de laboratório, depois da inseminação in vitro. Ficam aos cuidados dos técnicos que trabalham em engenharia genética, e só são entregues aos seus pais depois que aprendem a ler, escrever, e e uma série de coisas úteis à sua nova vida. -, respondeu a mulher de cabeleira lilás.

- Porra, vocês não fodem, não têm filhos como todo mundo???

- Nossa genética mudou com o tempo. As mulheres não têm mais útero. Coletamos sêmen do macho para gerar novos filhos in vitro. A maioria dos casais preferem ter dois, no máximo. Na verdade, um casal, já que conseguimos saber o sexo do futuro bebê, graças a análises em laboratório dos espermatozóides.

- Puta que pariu, ô meu. Isso é vida de corno e rapariga. Prefiro minha época.

Brizola não dizia nada, admirado com tanta beleza. Aí, a mulher do futuro alertou-o para o espetáculo que viria a seguir:

- Preparem-se. Hoje é noite de Ano Novo. Em poucos minutos, vocês verão uma imagem inesquecível.

Não mentia. De repente, a imensa claridade deu lugar a uma escuridão profunda. Então, o céu ficou iluminado por milhões de estrelas e planetas distantes. Apenas uma luz se movia naquele lindo firmamento. Eva disse:

- A estrela natalina. Conseguimos capturar uma imagem dela através dos tempos, anunciando o nascimento de Jesus. Acho que é o único vestígio religioso que temos, por causa da sua beleza. Observem agora:

Inesperadamente, começou uma queima de fogos. O espetáculo era lindo, porém barulhento. Cada pipoco dos fogos de artifícios fazia o peito do sargento tremer. A taxista estava admirada, mas também assustada. Brizola olhou para baixo. Deveriam estar numa altura de mais de duzentos andares. Uma explosão de luz aconteceu a pouco metros deles. A taxista se jogou no chão, temendo ser atingida.

- Não precisam ter medo. Esses fogos são inofensivos. Apenas apreciem o espetáculo.

- Alguém deve gastar uma fortuna com esses fogos. Quanto tempo dura a queima? - Perguntou o negrão.

- Dura exatamente doze horas. E, atualmente, não é gasto nem um centavo dos cofres públicos. Tudo isso é virtual. Usamos a imensidão do céu para projetar essas imagens, como se fosse um cinema.

- Caralho! Isso é maravilhoso. O que o homem quer, o homem consegue. O que mais tem para nos surpreender? - Perguntou o policial.

- Não quer continuar assistindo o espetáculo? Eu adoro...

- Não é muito diferente do que costumamos ver, só que numa dimensão centenas de vezes maior. Mas confesso que já cansei de ver fogos de artifícios. Preferia resolver primeiro o que viemos resolver aqui.

- Ah, agora estou lembrada. - Exultou a taxista - Viemos foder uns caras que explodiram um shopping, não foi?

- Sim, é verdade. Mas, neste momento, tem uma equipe nossa tentando localizar os sujeitos. Então, relaxem e deixem esse trabalho com a gente. Você só precisará matá-los, a todos, para poder passar à História, querido.

Brizola esteve um tempo pensativo. Depois, perguntou:

- Não é crime matar, no futuro? Confesso que não sou muito chegado à mortes. Prefiro resolver as coisas de um jeito mais pacífico.

- Infelizmente, matar é a única maneira de evitar que eles visitem a tua época. E não. Pra você, que é policial, existe uma permissão para matar.

- Como assim?

A mulher de cabelos lilazes chamou o casal a se sentarem em poltronas de formatos futurísticos, que havia perto. Quando se acomodaram, ela explicou:

- Deixe eu contar uma longa história, tentando resumi-la ao máximo. O crime no mundo chegou a ficar tão sem controle que uma equipe mundial de policiais se reuniu em seminários para achar uma solução. Depois de muita discussão, foi instituída a pena de morte universal. A ordem era matar quem cometesse crimes graves, já que não teria cadeia suficiente para acomodar tanta gente. Cada país formou seu exército de policiais especiais. O objetivo era acabar com a criminalidade em cada cidade do mundo. A primeira escolhida foi Nova Iorque. Policiais escolhidos de todo o mundo rumaram para lá, formando uma espécie de força-tarefa. Fizeram uma lista de condenados por crimes hediondos que se encontravam foragidos. À medida em que esses policiais iam achando um criminoso americano procurado, este era eliminado sumariamente. Fazia-se valer a pena de morte universal.

- Isso deu certo? - Perguntou o sargento.

- Sim, deu certo. Mas o passo principal foi o desarmamento mundial. Armas foram destruídas em comum acordo e nenhuma mais poderia ser fabricada em nenhum país do mundo. Deram um prazo para que se entregasse as que possuíssem. Claro que, quem era bandido, se recusou a cumprir a ordem. Foram caçados, assassinados e suas armas destruídas. Mesmo assim, os marginais resistiram. Passaram a fabricar, clandestinamente, armas cada vez mais possantes. Foi quando foi criado nosso laboratório de pesquisas. Inventamos um artifício que localizava armas em qualquer parte do Globo. Uma espécie de radar mundial. Quando acionado, fazia a arma explodir, principalmente se estivesse tocada por mãos humanas. Criamos um mecanismo que passou a ser usado em todas as armas fabricadas pela gente. Porém, se seu usuário fosse a óbito, a arma se desintegraria logo depois.

- Bem bolado. Porém, acho que me lembro de você ter me dito que os policiais se tornaram bandidos...

- É verdade. Com o tempo, ninguém mais ousava cometer crimes passíveis de punição severa. Porém, espancamentos e pequenos furtos não eram nem considerados crimes. Acabaram-se as prisões. Os governos não precisavam mais gastar com cárcere. Apenas com unidades de recuperação de infratores. Estes tinham que pagar por suas estadias em unidades recuperadoras. Se não tivessem dinheiro, a família, parentes ou até amigos, pagariam pela alimentação, pelos salários dos profissionais que tratariam desses delinquentes etc. Se o indivíduo se mostrasse irrecuperável, aplicavam nele a pena de morte.

- Nossa, que cruel. - Disse a taxista.

- Cruel, é verdade. Mas funcionou. O crime grave foi erradicado da face da terra. Por longos e longos anos. Infelizmente, voltou com tudo.

- Como assim? - Dessa vez quem fez a pergunta foi o negrão.

A mulher do futuro fez uma cara triste. Continuou:

- Únicos donos de armas no planeta, os policiais começaram a agir como bandidos. Espancavam mulheres, matavam quem quisessem, pois usufruíam do direito de matar. Acharam uma maneira de neutralizar a destruição das armas fabricadas pelos nossos laboratórios e criaram seu próprio rastreador de armas. Não conseguimos mais destruir as armas que fabricamos para eles. Elas agora só se autodestroem quando seus donos perecem.

- Entendi. - Disse o sargento, enquanto a taxista estava embasbacada com o que ouvia - Mas como vou poder enfrentá-los sem armas?

A mulher do futuro sorriu. Disse como se tivesse em mãos um grande trunfo:

- Reza a lenda que você criou uma arma que não pode ser detectada por eles, e isso os derrotou. Só temos de localizar onde se formou aquele grupo que atacou tua época. Isso, o laboratório pode conseguir.

O sargento levantou-se e caminhou de volta à varanda. A belíssima queima de fogos de artifícios continuava lá fora. A taxista foi atrás dele. Abraçou-o pelas costas, pegando em seu pau.

- Dê um tempo nessa história, amor. Estou com vontade de trepar novamente.

Ele não respondeu. Parecia absorto. Ela continuou apalpando sua rola por cima das vestes. A mulher do futuro se aproximou de ambos. Apertou uma espécie de botãozinho contido um pouco acima da linha da cintura do negrão, perto do umbigo, e o uniforme do cara pareceu se desmanchar por completo, deixando-o totalmente nu. O negrão continuou pensativo, sem dar a mínima atenção ao que estava acontecendo.

A taxista agachou-se entre suas pernas e abocanhou-lhe a cabeçorra da glande. O cacete permanecia inerte. Enquanto a coroa o acariciava pela frente, a mulher de cabelos lilazes o lambia nas costas. Brizola sentiu um arrepio na espinha, mas não se moveu. Estava, realmente, quase que totalmente tomado por seus pensamentos. Uma pergunta martelava sua mente: que arma iria inventar para poder vencer a guerra que era iminente?

Então, sentiu o pau dar sinais de vida. A taxista também deve ter percebido, pois passou a mamá-lo com mais voracidade. Eva tocou-lhe entre as nádegas, pedindo verbalmente que ele abrisse mais as pernas. Sentiu-se abraçado por trás. Aí, aquela coisa, novamente, invadiu seu ânus. Quando ele espremeu as nádegas, impedindo a invasão do seu buraquinho, a mulher tocou um nervo em seu pescoço, deixando-o paralisado. Quis empurrá-la para longe de si, mas o corpo não atendeu as suas vontades. Eva levou uma das mãos ao seu pau e apertou um nervo entre o ânus e o saco escrotal. O cacete enorme do negrão ficou ereto no mesmo instante. A taxista deu um brado de alegria. Masturbou-o com mais ênfase e ficou esperando uma esporrada na cara. Esta não veio. Levantou-se, pegou no pau do cara e apontou-o para o seu buraquinho, depois de ficar de costas para ele. Pincelou o ânus com a cabeçorra, até se sentir lubrificada. Ela mesma invadiu-se com o caralho do cara. Sentiu o negrão estremecer. Em seguida, o membro dele inchou, anunciando o gozo. Ela gritou:

- Não, agora não. Deixa eu gozar também.

Avisou tarde. Sentiu-se inundada por um jato de porra do negrão, tão intenso que lhe deu a impressão de que ele havia depositado um barril de esperma dentro da sua bunda.

Fim da décima quarta parte

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