apenas meia hora

Um conto erótico de may
Categoria: Heterossexual
Contém 1776 palavras
Data: 24/12/2017 11:58:08

Apenas meia hora, vou contar pra vocês que em apenas meia hora podemos fazer muita coisa. Tudo começou quando tive de trabalhar no comercio, nessa época eu era meio gordinha um pouco acima do peso, meu marido começou a reclamar e isso levou nosso relacionamento a passar por um mau momento.

Certo dia conversando com uma amiga, desabafei e ela que se prontificou a me ajudar, certo dia essa minha amiga disse que um jeito de eu retomar meu casamento seria fazer com que meu marido sentisse saudade de mim eu teria que passar um tempo distante de casa já que tínhamos um pequeno comercio e ambos trabalhávamos nele e o mesmo era colado a minha casa, então passávamos quase que vinte e quatro horas juntos.

Pois bem um dia minha amiga arrumou para mim um trabalho de vendedora de loja no centro da cidade e o horário de almoço era apenas uma hora, não dava pra ir em casa então eu acabava apenas lanchando e isso esta era me engordando mais.

Um dia em um desses lanches conheci Felipe um rapaz super atraente e comunicativo a conversa com ele esta tão gostosa que esqueci de lancha naquele dia, nos dias seguintes tornei a encontrá-lo e sem querer comecei um regime, pois começávamos a conversar e quando percebia já era hora de voltar ao trabalho, e por incrível que pareça não sentia fome após nossas conversas, pois com o tempo as conversas foram se tornando mais picantes e isso começou a aguçar minha mente que já pensava em outro tipo de comida.

E sem notar perdi alguns quilos e com isso meu marido percebeu algo diferente, os elogios começaram a voltar, elogios do tipo trabalho em loja ta te fazendo bem, você ta ficando mais gostosa e coisas do tipo.

Um dia Felipe se declarou falou que estava afim e mim, na hora pensei em terminar a amizade, porem ele disse que queria me fazer uma surpresa perguntou se eu aceitaria.

No outro dia eu não já estava louca pra chegar à hora do almoço, porem minha chefa avisou a todos que devido à chegada da época natalina nosso horário de almoço seria reduzido e nos teríamos somente meia hora.

Então liguei para o Felipe e avisei que não daria para conversar com ele, pois teria somente meia hora para o almoço.

Sorrindo ele falou que era o suficiente, curiosa com a surpresa aceitei, quando deu meio dia um taxi estava me esperando na porta da loja entrei e não vi Felipe perguntei ao motorista aonde iríamos, ele disse ser surpresa.

Pediu para eu fechar os olhos que rapidamente descobriria do que se tratava, foi rápido mesmo acho em menos de cinco minutos eu ouvi o motorista falar com alguém semi abri meus olhos e notei que estamos entrando em um motel. Nossa meu coração disparou naquele momento pensei em sair do carro, pois nunca tinha conversado nada com Felipe a respeito de algo entre nós, o taxi parou em um dos quartos e desci e ele em silencio se foi, restava-me apenas ter de entrar e ver o que me esperava.

Quando entrei tive outro susto todo o quarto esta coberto por pétalas de rosas e onde seria a cabeceira da cama tinha um pôster gigante com duas fotos minhas uma escrito, antes e outra agora.

Percebi naquela hora como tinha mudado, pela foto acho que apostaria em uns vinte quilos de diferença, fiquei pasma como nunca tinha me atentado a isso.

Então uma voz vinda do banheiro disse cuida, só temos meia hora, então olhei no relógio e disse não agora somente vinte minutos.

Quando levantei a vista vi na porta do banheiro um homem do corpo lindo todo torneado, parecendo aqueles de academia, todo malhado, nunca tinha prestado atenção em Felipe como era bonito, moreno claro, mais ou menos um e setenta a um e oitenta, sei lá.

Pernas grossas, mãos grande, sorriso lindo e o principal uma rola de fazer inveja a muito negão por ai. Não era grandão, mas acho que era diferente, pois já tinha assistido muito filme de sexo com meu marido e “estava acostumada” a ver rolas, mas a de Felipe era diferente era rosada grossa tinha umas veias tipos aquelas que aparecem nos braços dos homens que malham, a cabeça brilhava de tão lisa era rombuda, aquilo me hipnotizou de tal forma que quando notei estava de joelhos aos pés daquele homem passando a língua naquela ferramenta bem de leve como se tivesse lambendo um sorvete, somente com a ponta da língua eu rodeava a cabeça do pau dele, como seu eu fosse uma profissional, parece que agradei tanto que ele gemia, ficando na ponta dos pés, hora eu lambia hora eu engolia parte dela.

Nossa aquilo estava sendo uma das experiências mais deliciosas que eu já tivera, dado momento ele me ergueu pelos braços me levou para a cama e iniciou uma chupada que me levou ao céu (meu marido nunca tinha feito isso).

Fiquei louca, mas queria provar aquele homem dentro de mim queria aquele pau cabeçudo dentro de mim, nesse momento fiz outra coisa que nunca tinha feito, sem querer quase que hipnotizada fui virando de costas pra ele, parece que ele entendeu, pois foi me ajudando e se posicionado atrás de mim e com carinho foi posicionando aquele cacete bem na entrada do meu cuzinho que também era intocável até o momento.

Quando senti aquilo bater a porta de meu cú pensei em desistir, mas a sensação foi tão gostosa que estremeci, ele empurrou um pouco a leve pressão daquele pau tentando entra em mim foi avassaladora, parece que eu esperava isso a tempo, senti meu cuzinho fazer tipo uma boca comendo um pedaço de carne, se abriu um pouquinho e mordeu, mais um pouco e mordeu.

Isso levou Felipe à loucura e seu pau parecia um ferro em brasa, pois meu rabo ardia como que pegando fogo, mas aquilo tudo estranhamente me deixava louca de tesão, entre gemidos de dor é paradinhas, senti aquele mastro me alargando o rabo que era um misto de dor mais uma dor muito gostosa uma dor que eu queria sentir.

Não vou dizer que não doeu, não, doeu e muito. Mas eu queria aquilo eu arrebitava a bunda para sentir cada centímetro entrando, uma paradinha e percebi que seu saco bateu em minha bunda, nossa não acreditei que tinha aguentado tudo aquilo e logo na primeira vez.

Nesse momento iniciei um rebolado parecendo uma passista de escola de samba.

A dor voltou um pouco, pois com isso ele começou a dar estocadas fortes, parecendo que queria entrar mais fundo em mim, sentei-me sem tirar o pau do meu cu virei de frente pra ele e iniciei novamente um rebolado e agora mais que nunca.

Comecei a falar palavras desconexas, tipo eu te amo, meu macho, sou toda tua.

Nossos corpos suavam nossos movimentos aumentava o prazer que aquele homem estava me proporcionando era único e indescritível, gozei no pau dele do jeito que nunca acontecera antes, pois acho que gozei pelo cu e pela boceta ao mesmo tempo, eu tremia sentada naquela rola maravilhosa, minhas pernas ficaram sem forças eu soluçava e ele demanchou-se em esperma parece que tinha acumulando o esperma da vida inteira só pra deixar dentro do meu rabo naquele dia, não sei se por fome ou fraqueza devido ao esforço.

Levantei da cama e caminhei tremula para o banheiro olhei para trás e vi dando um belo sorriso de satisfação.

Distraída debaixo do chuveiro enquanto me lavava não percebi sua entrada no Box. Só senti aquela mão suave percorrendo meus seios e falando ao meu ouvido, eu, amo, você.

Parece que aquilo me ligou novamente minha vontade, estiquei as mãos para trás e puxei-o de encontro a mim que já estava com o pau novamente duro.

Dessa vez ele não teve dó, lambuzou sua rolona e foi enfiando novamente em meu cu de uma vez só sem parar, a cada centímetro que entrava eu ia ficando na ponta dos pés, quando ele terminou de enfiar tudo no meu cu eu já estava quase pendurada na parede à dor dessa vez foi dobrada gritando feito louca agüentei ele socando no meu rabo como se tivesse batendo com um martelo, seu movimentos rápidos me fizeram novamente estremecer, como estava de pé fui sem querer arrebitando a bunda e agachando quando senti o esperma quente dele inundando novamente meu reto.

Como um louco ele urrava até que relaxou e senti seu pau saindo da minha bunda que ardia ainda mais. Porem agora mais satisfeita e mais aberta é claro.

Saímos do motel cada um em um taxi, cada qual segui seu destino, durante todo o dia e a noite “esteve comigo”, pois sentia o ardor e a sensação daquele pau ainda dentro de mim.

Durante uns quinze dias Felipe me teve todas as horas do almoço.

E claro que ele teve de se contentar em só comer meu cú, pois o cú podia ser dele, mas minha boceta tinha dono e era o amor da minha vida meu marido.

Após esses dias decidir que não era justo meu homem não degustar do prato que Felipe adorava então decidi fazer uma surpresa para meu marido.

Levei-o para o mesmo motel que Felipe me levou e deixei meu marido se esbaldar em meu cu é lógico que ele estranhou um pouco a abertura, mas como confiava muito em mim relaxou e gozou abundantemente e o pior que apesar de eu amar dar o cu para Felipe o prazer com meu esposo fora quase, eu falei quase, que igual ao que tive com Felipe.

E assim nosso casamento tornou-se muito mais intenso (ah já ia me esquecendo ele também notara que meu corpo estava mudado que eu estava mais linda, que só não tinha falado antes com medo que eu procurasse outro homem.

Meu relacionamento com Felipe durou uns cinco anos, até que engravidei, pra falar a verdade não sei que é o pai por que a época tornei os dois meus homens, maridos, amantes e o melhor.

Todos os meus buracos eram saciados diariamente pelos dois9 é lógico sem nenhum deles saber que o outro me comia.

Acho que já estava me tornando uma devoradora sexual, mas é e só ficava satisfeita quando sentia que tinha satisfeito meus dois homens, e na loja já começava a perguntar que era Felipe.

Hoje eu meu marido e meu filho vivemos muito bem, e em homenagem a mim dei o nome de meus homens a meu novo amor.

Luiz Felipe é claro.

Beijo a todos e até o próximo conto.

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Comentários

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Muito bom, realmente um tesão, estou interessado tbm, rsrsrs marcosvol14@gmail.com lhe espero

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Adorei esta conto tbm. Voce é sensacional. Gostaria de conhece-la pessoalmente. Beijos e xupadas. vagner51abc@hotmail.com

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