Perdi uma aposta pro meu amigo de infância

Um conto erótico de PaulaCDzinha
Categoria: Homossexual
Contém 1699 palavras
Data: 23/12/2017 03:40:14

"Vou fazer uma aposta com você", disse o Marcos. Eu olhei para ele com ares de estranhamento. "Eu aposto que meu time vai ganhar hoje", ele completou. Logo me passou pela cabeça que o time dele nunca ganha...

"Mas o seu time nunca ganha.", eu completei e ele deu um sorriso sem graça. "Como vai ser essa aposta?", perguntei.

"Se você ganhar, te dou cemzão. Se eu ganhar, você tem que fazer o que eu quiser por uma semana. Vou ficar sozinho em casa a semana que vem, inteirinha, e você sabe que eu odeio ficar sozinho." Explicou, e deu uma piscada, como quem planejasse algo.

"Mas... Você sabe que seu timinho nunca ganha, né? Vai perder a aposta e eu vou ganhar 100 pila facinho, pra gastar por aí." Ele concordou, fazendo um Uhum, como se não tivesse convencido que isso aconteceria.

"Se eu ganhar, você vai ter que fazer o que eu quiser por uma semana." Disse, com um sorriso de canto de boca. Eu fiz que diz com a cabeça, e a gente apertou as mãos, firmando a aposta.

Já estava até imaginando o que eu faria com esse dinheiro"Te vejo às nove, ok?" O Marcos falou, e eu concordei franzindo os ombros. Como eu tinha perdido essa aposta? Não era justo! Eu precisava desses cem reais. Ele decidiu que eu passaria a semana toda com ele, o dia inteiro, começando por hoje a noite, já que a gente não teria aulas a semana toda. Não sei como, de repente, aquele timeco ganhou o jogo, mas foda-se.

Eu respirei fundo e me preparei pra ir, sabendo que se me atrasasse, ele se preocuparia. O Marcos age um pouco estranho comigo, sempre foi assim. Acho que ele me enxerga como pequeno, tímido, o que tá ok por mim. Sim, eu sou pequeno, peso 60 kg e tenho pouco mais de 1,60. Meu cabelo é comprido e loiro, meu rosto, fino, igual de uma menina. Tenho olhos azuis, e, segundo alguns colegas, labios "sensuais".

Eu sempre fui gay, 100%, mas ninguém me enchia o saco por isso. Talvez por terem medo do Marcos, pra ser honesto, mas fico feliz por não ter apanhado por aí, então pra mim funciona.

O Marcos é alto, acho que deve ter 1,90 ou algo próximo, com uns 95kg de puro músculo. Ele é moreno, com cabelos um pouco compridos, olhos marrons brilhantes, hipnotizantes. Ele tem um rosto forte, másculo, e a pele cor de chocolate, linda. É o exato oposto de mim, de toda forma possível.

Dizer que eu nunca tinha fantasiado com ele seria uma mentira descarada, já que ele é o astro de todos meus sonhos eróticos. Mas sempre mantive isso bem escondido. Nunca fiquei manjando a rola dele ou olhando pra bunda enquanto ele passava. Eu posso ser pequeno, parecer inocente, mas só por fora.

Ok, sendo honesto, eu sou uma putinha safada.

Tá, não uma puta, por que era virgem até então, maaas... Quase isso. No que eu pensava era uma história completamente diferente. Se você contasse quantas vezes por dia eu imaginava ser fodida por um cara gostoso, você pensaria que eu já transei com meio mundo.

Se eu não tivesse medo de ter alguma coisa maior que um vibrador pequeno no meu cuzinho, eu provavelmente teria dado pra quase um batalhão. Mas, tenho medo de qualquer coisa um pouco maior perto do meu bumbum. É bem idiota, se você considerar o quanto gosto de brincar com ele, mas prefiro coisas pequenas, e que eu esteja controlando, pra controlar o que estou sentindo.

Respirei fundo de novo, brinquei um pouco com o meu cabelo no espelho, assoprando os fios pra cima. Mordi meu lábio de baixo, pensei em colocar um pouco de brilho labial, mas resolvi que isso seria gay demais, até pra mim.

Finalmente, decidi que eu estava bonito, e fui pra casa do Marcos.

No caminho, fiquei imaginando o que ele me obrigaria a fazer. Talvez alguma coisa safada, mas duvidei... Ele era completamente hétero. Além disso, eu não ia querer o pau dele dentro de mim, né? Ri, e depois suspirei. Claro que eu queria ele, seria uma idiota em não querer. Mas com o tamanho da mala, considerando o tamanho dele, ia doer muito. Talvez, depois ficasse gostoso, igual quando quando brinco sozinha. De ficar pensando nisso, me fez o meu pau dar sinal de vida, então tentei me distrair.

Já sei, ele vai me fazer limpar o quarto dele, conhecia ele faz tempo. E vai me fazer cozinhar. Fazer a lição de casa. Não achei que seria ruim, então só dei de ombros e toquei a campainha. O Marcos tem dinheiro, e todo mundo sabe disso. A casa dele é a melhor do bairro inteiro, e ele não fazia média. Era uma casa grande, com quatro janelas no lado da frente, mais três em cima. São 8 quartos no andar de cima, e 3 banheiros, além das suites. No andar de baixo, uma sala de estar, garagem, sala de jantar, um banheiro grande, um escritório e uma sala de estudos. Nos fundos, os pais dele tinham feito um anexo pra ele, pro seu filho único, que sempre recebeu um monte de mimos. Pra eles, o Marcos era um garoto exemplar. Ele sempre aprontou, mas nunca fui pego, ou nunca ligaram... Essa casinha dele era melhor que a minha, e eu já tinha passado várias noites lá por que ele não gostava que eu voltasse à pé de noite, por causa de onde eu moro.

Quando eu percebi, ele estava na porta, e mal tive tempo pra dizer alguma coisa, e ele me puxou pra dentro e fechou a porta.

"Chegou cedo." Falou rápido, eu dei de ombros e fiquei olhando enquanto ele sorria. "Já que chegou cedo, a gente pode começar antes." Ele disse e fez o gesto para que eu o seguisse. Fiz o que ele pediu, e me levou até sua casa, e depois até o banheiro. "Coloca a roupa que eu separei pra você, tá em cima da privada.", ele disse. Olhei pra ele sem entender, mas concordei, entrei no banheiro e fechei a porta. Fui até a privada e peguei as roupas. "Mas depila tudo, Paulo. Tudo mesmo." Ele fiquei olhei pra porta, confuso. Coloquei as roupas no chão e vi uma gilete roxa, feminina, junto com uns cremes pra depilação, pra mulher. Sentei, e com uma toalha que estava pendurada, molhei as minhas pernas e passei o creme nelas.

Com a gilete, fui tirando os poucos pelos que eu tinha, com cuidado pra não me cortar. Eu nunca tinha feito isso e não queria me machucar, mas o resultado tinha ficado bom. Depois que terminei com as pernas, depilei as bolas e o pinto, com cuidado pra tirar tudo. Depois fui para as axilas e os braços. No final, decidi depilar também o cuzinho, já que raramente teria a privacidade pra fazer isso. Por sorte, sempre tive poucos pelos, então não foi difícil. Depois que eu terminei, peguei as roupas e fui ao espelho.

Peguei a primeira peça, que era pra ser uma camiseta, mas parecia mais um sutiã. "MARCOS, MAS QUE MERDA É ESSA?" Falei gritando.

"Ah, vai... Cê perdeu a aposta, só coloca." Ele disse com calma.

Eu resmunguei baixo e coloquei. Foi aí que percebi... "ISSO É UM UNIFORME DE EMPREGADA!" Eu soltei, e ele riu. Podia sentir a minha dignidade indo por água abaixo.

"Só coloca, não discute, por favor. Eu mando em você por uma semana, lembra?" ele falou, e eu bufei com raiva. Como é que eu tinha perdido essa aposta?

Respirei fundo e peguei a próxima peça... Uma calcinha fio-dental preta, rendada. "ISSO É UMA...", mas ele me cortou na hora.

"Coloca". Depois que ele falou, bufei com raiva de novo, e coloquei. A calcinha ficou com o tamanho perfeito, e a cor escura fez minha bundinha branca parecer um pouco maior, e mais redonda. Eu passei minha mão, e fiquei impressionado em como tinha ficado macia e como parecia feminina no espelho.

Na próxima, nem falei mais nada. Uma saia muito, mas muito curta, que quase deixava meu bumbum à mostra. Fiz que não com a cabeça, coloquei e olhei pro espelho. "Agora arruma sei cabelo igual menina, igual já te vi fazer." Eu rosnei e fiz um rabo-de-cavalo. "Ah, coloca um batom. Tem alguns que eu peguei do quarto da minha mãe, pode escolher." Escolhi a cor mais escura possível, roxo, e pintei os lábios.

Fui abrir a porta, mas ele não deixou. "Tem uns sapatos e umas meias, coloca e daí você pode sair."

Suspirei e sentei na privada. Peguei as meias, 7/8 brancas, bem finas e acetinadas, com rendas em cima, e fui colocando. Quanto mais elas subiam, mais feminina eu me sentia. Não que eu não tenha me imaginado fazendo isso antes, mas era esquisito. Coloquei os sapatos, scarpins meia-pata pretos, com salto agulha, de 12 cm, e detalhes em vermelho. Depois que eu coloquei tudo, fui para o espelho de corpo inteiro e engoli em seco quando me olhei. Eu estava muito... gostosa.

Desde que eu tinha começando, estava brigando com a minha ereção, tentando fazer ela desaparecer. Mas, quando eu me vi no espelho, com o uniforme de empregada putinha, com as meias e o salto, não consegui segurar. Meu tesão foi a mil e o meu pau ficou duro, e tive que colocar ele pra cima, ficando uma parte fora da calcinha.

O choque de ver as minhas pernas todas depiladas, o contorno do meu bumbum e o jeito que a minha pele pálida tinha ficado macia e bilhante foi enorme também.

"POR QUE EU TO IGUAL A UMA EMPREGADA DE FILME PORNÔ?" Eu falei alto, abrindo a porta com força e olhando pra ele. Ele espremeu os olhos, e me secou de cima a baixo, o que me fez ficar vermelha e olhar para a parede. Antes de mudar a direção do olhar tinha percebido que ele estava sem camiseta, e, pra ser sincera, isso me deixou ainda mais excitada.

"Porque você fica gostosa pra caralho assim.", ele disse. Fiquei ainda mais vermelha, mas sem resposta.

CONTINUA...

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Comentários

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Estou escrevendo a próxima parte. Deve sair amanhã, ainda...

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