Me salvou no ônibus, e teve sua recompensa por isso - A minha estória com Lúcia ( 37° Capítulo )

Um conto erótico de Lúcia & Jota
Categoria: Heterossexual
Contém 1863 palavras
Data: 19/12/2017 01:29:02

Me salvou no ônibus, e teve sua recompensa por isso

A minha estória com Lúcia

37° Capítulo

Eram talvez umas 18:30 em São Paulo. Tinha viajado até essa enorme cidade junto com Fernando. Ele tinha ido em trabalho, mas resolveu que eu iria com ele. Como vocês sabem ele além de meu companheiro e meu amante também é meu superior hierárquico lá na empresa. Por isso eu não tinha como recusar, nem queria. Fazia já muito tempo que não me deslocava a São Paulo. Até que já sentia algumas saudades.

Fernando com os assuntos de trabalho nesse dia ficou totalmente ocupado. Eu fiquei no hotel por ele escolhido, logo pela manhã e antes de sair ainda demos uma trepada rapidinha.

Almocei sozinha no hotel, e depois como Fernando me ligara a informar que chegaria só lá por volta das 20 horas ou até mais tarde. Resolvi então dar um passeio pela cidade. Principalmente pelas partes que eu conhecia melhor do tempo de faculdade. Talvez fosse a primeira vez depois desses tempo de juventude que me ia aventurar a passear sozinha por São Paulo.

Lá no hotel eu tinha visto um folheto de uma exposição de arte num museu, achei interessante, e fiz disso o meu programa para essa tarde. Para chegar mais rápido eu fui de táxi. Um trânsito infernal me fez perder muito tempo, e quando cheguei no tal museu já era um pouco tarde, ainda entrei. Mas pouco tempo depois resolvi sair com a intenção de no dia seguinte voltar na companhia de Fernando, eu sabia que ele gosta de visitar esses locais.

Mas ainda era cedo para voltar ao hotel, aí tive ideia louca de em vez de pegar um táxi fazer a viagem de ônibus. Eu que tinha tanto tempo que não viajava desse modo até me parecia estar como peixe fora de água. Já dentro do ônibus eu ainda tentei recuar nessa decisão, mas logo atrás entrou um monte de gente que não dava para voltar atrás. E até a porta de saída também estava ainda um pouco afastada. No ponto seguinte, mais umas quantas pessoas entraram e o ônibus começou a ficar lotado. Eu só pensava como tinha sido louca em ter me metido naquela aventura. Só me restava continua e esperar que chegasse mais perto do hotel, logo eu desceria.

Vestia nessa um vestido vermelho curtinho, com meus cabelos longos, para muitos homens eu parecia ser a típica gostosa que merece ser bolinada. Quando dei por isso já havia claro uma multidão de homens tentando, e investindo. Eu revoltada ia os expulsando, claro naquela briga silenciosa e sem baixarias ou coisas piores.

Do nada saiu um Deus, um homem talvez com 1.90m com uns braços torneados e um olhar sedutor. Era um oásis de mau caminho dentro daquele ônibus. Porque sinceramente, aqueles pançudos baixinhos e um negão que donde eu estava podia sentir seu fedor, eram adversários fracos para aquela obra de arte.

Aos poucos foi abrindo caminho entre aquela machaiada sem estilo. Com seu terno preto fez de imediato uma grande diferença. Chegou bem no meu ao lado expulsando um cara casado que desconfio estava tirando fotos ao meu corpo com seu celular. Tenho a certeza que naquele momento eu o olhei com cara de poucos amigos, devido talvez ao nervosismo que estava sentindo por eu mesma ser o centro das atenções naquele pequeno espaço

Deu um boa tarde com muita educação e começou uma conversa normal, pareceu-me sem intenções. Ahhhh... Mas a verdade é que de facto estava muito intencionado, como pude constatar em pouco tempo.

Sem querer sequer saber meu nome foi logo perguntando para onde eu ia, falei a verdade, vinha da tal exposição e ia para o hotel onde meu marido me estava esperando.

Mas sua voz era mais que sensual, e posso garantir que naquele momento mexeu comigo. Até porque sendo desejada um pouco antes por todos os outros homens sem nível que iam naquele ônibus me deixou imaginem algo excitada.

Acho que aquele homem gostoso também percebeu isso. Sua curiosidade em relação a mim parecia que precisava sentir como era bunda. Discretamente, deixou sua mão direita solta atrás de mim, e quando encostou não tirou mais do lugar. Sem meu consentimento comecei a alisar todo o meu rabo, com sua mão bem aberta de leve naquelas minhas carnes gostosas.

Estava conseguindo seduzir com aquela sua maneira discreta de me tocar, eu o olhei normal, continuamos a conversar, quando ele apertou bem forte minha bunda. Parei de falar e desci minha mão para segurar mais embaixo no varão do ônibus onde estava me segurando, de leve a encostei na sua barriga travada. Ja estava sentindo em mim um calor fora do normal que me levou com minha mão alisar a sua barriga, quando o ônibus caiu num buraco minha mão safada caiu, e foi parar mesmo sobre seu pau duro e latejante. Disfarcei e ali fiquei alisando com os dedos todo o seu cacete.

Eu tinha falado antes que meu marido me esperava no hotel, aí ele deve ter pensado que eu mesmo sendo casada devia ser uma puta safada, e uma esposa mal amada. Engano seu.

Apesar do meu vestido fechar todo o meu corpo na parte da frente, ele percebeu que eu tinha uns seios grandes, mas sem exagero. Aquele homem deve ter imaginado mais de uma vez eu de quatro na sua frente prontinha a dar tudo para ele, tal o tamanho do volume debaixo das suas calças,

Só que tivemos de parar de nos tocar quando o ônibus começou a engasgar, quebrando e parando alguns minutos depois. O povo todo começou a descer e ele ficava coladinho atrás de mim, não me deixando fugir. Aí falei que já estava atrasada e fingi ligar para meu marido explicando o que estava acontecendo. Posso garantir que consegui mesmo fingir muito bem, que até ele mesmo acreditou.

Quando perguntou o que eu iria fazer naquele momento, eu respondi que estava cansada com aqueles saltos altos e de ter ficado tanto tempo em pé, aí o safado foi logo falando que era também um ótimo massagista e poderia me deixar bem relaxada com suas mãos nas minhas pernas. Minha faceta de vagabunda veio estão á flor da pele, ri e o olhei diferente, aceitando seu convite. A verdade é que ele tinha me deixado empolgada demais, minha bucetinha estava mesmo pedindo aquela vara que devia ser grande e muito gostosa. Pegamos um táxi e sem medir as consequências do meu ato, ir assim com um estranho para o seu apartamento que por sinal até era bem pertinho do hotel onde eu e Fernando estávamos hospedados era um enorme risco. Mas o tesão falava mais alto.

Do jeito que eu estava vestida e produzida até o porteiro do seu prédio pareceu ter ficado com alguma inveja, passamos pela portaria e ele me levou para pegar o elevedor de serviço.

Estávamos já nos beijando gostoso e suas mãos passando por todo o meu corpo. Inacreditavelmente o elevador de serviço era mais lento do que o normal, e talvez ele sabendo disso quando entramos, ele levantou meu vestido para ver o tamanho da minha bunda

Eu estava com uma calcinha roxa, socada na buceta. Mesmo ali no elevador ele ajoelhou afastando aquele pouco tecido para lamber minha buceta.

Era deliciosa a sensação de ter um homem em pleno elevador a comer minha buceta, com chupadas, lambidas e sugadas.

Eu gemendo fallei que não aguentava mais. Deixou minha buceta e se levantou, tirou muito rápido seu pau para fora, agarrou o meu braço me fezendo chupar ele. Foi aí a primeira vez que eu vi aquele pau grande e bem grosso. Talvez uns 20cm. Mostrei para ele o que é ser uma puta mesmo. Engoli sua rola toda, cuspi na cabeça e bati uma leve punheta, mostrando como eu sabia deixar um pau pronto para o serviço.

Quando chegámos no seu andar que eu nem reparara em que piso era, mas devia ser bem alto pelo tempo que o elevador demorou a subir. Não tinha ninguém nos corredores, e eu nem me preocupei o jeito como naquela hora minha roupa estava, apenas rebolva minha bunda, com o vestido ainda acima da minha cintura, ele também com seu pau para fora da calça. Sorte a nossa foi não haver vizinhos do lado de fora.

Abriu a porta do seu apartamento, me agarrou de novo pelo braço, não havia tempo de chegarmos à sua cama, logo ali me fez ficar de quatro na sala, em cima do seu tapete macio, logo eu empinei minha bunda sabendo qual era a sua intenção. Com a mão colocou de imediato seu pau dentro da minha encharcada buceta. Segurando meus ombros, meteu sua rola, me comendo como se eu fosse uma puta mesmo.

Estávamos gemendo alto, ele socando seu pau dentro de minha buceta. Sempre que tirava para fora vinha todo melado, aí ele mesmo sem camisinha o apontou no meu cuzinho e foi metendo, eu só sei que pedi para ele meter tudo sem dó.

Me segurando por minha fina cintura começou como um esfomeado a socar forte seu pau no meu cuzinho, me chamando de vagabunda e puta, bem alto. Eu com aquilo só gemia bem gostoso. Podia sentir eu estremecer toda, até que não consegui mais ficar de quatro, desabando meu corpo no tapete.

Mesmo assim ele não parava, e em cima de mim, voltou à minha bucetinha e me comia como um estuprador come sua vítima. Metia forte e fundo, com a sua boca encostada na minha orelha me xingando de todos os nomes. Chegou um momento que comecou a gozar dentro de mim e ainda assim, metia e socava seu pau. Eu então já não falava mais, apenas me contorcia sentindo aqueles jatos de porra me invandindo as entranhas, era uma delícia. Quando finalmente parou de gozar dentro de mim, tirou seu pau de dentro da minha buceta e o o colocou na minha cara de vagabunda, que eu naquele momento deveria ter. Levantei a cabeça e engoli de novo seu pau, agora cheio de porra. Tinha acabado de mostrar para aquele desconhecido o que era ser uma verdadeira puta.

Já estava ficando um pouco tarde, embora eu não tenha esse problema de ter marido em casa me esperando, eu fiz questão de fazer ele pensar isso, assim ele se deve ter sentido muito melhor por ter colocado chifre num marido froxo. Vocês sabem que isso não é verdade. Tomei um banho rapido e falei que ia embora, ele nem precisava se preocupar, eu estava hospedada no hotel bem ali ao lado de sua casa, e podia muito bem ir sozinha.

Foi um final de tarde maravilhoso, o que tinha começado com aqueles homens de baixo nível no ônibus se transformou numa foda fantástica. Quando cheguei no hotel e contei para Fernando o que tinha acontecido, ele apenas elogiou minha atitude, me lembrou de quando eu era invangélica, e como eu estava transformada numa puta bem safada.

Nessa noite ainda trepamos muito, tínhamos de aproveitar aqueles aposentos do hotel para uma noite de sexo gostoso.

Escrito por: Lúcia Jota

Publicado por: Lúcia & Jota

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Comentários

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Se ele fedia mesmo. Se fosse branco tinha a mesma opinião. Agora já não se pode falar a verdade. É logo racista. Pelo amor de Deus. Se cuide.

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