Casa dos Contos Eróticos

O GOZO PRECOCE FEMININO

Categoria: Heterossexual
Data: 07/12/2017 01:33:36
Nota 10.00
Assuntos: Oral, Anal, Heterossexual
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SEXO DO FUTURO - Parte Cinco

Quando recuperou os sentidos, viu o velho perito caído ao solo. Tentou socorrer o cara, mas ele estava morto. Aperreou-se. Onde estaria a bela mulher?

Levantou-se do chão onde estivera deitado e correu toda a casa. Nada de achar a criatura que dizia vir do futuro. Voltou-se para o cadáver do velho perito. O dono do apartamento jazia com um profundo ferimento na têmpora, de onde havia saído muito sangue. Tinha uma pistola ao alcance da sua mão. Decerto tinha sido surpreendido por alguém que também havia levado a mulher dali. Eram visíveis os traços de violência dentro do apê. Os móveis estavam revirados, como se tivesse passado por ali um pequeno furacão. Não sentia nenhuma dor, portanto não haviam tocado nele. Só então, percebeu que a tevê da residência estava ligada. Antes de desmaiar, não estava.

Vestiu suas roupas depressa e saiu às ruas. Tinha a nítida impressão de que o delegado havia estado ali. Ou sozinho, ou acompanhado de policiais. Não teria sido levado pelo próprio perito, que sabia ele estar com a mulher assassina? Mas, se era assim, por que não o haviam socorrido? Teria a mulher fugido e agora estavam em seu encalço?

Não quis pensar muito. Como não achou seu celular, o primeiro lugar onde procuraria seria na delegacia. A viatura que usara para chegar ali, no entanto, não mais estava por perto do prédio. Não viu o porteiro, para perguntar-lhe. Então, do telefone da portaria, ligou para a delegacia. Uma voz feminina o atendeu. Informou ao sargento que o delegado havia saído para atender um chamado e já fazia tempos. Ela queria saber o que o policial desejava falar com o delegado, mas o negrão desconversou. Por isso, ficou sem saber a quanto tempo o sujeito estava fora. As pernas ainda lhe doíam, terrivelmente. Então, ligou para uma agência de táxis. Logo, seguia de volta ao puteiro onde tudo havia começado ruim naquela noite.

- Soube do que houve lá no puteiro para onde estamos indo? - Perguntou o taxista e, sem esperar resposta do negrão fardado, completou: - ouvi dizer que mataram vários policiais ali. Mas já pegaram as assassinas dos caras. Deu agora mesmo no rádio.

- Como é? Já pegaram as assassinas? Como assim? - Espantou-se o militar.

- É, a notícia dizia que o delegado invadiu um contêiner no porto e matou várias mulheres. Está cheio de policiais por lá, inclusive gente de fora.

- Toca para lá - ordenou o sargento.

Pouco depois, o negrão parava perto de um aglomerado de gente. Quando invadiu o contêiner, viu corpos femininos espalhado pelo chão. Estavam todas metralhadas. Porém, não viu a mulher que estivera consigo. Relaxou. Mas aí um cara vestido de paletó preto o interpelou:

- Não devia ter entrado, sargento. Mas, já que entrou, cuidado para não pisar em provas espalhadas pelo chão. Quem é você?

- Este é o sargento Brizola. Foi bom ter aparecido. Estava querendo saber que fim levou.

- Fui nocauteado por uma das assassinas, delegado. - Mentiu o sargento - estive desacordado lá perto do puteiro.

- E onde está o velho perito que estava contigo?

- Não sei, senhor. Depois que fui surpreendido, não mais soube dele - mentiu novamente o policial. Agora tinha certeza de que o velho amigo não o havia alcaguetado. Porém, precisava desvendar o desaparecimento da mulher. Perguntou o que havia acontecido ali.

- Recebi uma denúncia anônima dizendo que o resto do grupo que havia assassinado meu filho estava reunido aqui. Requisitei mais homens e vim imediatamente. Consegui encontrá-las. Mas, reagiram à ordem de prisão e morreram no tiroteio.

O delegado olhava fixamente para o sargento. Este tinha certeza de que as mulheres haviam sido surpreendidas sem direito a defesa. Havia algumas alvejadas pelas costas. Mas o negrão ficou calado. O delegado continuou:

- Agora, esses nobres senhores de preto são responsáveis pela investigação. São Federais. Portanto, dê toda a informação que precisarem - e o delegado piscou um olho. O negrão entendeu o recado.

O sargento respondeu algumas perguntas dos Federais, mas não disse nada que já não soubessem. Pediu licença e disse que voltaria para casa. O motorista de táxi ainda estava por perto, esperando-o. Claro que estava doido por mais informações, mas o negrão disse que não podia adiantar nada para não atrapalhar as investigações.

O sargento Brizola voltou para a casa do perito assassinado. Supunha que, se ainda estivesse viva, a jovem voltaria a procurá-lo lá. E estava certo. Cerca de duas horas depois, quando já era dia claro, a mulher vestida de couro fosco preto apareceu. Estava ferida e sangrava no flanco esquerdo. Desmaiou assim que o sargento a atendeu à porta do apê. Ele a pegou nos braços e depositou-a numa cama com lençóis limpos. O esforço provocou uma dor lancinante num dos lados do rosto, justamente onde existia um dente cariado. O nervo começou a latejar e ele maldisse a hora em que não tratou da enfermidade. O dente já doera várias vezes, mas ele não se apressou em fazer um tratamento. Mesmo assim, cuidou do ferimento da moça, desinfetando-o e aplicando-lhe uma pomada cicatrizante. Por sorte, a bala atravessara a carne e saíra por trás. Conseguiu parar a hemorragia. Não usara anestésicos, mas ela dormia a sono solto.

Procurou alguma coisa que lhe fizesse passar a dor de dente, inutilmente. Então, deitou-se no sofá e ficou pensando nos últimos acontecimentos. Ali, pegou no sono.

Acordou tendo o pênis lambido. Assustou-se, mas logo reconheceu a mocinha de preto. Ela alijara-o das calças e mamava seu pau com carinho. O dente, porém, doía de forma insuportável. Sentiu o rosto inchado. Ela, no entanto, não tinha mais o curativo no flanco. Apenas uma marquinha quase invisível restava no local. Perguntou:

- O que houve com o seu ferimento?

- Tratei. Havia deixado a química aqui, pois saí apressada.

- O que te fez sair apressada? - Quis saber o sargento.

- Um intruso. Entrou armado de pistola. Apontou-a para mim. Fui mais rápida e o derrubei com um golpe de Avandwá. Mas ele se recuperou rápido e atracou-se comigo. Acertou-me um tiro. Mas eu consegui vencê-lo no combate. Claro que o matei. Está estendido lá no chão.

- Porra, mulher, aquele era meu amigo e dono deste apê.

- E por que atirou em mim? - Perguntou-me ela, espantada.

O sargento pensou um pouco, antes de responder:

- Talvez não quisesse atirar. Entrou armado para se proteger. O tiro pode ter sido acidental.

- Pois não era o que parecia. Ele tinha a expressão de um homicida no rosto.

O sargento calou-se. Achou que tudo não passou de uma fatalidade. Mas o dente doía demais. Gemeu. Só então ela pareceu ter percebido o inchaço:

- O que foi isso no rosto? Levou uma contusão?

- Não, é um maldito dente inflamado. Você não teria algum remédio?

- Uaaaaaaaauu, vocês ainda sofrem disso? Nossa arcada dentária é perfeita, além de estarmos sempre cuidando dela. Talvez o nosso dentifrício resolva. Deixe-me ir buscá-lo.

Ela voltou pouco depois e vaporizou algo na boca do negrão, demorando-se na região interna da gengiva atingida. O spray tinha um gosto amargo quase insuportável. Ela, no entanto, pediu para que ele não cuspisse. Pouco depois ele sentiu o dente esfarelar-se totalmente em sua boca, de forma indolor. Algumas outras placas se soltaram, também se esfarelando em sua língua. Só então, ela pediu para ele cuspir.

Incrivelmente, era como se o spray tivesse removido toda a cárie e toda a placa bacteriana de todos os dentes, de uma só vez. O rosto ainda estava inchado, mas ela garantiu que, livre do dente podre, logo desapareceria o inchaço. O negrão estava atônito.

- É, eu sei que é quase incrível. Mas já usamos essa tecnologia há mais de um século. - Afirmou ela.

O negrão correu para o banheiro. Postou-se perante ao espelho e comprovou que seus dentes estavam alvíssimos e sem traços de cárie. Sorriu satisfeito. Então, ela veio até ele e o abraçou por trás. Beijou-o num ponto das costas que ele se arrepiou imediatamente. Virou-se de frente para ela e a abraçou ternamente. Ela libertou, imediatamente, um forte cheiro de fêmea. Parecia que havia tido um orgasmo naquele momento. Um filete de um líquido branco escapou do seu atrofiado sexo. Ela começou a se tremer toda. Pediu que ele a penetrasse.

O pau do sargento já estava duríssimo. Em pé mesmo, ali dentro do banheiro, ela encaixou o sexo no dele. Mais uma vez, o negrão sentiu claramente que seu sexo era engolido por aquela vulva estranha. Levou o dedo em riste às costas dela, procurando-lhe o orifício anal. Não encontrou. Então, ato contínuo, ela "cuspiu" seu pau de dentro de si, enquanto lançava um forte jato de líquido branquíssimo. O negrão ficou frustrado, pois não gozara ainda. Ela estremeceu fortemente e depois ficou estática. De repente, desabou no chão, sem dar tempo do policial a proteger da queda.

Fim da Quinta parte

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