Meu Primo militar .

Um conto erótico de Luan Schindler
Categoria: Homossexual
Contém 3111 palavras
Data: 03/11/2017 11:05:50
Assuntos: Gay, Homossexual

Olá! Meu nome é Luan, tenho 18 anos, moro em Jundiaí e, desde que perdi a virgindade com o meu primo militar Rodrigo, precisei sempre contar a vocês, até porque pensava que isso jamais poderia ser tão bom e tão preocupante ao mesmo tempo.

Pra quem está lendo esse e não leu meus outros dois contos, vou fazer um resuminho.

Sou filho único, porém a família é bem grande. Morávamos todos juntos até uma tragédia separar toda a família. Moramos distantes, mas ainda assim nos amamos muito. Tenho um primo que idealizo ele a vida toda. Ele é tudo o que eu quero ser um dia: militar, lindo, inteligente e muito querido (e tem um baita pauzão). Seus pais sentem muito orgulho dele e todos nós também.

Da última vez que ficamos foi tenso e um pouco enrolado. Fiquei sozinho com ele alguns dias, mais só liberei pra ele horas antes dele ir embora. Na hora de ir embora, ele pediu pra eu ir passar o fim de semana na casa dele, afinal os pais dele iriam viajar e ele estaria chegando de um treinamento militar na mata de Pirassununga por 6 dias.

Sexta-feira, 27 de Outubro de 2017.

Saí do cursinho, passei em casa. Meus pais estavam meio que felizes que eu finalmente iria dormir fora, até porque fazia bastante tempo que eu não deixava eles tranquilos em casa. A ideia era eu me virar pra chegar na casa do meu primo, então apelei pro santo Uber. Meu primo mora em São Paulo, próximo ao autódromo de Interlagos. De onde eu moro pra lá demora por volta de uma hora e meia. Ele mora em uma casa nada modesta e, quando chegamos lá, constatei que ele não tinha chegado do quartel ainda. A diarista estava só me esperando pra ir embora. Entrei, deixei algumas sacolas que minha mãe tinha mandado com roupas dele que estava lá em casa e algumas guloseimas, fui pro quarto dele. Cheguei lá, tudo arrumado. Confesso que senti o cheiro dele naquele quarto e me arrepiou. Senti saudade dele, até porque faziam 6 dias que não falava com ele. Deitei na cama e fiquei olhando pro teto pensando no que eu poderia fazer.

Senti um soninho. Tive aula aquele dia, acordei cedo e, ainda por cima, começou uma chuvinha. Aquele tempo preguiçoso, meio de tarde fria. Resolvi fazer um lanche antes de tirar um cochilo. Desci na cozinha e, na porta da geladeira, tinha vários bilhetinhos dos meus tios: ..."Filhão, trata bem o Luanzinho"... "não esquece de colocar o lixo na rua"... "Pega pizza no sábado"... "dorme na nossa cama e deixa o Luan à vontade no seu quarto"... Pensei comigo: acho que até sei o que ele vai interpretar com tudo isso. Tomei um lanche e subi pro quarto dele. Entrei na internet e comecei a fuçar um pouco. Não sei se ele deixou aquilo de propósito ou se esqueceu mesmo. Mas em um descuido meu, acabei baixando um anexo do meu e-mail e fui na caixa de downloads pra apagar, até porque era algo muito nada a ver, e vi algumas fotos. Abri e tinha ele lá, pelado de pau duro. Deslizei mais abaixo e tinha mais algumas de um menino que deveria ter a minha idade, mas bem menor que eu. A estatura era até quase a mesma, só que ele tinha uma bunda muito grande. Não entendi aquilo e acabei saindo dali. Confesso que fiquei com tesão em ver aquele rolão novamente. Estava pensando em bater uma, só que fiquei na expectativa dele chegar e querer algo. Acabei deitando e pegando no sono. A casa é grande e muito silenciosa, e o barulho da chuva fez eu apagar. Quando estava dando 7 da noite, ouvi o portão abrindo e um carro indo embora. Acredito que era o Uber, porque como disse no conto anterior ele bateu com o carro. Ele entrou na casa. Levantei discretamente e me apoiei próximo ao batente da escada e pude ouvir exatamente o que ele fazia, até que ele pegou o celular e começou a ligar pra alguém:

— Serginho?! Oi, é o Rodrigo. Não vai rolar você vir hoje não, meu priminho está aqui. Deixa pra um outro dia.

Ficou um silêncio, como se ele estuesse ouvindo o tal Serginho falar alguma coisa, e nisso ele começou a alisar o pau na farda.

— Vem amanhã cedo. Vou tentar distrair o moleque, vou mandar ele pra minha tia que mora aqui perto e fico com a casa vazia cedo. E já te disse da outra vez: sem corpo mole. Não quero boquete, quero cú.

E desligou o telefone.

Mano, sério, fiquei pasmo. Entrei devagar pro quarto e fiz de conta que estava dormindo. Ele deixou as coisas dele próximo do sofá e subiu as escadas me chamando. Quando entrou no quarto e me analisou na cama, vi quando ele virou de costas, tirou a roupa e foi pro banheiro completamente pelado. Que moleque gostoso e ao mesmo tempo que puto safado, pensei eu, comendo um outro carinha e eu aqui já estava alargando com o pau dele e ele já pensando em uma carne nova. Fiquei com raiva, mas pensei comigo que seria uma coisa muito boa de se ver. O banho demorou um pouco e acredito que foi pra tirar toda crosta dos dias anteriores, porque no meio do mato ele não toma banho. Tempos depois ele saiu do banho enrolado na toalha, terminou de se secar e entrou debaixo da coberta comigo. Sei lá, mas acho que senti algo diferente quando ele me abraçou, nada próximo de putaria, mas algo que eu sentia antes quando ele me abraçava, e ele sussurrou no meu ouvido:

— Tá acordado, príncipe? (era assim que ele me chamava quando eu era criança)

Fiquei imóvel.

— Desculpa, cara, me viciei nesse rabinho seu. É muito errado isso porque é meio que um caminho sem volta, mas meu pau pede isso. Não consigo esquecer nenhuma das nossas vezes.

Ele tentou me sarrar, mas aí eu ia me entregar de uma vez. Quando encostei a mão na perna dele, ele deu um grito meio de dor, e falou:

— Mano, cuidado, estou com a perna machucada.

Quando olhei, realmente estava até roxa em uma parte. Perguntei o que ele fazia quanto a isso. Ele disse que sempre passava uma pomada de diclofenaco. Eu peguei, ele deitou na cama, eu enchi a mão de pomada e comecei a passar nas pernas dele. Ele se excitou muito, começou a soltar uns gemidos e falava: "Nossa, que mãozinha hein! Bate uma pra mim, priminho. Pega aqui, vai." Na hora nem lembrei do outro viadinho que ele ia comer. Peguei no pau dele e bati a melhor bronha pra ele, mamei e fiz ele gozar muito. O cansaço era tão grande que ele acabou dormindo após gozar. Bati uma também e comecei a pensar o que fazer pra ver tudo que aconteceria no dia seguinte. Tive a ideia de concordar e depois voltar a casa. Escondi uma das cópias da chave da porta da cozinha, que era a mais distante pra entrar. Deixei o celular gravando no quarto e sai até o portão. Entrei em passos normais e cronometrei quanto tempo levaria do portão até o quarto, e foram exatos 1min e 7 segundos. Peguei o celular e ouvi o vídeo se seria possível ouvir a porta da cozinha abrindo e, se naquele silêncio não seria possível, imagina no rala e rola. Deixei tudo pronto na minha cabeça e acabei voltando a dormir junto com ele na mesma cama.

Dia seguinte.

Era próximo das 09 da manhã e o menino já estava de pé. Tinha feito padaria e depois o café pra nós. Cheguei no final da escada e ele já estava animado:

— Acordou, bela adormecida. Quase te comi dormindo de tão gostinha que você ficou peladinha na minha cama.

— Bom dia pra você também, Rodrigo.

Logo que sentei na mesa, ele já falou:

— Luan, você poderia dar um pulinho lá na tia Samantha, né?

— Hoje?

— Sim, agora cedo. Preciso resolver algumas coisas na rua e não queria deixar você sozinho em casa.

— Beleza, vou chamar um Uber.

— Não, Luan. Vai no carro da minha mãe. Vou resolver as coisas aqui próximo, não vou usar carro. Só toma cuidado com comando, é aqui perto e não vai pegar nenhuma avenida.

Concordei com aquilo e fui pro banho e me aprontei rápido. Percebi ele no telefone novamente e fiz de conta que estava de fones de ouvido e comecei a prestar atenção na conversa.

— Assim que a Kia sair da garagem, você entra. Vou ficar te esperando.

Desci e fui em direção ao carro da minha tia. É uma SUV. Eu dirijo carro automático, só tenho medo de ser parado pela polícia. Então saí da garagem, entrei uma rua à esquerda, deixei o carro parado lá e corri pra esquina. Queria ver quem competia comigo. E cheguei na esquina exatamente na hora que o garoto estava parado no portão. Ele era mais baixo que eu, deveria ter por volta de 1,57. Tinha cabelo de tigelinha, liso e bem castanho. Realmente a bunda era enorme, só que a única coisa que destoava era um uniforme de escola e uma mochila nas costas. Por que alguém iria pra escola em um sábado? Não entendi nada, mas fiquei esperando eles entrar. Meu primo olhou os dois lados da rua pra certificar que ninguém iria ver o tal do Serginho entrando e puxou o garotinho pra dentro. Pensei comigo: "coitado dele."

Esperei exatamente 1min e 7 segundos. Corri pro portão, abri com cuidado porque esse sim poderia fazer barulho. Desci pela garagem e entrou pela porta da cozinha. Me abaixei atrás do balcão e pude ver o meu primo conversando com o tal Serginho. Pasmem: o moleque não tinha o menor jeito de viado:

— Você veio no horário, em, bixinha. Tá afim mesmo de levar rola.

— Estou precisando da grana que você propôs, Rodrigo. Por isso aceitei.

— Pedi pra vir como se fosse pra escola e você veio direitinho. Tenho maior tara por moleques com uniforme.

(E eu fiquei de 5 cores diferente de tanto que fiquei surpreso.)

— Você sabe que nunca vai poder contar isso pro Vitor, né? (Vitor é o meu primo filho da tia Samantha)

— Sei sim, viadinho. Vamos começar a brincadeira?

— Por onde eu começo?

— Vem aqui ver o que está te esperando.

Sinceramente, eu quase entrei no meio da coisa porque o moleque era uma delícia. Que corpinho era aquele! Meu primo com aquelas mãos brutas puxou ele pelo cabelo, fez ele ajoelhar e cair de boca no brinquedo dele. Depois fez ele tirar peça por peça do meu primo e alisar o corpão dele, que é uma delícia. Puxou ele no colo pro sofá, virou o moleque que parecia um boneco nas mãos grandes dele e caiu de boca no cuzão dele. Ao contrário de mim, ele pediu rola e ainda chamou meu primo de "seu macho". Kkkkk, tenho tédio disso. Meu primo pegou ele pelo braço e levou pro andar de cima, trancou a porta e só consegui ouvir as gemidas. Saí por onde entrei e fui pra casa da tia Samantha.

Demorei 14 minutos de percurso e ela estava lá me esperando no portão com a famosa bronca:

— Vocês não têm juízo, dirigindo sem carta. Olha o perigo, menino. Imagine se a sua tia Stela sonha que você está com o carro dela. Vocês só aprontam. Entra, o Vitor está te esperando no quarto.

Entrei e, mais uma vez, estamos em uma casa nada modesta. Minha família conseguiu, depois de muito trabalho, algumas coisas. Algumas foram até herança de família. Entrei e fui direto pro quarto do Vitor.

Vitor, 18 anos, moreno, estatura mediana mais pra alto, pele morena, cabelos pretos e lisos, corpo de um jogador de futebol e lutador de muay thai, pernas grossas, cabeludas, voz calma, mãos grandes e um dote de 23 cm, peludo e branquinho (eu sei porque vazou uma foto dele no grupo de primos que uma prima minha tinha conseguido através de uma aposta). No final das contas, ela acabou sentando muito no pau dele. Vitor tem um irmão mais novo, Vinicius, mulequinho muito chato, e uma irmã, a Vitória, mais velha, a mais gatinha da família e a mais cheia de problemas, porque esconde muita coisa.

Somos muito amigos e ele acaba sempre me contando tudo que acontece com ele. Nascemos bem próximos. Ele nasceu 7 dias antes de mim. Fomos feitos os dois em uma viagem da família a Goiás, só que ele nasceu adiantando uma semana.

Papo furado à parte, senti que ele estava entalado com alguma coisa e precisava me contar. Comecei a perguntar e ele realmente disse que precisava me falar, mas que só faria isso fora da casa dele.

Resolvi então arrumar uma desculpa pra sair de lá. Só que esse bairro que eles moram é meio afastado de tudo. Acho que se chama Vila Marajoara e não queria dar sorte ao azar de sair de carro e ser pego pela polícia. Reservei o risco pra necessidade. Ele já logo arrumou uma desculpa e disse que queria andar de bike comigo. Eu peguei a da minha prima e saímos nós dois: ele na dele e eu na dela. Paramos em uma praça grande e, mal descemos da bike, ele começou a falar:

— Luan, fiz uma merda grande, cara. Se alguém descobrir, eu até me mato.

— O que houve, man?

— Manja o Serginho?... Vish, pensei comigo.

— Não conheci ele ainda, eu acho.

— Aquele menino que estuda comigo e joga bola também.

— Sei, acho que sei.

— Mano, antes de me julgar, tenta entender que eu fiz isso por necessidade, ok?

— Fala logo, Vitor.

— Faz alguns dias que eu não como ninguém. Estava subindo pelas paredes e o Serginho veio aqui em casa semana passada. Dormiu aqui de sexta pra sábado e, no sábado, minha mãe foi pro retiro dela com meu pai. Meus irmãos foram tudo pra casa do meu irmão adotado** e eu e ele ficamos sozinhos. Não sei que horas que começou, mas eu acabei deixando ele me chupar e quase comi ele. E no domingo eu ficou sozinho com ele também e ficamos uma boa parte do dia fazendo isso...

Não, meus queridos, eu não me confessei pra ele não, naquela hora.

— Vitor, isso é normal da idade, man.

— O pior foi que o Rodrigo veio aqui em casa e eu não vi ele entrando. E quando eu vi, ele já estava na porta do quarto. Ele viu tudo e disse que ninguém ia saber, só que ele precisava falar com o Serginho pra manter o segredo. E se ele contar?

— Fique tranquilo, mano. O Rodrigo é gente boa pra caramba e com certeza ele entende isso. Já deve até ter comido outros moleques na infância (ou até mesmo nos dias de hoje).

Sim, minha gente, minha vida ficou desse jeito em tão pouco tempo. Meus primos curtem um cuzinho e esse meu primo é um tesãozinho. Vocês não imaginam o quanto.

Tentei disfarçar aquilo tudo e voltamos pra casa. Minha tia pronta pra ir ao mercado, meu tio ficou na empresa e meus primos iriam com ela. Subimos no quarto e ele queria a qualquer custo bater uma. Perguntei se ele queria privacidade. Ele logo falou:

— Luan, vamos assistir junto o filminho.

Topei, lógico.

No meio do filme estava com muito tesão. Dei uma olhada naquela rola gigante babona e ele pegando com tanto gosto. Acabei pegando na rola dele e me denunciei. Claro que depois eu inventava uma desculpa. Mas que rola gostosinha! Batemos juntos e ele gozou na minha mão. Depois daquilo, não falamos sobre o assunto. Já era quase duas da tarde. Resolvi ir embora pra casa do Rodrigo.

No caminho, pensei em tudo que aconteceu e comecei a me achar a maior bichona do mundo. Depois da gozada vem o arrependimento.

Chegando em casa, tudo normal. O quarto aberto, aparentemente ninguém em casa. Entrei e tentei esquecer parte de tudo que tinha acontecido. Peguei no sono. Estava exausto. Aquele sábado foi aquele. Próximo das 6 da tarde, meu primo me acorda e me chama pra sair um pouco de casa. Foi uma noite normal. Saímos noite paulistana, comemos, fomos na casa de um amigo do meu primo e ficamos por lá até perto das 3 da manhã.

Domingo.

Acordei e, sinceramente, tinha esquecido quase tudo que tinha acontecido, exceto pelo grande braço musculoso que estava me abraçando enquanto dormia. Que homão da porra! Acordei com o maior fogo e resolvi que hoje eu ia sofrer na mão dele. Queria tudo que eu tinha direito.

Passei a mão no brinquedo dele e logo ele começou a acordar. A correntinha no pescoço com o nome dele, aquelas do exército, dava um tom diferente pra ele. Aquela pele, aquele olhar. Sei lá, parecia que eu estava apaixonado por ele (Deus me livre disso). Ele acordou e tirou o brinquedo pra fora, pediu pra eu mamar. Cai de boca no brinquedo, aproveitei cada centímetro. Ele gemia e falava pra mim: "Engole mais, viadinho. Que delícia de boquinha. Deixa eu chupar seu cuzinho, vai." Virei o rabo pro rosto dele e continuei mamando. Ele estava se transformando. Levantou, me jogou na cama, subiu em cima de mim e enfiou sem dó todo aquele mastro babado no meu cuzinho. Depois de ter encravado, ele puxou e fez eu sentar no seu colo. Cavalguei bastante naquele mastro. Depois ele me colocou de quatro e fudeu muito meu rabinho. No final, ele puxou meu cabelo e colocou no canto da parede e falou:

— Fica aí, viadinho.

Demorou uns 5 minutos. Ele saiu do banheiro vestido de farda e descalço. Que delícia que ele ficou. Mandou eu tirar a farda dele e eu fui tirando. Ele amarrou meus braços com uma corda na cama e amordaçou a minha boca. Comeu meu rabinho como se tivesse me violentando e eu gozei muito. Sujei bastante a cama dele. Depois ele me desamarrou, me pegou no colo e me comeu de pé. Fez eu ficar todo assado. Quando estava perto dele gozar, me colocou no chão sentando e fudeu a minha boquinha. Gozou na minha cara e no meu peito. Caímos os dois no chão de tão cansados. Depois levantamos, tomamos banho e arrumamos tudo. No final do domingo, ele ainda me levou pra uma rua deserta perto da casa dele e me comeu dentro do carro.

Ele vai ficar de serviço até depois do feriado de Finados. Só que dessa vez o Vitor vem aqui pra casa. Vamos viajar pra Ilhabela. Quem sabe não acontece mais alguma coisa.

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