Dano cu seim medo de ce felis.

Um conto erótico de Cabeça
Categoria: Homossexual
Contém 4275 palavras
Data: 14/11/2017 21:05:45
Assuntos: Gay, Homossexual

Bixo, eu so faço da rizada de uns paça qui comenta ai. Pacero, tô aqui pra fala bunito não, tô aqui pra passar miinha istoria. Si não ta gostano ai pô, é só i pro procimo conto. O qui não fauta ai é conto ta lê. Hehe. Vô continua publicano ate acaba a istoria purque pence num cara cabeça, de boa, da ora, sou eu. E esse otro paça ai qui caiu na minha defeza, fica meu agradesimento ai mais ta de boa paça. É nois pivete.

No sabo como voceis ja sabe, xegou um pessoau la na caza do viado e meu paça tava junto.

Quando Devinho saiu do quarto meu paça mi xamou la pra mi da o pramiu e mi perguntou: quau foi pacero. Ta broxano pivete é. Da mole não sinão tu perde. Ja teim galo cantano no terrero.

Ai respondi: pô paça, o sacana onte si imbriagou e falou qui não mi dava seim capa com medo de ele pega duença.

Ai meu paça falou: á sacana tu ta é caçano xero mole. Dexa o sacana ti umilhar não. Nessa onda paça, tu qui teim quie controlar a situassão. Tu qui teim qui mostrar queim é qui manda na parada.

Ai respondi: pô paça, mermo assim o pau caiu na ora.

Nisso Deivinho entrou no quarto quereno fala com migo.

Ai meu paça dexou ajente trocar idea. Ai ele vei pidir discupa pelo jeito qui ele ficou, por ele ter falo auto e bla bla bla. Ai ele perguntou: Cabeça, mi responde uma coiza, tu teim custume de sai por ai fazeno sexo seim camizinha.

Eu repondi: colé sacana, eu mi prezevo.

Ai ele ficou mi esplicano: tu desde o comesso ta tentano mi panhar seim camizinha. Isso é sinau qui tu anda por ai comeno quauque muler e viado seim camizinha.

Ai respondi: não pô.

Beim galera, eu minti purque eu panhei umas piveta e dois dos viado qui eu panhava aqui na cidade, eu panhei seim camizinha. Mais era quaze tudo seim esperiencia no sexo ai não tive medo não.

Ai ele começou fica falano de duença qui ta rolano por ai, qui queim ve cara não ve duença, bla bla bla.

Bixo, eu fiqei tão azuado qui assim qui eu vim imbora eu procurei onde faze izame de hiv. Pra minha felisidade ta tudo suavi. Ai nesse finau de semana incluzive eu levei o papeu e mostrei pra ele. Mais o sacana ainda não mi deu seim camizinha falano assi pra mi: pô gato, tu não mi intendeu. Quando eu falo duença não é so aidis não. Teim um bucado por ai. Pra jente faze seim camizinha tu teim qui faze todo izame.

Vai tomar no cu porra.

Voutamo pro sabo la na caza.

Começou xegar jente, uns paça, mais viado e umas gata. Os viado comprou umas carne pra fazer xurrasco e comprou mais ceveja. Dois brode comessou açar a carne e tava fazeno o xurrasco todo errado, cortano a carne errada, dexano a carne fica seca, dura. Ai mi meti logo no mei e a galera viu como se fais um bom xurrasco.

E eu tava ja afim de faze uma putaria mais beim feita com o sacana. Mais preferi fica mais de boa por um tempo, curtino a galera.

Á cabeça, ingrassado foi o momento qui o viado xegou la na caza, o qui Deivinho ia bota na mão do meu paça. Sabe aquelas muler da novela os deis mandamento com aquelas maquiaje pezada no rosto, dexano os olho puxado, e aquelas ropinha beim curta xea de viadaje na ropa, assim o viado xegou e reclamano qui na caza não tinha neim recepcionista e fazeno a galera da rizada.

Aprezentei logo meu paça e o viado, viado não qui ali ja é quaze muler, sei qui o sacana ficou maluco quando viu o cara auto, todo forte. O viado si jogou mermo.

Meu paça perguntou assim pra ele: veim ca vei, essa bundinha piquena tua ai vai guentar meu cassete. E a galera deu rizada.

O viado dizafiou logo: si tu qué prova eu ti mostro agora, gato.

Ai ficaro um zuano o otro.

Quando eu tava la do lado de fora virano a carne Deivinho xegou e mi deu idea: gato, eu vou xamar agora Geu e vo dizer qui so qero voce.

Ai respondi: bixo, tu qui sabe, mais o sacana é invocado. Tu ve como fala.

Mais Devinho é viado de atitude. Ja saiu e xamou meu paça junto do muro do otro lado e ficaro cunvessano. Meu paça com a cabeça baxa botano o ovido junto da boca de Devinho pra ele ovir o viado falano. Eu de ca so obicevano. Daqui a poco meu paça levantou a cabeça e mi olhou. Pencei: porra, vou perder meu amigo.

Ai to veno so meu paça apertano a mão de Devinho, dano tapinha nas costa, comentano um bucado de coiza.

Meu paça xegou ate mi, deu uma rizada, botou a mão na boca e falou: cara disgraça, tu ta fudido. O viado ta apaxonado. E ajente se acabou de da rizada.

Quando meu paça saiu Devinho xegou todo felis e perguntou: e ai, ele te falou auguma coiza.

Eu responidi: não pô, só disse qui tu ta apaxonado.

Ai Devinho falou: ele foi tranquilo e so disse pra eu trata o paça dele beim. E mi mandou faze beim propagana dele com minha amiga pra ela da uma boa grana pra ele.

Ai perguntei: e tu.

Ele respondeu: ja falei com minha amiga e ela disse qui ta disposta a da metade da grana qui ela teim na boça se ele dexar ela cair na pica dele.

Ai falei: porra, si ele qué da a metade intão deve ce uns ceim conto.

E Deivinho respondeu: nada, a bixa é dona de um salão de beleza no sentro e otro no xopeim. Ela não anda com menus de miu conto na boça.

Ele falou assim quaze qui eu do eim cima do viado pra mi. Hehe. Mais Deivinho é de boa e mão aberta. Com ele ali tô todo filé.

Meus paça, eu fiqei bexta com aqueles viado. Todos quaze da minha idade, o mais velho divia ter ali 24 ou 25 ano de idade, e maio parte deles ja teim sua grana ou ja teim vida feita. Eu da merma faxa, um pobre fudido da favela. Mais de boa. É inveja não meus paça. É so pra pençar nas diziguadade sociau.

Bixo, sei qui quando começou comessou brode sumir com viado aqui, brode sumir com minina ali, ai pencei: porra, vô tomar o pramiu logo.

Pegei logo mei copo de uisqui e fui no quarto. Tava um brode si xupano com uma morena. Pegei a muxila do meu paça e pegei o pramiu, disfacei mordi metade do comprimido. O sacana pulou da cama e perguntou si era uma paradinha la qui não sei o nome, mais axo qui era augum tipo de droga, e ele pidiu pra dividir com ele.

Respondi: é nada não paça.

O sacana ficou mi infernizano qui tive qui mostra o comprimido pra ele. Ai o sacana ficou de boa.

O broder continuo com o xurrasco e fiqei de boa cumveçano com uns paça. Bixo, ai senti o ovo istremecer na cueca, o corassão acelerano, a rola quiria subi. Eu sair assim de boa e mi sentei no sofa ja com a rola subino. E botei duas aumufada cubrino a rola. Meu paça tava eim pe dijunto do som com uma gata abrassada pela sintura e pecebeu logo e deu rizada e falou: ei carai, vai logo isvazia isso ai pivete. Os pessoau ali não intendeu nada.

Como meu paça não teim papa na lingua, ele falou: Devinho minina, so tu pra rezouver ali o problema do meu paça.

Devinho xegou assim e perguntou: rezouve o que.

Meu paça vei e garrou a aumufada pra tirar e eu sigurei a porra e mi dobrei pra sima da aumufada. A galera ve qui tenho pau grande, mais ve duro mermo so umas mea duza qui ja viu por cima da bermuda.

Quando pecebero qui era meu pau qui tava duro, junto otro paça pra mi sigura, dois viado tentano tira as aumufada, não sei queim meteu a mão pela minha barriga e dizabutuou minha bermuda e Devinho começou a puxa os viado e os cara de cima de mi. Nadei por baxo e sai correno com as aumufada na rola eim diressão pro corredô. Mais meu paça mi agarrou pela sintura, mi levantou, mi virano pro pessoau e gritou: jente, ó barriu eim qui Devinho gosta de cair. Mais eu continuei sigurano as aumufada mermo com meu paça mi sigurano pela sintura. Vei um paça de la e puxou as porra da minha mão.

Só vi minina abrino a bocão grande, os paça dano rizada, os viado abuzano Deivinho. Bixo, pence ai nu cara com vergoia foi eu. Tava com tanta vergoia qui si eu não tivece tomado o pramiu a porra tinha caido.

Ai meu paça mi largou depois de mi faze passar vexame e Deivinho vei logo xei de ozadia falano: jente pode olhar mais é só meu. E ele mi puxou para o utimo quarto. Tava um cazau la fudeno. Ele mi puxou para o otro e tava treis brode dividino duas minina. Mi puxou pro quarto qui fica no qintau e tava um cara comeno o cu de um viado. O viado deitado de lado e o cara atrais socano rola na puta.

Ai Devinho falou: vai ce aqui mermo.

Deivinho mi incostou na parede, botou a tassa com a bibida no xão. Minha bermuda os sacana la fora ja tinha feito o favô de dizabutua e abri aquele negoço qui paresse carrapixo qui não o nome, Devinho so botou meu pau pra fora da cueca e meteu o bocão.

O quarto qui fica no qintau as janela é de vidro e tava tudo claro dento. O viado e o cara qui tava fudeno olhou um pro otro e ficaro dano rizada. Deivinho xupano meu pau virou a cara pra eles e mexeu a boca fazeno rizada e continuou com meu pau na boca.

Ele levantou minha rola pra cima e com os labio mermo puxou meu ovo pra fora e enxeu a boca. O carai tava tezo pra porra e o sacana ali xupano iguau minina de fiume porno americano. Mais fora o efeito do pramiu, a xupada do viado tava gostoza pra porra. Ele brinca com a cabeça da minha rola de um jeito qui a porra puça na boca dele. O sacana uza uma lingua como ningem uza. E o carai comessou minar o liquido pariceno qui eu tava gozano de tanto liquido qui saia.

O cara e o viado ficaro la fudeno mais de olho najente ca. Eu mei com vergoia mais tava de boa. Tava mei bebo tobeim e fiqei de boa.

Ai falei: xega de xupa ai putinha. Qero cume esse rabo.

Deivinho arrastou logo uma camizinha do boço e botou na minha rola qui tava iguau ferro. E nisso eu tava ainda vistido com a bermuda.

Ai Devinho tirou a bermuda dele, virou a bunda pra mi, empinou um poco, botou minha rola pra baxo pra ele dislizar a bunda no meu carai. Ele levou as mão por trais pra ficar mi alizano inquanto mexia a bunda no meu carai e ficava dançano mexeno no meu pau.

Ai ele falou: abaxa mais um poco gato.

Abaxei mais e ele sigurou meu pau e incostou no cu dele. Ai falei: lubrifica ai pô. Ele respondeu: priciza não gato, ja ta lubrificado por dento.

E o sacana comessou mexer o cuzim no meu carai e a cabeça entrou. Ele tirou o cu da minha rola e ficou passano os dedo no cu como si fosse muler passano dedo na buceta. E botou dinovo o cu na minha rola e ficou mexeno. Entrou mais um pedasso. Ele tirou e passou os dedo dinovo. Botou o cu e entrou mais otro pedaço. Tirou o cu dinovo e pegou um frasco piqueno do boço da bermuda jogada no xão. Derramou um poco de um olho xerozo pra porra e passou mais no cu.

Sacana, ele botou minha rola no cu dinovo e eu olhano a bunda dele na minha rola, deu uma mexida forte e so senti o cu do viado sugano mia rola. Entrou e senti no meu carai uma barrera la no fundo. A pica tinha entrado ate aonde deu. E o sacana deu um jemido de puta e inquanto eu tava ali de pe incostado na parede, o sacana ficou fudeno minha rola com a bunda.

Ai meus paça, o cazau la ja tava assim, o viado de quato todo arreganhado e com o peitorau colado na cama e o paça brocano o cu do viado. Daqui a poco so ovi o sacana jemeno forte como si tivece gozano. E tava mermo.

Cabeça, eu não tava olhano cu e pica de nigem, so depois qui o paça gozou e tirou a rola do cu do viado qui pecebi qui eles tava fudeno seim camizinha. O paça tirou a rola e a gala iscorreu pelo cu do viado. O paça botou a mão pra gala não cai na cama e devoveu pra dento do cu do viado impurrano com os dedo pra dento, xiano e olhano pra jente. O paça deu umas treis batida de pueta e meteu no viado dinovo e deu umas mitida com o viado jemeno. O paça tirou a rola e meteu foi o bocão no cu do viado. Ai ele abriu a janela e cuspiu. O muro da caza é auto e não da pros vizim ve não. Ai ele troxe a rola e botou na boca do viado qui xupou largano limpa. O viado vistiu um xorte dins e falou pra Deivinho: aproveita puta qui uma deça ai é dificiu. Ai Deivinho respondeu: e tu vai lava esse rabo de gala, bixa. O viado saiu dano rizda.

Meus paça, o brode ficou um poco eim pe olhano jente fudeno e fazeno uma cara de safado da porra. O sacana ate si sentou e ficou mexeno na rola. Eu tava ficano ja com vergoia. Ai Devinho falou: tu ja acabou fulano si sai. Ele falou o nome do brode la mais lembro o nome não.

Cara, ai quando o paça foi saino do quarto, eu pecebi qui ele não era o paça, e sim a paça. O sacana mi deu uma olhada, feis uma boca de sacana, apertou o bico do meu peito, eu impurrei a mão dele la. E ele falou: si priciza de ajuda é so mi xama. Ainda beim qui Deivinho neim viu ele mi olhano e apertano o bico do meu peito. Deivinho tava tão intuziasmado impurrano a bunda no meu carai. Ai o sacana olhou meu pau entrano eim Devinho, abriu a porta e saiu.

Deivinho mi sigurou por trais e foi andano com meu pau dento do cu dele e subiu na cama, ficano de juelho na bera.

Ai sigurei na bunda da puta, abri as perna dela. A impinada qui Deivinho feis paricia qui o cu tava olhano pro teto. Taqei rola no cu do viado. Eu dava cada istocada forte qui so via o sacana dar aquelas xiada forte. O sacana começou mi xamar de amor e eu quereno da rizada. Mais o pivete começou mexe dimais com meu carai todo interrado nele e o sacana puxou a ponta da camizeta e cubriu a rola dele e largou uma gozada dento da camiza. Foi o primero viado qui vi goza seim ele pegar no pau pra bater pueta.

Ai ele falou: para, gato, depois ajente continua. Começou duê.

Ai mandei reau: pô sacana, da otra veis foi a merma istoria, mais dessa veis não.

Sigurei as mão do viado pra trais, sigurei no percoço dele e sigurei forte contra a cama e continuei dano minhas socada na bunda do pivete. Ja dava pra notar qui ele não tava mais com tezão com a fodança, mais eu tava de pau duraço, ja tava com tezão da mizera, e eu ia fuder ele qereno ou não.

Ai o viado começou gritar aqueles ai de dô. Mais gritava mermo. Meu pau nada de qerer goza e eu fudeno o sacana e o sacana gritano. Ai falei: oje tu si fode sacana, oje tu toma pau de verdade e dava cada bombada forte da porra na broca do viado.

Daqui a poco começaro bater na porta uma vois de viado pergutano: amiga, a sra ta beim. Deivinho so fazia gritar e eu respondi auto pro viado la fora ovir: ta tudo de boa sacana. Eu ovi mais jente xegano e augem falou assim: dexa os sacana fuder eim pais ai pô. Ai um viado respondeu: tu ta veno os grito de Devinho não. O viado ta seno istuprado.

So sei qui otros la convenceu e largaro ajente em pais.

E Deivinho falano: ai gato, goza logo qui não to aguentano mais, vai vai vai, goza.

Ai falei: quanto mais tu manda eu gozar pô, eu não vo gozar. Aqui queim manda so eu. E largei o primero tapão certero e forte na cara do viado. Ai qui vi grito. E largei tapa na bunda do sacana, e na cara, e na bunda e na cara.

Meus paça, o viado começou foi xiar de tezão, e falou: souta meu percoço va.

Eu soutei e ele abriu foi mais as perna e começou a trabaia no mermo movimento qui eu. Quando eu levava a pica ele trazia a bunda e quando eu tirava a pica ele levava a bunda. E a pica incruada, nada de gozar.

Ai Devinho falou: tu qué cu, pois tu vai ter. Dexa eu pegar um negoço ali.

Largei o viado i e falei: quando tu vim me trais uma ceveja.

Ele saiu inrolado com lençou e so to ovino la fora uma rizarada. E Devinho vouta com uma ceveja e abriu. Fui pega a ceveja e ele falou: não, queim ceve aqui so eu. E botou a lata na minha boca pra eu beber.

Ele tirou o lençou e o sacana tava virtindo uma saia de co pareceno roza, beim curta de tessido beim finim, ficou de quarto dinovo. Tava de caucinha fio dentau toda infiada no rabo. Ele mermo puxou pro ladim e falou: agora mi come, seu tarado.

Bixo, soqei no cu viado pra ve o viado pidir arrego. Daqui a poco to veno a rola inxano, a cabeça do pau pareceno qui is istorar ai falei: porra putinha, eu vo goza.

Ele falou: goza paim vai, goza na minha bunda.

Eu respondi: não sacana, eu vo goza mais é na tua boca e tu vai vai beber é tudim.

Ele falou: queim manda é voce e eu so obedesso.

Tirei a rola do cu do sacana, ranqei a camizinha fora, apertei a cabeça do carai pra prender o gozo e falei: ajuelha logo qui ja ta saino.

Paça, eu botei so a ponta da cabeça da rola na boca do viado e largei dento. Paricia qui eu tava uns dois meis seim gozar. So vi ispirrano porra e o viado ingulino, e o viado xiava iguau puta dos brega qui tum come. E quando a porra parou de ispirrar ele metou bocão ingulino meu carai. Ai o paça aqui si deitou na cama com os pe no xão e o corpo na cama, e mi largei todo, inquanto o sacana puxava com a boca o resto de gala da rola, meu corpo e minha rola puçava na merma propoção.

O sacana si deitou por cima de mi, cruzou os dendo, botou no meu peitorau, botou o qexo eim cima e falou: um gato, oje voce si superou. Valeu a pena isperar. Essa tranza valeu pro todas as veis qui não rolou. Era pra eu ter ti coiecido a mais tempo e antes de sua muler. Tu ia ce so mente meu. Ai ele deitou a cabeça no meu peitorau e ficou alizano meu corpo e meu pau com as ponta dos dedo. E a porra ainda tava dura. Não na merma propoção mais tava dura. Ai ele falou: um, e ainda ta dura. O qui voce teim oje eim.

Eu respondi: eu ti avizei pô, desde o começo, qui depois qui eu mi acustumo a porra sobe de boa.

Meus paça, ele não pode neim sonha qui eu tomei pramiu. Hehe.

Quando ajente saiu do quarto ja não tinha quaze mais nigem. Tinha dois brode sentado na varanda trocano idea, o eix de Devinho e otro sacaninha la. Tava os quarto tudo xei. Ate o sacana e o viado qui tava la no quarto fudeno ja tava fudeno dinovo.

Meu paça tava no finau do otro corredô, ele tava eim pe, uma mão abrassado uma gata e os dois si bejano, a otra mão ele tava sigurano a cabeça do viado magrelo aquele qui falei qui teim uma duença qui si axa gordo, come e gumita tudo. O viado tava de juelho xupano ele. Ai Deivinho falou: o quarto ai ta vazio amores. E eles foi pro quarto la do qintau.

Devinho mi xamou e falou qui o viado dono da caza tava nevoza na cuzinha. Ai fui la sabe o qui o viado tinha. Ele tava na pia lavano prato e respondeu com groceria qui não era nada. Ai Deivinho disse qui era purque ela tava seim nigem.

Ai eu mandei a vizão. Eu disse: porra paça, tu tobeim so qué da vinte conto pros cara ti cume.

Ele respondeu: e queim disse isso.

Eu falei: eu vi pô, da otra veis tu xupano o pivete na sala tu tirou vinte conto e deu pra ele.

Ai ele vei com istorinha qui gosta de sexo com por tezão e não axa correto da dinhero pra fuder.

Ai mandei: eim quanto tu fica com essa onda ai, tu é queim fica seim gozar e tua vida passano.

Deivinho ficou nevozo purque o viado era invocado e foi tomar banho.

Pegei pelo brasso do viado e falei: vamo aqui no quarto e mi mostra tua cartera. Ele dizeno: não não não, to seim dinhero oje. Se eu gastar esse vou fica seim curtir o finau de semana.

Ai falei: não pô. Pega sua cartera qui tu vai tomar no cu é oje.

Entramo no quarto e tinha dois cazau fudeno. Ele pegou a cartera e o viado tinha uma nota de cinco conto, umas de vinte e umas cinco de cinquenta. Puxei logo treis nota de cinquenta e falei: ali fora teim dois cara qui com certeza vai querer essa grana.

Ai o viado falou: fulano eu não quero purque ele é garoto de programa e fais tudo pelo dinhero, ate da cu e xupa pica. O otro não quero purque é eix de amiga minha e não pego cazo de amiga minha.

Ai falei: eix de amiga tua meu ovo. Tu ta afim dele qui to ligado e se ele quizer ele vai cume teu cu é agora. Ja qui tu não qué o otro purque da bunda e xupa pau, tu fica com o paça ali.

Eu sai la fora e troqei idea com o eix de Deivinho: colé cabeça, tu qué cento e cinquenta conto ai pra cumer um viado.

Ele respondeu: demorou paça, eu tô pricizano.

Levei o sacana na cuzinha e falei: ai minina, o paça é todo teu.

O paça ja botou a rola pra fora e não deu otra, o viado ja ficou de juelho e caiu de boca.

Fui la fora e fiqei trocano idea com o paça. Devinho saiu do banho e mi xamou pra tomar o meu. Tomei banho de dois minuto, botei cueca e bermuda e sai pra fora.

Xamei Devinho e pidi pra pega ceveja pra jente. Ele vei com treis e si sentou la fora com ajente.

Mi deu uma marizia da porra e falei: porra cara, doidim pra joga uma sinuca, mais não vejo neim um ba por aqui. Deivinho falou: teim um deceno ali a tua e sigino a isquerda.

Ajente quando vai da rodoviaria pra la não passa pelo ba não.

Ai Xamei Deivinho pra i com a jente e ele disse qui ia mais tarde purque ele ia isperar o dono da caza acabar de fuder pra ele ajudar limpar a cuzinha. O eix dele e o viado tava na cuzinha fudeno.

Fui no quarto e pedi a xave da moto de um paça la imprestado, ele largou a foda e mi deu a xave. Pegei a moto e sai discauço mermo, nu da sintura pra cima, botei logo uma lupa na cara, o paça pulou na garupa e ajente foi procura o ba, ele tava de bermuda e tenis, e nu da sintura pra cima.

Quando ajente dece a rua e dobra a isqerda duas moto parada com quato pulicia. Pararo ajente foi logo.

Depois continu ai meus paça.

Brigado ai meus brode e os paça ai qui ta reclamano de minha letra, pô paça, relaxe e fiqe de boa, é so dexa o conto ai e procurar otro pra le pô, não mi importo não. E o paça ai qui dice qui ia mi da zero, hehe, tu pode faze xuve zero ai paça qui to ligano não. Si ta dano nota é purque ta leno minha parada.

Mais os demais paça ai qui ta de boa, ajente ta ai cabeça, junto e misturado. É nois ai pivete.

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Comentários

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Caramba... Como tem gente burra e metida nesse site... Coxinhada braba... :(

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E continue, amigo. Estou amando seus contos. E muita gente também está, tenho certeza. Até mesmo Zé Carlos, com certeza, gostou. Ele apenas foi "Maria vai com as outras" mas logo voltou ser ele mesmo. Beijos!

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O que dá para interpretar também é que certas pessoas têm inveja por não terem uma boa história para compartilhar nem vivem momentos intensos para divulgar, então gostam de pegar falhas para bombardear os outros. Eu não publico nada porque não quero contar ficção; minha vida sexual é simples para compartilhar, moro com um homem desde meus 16 anos de idade e sou meio reservado. Não tenho muito o que escrever então me limito apenas a ler e comentar, mas nem por isso eu vou sair por aí criticando quem não escreve bem. Parem com esse recalque.

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Existe um abismo enorme entre ser "engraçado por criticar os outros" e ser um completo idiota. As pessoas têm de ter em mente que nem sempre a culpa é da pessoa que não teve oportunidade de estudar, sim dos pais, dos responsáveis e dos governantes. Outra coisa chata é que muitos têm preconceito. Você pergunta pra um desses que critica se ele é preconceituoso... ele vai jurar de pés juntos que não. Preconceito não é só com negros, pobres e gays, preconceito existe quando criticamos também pessoas com pouca estrutura educacional e também com os que vieram ou residem nas favelas. Não podemos criticar alguém só porque não teve o mesmo grau de estudos, ou porque não mora num lugar bom como nós. Revejam seus conceitos.

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Ai gente para de criticar . Eu li e entendi,nao me importo com gramática , é um conto erótico não um best seller

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so não entendi uma coisa se ele não teve estudo ou nada, como ele usa esses tipos de aparelhos para se comunicar tão bem

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Desculpem ai, mas o meu comentário foi para o leitor e não escritor

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~aííííí q delícia!! Fico loucah com seu jeito de gostoso.Está ~super_delli, gato, ñ se importe com esses idiotas ñ. Devem imaginar q todo mundo eh obrigado a ser estudado. Importante eh q vc tah compartilhando sua história, tah dando pra entender e está sendo ~megah_totozuu.Finalmente vc pegou a ~bishaa de jeito, jaah era tempo hihiihh. Affff q inveja!! Como eu keria tah no lugar dela. Só q ela fraqueijou depois q ela gozou, eu iria era abusar e violentar sua pica, ~delii. Hihihiih

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Se todos não repararam ele comentou que não teve estudo qualificado cabe a vocês agora deixar de ser preconceituoso e ler se quiser. A escrita errada da para entender sim, agente que querendo ou não teve pelo visto estudo melhor, sem desmerecer o colega escritor, também tem momentos que escrevemos errados. Vamos para de críticar e aproveitar o conto que é muito bom, continua espero que venha voando o próximo capítulo.

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IMPOSSIVO LE O CONTO DO PAÇA..... CEIM XANSE! AXO QUI NÓIS TEM QUE MUDÁ DE CAZA MULEKE.....

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