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Assim nasceu o Superboy - o reencontro

Autor: Boymogi
Categoria: Homossexual
Data: 14/11/2017 16:09:58
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Verão. Período de férias, período em que as coisas ficam mais calmas e nos permitem certos privilégios.

Clark, depois de anos trabalhando a fio, e nas “horas de folga” salvando a vida das pessoas, decidiu que precisava voltar às suas origens, nem que fosse por um único dia. Rever sua cidade no interior do Kansas, se possível visitar a fazenda onde cresceu, respirar um pouco de ar puro e sentir os cheiros de sua infância. Queria também tirar uma “folga” do seu ofício de herói, para tanto ao invés de ir voando, resolveu tomar um ônibus como qualquer ser humano comum. Preparou uma mala modesta com uma troca de roupas, comprou seu bilhete e embarcou.

Ao chegar, encontrou sua cidade quase do mesmo jeitinho de quando saiu de lá. O comércio igual, as pessoas, as casas, tudo do mesmo jeito. Começando a matar as saudades, sua primeira parada foi uma velha padaria onde parou tomar um gole de café e tentar reconhecer alguém.

Entrou, sentou-se no banco do balcão (com o velho cuidado de sempre para não destruir o banco, lógico) e pediu o seu café com um pouco de leite.

Enquanto isso, Doug decidiu ir até a padaria da esquina comer um doce, tinha acabado de almoçar na casa de sua tia (que achava que Doug havia crescido por fazer exercícios na academia).

Ao entrar na padaria Doug levou um susto: Clark estava sentado no primeiro banco, segurando uma maleta modesta em uma mão e um copo de café com leite na outra. Tentou passar despercebido, porém Clark estava olhando exatamente pela porta por onde ele entrou, e seus olhares se cruzaram. Olho azul mirando olho azul.

Sem poder escapar do reencontro, Doug abriu um sorriso e se dirigiu até Clark.

Meu caro Clark, que satisfação encontrá-lo por aqui!

Doug! Rapaz, o que está fazendo aqui no Kansas? Cansou da cidade grande?

Não Clark, eu morava com minha avó, e aquele dia que te encontrei, quando cheguei em casa ela tinha tido um infarto fatal. Fiquei sozinho no mundo, então juntei o pouco que tinha e vim morar com minha tia aqui. E você, o que faz perdido por estas bandas?

Eu fui criado aqui, na fazenda Kent. Talvez você não a conheça pois já há alguns anos ela foi vendida e mudou de nome, hoje se chama Fazenda Hudson.

Sei sim. Rapaz, aquela fazenda é linda, passei diversas vezes perto dela, muito bem cuidada, os campos verdinhos que dá gosto de olhar.

Sim Doug, meus pais cuidavam muito bem dessa fazenda, fico feliz em saber que os Hudson também estão cuidando. Mas me diga uma coisa, o que aconteceu com você? Em nada lembra aquele rapaz franzino que conheci alguns meses atrás…

Pois é Clark, nem eu sei explicar. Sei que depois do nosso encontro, peguei no sono e do nada acordei assim.

Clark nesse momento se assustou. Não, não podia ser possível. Será que havia encontrado, dentre milhões, o único ser humano capaz de assimilar o seu DNA? Pois Clark sabia que nenhuma mulher poderia conceber um filho seu devido a incompatibilidade genética, as chances eram praticamente nulas. Mas…

Doug, acho que precisamos conversar em um lugar um pouco mais reservado sobre isso, não acha?

Sim, Clark, é melhor mesmo.

Clark pagou pelo seu café e saiu da padaria. Foi caminhando com Doug ao seu lado se dirigindo ao campo, onde sabia que havia uma caverna antiga que ninguém conhecia. Lá eles poderiam conversar sem ninguém ouvir, era um local bastante isolado e privado.

Cerca de meia-hora de caminhada depois (Clark não quis usar a supervelocidade, pois não sabia o quanto Doug havia assimilado seus poderes), chegaram. Entraram dentro da caverna e percorreram um longo corredor, chegando a uma câmara repleta de estalactites que abafavam os sons, não reverberando nenhum tipo de eco. O isolamento acústico da câmara era praticamente perfeito.

Então Clark, me diga, o que deseja conversar comigo?

Doug, o assunto é bastante complexo e delicado, eu sinceramente não sei por onde começar…

Então… vamos começar do fim, ou seja, vamos começar do momento em que você gozou dentro de mim aquela vez em que tranzamos.

Sim, eu acho que sim… o que aconteceu?

Então Clark… até que ponto você sabe sobre genética?

Um pouco mais que você, acredito. Sei que meu código genético é praticamente incompatível com o de qualquer outro ser humano, e que a assimilação seria praticamente impossível.

Então Clark, de fato. Mas vamos nos atentar à nossa trepada. Foi maravilhoso sentir você dentro de mim, você me fez sentir um tesão que nunca havia sentido na vida. Porém, seu pau é muito grande e bastante grosso. Sentir esses 25 cm entrando foi dolorido, e depois eu descobri o motivo. Quando você me penetrou, eu era virgem, e para uma primeira penetração, você rasgou minhas pregas uma por uma. Isso causou uma fissura anal, provocando um pouco de sangramento. Bem pouco, você nem percebeu porque nem sujou nem nada. Porém no momento em que você gozou dentro de mim, e não gozou pouco, grande parte do seu sêmen, através dessa fissura, entrou na minha corrente sanguínea. De imediato nada aconteceu, pois logo em seguida com a morte da minha avó e tal, eu fiquei quase 2 dias inteiros acordado. Porém quando cheguei aqui eu consegui dormir, e foi durante a noite de sono que tudo aconteceu. O seu DNA parou de correr pelo meu corpo, se depositando em todas as células através do meu sangue onde ele se diluiu. O seu DNA se misturou ao meu, e o restante você já sabe… virei uma cópia “junior” de você.

Por cópia você diz…

Superforça, visão de raio-x, visão de calor e superaudição? Sim. E meu corpo parece feito de aço, estou tendo que tomar cuidado até mesmo para sentar no sofá da minha tia sem destruí-lo.

Sim, era o que eu temia. Você absorveu todos os meus poderes, e tal qual aconteceu comigo, está descobrindo eles aos poucos. Bom, está na hora de você saber a verdade sobre mim, senta, por favor.

E Clark contou a Doug toda a sua história, de onde veio, porque o sol o fez super, seus pais, seus medos, seus receios e tudo mais.

Ao final da explicação, Doug perguntou a Clark:

E eu? Será que os efeitos serão permanentes?

Acredito que sim Doug. Veja, eu nunca fiz sexo sem preservativo, e também tem outra particularidade… você foi a única pessoa do mundo que aguentou levar uma relação comigo até o gozo. nunca ninguém aguentou, sempre tive que gozar sozinho. Você foi o primeiro em décadas que aguentou, com quem eu transei sem preservativo e em quem eu acabei gozando. Entende que foi um conjunto de situações?

Entendo Clark, relaxa. Na verdade eu fico é orgulhoso em saber que fui o único que aguentou. Esses poderes acabaram sendo um “bônus” que ganhei com tudo isso, não se preocupe que não estou chateado. Pelo contrário. Gostaria de repetir a dose, agora sentindo você plenamente. Sim, porque agora eu entendo o quanto você precisou se segurar naquele dia para não me esmagar feito uma barata. O quanto você teve que conter o seu gozo para não me atravessar feito um tiro de metralhadora. Hoje estaríamos em pé de igualdade, e eu gostaria muito de viver isso, porque...

Clark não deixou Doug terminar. usando a supervelocidade, calou a boca de Doug com um beijo intenso. Doug não se fez de rogado, segurou Clark pela lapela de seu paletó (e o rasgou) e intensificou o beijo, chupando a língua de Clark com toda a superforça que tinha. Clark, sentindo que Doug partiu com toda a força, revidou com toda a força. As línguas travavam uma verdadeira luta de titãs, como duas serpentes de aço duelando enquanto os dois iam tirando suas roupas. Doug segurou as roupas de Clark e num único puxão rasgou ela toda como se fosse papel. Clark fez o mesmo com Doug, ficando os dois totalmente nús.

Clark agora olhava o corpo de Doug. No lugar do corpo franzino, uma montanha de aço, poderosos músculos trabalhados, duros, maçiços e definidos. Os braços, duas montanhas, quase meio metro de circunferência, fortes, potentes e poderosos, braços que facilmente agarrariam Clark em pé de igualdade. Entre as pernas, um SENHOR pau, 23 cm, grosso, veiudo, apontado para cima, apoiado em um saco com duas bolas enormes e pesados de tanto leite. Virando Doug de costas, Clark viu aquela mesma bundinha redondinha versão “super”, não tinha 1 única célula fora de lugar, firme, musculosa, poderosa. O cuzinho então, um verdadeiro botão de aço, rosinha, fechado e delicioso como antes.

Clark segurou Doug com carinho porém não precisava mais se segurar. Podia soltar toda a sua força pois sabia que não machucaria a Doug. Beijando Doug com sofreguidão, Clark o deitou de costas no chão, o piso de pedra estalando e esfarelando com a força com que ele deitou. Levantando as pernas de Doug, Clark foi acariciando o corpo de Doug que nesse momento já gemia com muito tesão. O grande pau de Doug já estava duro feito uma barra de aço, babando intensamente aquele líquido transparente e com cheiro de banho (sim, porque como eles não cansavam mais, não suavam, e o cheiro do banho permanecia por muito tempo).

Com muita vontade, Clark deu em Doug o melhor beijo grego da história. Uma língua de aço, poderosa, lambendo e penetrando um cuzinho também de aço, rosado, fechadinho, lisinho, levando Doug à loucura.

Clark foi subindo, beijando, fazendo carinho (nem tanto) no corpo de Doug, alcançou sua boca e retomaram o intenso beijo, a intensa guerra de línguas que se travava dentro das bocas.

Doug, por sua vez, empurrou Clark fazendo com que ele deitasse no chão da caverna (outro estalo, mais entulho) e sem dar chance a Clark se levantar (Doug nesse momento descobriu a supervelocidade), abocanhou o pau de 25 cm de Clark, que respondeu com um delicioso grunhido grosso. Doug foi chupando, acariciando os arredores, estimulando os mamilos de Clark, o abdome, o peito, o pescoço, o saco com aquelas poderosas bolas maduras e pesadas. Sentiu em sua boca o salgadinho do líquido pré-gozo expelido por Clark, deliciando-se com o sabor.

Quando se deu por satisfeito (sim, pois não se cansava nunca), Doug parou de mamar. Foi subindo, beijando o abdome de Clark, o peito, o pescoço, e a boca novamente. Sem dar tempo para nada, Doug montou em Clark e posicionou seu cuzinho bem na ponta do pau de Clark. Beijando e estimulando, começou a forçar a penetração. Seu cuzinho de aço resistia, porém o pau de aço de Clark não recuava. Ficaram nessa luta por um tempinho até finalmente o cuzinho de Doug ceder e dar espaço para o pau de Clark finalmente entrar. Doug gemeu com um grunhido, finalmente tinha um homem dentro de sí novamente (depois que havia ganhado os poderes, nenhum homem comum, na verdade nem um taco de beisebol de ferro havia conseguido penetrar seu cuzinho). Foi rebolando e sentindo aquele pauzão lhe comendo por dentro, furando, entrando e saindo com muita força.

Clark, sentindo a força do cuzinho de Doug, não se fez de rogado. Pela primeira vez em sua vida poderia dar tudo de sí em uma tranza sem medo. Segurou Doug pelo tronco para que o pau não saísse e em um golpe só, jogou Doug contra a parede, penetrando ainda mais fundo. A parede estraçalhou.

Doug então, saiu por um instante do pau de Clark, se virou de 4 e apoiou suas mãos na parede. Olhou para Clark com desejo e apenas sussurrou “vem”.

Ao ouvir aquilo, Clark foi feito uma bala para dentro de Doug novamente. Cada estocada que Clark dava em Doug era um tremor que a caverna sofria. Os dois, tranzando feito dois animais, estavam causando um terremoto naquela montanha sem se dar conta disso. Os sismólogos acompanhavam, estupefatos, os sensores geológicos marcarem tremores de até 6 graus na escala, sem que houvesse um epicentro definido. Ninguém conseguia entender como surgiu um terremoto do nada naquele local, sendo que as placas tectônicas estavam inertes e naquela região estavam acomodadas.

Clark e Doug continuaram feito dois animais, trepando e mudando de posição. Hora Doug jogava Clark no chão e pulava em cima, hora Clark virava Doug e jogava ele no chão, entrando com tudo sem cerimônia. os dois se amavam, se comiam feito dois animais no cio e não queriam saber de nada ao seu redor.

A intensidade da trepada dos dois foi tão forte que o túnel por onde eles entraram começou a desmoronar, fechando para sempre a entrada daquela câmara.

Os dois continuaram se curtindo com cada vez mais força, até chegar o clímax. Doug, quase perdendo a consciência de tanto tesão, gozou. A gozada foi com tanta força que cada jato de porra que ele expelia era como um tiro nas paredes da caverna, causando mais desmoronamentos. E a cada jato que Doug expelia, era uma contraída no seu cuzinho, que esmagava o superpau de Clark com tanta força que Clark também não aguentou mais. Tirou o pau de dentro de Doug e começou a gozar. seus jatos saindo com tanta força quanto os de Doug, destruindo totalmente a caverna e quase soterrando os dois.

Passado a euforia do gozo (coisa que para eles foi rápido devido à superforça), resolveram sair dalí. Ambos, com a visão de calor, abriram o teto da caverna (que já havia desmoronado mesmo).

Deram-se as mãos, um delicioso e intenso beijo, e saíram pelo buraco, voando dentro da noite.

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