Casa dos Contos Eróticos

Meu aluno comeu minha esposa

Autor: Mamá
Categoria: Heterossexual
Data: 05/11/2017 18:23:16
Última revisão: 20/11/2017 13:15:09
Nota 10.00
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Apesar de gostar muito do trabalho, ser professor às vezes tem seus percalços.

Era o ano de 2014, eu dava aula em uma turma do terceiro ano do ensino médio, num colégio da região central de Curitiba.

Tinha uma turma meio complicada, dividida entre um grupo de alunos que não queria nada com nada e outro que fazia questão de afrontar e provocar os professores (havia um ou outro bom aluno). Desse segundo grupo, um particularmente me incomodava muito, o Leandro. Popular, bonito e esperto (com muito poder simbólico, portanto), ele funcionava como uma espécie de líder da bagunça na sala. Desde o começo do ano ele havia decidido não apenas atrapalhar constantemente minhas aulas, como me provocar pessoalmente. Era o tipo de aluno insolente que, sendo maior de idade, e contando com a displicência do colégio, saía de sala e do prédio da escola a hora em que bem entendia, sem nenhuma vergonha de dizer que iria fumar, por exemplo.

O meu jeito de andar, um cabelo bagunçado, uma roupa, tudo era motivo pra ele começar um tirar sarro, geralmente de um modo discreto, sem me confrontar, mas sem esquecer de me deixar claro que estava tirando sarro. Certa vez, ele pediu pra um outro aluno (amigo dele) vir “comentar” comigo que ele estava falando de mim “pelas costas”, que ele não sabia como um cara como eu era casado com um “gostosa” como a minha esposa (que ele provavelmente havia visto no facebook). Noutro dia ele próprio chegou a me falar o que ele pensava dela (minha esposa) [“imagina então se ele soubesse de minha condição de corno manso”, pensava eu]. Fora as sutis sugestões sobre o tamanho do meu pau (coisa que, evidentemente, ele não tinha como saber). Ele fazia de tudo para me desestabilizar e tirar do sério, mas tudo de caso muito bem pensado, para evitar represálias. Afinal, o que eu poderia fazer? Conversar com ele? Ameaçar e dar munição de verdade pra ele me atacar? Falar com a direção e me expor ao ridículo?

Claro que no estágio de maturidade no qual eu estava, já não dava muita bola para este tipo de provocação. Mas não deixava de me sentir um pouco por baixo, derrotado por um aluno que conseguia me desafiar com uma inteligência tal que eu sequer era capaz de confrontá-lo. Mas o fato é que a vida seguiu e eu deixei isso pra lá.

Certo dia, conversando com a Ju (minha esposa), eu contei pra ela a respeito do aluno. Falei pra ela do caso todo, do aluno “malandrão” e “pegador”, que me confrontava e que havia me afrontado e que havia chamado ela de “gostosa” na minha frente. Ela ficou curiosa e foi ver no facebook quem era o tal aluno. Ao ver os álbuns dele, ela resolver me provocar pedindo pra eu dizer pra ele, em retribuição, que ele era muito gostoso também. Fiquei meio contrariado, mas levei como brincadeira de esposa safada.

Um tempinho depois, no finalzinho do ano, época das últimas avalições, eu estava dando aula na sala do Leandro quando, como de costume, ele sai da sala sem nem dar satisfação, sorrindo de forma debochada e ainda por cima me olhando diretamente pra me desafiar. Não dou bola, apenas continuo minha aula. Uns 35-40 minutos depois (era uma sequencia de duas aulas, as duas últimas) ele volta pra sala, senta fora do lugar, puxando uma cadeira para o lado a carteira de um amigo, perto da minha mesa. Os alunos estavam fazendo uma atividade e eu estava sentado na minha mesa, organizando o livro de chamada. É então que ele começa a contar para o colega uma história que ele havia acabado de experienciar, falando num tom em eu podia ouvir muito facilmente: “cara, acabei de ganhar o boquete de uma vagabunda na rua, fora da escola”. Segundo ele, ela havia parado o carro pra ele, chamado para entrar, o agarrado e o chupado. Claro que nem levei muito a sério, afinal era um menino contanto vantagem pros colegas...

Depois da aula, eu estava fora do colégio, esperando a Ju passar me pegar com o carro dela (normalmente eu voltava de ônibus para casa, mas naquele dia ela veio me buscar porque a gente ia para um evento depois da aula), quando o Leandro passou por mim, bateu no meu ombro e perguntou: “esperando a mulher, professor?”. Não entendi muito, mas não me dei ao trabalho de pensar nisso e nem de responder, apenas continuei esperando a Ju.

Nem dois minutos depois ela chegou. Entrei no carro e fui logo surpreendido, não por um beijinho, como de costume, mas por um beijo demorado e intenso. Mais surpreendido ainda pelo gosto forte de pau na boca dela. Nesses breves instantes que o beijo durou, deu tempo de pensar se era isso mesmo, se realmente era gosto de pau, e ter convicção de que de fato era. Não que isso nunca tivesse acontecido antes. As vezes ela fazia questão de se despedir dos caras com quem ela saía com um boquete só pra poder me beijar, no reencontro, com gosto de pau e porra na boca. Mas nunca tinha rolado assim, completamente de surpresa.

- Amor, que gosto é esse na sua boca?

- Você sabe muito bem!

- Sei, mas quem foi que você chupou?

- Você nem imagina?

Nessa hora me caiu a ficha:

- Meu deus, foi você quem chupou o Leandro?

- Claro, né, amor! Gostou da surpresa?

- Mas como foi isso? Ele sabia quem era você?

- Sabia, claro, ele não tinha stalkeado meu face? Além do que eu mesma entrei em contato com ele e combinamos tudo.

- Então ele foi lá na sala me provocar de propósito?

- Sim, eu que pedi pra ele fazer isso.

Comecei a suar, quase tremer. Um aluno, o pior aluno, quem sabe, a esta altura, até mais, sabia que eu era corno.

- Fica tranquilo, amor, disse ela, pedi com jeitinho pra ele não contar pra ninguém. Isso vai ser um segredinho nosso. Além do que eu fiz um trato com ele.

- Trato? que trato?

- Primeiro eu disse que, se ele não falasse pra ninguém, eu fazia você pegar um motel pra ele me comer, e que eu ia fazer o serviço completo. Além disso, ele não precisa de muita nota pra passar? Falei que era eu quem iria aplicar as provas e dar as notas pra ele, do meu jeito.

Claro que não foi o suficiente pra que eu ficasse tranquilo, nem pra que eu me acostumasse com a ideia da minha mulher ser comida pelo meu aluno mais provocador.

- (Eu perguntei) Mas o que você disse pra ele pra justificar essa história toda?

- Contei tudo, amor. Falei que você sozinho não dava conta de me satisfazer e que eu saía com outros homens com o seu consentimento, que você é um corninho manso.

- Mas ele não achou estranho, não perguntou nada?

- Ele riu, falou que agora entendia como uma gostosa como eu havia ficado com um cara como você. Ele perguntou se o seu pau era pequeno, falou que sempre imaginou você assim.

- E o que você disse?

- Falei que sim (risos).

- Ah Ju...

- Tem que entrar na brincadeira, amor.

O fato é que, depois de passado o susto inicial, passei a achar a história toda extremamente excitante. O porém é que fiquei com vergonha de encarar o Leandro depois do acontecido. Depois disso, aliás, parou de me provocar acintosamente, afinal não fazia mais sentido ele continuar me confrontando, uma vez que, ao pegar minha mulher, tinha me vencido e subjugado completamente, tinha me imposto sua superioridade enquanto macho. Claro que ele não deixava de dar um sorrisinho maroto cada vez que passava por mim. Nunca havia sentido tão humilhado (mas também excitado) por macho nenhum, afinal era um menino mal saído da adolescência e que, ainda por cima, deveria estar em uma posição hierarquicamente inferior a minha. Pra minha sorte, era fim de ano e não tive que conviver por muito tempo com essa situação constrangedora.

Depois das provas que a Ju aplicou nele, considerando “o desempenho, a vontade de aprender e o tamanho do material”, ela decidiu dar 10,0 pro Leandro no último bimestre na minha disciplina (decisão que eu, obviamente, acatei, mesmo que ele não tenha entregado os trabalhos e tenha deixado minha prova praticamente em branco), sendo aprovado na matéria, apesar de ter reprovado no conjunto das disciplinas.

Não dei mais aulas para o Leandro, já que ele foi fazer a educação de jovens e adultos em outro colégio, mas fui obrigado a pagar algumas idas ao motel dele com a Ju. Como retribuição, pude sentir mais algumas vezes, pelo corpo da minha esposa, o gosto do pau do aluno que me humilhou.

Comentários

17/11/2017 12:12:44
Delicia de conto, parabéns !! Minha esposa tb é bem putinha, confira nossas aventuras ... Temos um blog para maridos liberais https://clubedosmaridoscornos.blogspot.com.br/
10/11/2017 15:01:20
Esse beijinho com gosto de pau deve ser ótimo!!!
09/11/2017 21:05:08
Cara, muito bom teu conto. Imagino o tesão que você sentiu, com a tua esposinha dando gostoso pra esse aluno safado. Só quem viveu isso sabe como é. A minha mulher também, já deu para outros quatro machos. Narrei aqui todas essas vezes. Quando tiver um tempinho, leia como foi. Dez pro relato e mil pro casal!
09/11/2017 00:55:48
Muito bem escrito!
06/11/2017 08:26:29
Li um comentário seu em outro conto, por isso resolvi te conhecer. E para minha surpresa, por coincidência, encontrei uma história parecida com a minha. Quase uma versão feminina deste conto. Transei com um ex-aluno problema na frente do meu marido. Quando puder, leia como foi. Quanto a este, agora que a Ju fez oral com o garoto, com certeza a coisa não ficou só nisso. Se você até pagou o motel, merece uma continuação que vai ser ainda melhor e mais excitante. Se aconteceu, escreva logo. Nota máxima pra ti... Beijinhos adocicados nessa boquinha.
06/11/2017 06:15:33
Amei o seu conto, adoro tudo isso. Quero ler todos os seus conto e receber fotos e vídeos embora que todos falam que mandam,mas nunca recebemos.Adoro filmar, fotografar e fazer book desses melhores momentos. Caso interessar é só retornar: fotografoliberal@yahoo.com.br
06/11/2017 00:44:32
muito bom
05/11/2017 20:06:56
Simplesmente fantástico... Boa narrativa, tamanho correto e situação fantástica. Continue nesta linha. Parabéns.

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