Casa dos Contos Eróticos

Minha irmã é minha esposa - Capítulo Um

Autor: Noah
Categoria: Heterossexual
Data: 25/10/2017 21:00:11
Última revisão: 22/11/2017 23:46:22
Nota 8.85
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Minha irmã é minha esposa.

Meu nome é Noah e tenho 36 anos. Sou o penúltimo filho de meus pais e tenho seis irmãos. Fui criado em uma pacata cidade do interior de São Paulo, perto da divisa com Minas Gerais, cuidando de gado e cavalos. Aos 12 anos, eu já mantinha todo o gado no pasto, corria atrás de bezerros perdidos, caçava lobos e onça e mantinha a ordem no sítio.

Minha mãe era muito orgulhosa de mim. Meus irmãos decidiram sair e ir morar com meus tios em São Paulo, enquanto eu fiquei e me tornei o administrador da fazenda desde aquela tenra idade. Meu pai era iletrado a despeito de seu berço Canadense: sequer ler e escrever sabia. Então me tornei o "homem da casa", como ele e mamãe diziam.

Quando eu tinha 10 anos, ocorreram dois fatos que mudaram a rotina no sítio. Primeiro, papai contraiu pneumonia e, com recursos médicos escassos, veio a falecer. Foi um choque, mas admito que não me importei muito e vocês vão saber o motivo em outros capítulos da minha vida que, neste site, organizo orientado a pessoas.

No entanto, após sua morte, mamãe veio conversar comigo e me disse que papai havia ido embora mas havia nos deixado um presente: ela estava gestante apesar de sua idade!

Diante da situação, eu comecei a cuidar de todos os afazeres do sítio, de nossa casa que também era a sede da fazenda, e da contabilidade. Estávamos muito bem financeiramente pela herança de papai e eu fiz um curso de administração rural para dar continuidade ao legado tão sofrido dele. Meus irmãos pouco se interessavam, já que tinham suas responsabilidades na cidade grande e suas próprias famílias. O irmão seguinte a mim, Pedrinho, é 4 anos mais velho e já estava trabalhando no banco Bradesco como escriturário.

Ele fez várias visitas à fazenda e, após ver a organização e as contas, disse que eu estava fazendo o serviço de "gente grande" melhor que qualquer outro dos meus irmãos, ele incluso, fariam. Éramos muito amigos de farra; apostávamos corrida de nado no rio São Francisco (quem é da região de Barretos e do Triângulo Mineiro vai saber qual é o rio), quem "gozava" mais longe e todas aquelas atividades de guris novos e, apesar de mais novo, sempre me destacava. Ainda adolescente, meu corpo dava sinais fortes de puberdade prematura. Eu já tinha 1.82m, membro rombudo e avantajado, corpo moreno e peludo, sarado com a lida da fazenda e ombros largos. Meus outros irmãos eram mais baixos, mais brancos e com bem menos pêlos, apesar de que os acho todos mais bonitos que eu (sem falsa modéstia, aviso!).

Brincavam que eu era filho de outro pai já que meu pai, como citei antes, era Canadense de nascimento, branco esquálido e loiro e eles tinham herdado a genética dele. Como disse sou moreno e muito peludo; agora tenho 2.10m, olhos cinzas (brincavam que meus olhos eram de lobo e Pedrinho sempre me chamava de "lobinho", como o dos cães de raça husky siberiano). Meus manos eram brancos de olhos castanho claros.

Eram claras as diferenças entre nós, pois eu segui a genética de meus tios por parte de mamãe, italianos e muito brabos. Eu era assim e muito brabo mesmo, como ainda sou: uma piada mal feita e o braço sobe no ouvido de quem for, dando-me fama de poucos amigos.

Voltando ao tempo, nasceu Sarah. Sarah era extremamente branquinha, olhos azuis da cor do céu. A guria parecia aquelas bonecas Mexicanas todas brancas. Seus peitinhos eram totalmente brancos, seu cabelinho era loirinho bem claro (achei que ela era careca naquela época! rs). Um detalhe dela eram as coxinhas grossas e o bumbumzinho bem arrebitado. Ela somente chorava para mamar; de resto, dormia quietinha e não dava trabalho algum a mamãe ou a mim. Meus irmãos ficaram orgulhosos dela ter puxado a genética de papai, ao invéz do moreno meu como já expliquei.

Mamãe era muito cuidadosa com ela apesar das pequenas manifestações de sexualidade em que ela envolvia a guria e tinha, também, muita preocupação comigo, já que me tornei um guri super austero, sério e envolvido com o trabalho na fazenda.

Sarah era séria em seu jeitinho de ser. Observava os insetos que, curiosamente, jamais a picaram, as folhas, tartaguras, as frutas com olhos como se fosse uma filósofa ou bióloga fazendo estudo de campo. Ao completar 4 aninhos, Sarah mostrarasse uma menina extremamente inteligente, amorosa, meiga e cuidadosa de todos.

Lembro do espanto de mamãe ao saber que Sarah já lia e escrevia; a pequena empilhava 2 cadeiras para lavar louça em sua solicitude de "dona de casa", o que me levou a, após alguns, digamos, acidentes, trocar os pratos pelos de metal. Sarah tentava colar os pedaços dos pratos quebrados e chorava por horas pelo acidente. Parava quando me via e corria sentar-se em meu colo.

Outra coisa era que a guriazinha só dormia se fosse no meu colo, após contar estorinhas para ela. O detalhe era que todas as noites eu tinha que inventar uma estória nova pois ela não aceitava as estórias dos livros. Ela já lia e perdeu o interesse: haja criatividade para empatar com a demanda dela.

Aos 6 aninhos, Sarah já era uma Amazona, o que destoava de sua pele extremamente branca. Cavalgava uma égua árabe como ninguém, sem usar espora, só com a voz, e gostava de competir comigo. A guria ganhou algumas vezes, o que eu devidamente disfarcei como "ah! tenho que ver tal coisa...", comendo terra vermelha de sua égua. A pequena sempre dizia à mamãe que iria casar-se comigo, ao que achávamos graça.

Um detalhe importante é que Sarah foi abençoada por Deus. Ela tinha e ainda tem o dom da cura. Ela fazia visitas a qualquer vizinho ou conhecido que estivesse doente. Deitava-se sobre o peito de seu "paciente" e chorava, pedindo "ao Papai do Céu" que curasse o enfermo. Após essas visitas ela voltava para casa totalmente cansada, arrastando-se como se estivesse fraca, uma "senhora" cansada, tendo perdido sua energia. Os sintomas do paciente passavam para ela por um dia inteiro, dando um trabalho imenso para nós e, em seguida, ela milagrosamente "sarava" e voltava a ser a guria alegre, meiga, carinhosa e cuidadosa. Dias após, o paciente estava sem doença alguma e vinha contar-nos da visita da Sarinha.

Mamãe e eu tratávamos aquilo com respeito, sem entender muito e sem questionar nada. O Pastor de uma igreja pediu que fôssemos cuidadosos com ela e que não a impedíssemos de visitar quem fosse que ela quisesse, o que respeitávamos. O Padre nos deu o mesmo conselho.

Minha história com Sarah começa quando mamãe foi diagnosticada com câncer e veio a falecer. Eu fiquei arrasado mas nada comparado à Sarah. Ela tinha 8 anos e não aceitava o fato de outras pessoas têrem sarado sob seus cuidados mas mamãe não. Eu tive que ser forte para nós dois e ela passou a dormir somente comigo por conta de seu chôro contínuo e pesadelos, dado a carência pela falta de mamãe.

O problema é que eu era responsável por ela, mas também sou homem. Algumas noites ela saia de seu quarto e vinha para minha cama. Encaixava-se em mim, puxava meu braço por sobre si e, algumas vezes eu acordava com meu membro rijo, encaixado na sua bundinha e minha mão enfiada dentro de sua calcinha como fazia com minha ex-namoradas.

Quando isso acontecia, ficava irritado comigo mesmo e logo me recompunha. Era minha irmãzinha amada, querida, minha guriazinha e não queria ou aceitava fazer mal algum a ela. Eu sabia disso; meu corpo reagia diferentemente quando eu não estava acordado.

Isso durou por 4 anos.

Sarah, agora, tinha sua festa de aniversário de 12 anos.

Ela estava linda: cabelos loiros claros na cintura mais larga pela puberdade precoce, peitinhos do tamanho de limões, olhos azuis tão intensos que eu fugia deles! rs. Ela fez um penteado à Grega, com fitas brancas enroladas nas tranças loiras de seu cabelo, presos na frente. Ela parecia uma estátua grega que ganhou vida e andava pelo sítio envolta a meros humanos, eu um deles.

Ela me chamava de "marido" e fazia tudo em casa que mamãe fazia. Chamava-me "o homem da casa" e sempre criava oportunidades para estar no meu colo, cavalgar comigo, tomar banho no rio. Meus irmãos me falavam para mandá-la para São Paulo, onde ela teria mais oportunidades. Ela negava e chorava muito só pela hipótese de me perder. Ela amava como ama os outros irmãos, mas com uma conexão diferente da que possui comigo.

Como me referi, eu tinha uma namorada na época. Transávamos: não fazíamos amor. Ela sempre reclamava do meu membro que é muito avantajado, seguindo minha genética. Vai soar outra "estória da carochinha" mas aos 22 anos meu membro já media 26x8cm, o que não era motivo de orgulho (falo sério!).

Explico: eu sinto prazer em dar prazer; nada mais sublime e excitante do que ver uma fêmea ter um orgasmo que tu proporcionou: meu prazer está nisso. Sentir a fêmea tremer, balançar braços e pernas sem controle, revirar os olhinhos, sentindo o pinto cravado dentro do corpo dela, como se fosse um pino a prendendo em um eixo imaginário. É o mesmo prazer em iniciar uma fêmea: ouvir o chôro alto, os gemidos, as lamentações, os braços tentando desesperadamente me empurrar, a respiração super acelerada, os músculos tensos, todos se mechendo, as pernas tentando se fechar freneticamente e nada disso acontece porque o pinto está cravado fundo naquela carne macia, até o colo do útero, causando ondas de prazer irresistíveis, limitando todos os movimentos dela até sua entrega final! A capitulação do amor carnal!

Com Angélica, porém, era muita dor, ainda que eu somente a penetrasse com pouco mais da metade de meu membro, então nossas relações eram espaçadas em uma ou duas semanas. Ela devia ter a vagina "rasa", termo que nunca entendi bem.

Eu era e sou muito ativo; nesse meio tempo, lembro-me de me masturbar 5 vezes ao dia, mas o sentimento de realização não vinha. Machucava o membro na esfregação e o prazer durava segundos, sem me satisfazer. Isso me frustrava e, falando com o Padre da cidade, ele me disse para ter calma que "Deus traria a minha alma gêmea e meu tamanho seria virtude, não um problema".

Por isso, não me relacionei com muitas gurias. Vou escrever alguns capítulos com as que me marcaram de alguma forma, mas Sarah, sem dúvida, é o capítulo mais importante da minha vida!

De volta à minha irmã, a guria continuava com o hábito de ir para minha cama apesar de minhas queixas. Não dava para controlar meus instintos quando eu sentia aquele perfurme de mulher nos cabelos e no corpo dela. Acordei muitas vezes totalmente encaixado nela, melando as minhas e suas roupas e, quando ela acordava antes de mim, colocava a mão no meu membro e o direcionava bem na sua virilha, fazendo pressão após até sentir que não "entraria" mais.

Tive vários orgasmos com ela e, por mais que meu corpo pedisse, ela era muito pequena, meu Deus!, ela era minha irmãzinha!!! Era errado, era pecado, era abuso, era algo impossível de se aceitar! Confesso que estava em crise! Senti pela primeira vez angústia em ser quem eu era com minha irmãzinha e chorei como não fiz desde a coça de papai que conto no capítulo com o Gléder!

Quando ela fez 14 anos, eu completei 24 anos. Eu já não mais namorava Angélica e Sarah nunca falou sobre seus namoradinhos na escola ou vizinhos, apesar da constante bajulação dos guris. Ela era dedicada a mim e eu a ela, o que fazia nossos irmãos pouco confortáveis.

Acho que eles sabiam que um relacionamento novo estava nascendo entre eu e Sarah.

Em um dia de verão, eu cheguei do pasto e entrei para tomar banho. Eu nao esperava ver Sarah pelo seu horário de escola, então tirei minha roupa, ficando nú, e entrei no banheiro.Eu estava coberto de mato, terra e feno do trato com o gado e de amansar uma égua selvagem que me deu uma senhora canseira.

Estava suado, molhado, cheirando a macho que veio do mato. Mal sabia eu que ela estava na banheira, toda coberta com sabão, tocando sua vagina de pernas abertas, olhos fechados e língua lambendo os lábios. Eu fiquei parado, petrificado, mas meu corpo reagiu e, quando ela me viu, me viu com uma tremenda ereção.

Eu não conseguia me mover, fiquei atônito e parado. Ela levantou-se da banheira como uma sereia e veio até mim, com um andar tão sensual que, até então, nunca havia visto.

- "Maninho, está tudo bem! Vem se banhar comigo, vem!", disse ela.

Eu me deixei levar pela mão sem reação e entrei na banheira, sentando, hipnotizado pela sua beleza virginal. Sarah era uma obra de arte do Criador! Branca como nunca vi, com os mamilos eretos de um rosinha claro enfeitando peitos de tamanho médio, duros e empinados, poucos pêlos loiros na vagina e a linguinha rosa clarinha se mostrando dentro dela.

- "Sarah! Melhor eu ir embora! Não sabia que tu já estavas em casa!", eu disse, ainda sentado com metade do meu membro ereto fora da água.

- "Shhhhh! Não fala nada! Eu esperei anos por esse momento e tu não vais a lugar algum! Deixa eu cuidar de ti". Com os olhos em seu sexo, a vi andar calmamente e entrar na banheira, na minha frente.

Ela me banhou como se eu fosse um cordeiro a ser imolado. Meu pinto já soltava gotas de líquido seminal e, sem eu dizer nada, ela segurou a cabeça do membro com sua mão delicada me olhando nos olhos. Pegou sabão líquido e começou a me masturbar lentamente.

Não consegui me conter e mandei todos os meus pensamentos e princípios para o passado, sentindo aquela massagem tão delicada. Sua mão segurava meu membro, abraçando delicadamente metade de sua grossura.

Ela olhava e falava coisas como "nunca pensei que pudesse ser tão grosso...", "sempre sonhei cuidar de ti...", "que bába grossa que sai dele. Vontade de beber...", "era isso que me abria todas as noites...".

Eu não poderia mais ser somente telespectador e a segurei em seus ombros, trazendo-a de costas para mim. Minhas mãos se tocaram quando peguei em seus ombros, tal era a diferença de tamanho entre nós.

A sentei de costas para mim, fazendo meu membro se projetar à sua frente, um palmo após seu umbigo. Ela continuava a acariciá-lo e eu tomei seus dois seios nas minhas mãos, sentindo a maciez e firmeza deles, puxando os mamilos para frente e apertando eles suavemente até sentir o tremor em seu corpo e seu gemido.

Nunca senti carne tão macia e apetitosa como sua pele e seus seios. Dava vontade de apertar forte, só para ouvir seu gemido mais alto e marcar aquela carne branca que me enfeitiçava.

Vagarosamente, ela passava sua vagina por sobre a extensão do meu membro debaixo da água, movendo seu quadril sobre o meu e eu beijei com paixão sua nuca, seu pescoço, suas orelhas, trazendo aquela cascata dourada de cabelos para o lado direito.

Meu instinto me venceu e eu comecei a subir e descer ela no meu colo, sentindo o calor de sua vagina se abrindo em torno de meu membro. Ela deitou-se no meu peito cabeludo e se movia como podia. Eu alisei suas coxas e puxei seus joelhos para cima para aumentar o contato de sua bucetinha no meu pinto.

Lembro-me que ela repetia como se fosse um mantra "meu irmão amado! meu homem! meu macho! Eu te amo! Sempre te amei" e eu puxava seu pescoço e beijava sua boca, invadindo-a com minha língua, tocando-a por dentro nos lábios, dentes, língua.

Em um certo momento, ela começou a chorar baixinho e soluçar, perdendo o controle de seus movimentos: era seu primeiro orgasmo, sentindo seu primeiro pinto a lhe tocar! Eu a ergui pelos ombros novamente como se fosse uma pêna, pêna amada, pêna querida, e a trouxe na posição de lótus, onde tomei seus lábios em um beijo intenso.

Ela se movia e não parava de me masturbar e pediu para experimentar.

- "Noah, deixa eu sentir o teu gosto, meu amor?".

Eu a afastei e guiei sua cabeça para minha glande. Ela se esforçou, mas somente conseguia lamber já que minha glande é maior que uma bola de sinuca. Ela sugava a minha vida pelo meu pênis e me envolvia em um sentimento de amor que eu jamais experimentara.

Disse a ela que iria gozar, no que ela segurou meu membro com as duas mãos, fazendo os movimentos de masturbação e posicionou sua boca aberta sobre a cabeça. Eu comecei a ejacular como se fosse um adolescente e ela se esforçava para beber meu esperma, apesar de vazar muito para a banheira. Sem perceber, eu forcei a cabeça dela pelos seus cabelos longos e a glande finalmente se alojou dentro de sua boca e nem o raspar dos dentes me tiraram o prazer do meu orgasmo.

Foram mais de 10 esguichos de esperma direto em sua garganta e, quando acabei, estava esgotado e ela, após voltar de seu afogamento ligeiro, ainda com os lábios cianóticos da privação de oxigênio a que lhe submeti com meu pinto na sua garganta, sorriu-me com um olhar misterioso de vitória, puxando o ar fortemente, vendo seu macho acabado nela.

- "Amor, vamos para o nosso quarto!", concluiu.

Eu me ergui e era incrível ver meu corpo moreno e peludo perto de seu pequeno corpo branco e liso. Peguei uma toalha e a embrulhei; tomei-lhe pelos braços e não senti seu peso. Ela era muito pequena, frágil, delicada como uma flor da primavera; eu, moreno, grande, rústico, era imenso perto dela. Um sátiro tamanho família carregando uma ninfa para o ninho de amor.

No caminho, ela afagava os pêlos do meu peito e da minha barba e beijava meu ombro enquanto a levava para nosso quarto.

Deitei-a na cama com amor e carinho. Perguntei: "Sarah, tens certeza amor?".

Ela sorriu um sorriso ao que se assemelhou ao brilho do sol da manhã e respondeu: "Tenho certeza desde a primeira vez que dormi contigo que tu és meu homem, o amor da minha vida, meu macho!" e começou a lacrimejar. Naquele momento me lembrei da música do Tião e dos Olhos de Luar, minha maninha! (https://www.youtube.com/watch?v=AaEZaFBZZ3c)

Tirei a toalha e começar a lhe beijar todo o corpo. A cabeça, os cabelos molhados, os olhos, nariz, boca, pescoço. Tomei seus seios e comecei a mordiscar e sugar forte, ao que ela gemia de dor da minha voracidade e do desejo que sentia, sem me impedir de usufruir de seu corpo.

Olhei para ela, que abriu as pernas o máximo que pode, e comecei a sugar seu sexo. Estava ensopado, molhado, relaxado, rosa claro como seus mamilos e eu suguei todo o seu líquido até que ela teve seu segundo orgasmo em minha boca, movimentando-se como se estive em convulsão.

Capturei aquela imagem em minha mente e jamais a esqueci.

Fiz o caminho inverso em seu corpo e ela abriu os olhos e demonstrou medo da penetração. Eu sou macho, homem, mas não alguém que sente prazer na dor de outro, principalmente minha Sarah! Parei e me deitei ao seu lado. O que ela fez me surpreendeu. Ela levantou-se e começou a chupar meu membro e babar muito nele. Mediu suas mãos por 4 vezes e viu o quanto faltava para conseguir fechar a mãozinha delicada nele e me olhou novamente.

Lentamente levantou-se e começou a passar a cabeça do meu pinto em sua vagina. A cabeça cobria toda a extensão daquela bucetinha e eu sabia que não seria fácil para ela, mas vi determinação em seus olhos em tornar-se mulher comigo, minha mulher, e foi isso que ela fez.

Começou a forçar a entrada; suava muito, gemia alto, e colocava seu peso sobre meu membro. Tanto o fez que a cabeça achou o caminho e começou a penetrá-la.

Ela me olhou chorando muito, mas não desistia de sua empreitada.

Em um momento, ela levantou-se e ficou agaixada e colocou seu pêso todo sobre meu membro. Em seguida, senti uma dor aguda na cabeça e ouvi seu grito alto que fez os cavalos na cocheira da porta da sede relinxarem.

Alí ela passou de irmãzinha amada a mulher amada e se deitou sobre mim chorando muito. Eu estava preocupado, mas não havia dó. Eu segui o curso da natureza e de sua vontade e ela se fez mulher no meu corpo, sem reservas ou arrependimento.

De qualquer forma, fiquei muito preocupado e a deitei, tentando retirar a glande de sua vagina. Havia muito sangue em mim, nela, nos lençóis, o que me deixou atônito. Ela imediatamente gritou chorando.

- "Não tira ele de mim! Deita por cima de mim e me faça feliz! Me faz tua mulher! Eu aguento!".

Seu olhar e determinação me motivaram e me deitei sobre ela, apoiando-me nos ombros para não expremê-la. Eu pesava 120kgs de puro músculo e ela não pesava mais de 60kgs. Meu corpo moreno cobria ela toda. Seus pés tocavam minha coxa e ela estava toda aberta, esperando eu continuar.

Naquele momento a beijei nos lábios; olhei candidamente e falei "Agora você é minha mulher, minha esposa, a alma gêmea que passei a vida esperando!". Em seguida forcei meu membro de modo firme para dentro dela.

Ela gritou alto "Aiiiii! Você está me deslocando o quadril! Está me partindo em duas! Está me rasgando por baixo! Eu vou morrer!", no que eu parei imediatamente.

Ela tremia em convulções e parava. Seu coração estava acelerado demais e eu temi que ela fosse morrer mesmo.

Fiquei parado por 15 minutos. Em seguida ela se acalmou e me pediu:

- "Continua, devagar, mas coloca ele inteiro dentro de mim!". Eu o fiz, lentamente, até meus pêlos tocarem sua vulva e esperei uns 5 minutos até ela parar de chorar. Em seguida, comecei a me movimentar dentro dela, puxando todo o pinto até a cabeça, penetrando-a de volta.

Era incrível que eu sentia claramente o colo de seu útero na minha glande; eu sentia a entrada dele e uma espécie de cova que abraçava a ponta da glande, na uretra. Quando eu a penetrava naquele ponto ela gemia mais alto e começava a tremer, então eu não forçava mais profundamente.

Em 10 minutos eu senti que meu orgasmo estava chegando. Ela já não chorava de dor, mas de puro prazer. Forçava meus rins com seus pés para que eu entrasse todo nela.

Por instinto, falei que ia tirar para ejacular em sua barriga, no que ela prontamente gritou entre gemidos "NÃO!! Quero que você goze dentro de mim! Eu sou tua mulher e, a partir de hoje, quero sempre teu esperma no meu útero!".

Na hora pensei nas complicações disso, em uma possível gravidez, nos problemas que aquilo poderia causar mas, de novo, mandei todas as preocupações pro espaço: quando senti chegar, tomei sua boca e comecei e beijá-la intensamente.

A penetrei até seu colo e posicionei minha glande bem naquela covinha que ele possui e fiquei parado, ejaculando tantas vezes como jamais fiz diretamente dentro de seu útero! Naquela hora eu desci sobre seu corpo, sem por todo o peso, e mordi suave mas firmemente o músculo entre sua nuca e o pescocinho, deixando nela minha marca que iria se cicatrizar, tornando-se uma cicatriz pálida e discreta, o que eu faço com todas as fêmeas com quem tive o privilégio de copular.

Ela deu um gemido mais alto e teve um orgasmo tão intenso que começou a tremer, sorrir, chorar e me apertar mais para dentro dela. Foram minutos que achei que ela tinha desmaiado, mas estava firme, segurando-me dentro dela.

Ao terminar, eu estava exaurido e cai ao seu lado. Ela, de pronto, deitou-se no meu peito e ficou alisando meus pêlos. Eu a abracei cansado, mas meu pinto ainda estava duro e notei que não descia meu esperma de dentro de sua bucetinha.

Mesmo com dor, ela voltou para cima de mim e se penetrou novamente e começou a fazer amor novamente. Eu a puxava forte e ela gemia mas queria dar todo o seu amor para mim, então resistia apesar do sangue e da dor. Tive meu segundo orgasmo após ela ter tido outros três, sem que meu esperma escorrece de dentro dela.

Dormimos e eu acordei com ela me mamando. Ela pegou sangue de seu sexo agora totalmente aberto e passou em seus lábios; em seguida me beijou e disse "Esse é o pacto de sangue que eu faço com você. De hoje em diante eu sou só sua mulher e você será meu único homem, para sempre!". A beijei e senti o sabor do sangue de seu defloramento e repeti suas palavras voltadas a ela! Ela percebeu e me deu um murro no peito sorrindo que nem percebi. Rs.

Em seguida, partimos para nos amarmos por mais duas horas, até dormirmos abraçados, com ela sobre mim, ambos esgotados.

Após alguns dias, as roupas dela não lhe cabiam. De fato - e não entendo como até hoje - o quadril dela se alargou e ela passou a usar vestidos e calças 2 números maiores que antes.

Essa é a história entre eu e minha irmã Sarah. Meu esperma desceu de dentro dela algumas horas após, como se fosse menstruação.

Após a primeira relação, passamos a nos amar no pasto, no campo, no rio, em cima do cavalo, em todos os cantos de casa. Não havia cansaço, não havia rejeição, não havia contradição, não havia limites.

Minha irmã engravidou na noite em que se tornou minha mulher, dando-me trigêmeas. Hoje temos mais filhos e, graças a Deus, todos são sadios e lindos como a mãe!

Mudamos para uma casa na cidade durante o período em que ela estava estudando medicina. Prematura como era, sempre foi 2 anos mais adiantada em seus estudos e sempre manteve essa diferença a seu favor.

Foi duro conciliar família e estudos, mas eu a ajudei e, com nossa condição financeira, foi simples organizar nossas responsabilidades e contratar babás para nos ajudarem.

Sarah é meu exemplo de mulher forte, completa: com todos os sintomas de suas gestações, nunca perdeu aula - exceto em sua licença materninade - pelo que fosse, continuando a estudar também durante seu resguardo.

Meus irmãos nunca conversaram conosco sobre isso. Visitam-nos frequentemente e Pedro, meu irmão mais próximo, disse que sonhava que isso aconteceria desde o nascimento de Sarah, apesar de todas as controvérsias que tal relação causaria.

Somos completos e felizes. Fazemos amor todos os dias, algumas vezes duas vezes ao dia. Frequentamos à igreja: não temos liberdade como era de se esperar, mas não fomos rechaçados como eu temia.

Sarah sempre quis ter muitos filhos; eu também; contudo, ela não é "depósito de esperma", então fazemos tudo quando sabemos não haver nenhum risco para ela.

Essa é nossa história de amor que vivemos nos campos do interior de São Paulo!

Noah.

PS: Sarah ainda tem o dom da cura e, quando a ciência lhe falha, a fé lhe conforta e, todos os seus pacientes sararam pelo tratamento ou pelo toque de suas mãos! Isso deixo a Deus para julgar!

Comentários

22/11/2017 22:57:11
Oigalê, amigo bagual. Passando aqui para agradecer pelo comentário no meu conto. Este teu primeiro relato é o melhor entre todos os baitas contos que tu publicastes aqui. Cuide bem da tua prenda que além de irmã, deixa qualquer vivente apaixonado. Abs calientes.
19/11/2017 20:16:24
Olá. Vim agradecer tua leitura e comentário no meu conto. Li este, muito bom, com enredo envolvente. Gosto de contos assim, excitante ao extremo. Bjus.
11/11/2017 21:45:13
Muito bom NoahW eu também vivi com a minha mãe e sei o que é isso num amor louco e apaixonado. Ver "Velez"
04/11/2017 22:26:18
Aceitei teu convite e vim ler teus contos. Já de cara gostei deste. Original e com pitadas bucólicas da vida no campo. A parte da iniciação da Sarah, deixou meu ¨secretário¨ duro como ferro. Cinco filhos já está de bom tamanho. Dá para brincar bastante sem necessidade de fazer mais dois. Abraços pra você, beijão para tua irmã e sucessos.
04/11/2017 21:28:28
Show de conto, Noah. Antes de mais nada, muito obrigada pelo comentário no meu relato com o primo. Foi um prazer ler tua história em familia. Que vc e a Sarah sejam felizes. Bjs, Val.
03/11/2017 13:22:31
Bom conto de estreia, Noah. Depois de ler milhares de relatos, minha cabeça mudou. Em se tratando de sexo, tudo é possível e trazendo felicidade, tudo é válido. Foi bom saber um pouco mais de você. Agradeço tua visita. Beijos.
03/11/2017 06:49:35
Antes de mais nada, muito agradecida pelos comentários nos meus. Lendo este, me chamou atenção a forma perfeita da escrita. Além de tudo, tu narras com riqueza de detalhes, sem deixar nenhuma dúvida. Aos olhos da sociedade, pode parecer algo incomum ter a irmã como esposa. Porém, havendo amor, é o que basta. Tu me transportastes para a vida no campo, onde as coisas são mais diretas e simples. Que sejas feliz com a Sarah. Nota dez e beijocas.
31/10/2017 08:24:41
Conto delicioso, menino. Narrativa escrita de forma clara e rica em detalhes excitantes. Como disseram os colegas, é algo incomum e condenado, porém, acontece de verdade. Eu mesma, vivi maritalmente com meu filho durante quase cinco anos. Só paramos quando ele começou a namorar com a noiva atual. Se você não tiver preconceitos, leia a nossa história. Beijos da Vanessa.
30/10/2017 07:48:06
Meu lindo, gostei do seu conto. Bem relatado, com vários detalhes nos permitindo viajar através dos fatos. Além do texto impecável e envolvente, a história com a irmã, pensando bem, tem muita lógica. Ninguém nos amaria mais do que um irmão. Nota máxima pra ti... Quando puder, leia os meus. Beijinhos adocicados.
28/10/2017 19:41:18
Aos amigos com comentarios contrutivos, meu email eh noah.whittaker@gmail.com
28/10/2017 19:24:44
Comentado, irmao. Bom saber como eu e minha Sarah nao somos excecoes! Tenho muitas outras estorias com minhas sobrinhas que, se acontecer e tiver tempo, vou narrar aqui! Apesar das excecoes essa eh uma audiencia boa pra contar essas coisas proibidas!
28/10/2017 18:59:05
Cara, muito irado este teu conto. Pelos detalhes, deu para sentir veracidade na história. A parte da transa me deixou de barraca armada, brother! Valeu a nota 10! Tenho dois relatos aqui com minha irmã e se vc puder comentar, vou ficar agradecido. Abs.
27/10/2017 11:16:06
Interessante.... Um misto de loucura e prazer
27/10/2017 02:02:37
Muito grato pelos comentários do Fotografo, Melo e Adelia. Foi um prazer dividir nossa história com vocês e outros que se interessarem, tanto quanto foi um prazer ler as palavras de vocês! Também agradeço ao Carlos Mineiro pelo comentário e nota: uma pena que você tinha expectativas diferentes ao ler nossa história. Espero que você consiga fazer melhores escolhas para leitura no futuro que te façam bem e minha paciência termina por aqui já que ninguém te obrigou à leitura. Ao fotografo, eu nao envio fotos nuas: espero que entendas. Ao Melo, espero que você consiga a oportunidade que procuras, se for com amor e vontade mútuas. Incesto pode e normalmente é traumático após o desejo se consumar. A Adelia, gostei dos teus contos. Haja fôlego, menina! Rs! Abraço a todos!
26/10/2017 19:10:23
Não sei porque perdi meu tempo lendo isso
26/10/2017 17:12:40
Apesar de muitos dizerem o contrário, o prazer sexual pode sim, fortalecer o amor fraternal. Muito bom o relato, algo que acontece bastante nos rincões do interior. Eu mesma, iniciei um irmãozinho virgem e narrei aqui. Quando puder, leia como foi. Para achar, clique no meu nome. Deixo minha nota 10 pra vc. Bjs.
26/10/2017 09:36:44
Parabens pela sua coragem de relatar sua historia de vida pra gente eu tambem tenho um tesao enorme pela minha irma mas infelizmente ainda nao tive a mesma sorte que vc mas continue escrevendo uma delicia de conto aos invejosos vc so agradece e e isso ai sejam felizes meu caro nota 10 abraco.
26/10/2017 06:18:49
Mito bom o seu conto, só gostaria de ver uma foto do seu dote para ver se é grande e grosso como falou: fotografoliberal@yahoo.com.br
25/10/2017 23:57:00
Ambos agradecidos, Casanova2000. Sabemos que o site é mais para fantasias sexuais e temos as nossas, mas quisemos compartilhar nossa estória exatamente como aconteceu com esse público pela primeira vez. Acho que o fato de ser um incesto e tantas regras e taboos nos encorajaram a fazê-lo aqui. Confesso, também, que gosto de ler contos, com preferência para aqueles que são reais e, ao lê-los, sentimos como tal. Se minha Sarah aceitar, vou escrever outros fatos sobre como criamos nossas crianças com liberdade e clareza de propósito e existência humana regular. De novo, muito agradecido.
25/10/2017 23:43:22
Uma história maravilhosa!!!

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