Casa dos Contos Eróticos

MINHA CUNHADA, MULHER DO MEU IRMÃO

Autor: Cavalheiro!
Categoria: Heterossexual
Data: 21/10/2017 18:25:24
Última revisão: 19/11/2017 16:42:37
Nota 10.00
Ler comentários (6) | Adicionar aos favoritos | Fazer denúncia

Ela foi eu primeiro amor, foi a mulher que me iniciou no delicioso jogo do amor. Talvez tecnicamente não seja incesto, mas eu considero que sim, pois, minha cunhada me conheceu muito criança e sempre fui seu irmãozinho, com quem ela andava de mãos dadas quando saíamos de casa, estivesse ou não meu irmão junto.

Ela ocupava vivamente minhas fantasias desde uns 12 anos de idade, assim que descobri as delicias do prazer sexual e ela com certeza foi a primeira mulher por quem tive desejos sexuais explícitos. Sempre tivemos a intimidade típica de família unida, ela cuidava de mim efetivamente como um irmão mais novo. Mas o tempo vai passando e numa certa altura, eu estava com 20 anos e ela 30. Continuavamos conversando muito, agora sobre assuntos adultos, sobre literatura. Ela era leitora voraz de romances clássicos que eu lhe emprestava. Discutíamos muito sobre os livros e num belo dia me surpreendi discutindo com ela sobre Eça de Queiróz, com ela me perguntando o que eu achava. Foi uma bela concessão, tomei coragem e disse o que pensava, que era excitante, só que eu não tinha irmã, mas tinha cunhada. Ela deu um risinho silencioso e baixou a vista envergonhada...

Eu sempre fui tímido e ingênuo, mas mesmo assim percebi que havia certa tendencia a nos tornarmos mais intimos e então comecei uma estratégia que considerava arriscada, a de lhe fazer rasgados elogios (à sua inteligência, bom gosto e.... beleza). Digo arriscada, pois jamais me passara pela cabeça um romance com minha cunhada, pois pertencendo a uma familia conservadora como a nossa, isso seria simplesmente um escandalo sem possibilidade de compreensão. Melhor dizendo, seria uma tragédia!

Contudo, não tinha como negar: eu era louco por minha cunhada, perdia a conta de quantas punhetas tocava pensando nela, aquela mulher impossível! Com uma vaga esperança, insistia nos elogios e surpresa minha, ela gostava cada vez mais e quando ficávamos sozinhos, ela ficava bastante a vontade, agora já não tão preocupada em segurar a barra do vestido ou da saia, como era de praxe.Eu ficava na dúvida se porventura ela estaria me provocando de algum modo ou se simplesmente ficava à vontade na minha presença, pois eu era de confiança... Na verdade, nunca fiquei sabendo completamente disso. As mulheres são misteriosas!

Certo dia, após elogiar seus cabelos e dizer que estavam cheirosos, ela ergueu os olhos e me olhou de um jeito como nunca ocorrera antes. Seus olhos tinham um tipo de fascinio, como se, de repente, ela tivesse sido despertada de um sonho. Sua voz tinha um tom ligeiramente alterado, meio sussurante, como se tivesse receio em falar. Ou receio de que alguem mais ouvisse. Perguntou como eu sabia que eram cheirosos...

Eu disse que dava pra sentir, mesmo de longe...

A coragem aumentou um pouquinho e pedi para cheirá-los... Aquilo - pedir para cheirar seus cabelos - era uma suprema ousadia com minha cunhada, jamais imaginada de acontecer de verdade.

Ela estava sentada no sofá, eu na poltrona na sala de estar de sua casa e ela estava com um vestidinho rosa com bolinhas marrons que deixava metade de suas alvas coxas à mostra! Que encanto, aquela intimidade; ela disse sim, eu podia cheirar seus cabelos - o que tinha demais?

Levantei-me da poltrona e aproximei-me do sofá, o coração aos pulos e tremendo. Fui para perto dela que dirigiu os cabelos na minha direção... Foi quando vi a cena que quase me fez perder a razão: ao esticar os cabelos apoiando o volume - seus cabelos era longos - e ao curvar o corpo ligeiramente, mostrou seu decote bem aberto, provavelmente num descuido calculado. E eu vi, pela primeira vez, seu seio inteiro, branco com o biquinho rosa e esticadinho, durinho. Demais aquilo! Inacreditável! Era um sonho? Eu que tanto imaginei aqueles seios, imaginava seu formato, sua textura e agora ali, a poucos centímetros de mim e eu tinha de fingir que não tinha visto!

Fechei os olhos e cheirei seu cabelo, primeiro de leve, depois mergulhando neles o nariz, encostando a mão desprenteciosamente em sua coxa, pressionando levemente. Qual minha surpresa por ela deixar ou não afastar minha mão. Permanecemos assim por uns segundo quando ela ergueu o rosto e olhou-me bem dentro dos olhos. E era outra pessoa, a minha cunhada! Eu vi aqueles lábios vermelhos a poucos centimetros do meu rosto, aquela boca arfante, entreaberta, a lingua vermelha se movendo. Caramba! Parece que ela... Parecia querer dizer "vem!" Não, não pode ser, será que ela também? O desejo se impunha, soberbo e poderoso, entre nós, como uma força incontrolável.

Ela estava rubra e só então me dei conta de que ela apertava forte minha mão sobre sua coxa... Não me lembro de nada do que aconteceu naqueles breves segundos, só sei que instantes depois estávamos sugando nossas bocas/lábios/lingua em movimentos descontrolados. Beijávamo-nos como se fosse a última coisa que faríamos em nossa vida. Eu sugava aquela boca como estivesse com fome e sede e ela fosse meu alimento.Que boca gostosa! Ela me dava a lingua que eu sugava e em seguida eu esticava minha lingua que ela quase engolia. Era uma coisa desesperada, envolvente! Nossas mãos deslizavam furiosamente pelos nossos corpos, numa exploração mutua alucinada: nuca, pescoço, braços, costas. E eu achava que a qualquer momento ela fosse me afastar, pensava que talvez ela estivesse medindo a minha fidelidade a meu irmão, era uma loucura e por isso eu queria apreciar cada segundo daquele beijo inacreditável!

Tomei-me de uma coragem inaudita e na empolgação, enfiei a mão entre suas coxas - ela deixou, não me repeliu, nossa! Eu mal acreditava! Fui subindo ansioso até chegar na calcinha que comecei a esfregar ritmamente, por cima da calcinha. Ainda meio receoso, fui enfiando os dedos pelas laterais sentindo os pelinhos, o rego úmido. Era demais, tocava a parte mais íntima de minha cunhada, eu visitava a intimidade daquela mulher impossível!

Ela abriu meu zíper, tirou meu pau pra fora e começou rapidamente a punhetar. Eu delirava, não queria acreditar! Enfiava o dedo médio em sua boceta úmida, parece que a gente pensava que aquela era a nossa unica oportunidade que queriamos fazer tudo, queriamos tudo! Estava a ponto de gozar quando ela disse

"pára! senão gozo!”

Eu disse "goza!" e ela disse, segurando meu pau:

"eu quero ele dentro de mim!"

A alça de seu vestido caiu e explodiu aqueles peitos proibidos, inteiramente! Seios brancos e firmes. Aquela visão me desnorteou. Abocanhei um deles, beijava e sugava - que sensação gostosa sentir aqueles biquinhos entre meus lábios! enquanto massageava o outro e ela gemia de prazer acariciando meu pau que latejava: ela apertava um pouco, soltava, acariciava as bolas, apertava de leve a cabecinha do membro. Enfiei a mão direita entre suas coxas, ela abriu totalmente as pernas e comecei a tirar sua calcinha. Ela fez uns movimentos para facilitar e quando desvencilhou uma das pernas da calcinha que caiu no chão, desceu minhas calças com força e arrastou meu quadril para dentro de suas pernas.

UAU! O momento em que meu pau deslizou para dentro de sua boceta foi puro delírio! Eu estava dentro dela, que loucura!... Aquele corpo, aquela boca, aquela lingua, aqueles lábios, aquelas pernas lisinhas e alvas, aqueles peitos macios encostando em meu tórax, tudo aquilo por tanto tempo desejado, ansiado, finalmente era tudo meu, era minha posse, eu estava dentro dela que me abraçava furiosamente enquanto retorcia seu corpo.

Era um sonho! Minha cunhada, mulher do meu irmão, pessoa de reputação intocável, mulher séria, da qual ninguém jamais diria um “a” de censura, tinha aberto as pernas para mim, seu cunhado, que tantas vezes se masturbou pensando nela! E agora, ali, tudo se consumava, era um momento que jamais se repetiria, digo, com aquela intensidade, com aquela força, com aquele sentimento.

Lembro de ter jorrado dentro dela, lembro de seus gemidos, de ela murmurar “gozei! Ui!”e em seguida, como que caindo em si sobre o que fizemos, ela se recompôs rapidinho, olhando o relógio, lembrando que suas filhas retornariam da escola em alguns minutos.

Sim, precisávamos nos recompor e fazer de conta que tudo estava certo, que não tinha acontecido nada demais, para o caso de chegar alguém. Mas, como conter o coração disparado? Era muita emoção. Mas nos recompomos, deu tudo certo, as meninas, inhas sobrinhas demorariam mais uma meia hora para chegar. Mas na nossa ansiedade, era como estivessem batendo na porta.

Ela foi se limpar, se trocar. Disse para eu ficar vendo TV, ela ia fazer uma lanche para mim. Fiquei só uns minutos vendo TV. Ou melhor: fingindo ver.

Atordoado de emoção levantei-me e fui embora. Na rua, no primeiro momento tinha a impressão que todo mundo sabia que eu tinha comido minha cunhada, aquilo parecia estar escrito na minha cara... Só voltei para casa tarde da noite, fiquei andando sem parar. Ao voltar, parecia que a qualquer momento meu irmão me abordaria e me acusaria de ter abusado de sua confiança. Ninguem entendeu porque nos proximos dias eu evitei estar na presença de meu irmão ou minha cunhada. Demorou algum tempo me acostumar... Mas, quando vi que não tinha perigo, aí me acostumei! Nos acostumámos e fizemos amor de todas as formas, em quase todas as posições, nunca perdemos oportunidade...

Aquela seria a primeira de inúmeras fodas que se dariam nos 15 anos seguintes. Nossas fodas eram frequentes e intensas, nunca ficamos mais de uma semana sem trepar, com exceção dos períodos de menstruação. Qualquer encontro, nos lugares mais improváveis, em tempos curtos ou não, sempre dávamos um jeito de uma trepada, sempre gostosa - sabíamos quando gozávamos, pois sempre havia preliminares muito especiais e a penetração era tão somente o ato que culminava o intenso gozo que era o encontro de nossos corpos. Só paramos de foder quando eu me casei. Ainda fodemos umas cinco vezes, mas um dia ela disse que não me dividiria com outra mulher e assim terminamos nossa linda história de amor!

Sem mágoas, pois sempre fomos amigos...

Nota importante: ninguém da família nunca notou absolutamente nada, apesar de algumas vezes termos nos arriscado muito. Posso citar pelo menos duas vezes: uma vez em que transamos no seu quarto com a janela aberta para a rua. Estávamos tão alucinados de tesão que entrei em sua casa e fomos direto pro quarto, nem notamos que a janela estava aberta... Outra vez foi numa festinha de aniversário na casa de um vizinho, seu afilhado: acabou a bebida e como outros estavam ocupados, nos mandaram buscar em sua casa, ali perto: não deu outra, foi uma rapidinha inacreditável! Como estávamos excitados, mal entramos em casa, ela ergueu o vestido, encostou-se na borda do sofá, afastou a calcinha e penetrei sua gruta encharcada e em poucos instantes gozamos juntos! Detalhe, esquecemos de trancar a porta.

Que bom! Hoje dá frio na barriga, de pensar... Mas ocorreu tudo bem, afinal, com ou sem censura ou outros julgamentos, aquilo era amor!

Amor e sexo. Gozo e prazer.

Um amor, uma paixão incontrolável.

Comentários

19/11/2017 18:14:31
Delicia de conto, parabéns !! Minha esposa tb é bem safada, confira nossas aventuras ... Temos um blog para maridos liberais https://clubedosmaridoscornos.blogspot.com.br/
17/11/2017 09:54:25
Muito bom conto, quando existe uma boa maldade no olhar, ou mesmo vontade, conseguimos perceber, tanto a mulher percebe quanto o homem, por isso eu gosto mesmo de provocar, fazer a mulher querer sentir tesão, gozar com vontade e confesso independente se tem compromisso ou não, se é tímida, religiosa, mulher de família ou simplesmente curiosa, se tem desejo e vontade eu provoco mesmo, quem sabe não se solta e aprende a sentir prazer e a viver um desses contos maravilhosos que vemos aqui, se quiser me chama whts ((um, Nove) nove, dois, três, três-vinte e sete, nove oito) vou adorar te ajudar!!!
13/11/2017 01:10:59
Eu e tantos outros leitores e leitoras vimos até o site à espera de contos excitantes sobre muito sexo e nos regozijamos com o tanto de bom que aqui encontramos. Todavia, além da excitação de sempre, encontrei hoje algo que conseguiu me deixar emocionado. Um amor verdadeiro e extremamente apaixonante foi o que me deixou feliz com a leitura que fiz. Parabéns ao autor. Val - valdgalvao@uol.com.br
22/10/2017 17:06:08
o risco também é componente erótico. dez!
22/10/2017 15:39:03
Estes casos de ficar no segredo é muito excitante.
22/10/2017 14:18:56
Belo

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.