Diário de Classe #7 - Lalinha me suborna com sexo...

Um conto erótico de Prof. André
Categoria: Heterossexual
Contém 2887 palavras
Data: 16/10/2017 21:06:00

Antes de mais nada, preciso contar o que fiz pra resolver o problema do meu colchão. Depois de Bia deixá-lo em sopa, tive que fazer algo aparentemente estúpido: carreguei o colchão até a cozinha, trouxe a geladeira mais pra frente e coloquei o colchão atrás dela, de pé. Duvidei muito que fosse adiantar, mas era minha única saída. Tive que dormir no sofá naquela noite, mas não antes de assistir um pouco de pornô e dar aquela punhetada antes de dormir.

No dia seguinte, recebo mensagem da Gabi, dizendo que não poderia aparecer hoje. Fiquei chateado, esperava mais um sexo gostoso, mas não rolou. Bia também disse que não viria, disse que passaria o dia na casa de uma amiga... Fiquei com ciúmes, pensei se ela não mentia. Talvez fosse ver algum carinha... Fiquei bolado, mas algo logo me tirou isso da cabeça.

Mensagem da Lalinha no WhatsApp. "Opa!", fiquei animado, achando que ela viria hoje. A conversa foi assim:

Lalinha: Prof lindo, preciso de ajuda

Eu: O que foi?

Lalinha: Tô numa prova. Preciso que me ajude

Antes de qualquer coisa, recebo uma foto da prova dela. Ela queria que eu respondesse e mandasse por ali!

Eu: Agora tá preocupada com prova???

Lalinha: Se eu for mal vou me foder. Dessa vez é sério. Preciso muuuuitoooo das respostas. Me ajuda prof!

Eu: Estou ocupado.

Lalinha, depois de certa demora pra responder: Me manda as respostas e a gente fode hoje.

Fiquei aceso. A foto da prova dela já tava até aberta no meu computador.

Eu: Só se for de algum jeito especial.

Lalinha: Que jeito?

Eu: Quero você de cosplay!

Lalinha: Vou pensar.

Eu: Vai pensar, não. Vai fazer! Ou nada de respostas!

Lalinha: Tá! Manda logo!

Mandei as respostas em minutos, coisa muito baba. Como aquela menina conseguia ser tão burrinha? Ela me mandou emojis de beijos e disse que passaria até o fim da tarde na minha casa. Aproveitei o sol que já batia no meu quintal e levei o colchão pra secar. Ele estava alguma coisa melhor da noite passada e nem com cheiro estava. Ainda bem! Talvez desse pra salvar!

Era pouco mais de meio-dia quando recebi mensagens da Bia. Dizia ela estar na casa da amiga, e até mandou uma selfie dela com a tal. Ela já me alertou pra não olhar pra amiga, que aquela eu não ia pegar. Ela estava rindo da minha cara, porque a outra era bem feinha; nem se eu pudesse eu pegaria. Ficamos trocando mensagens picantes, o que fez meu pau ficar em riste quase que por duas horas a fio. Me mandou diversos nudes, mostrando as costas e a bunda, os peitões gostosos, ela só de calcinha rosinha na cama da amiga. Desafiou meu autocontrole, pois eu tinha que evitar me masturbar pra poder aproveitar a delícia da Lalinha que chegaria logo.

Mas a Bia parecia até o que fazia. Me mandou áudio sussurrando, falando putaria, dizendo que estava se masturbando lembrando da nossa foda molhada da noite anterior. Quando percebi, eu estava massageando meu pênis. Percebi o que estava fazendo e parei, e comecei a me controlar mais. Ficamos assim por quase duas horas.

Eram mais de 18 horas e minha campainha toca. Era Lalinha, que chegou de mochila. Entramos na sala e já nos beijamos. Ela disse que trazia uma fantasia na mochila e foi se vestir no banheiro. Já fiquei na expectativa do que seria. Eis que ela sai: vestida de colegial japonesa, estava com uma camisa branca quase transparente, mostrando boa parte daquela barriga branquinha e o decote, por deixar os botões abertos. Uma saia xadrez azul mal cobria suas coxas, era extremamente curta. Estava com aquele sapatinho preto padrão e meias brancas que chegavam a seus joelhos. Já teria sido uma das melhores visões que já tive na vida, mas ainda tinha mais.

Nos cabelos em rabo-de-cavalo, estava usando orelhinhas de gato postiças. Ela se apresentou assim e veio desfilando até a frente do sofá onde eu estava sentado. Ela me deu um selinho ao se abaixar e virou de costas pra me mostrar sua bunda. Foi ali que aquilo me deixou de pau duro na hora: os gomos de sua bunda estavam bem visíveis, e de dentro de sua saia saía um rabo de gato bem longo e grosso. Ela empinou a bunda e pude ver: o rabo estava enfiado em seu cu. Era um buttplug de rabo de gato.

- Caralho, Lalinha! Que putinha que você é!

- Gosta de ver sua aluna assim, professor?

- Adoro!

Ela subiu no meu colo e fiquei com a cara naquele decote. Que delícia! Aquela pele estava macia, fresquinha. Certeza que tomara banho antes de vir. Estava perfumada, com certeza tinha usado um desodorante com cheiro de talco.

- Essa pele branquinha deliciosa... Como amo meu chocolatinho branco...

- Que bom que não esqueceu daquilo ainda, professor. Adoro ser seu chocolatinho branco...

- Quero te comer de novo...

- Sem camisinha dessa vez?

- Sem camisinha...

Ela me deu um beijo faminto e ficou roçando a bunda no meu colo. Segurei naquela bunda branca e carnuda, a melhor bunda das minhas alunas. Passei a palma das minhas mãos naquela pele lisinha, da bunda até as coxas, e depois de volta. Depois de muita troca de saliva (os beijos dela eram muito molhados!), ela foi deslizando pelo meu corpo até o chão, ficou de quatro pra mostrar bem aquela bunda de saia com um rabo no cu. Ficou olhando pra mim com cara de gatinho pidão, tirando a língua pra fora e passando de leve no meu pau dentro da calça.

- Gatinha quer leitinho, é?

- Quer sim...

- É só você chupar a torneirinha...

Ela puxou minha calça e ficou roçando o rosto na minha cueca, tudo isso sem tirar o contato visual. Eu não tinha falado ainda, mas os olhos dela eram de um azul clarinho. Extremamente excitante. Ela tirou minha cueca e foi direto chupar minhas bolas, uma das minhas partes mais sensíveis. Ela olhava nos meus olhos, penetrante, enquanto intercalava entre as bolas. Meu saco é grande, então ela segurava uma bola com a boca, sugava ela e ia pra trás até meu saco sair da boca. Ela lambia, enchia meu saco de saliva e depois passava o rosto, deixando tudo molhado. Só de ver aquilo eu ficava fora de mim de tesão!

- Aaahhh, cadela!

Peguei meu pau, já duro feito aço, e coloquei na boca dela. Ela começou a chupar a cabeça, sugando, e eu olhava pra cima de olhos fechados, quase tendo um treco.

- Me ensina como se faz agora, prof. Fode minha garganta.

Ela ficou ali de boca aberta, olhando pra mim. Tive que dar uma punhetada rápida enquanto encarava aquela carinha, de língua pra fora toda babada, só esperando pra ter a boca fodida por meu pau. Me olhava implorando pela minha pica, extremamente submissa.

- Pede pra mim.

- Por favor, senhor, fode minha boca...

Meu pau pulsou quando ela pediu. Adorei aquela sensação. Fiz ela pedir de novo. E de novo. E de novo... Enquanto isso eu me masturbava com a saliva dela. A sensação de poder sobre uma aluna era deliciosa. Fiz ela virar a bunda pra mim, de quatro, e ela fez. Vi aquele rabo saindo do cu dela. Dei um tapão naquela bunda e ela me implorou de novo. Bati três vezes, e ela já tremia toda de prazer. Puxei aquele cabelo preto dela em rabo-de-cavalo com força, a que ela respondeu com um longo gemido.

- Não sabia que você era masoquista. - e puxei mais forte, fazendo o rosto dela chegar perto do meu. Ela gemeu ainda mais alto e revirou os olhos.

- Senhor, quero derreter como um chocolate branco nas suas mãos...

Foi a melhor frase que eu já tinha ouvido no sexo. Virei um bicho. Puxei de novo o cabelo e ela repetiu. Beijei ela naquela posição mesmo. Fiz ela ficar de quatro com a boca aberta como estava, coloquei meu pau na boca dela e comecei a subir e descer os quadris. Ela me olhava sem parar com aqueles olhos azuis. Comecei mais fundo e mais rápido e logo começou o som de engasgos. Saía muita saliva, e logo toda a área do meu pau estava encharcada, incluindo meu sofá. Saliva e fluidos de alunas estavam liberados na minha casa. Eu também gemia sem parar.

Depois de uma longa engasgada, ela subiu pelo meu corpo me enchendo de saliva (felizmente eu já tinha tirado minha camiseta) e chegou na minha boca. Nos beijamos deliciosamente, enquanto eu tirava sua camiseta. Ela me falou pra irmos pro quarto, mas eu falei que íamos foder ali mesmo no chão (eu não quis dizer que estava sem colchão). Ela deitou no tapete de barriga pra cima e pediu pra pegar a bolsa dela. De dentro ela tirou uma barra de chocolate branco...

- É o meu favorito - eu disse.

- Você vai gostar mais ainda, professor...

Ela quebrou um bloquinho e colocou na boca. Rapidamente, ela tirou e colocou naquela barriguinha. O chocolate já derretia por estar misturado com sua saliva... Foi uma das coisas mais deliciosas que já presenciei...

- Você é cheia de fetiches, Lalinha...

- Estou aqui pra tornar todas as suas fantasias realidade, teacher. Agora você pode sentir meu sabor de verdade...

Comecei a lambê-la do joelho, passei por suas coxas, pulei praquela barriguinha pálida e abocanhei o chocolate. Fiquei com ele na boca e nos beijamos. Nunca antes imaginei que chocolate branco ficaria melhor se adicionada saliva de aluna! Fiquei viciado naquilo e repetimos a brincadeira várias vezes. Meu pau estava uma tora enquanto eu me deliciava com aquele corpinho perfeito de ninfeta. Decidi saborear a fruta mais saborosa dela após o último beijo, e como ela estava molhada... Meu Deus! Estava encharcada! Ela já gemia com a simples passada de língua entre seus grandes lábios.

- Lalinha, seu suquinho é mais delicioso do que qualquer chocolate nesse mundo...

- Ah, safado - ela disse, enquanto pressionava minha cabeça contra sua vagina. - Você sempre sabe o que dizer.

- Você pode dizer que sou bom com a língua.

Ela riu enquanto gemia, mas o prazer sexual era bem maior e não demorou pra começar a berrar. Ela gritava me chamando de "teacher" e eu adorava escutar aquilo. O grelinho dela estava tão durinho que não era nada difícil encontrá-lo. Chupei e passei a língua rapidamente, ela tendo convulsões quando gozou. A perna direita dela tremia sozinha e ela parecia que ia desmaiar. Teve que respirar um pouco.

- Nossa, professor... Nossa...

- Te ver gozando só me dá mais tesão, Lalinha...

Ela sentou no chão e me abraçou, me dando um beijo. Ficamos com as testas coladas e ela cochichando:

- Isso que é homem... Esses moleques só querem saber de esporrar... Um homem sabe como ter tesão...

- Com uma delícia como você, nada mais que obrigação, Lalinha...

- Me chama de Lah. Ou como quiser. Me chama de sua putinha. Eu sou sua...

Automaticamente e sem percebermos, ela estava agachada no meu colo e meu pau dentro dela. Com aquela sainha sexy e o rabo enfiado no cu, ela rebolava como se dançasse funk, descendo até o chão, com meu pinto dentro da bucetinha apertada e encharcada dela. Eu nunca antes tinha transado nessa posição, e imediatamente ela se tornava uma das minhas favoritas. Daquela maneira meu pau ficava extremamente apertado entre as paredes daquela vagina teen, e eu conseguia sentir as ranhuras daquela buceta com extremo detalhamento! Eu estava endoidecendo e mal começara. Minhas mãos estavam no tapete quase que arrancando partes dele, de tanta força que eu estava fazendo pra não gozar imediatamente!

- Caralho, Lah! Sua xota é das deusas!

- Seu pau não fica muito atrás! - e gemia, quase sem ar. - Seu pau hipnotiza minha bucetinha, não consigo parar de agachar...

- Como é foder com uma coisa enfiada no rabo ao mesmo tempo?

- É delicioso... Eu sempre me masturbo enfiando nos dois buracos... Mas não tem comparação com isso aqui...

Ah, que delícia ouvir sobre masturbação saindo daquela boquinha, toda fofa ao mesmo tempo em que me fodia como uma vadia! Eu queria fazer de tudo com aquela branquinha... Me passou tudo possível pela cabeça. Enquanto ela pulava eu chupava seus peitos, que eram de um tamanho perfeitinho, e ela só repetia como queria mais e mais.

Quando ela cansou de agachar tanto, coloquei ela de novo deitada no tapete e fiquei por cima. Agora era eu quem metia. Essa sempre foi a posição em que eu mais sentia tesão, mesmo que não fosse uma das minhas favoritas. Naquele estado em que eu estava, segurar pra não gozar estava beirando o impossível. Meu pau fervia e minhas bolas pulsavam, queriam cuspir meu leite dentro daquela delicinha! Ela segurava nas minhas coxas, me segurando forte, trazendo meu corpo pro dela. Estava alucinada, de olhos bem fixos nos meus, aqueles olhos azuizinhos. Sua boca, tão pequena, estava sempre aberta enquanto gemia.

Cheguei perto da boca dela e nos beijamos mais enquanto eu metia. Seus gemidos abafados na minha boca. Comecei a falar sem pensar:

- Você é uma das melhores alunas que já tive, Lah... Nunca comi uma delícia como você... Incrível...

- Você é o melhor professor do mundo, teacher. Esse é o melhor sexo da minha vida...

- Você diz isso pra todos, né?

- Não mesmo...

Peguei mais um bloco de chocolate, chupei e coloquei na boca dela. Nos beijamos até que tudo derreteu.

- Lalinha... Vou gozar... Vou soltar minha porra pra você...

- Goza dentro, teacher. Goza dentro...

- Você é uma putinha maluquinha...

- Pode gozar, teacher... Eu tomo anticoncepcional desde nova...

- Meu Deus... Como quero gozar dentro de você...

- Goza, teacher... Goza... "Cum inside me"... "Cum inside me..."

- Você é minha "slut"... "Sex toy"...

- Em inglês fica melhor ainda... "I'm your slut... Cum inside your little slut..."

E foi ouvindo isso que senti toda minha porra fervendo subir pela pica, queimando tudo. Minha porra saiu com tanta potência que o primeiro jato deve ter ido fundo no útero dela! Eu gemi e gritei, sem ligar pra vizinho nenhum, e continuei metendo, enfiando mais fundo minha porra dentro da Lalinha. Eu não podia acreditar: comi e gozei DENTRO de uma aluna, enquanto ela vestia saia de colegial e um buttplug. Foi uma das melhores gozadas da minha vida, que gozada!

- Caralho, Lalinha... Porra... Gozei dentro de você... Que merda...

- Se arrependeu, é? - ela ria, enquanto suas pernas se fechavam e prendiam meu corpo.

- Foi delicioso... Mas...

- Não se preocupa... - ela me beijou delicadamente. Parecíamos dois pombinhos daquele jeito... Como é difícil não se apaixonar por suas companheiras de sexo... - Eu sou sua agora.

- Não quero nem tirar meu pau de dentro de você...

- É só você não tirar.

Terminei metendo mais algumas vezes nela com o pau meia-bomba. Já era tarde da noite. Falei pra ela que era melhor se arrumar e ir, era perigoso andar à noite naquelas redondezas. Falei que lhe daria uma carona até um lugar mais seguro.

- Posso dormir aqui hoje? - ela perguntou, me deixando sem palavras.

- Ahn... Tem certeza? E seus pais?

- Eles pensam que estou na casa de uma amiga. Só eu ligar pra eles.

- Não brinca comigo, Lalinha...

Estávamos deitados no tapete e ela subiu em mim, me dando beijos no peito e no pescoço.

- Please... Please, teacher... Please...

- Meu pau já ficou duro de novo...

- Mais um motivo pra eu ficar... Pleaaaaaseeee....

Lógico que concordei. Ele me encheu de beijos no rosto e ligou pra mãe. Em dez segundos, estava com passe livre pra dormir em casa... Fazia anos que eu não passava a noite com mulher nenhuma...

Enquanto ela tomava banho, fui buscar o colchão correndo. Como mulheres demoram, deu tempo de arrumar a cama e ainda preparar um macarrão! Abri um vinho que estava há meses em casa.

Jantamos bem e bebemos toda a garrafa enquanto assistíamos qualquer besteira na TV, rindo de tudo. Ela ficou o tempo todo só de com aquela camisa de colegial aberta e de calcinha rosa. Uma delícia de menina. Ficamos o tempo todo falando que íamos transar loucamente depois de terminar o vinho, mas ela dormiu no meu peito enquanto deitávamos no sofá. Levei-a pro quarto, cobri aquele corpinho delicioso e deitei junto de conchinha. Meu pau ainda ficou duro com o contato na bunda dela, mas eu dormi sem demora. Foi uma noite deliciosa e memorável, mesmo sem ter acontecido sexo. Talvez eu estivesse me aproximando demais daquelas alunas, ainda mais do que eu pensava... Mas era tão gostoso... Que gostoso que era...

Acordei de manhã e ela ainda dormia, só que deitada no meu peito. A cama estava uma bagunça, pelo jeito nos mexemos sem parar. Vi aquela perna dela sobre minha cueca e foi uma das melhores cenas de todas! Levantei devagar, mas ela acordou.

- Shh... - eu disse. - Vou te trazer um café.

- Suco, por favor... - e se virou pro outro lado.

Depois do café na cama, que foi divertido, ela falou:

- Preciso ir agora.

- Precisa mesmo.

- Foi a melhor noite da minha vida, teacher...

Ela veio em mim e me deu um beijo de língua incrível! Realmente apaixonado.

- I love you!

- I love you, too, my princess...

Mais tarde fiquei pensando que eu estava apaixonado por três alunas. E isso seria ainda mais problemático do que só transar com elas. Como a Bia disse, mulher demais significa problemas... Mas era delicioso. I love my students so fucking much!

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Comentários

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alias, uma coisa q não entendi até agora é a idade dessas safadas! imagino q devam ter por volta dos 14 a 16 aninhos né?

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aaa, essa lalinha! puta q pariu! gostosa é pouco pra descrever! e com cosplay ainda... puts! difícil é resistir! vou ler já já as continuações!

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Essa Lalinha, viu. Sempre safada. Safadamente gostosa. Cara, queria eu poder ter alunas como essas. Mó inveja, kkk.

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Hahaha, então me escreva para que possamos dar início as aulas (mari_crf7@hotmail.com) XO ;-)

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Princesinha: Tão bom ver você de novo por aqui! A parte 8 já está no ar. Ah, e eu adoraria ter mais uma aluninha de inglês...

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Aluna Safada: É só você acessar meu perfil, tenho mais 6 capítulos pra você, delícia ;)

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que delicia de série ❤ smp tive fantasia com meu fessor de história ...queria ser sua aluna 😍

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Sensacional. Uma é pouco, duas é ótimo, três é sensacional. Sei bem como é.

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