Casa dos Contos Eróticos

A dupla da Nigéria perdeu a partida, mas ganhou a gente

Categoria: Homossexual
Data: 13/10/2017 01:42:09
Nota 10.00
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A bola veio em minha direção e meus braços a jogaram para cima. A areia levantou quando corri até a rede. Mais um ponto e a partida era nossa. Meu parceiro levantou a bola e eu pulei alto, larguei o braço e mandei a bola para o chão do outro time. Ponto. Vitória. O Brasil ficou com o bronze.

"Valeu, Lucas!" Júlio me abraçou e me deu um tapa no bunda. Eu retribuí. Nós pegamos nas mãos dos adversários e dos juízes e aplaudimos a torcida. Subimos ao pódio no terceiro lugar, satisfeitos, diferentemente dos italianos que perderam o ouro.

Eu e meu parceiro voltamos para o hotel. Antes que as portas do elevador se fechassem, os dois nigerianos se apressaram para entrar. Logo nos parabenizaram pela vitória. Nos comunicamos pelo inglês, já que nenhum sabia falar na língua de origem do outro.

Júlio foi amigável como sempre. Era um gigante gentil.

Conversa vai, conversa vem, eles nos convidaram para ir no quarto dos dois. Não era estranho algumas duplas se juntarem para beber e acabarem contratando algumas meninas, provar uma carne gringa. Eu recusei.

Mas Júlio decidiu ir.

Então sai no nosso andar sozinho, deixando Júlio no meio dos dois negões. Não pude deixar de sentir uma vontade de acompanha-los, mas havia naqueles dois homens negros uma provocação que lhe fazia eriçar os pelos da

nuca. Talvez só estivesse me estranhando o seu jeito amigável depois de terem sido derrotados.

Tomei um banho de água gelada e me deitei. Botei minha mão por cima da cueca e senti o crescimento. O arrependimento chegou, junto com um pouco de inveja e excitação de imaginar Júlio com alguma putinha loira dos Estados Unidos.

Mas agora eu era casado. Não que isso tivesse me parado outras vezes, mas hoje gostei da leveza na consciência.

Só me restou a punheta. Enfiei a mão na cueca.

O celular de Júlio tocou. Suspirei. Arrastei-me com meu pau roçando pelo colchão até o outro lado. Peguei o celular na cômoda. Era a noiva de Júlio ligando. Decidi levar o celular até ele. Uma boa decisão em pró do casamento do meu amigo, nada mais. Não consegui conter um sorriso.

Segurei o celular com a chamada perdida. Cheguei na porta. Já que Júlio estava com eles, decidi ir entrando sem bater. Afinal, eu havia sido convidado também. Abri a porta devagar e coloquei a cabeça pela brecha. Não consegui entender o que vi.

Júlio estava de joelhos, a única roupa que tinha no corpo era a cueca, porém bem abaixo de onde deveria estar. Os Nigerianos estavam em pé na frente dele, seus enormes membros para fora. Júlio compartilhou a boca com os dois, mamou o pau do mais baixo, depois lambeu a cabeça do mais alto.

Como a maioria das duplas de vôlei de praia, havia um bloqueador e um defensor, um alto e o outro baixo, respectivamente. O bloqueador da Nigeria se curvou e enfiou a mão na bunda branca de Júlio, que permitiu. Ele sarrou os dedos entre as bandas.

O barulho alto do Raggae estrangeiro não os permitiu escutar-me abrir a porta. Apenas assisti, meu corpo roubado de qualquer reação.

Júlio chupou, vi sua língua rodear a cabeça vermelha. Senti-me doente ao vê-lo fazendo aquilo, tudo estava errado. Ele não se importou em ser tocado na bunda. Júlio era macho, deveria se importar com um marmanjo colocando o dedo no seu cu. Dava para ver no seu rosto que ele gostou, empinou-se, como se pedisse para que não parasse. A mão acelerou os movimentos, esfregando com uma força que as bandas da sua bunda tremeram.

Enquanto isso, Júlio se deliciou com o troca-troca na boca. Um deles segurou a cabeça de Júlio e a guiou, como se ele fosse uma putinha. Ele era quase um irmão para mim.

Silenciosamente, eu fechei a porta e suspirei profundamente. Minha mente se trancou, e quase como um sonho, fui levado de volta para o elevador pelas minhas pernas bambas. Minhas mãos tremeram quando peguei o celular de Júlio e retornei a ligação da sua esposa.

"O Júlio foi passear," falei.

Depois de mentir para minha amiga, eu desci para o enorme bar do hotel, era preciso uma dúzia de barmen para atender a todas as pessoas presentes. Ainda tive que esperar pela bebida.

O atendente colocou a cachaça na minha frente. Bebi na hora. Um pouco escapou dos meus lábios e molhou minha camisa. Não me importei.

Havia perdido a noção do tempo quando Júlio se sentou ao meu lado. Tomara banho. Encarei seu rosto, bochechas rosadas, uma barba dourada que precisava de aparo.

"Tava te procurando."

Demorei para falar.

"Quer beber?" perguntei.

Júlio assentiu e o barman veio colocar uma bebida para ele. A música encheu o silêncio entre nós. Não sabia como conversar com meu melhor amigo.

"Sua mulher ligou."

"Foi mesmo?"

"Eu disse que você tinha ido passear. Não me desminta."

Júlio riu, bebendo mais uma dose. Então ele pediu mais para nós dois e ofereceu um brinde.

"À nossa vitória."

Nós brindamos e bebemos.

A dupla de Nigerianos apareceu no bar.

Chegaram já tirando liberdade com Júlio, pegando no ombro, dando tapinha. Se não tivesse visto o que vi, não teria achado muito daquilo. Ira se apertou em minha garganta. Júlio enrubesceu. Não pude mais aguentar aquilo. Levantei e puxei o meu amigo para longe, sentindo que deveria protegê-lo de alguma forma. Usei a desculpa de que a mulher dele estava ligando.

A gente voltou para o nosso quarto. Júlio sentou na sua cama e ficou parado, olhando para a parede. Um frio me percorreu. Eu soube na hora no que ele estava pensando, só que daquela vez me preocupou de que não era relacionado a mulheres.

De novo me veio a sensação de que havia algo de errado com o mundo, pois lembrei da cena. Júlio de joelhos, Júlio chupou duas pirocas escuras. Júlio levantou a bunda e deixou que lhe esfregasse o dedo.

Temi que agora ele quisesse mais. Que tivesse se tornado um viado.

"Cara." Júlio se virou para mim, um sorriso besta no rosto. "Acho que quero ir lá com os dois mais um pouquinho."

"É mesmo?"

"Se ela ligar, tu fala que eu ainda não voltei."

Eu fechei os olhos, sentado na minha cama, virado de costas, para que ele não visse minha decepção.

"Eu quero também. Talvez a gente possa chamar algumas garotas aqui. Para quê dividir com eles?"

Júlio não conseguiu esconder a decepção. Talvez porque eu já sabia.

"Não, vai demorar," ele disse. "Mas se você quiser, pode vir comigo."

"Vamos." Eu me levantei com a decisão de arruinar qualquer chance de Júlio praticar mais viadagem.

Júlio me encarou. Mordeu o lábio por um instante, olhos nervosos. Não voltou atrás. Ele se ergueu, e fomos juntos até os Nigerianos. Foi o menor que nos atendeu. Seus olhos se espantaram ao me ver. Mas disfarçou rápido.

"Lucas!" Falou em seu sotaque nojento. Abriu a porta. O outro estava deitado, sem camisa. Levantou-se na hora.

"Cadê as garotas?" falei.

"Estão chegando."

Júlio não me olhou. Entrou no quarto sem jeito. Fui logo atrás, como um guarda-costas. Porém um muito ruim, pois o que estava na cama chamou Júlio, para falar em privado, e o outro puxou-me para um outro canto, onde não pude escutar a conversa.

"Relaxa ai," disse ele. "Quer alguma coisa pra beber? Cerveja?"

"Não," respondi.

"Então quer porra?"

Congelei, sem saber se tinha ouvido certo.

"Quer beber minha porra?" disse ele.

"O quê?" sussurrei, controlando minha voz. Pela segunda vez naquele dia, senti uma ira que ficou entalada na minha garganta, porém preparada para explodir.

"Você gostou de olhar da porta. Ficou olhando um tempão. Acha que não vi? E agora tá todo excitado. Olha pra isso," Ele segurou no meu pau, apertou, e não tirou a mão mesmo quando eu forcei. Olhei para Júlio e o outro, sentados na cama, virados de costas. Júlio movia o ombro, usando o braço para alguma tarefa.

Infelizmente, eu estava mesmo duro.

"Eu tava esperando garotas" falei. Minha voz enfraqueceu.

"Tava mesmo? Não tá querendo experimentar?" Ele pegou minha mão e lentamente a carregou para o seu volume proeminente, que até agora eu havia evitado. Sua bermuda fina não ajudou. Eu o permiti. O pau dele era maior que o meu.

Apertei, segurei firme na sua mala. Não tirei a mão. Só podia ser o álcool, só podia ser.

Eu tinha que sair dali e levar o Júlio comigo, mas minha mão massageou a sua dureza, sentindo a forma absoluta daquele cacete. Estranhei a sensação, e me impressionei com o tamanho. Imagina o que isso não faria a uma buceta? Júlio havia chupado essa coisa. E quis chupar novamente. Mas eu não.

"Admita, você quer." Ele se aproximou e pegou na minha bunda. "Só experimenta um pouquinho, como o Júlio fez. Ninguém vai falar nada para ninguém."

Eu neguei. Não me afastei quando ele me apertou. Minha mão sentiu a grossura crescer ainda mais. Ele se encostou em mim, o cheiro do suor me possuiu.

Tentei me afastar, mas fiquei sem força. Então, com urgência, ele me virou de costas para a parede e abaixou minha calça. Ele me deu um tapa na bunda e depois encheu as duas mãos. Meu traseiro nunca tinha recebido tanta atenção.

Eu me apoiei com as duas mãos na parede.

Minha cueca desceu pelas minhas pernas arrepiadas. Suas mãos abriram a minha bunda, e enfiou o rosto entre elas, apresentando-me para a sensação de ter um nariz se apertando contra meu cu.

Sua língua passeou depois. Júlio me encarava, eu gemi. Ele mordeu o lábio, então uma pica enorme e preta apareceu do seu lado e ele abriu a boca.

Meu pau balançou duro feito pedra, apontou para frente, enquanto eu era chupado por trás. Justo naquela hora, eu tinha que lembrar da minha esposa? Mas isso era muito diferente de trair com mulher? Não sabia se ela ficaria mais magoada.

As chupadas continuaram, tirando minha mulher da cabeça. Elas mudaram para linguaradas mais profundas. Seus dedos me fincavam e me arreganhavam, quase reclamei das unhas. Porém tudo que eu falava era uns fracos 'hmm...hmm... ai....'.

Escondi o rosto nos braços encostados na parede, parte por vergonha. O negão que chupou meu cu começou a beijar meu bumbum, fez questão de fazer barulho. Trocou algumas piadinhas na sua língua com o seu amigo, que riu. Em alguns momentos, a mamada de Júlio alcançava meus ouvidos.

Então as lambidas no meu cu pararam. Ele me abraçou por trás e senti a dureza encostando na minha bunda, roçando na minha coxa. Fomos para a cama. Ele se deitou e me deixou em pé e de pau duro, sem saber o que fazer depois. Chamou-me com um gesto.

"O quê?" falei. Mas minha barriga esfriou, pois eu sabia o que ele queria. Nunca que eu poderia fazer aquilo. Se ao menos o pau fosse menor.

Ignorando meu raciocínio, meu corpo se abaixou por cima dele. Respirei fundo, e acabei sentindo o cheiro viril do membro, que me intrigou.

Tentando imitar Júlio, comecei a chupar, mas só a cabeça que por si só já era um desafio. O ato em si pareceu surreal, eu me curvando sobre um negão e pagando um boquete. Mas aconteceu. Meu pai ficaria tão orgulhoso! Senti um calor no rosto. Minha vontade de continuar aumentou.

A todo momento esperei que ele fosse dizer que não fiz direito. Mas ele gostou do meu boquete, e eu não parei.

O gosto não era maravilhoso. Foi o fato de que não era repugnante que me assustou. Passei o meu nariz nas bolas, cheirei mais um pouco. Cheiro de macho. Havia um conflito dentro de mim que eu ignorei. Será que conseguiria colocar aquele sacão na boca?

A resposta foi sim. As duas bolas de uma vez.

Subi pelo pau com a língua. Os dois negões conversaram mais um pouco em sua língua, e gargalharam.

Começou a sair porra aos poucos, que eu engoli sem pensar a respeito por muito tempo. Olhei para o lado, Júlio nem prestava atenção, parecia apaixonado pelo pau. Agora eu entendia.

O dono do pau que estava na minha boca me deu um tapa pequeno na bochecha. Olhei-o.

"Mais fundo," disse. "Vou gozar na sua boca."

Eu neguei. Aquilo não poderia permitir. Não mesmo. Nunca.

Ele segurou nos meus cabelos e empurrou o pau. A porra me encheu a boca em jatos quentes. A mesma consistência daquela em poucas porções que eu já havia engolido. Eu bebi, de novo sem pensar muito a respeito, mas estava todo arrepiado.

"Vamos trocar," disse o outro.

Júlio parou de chupá-lo. E quando meu melhor amigo me encarou, meu rosto queimou de vergonha. Os dois homens trocaram de lugar e voltei a chupar. Aquele pau estava molhado de saliva.

Aquele dia tinha tomado um rumo muito surpreendente. Mais cedo tínhamos ganhado o jogo desses dois, e agora nos tornamos suas putas. O fato de que nós os derrotamos por alguma razão me fez gostar ainda mais. Meu pau chegou a pesar, estava prestes a explodir a porra. Podia sentir que ia ser muita quantidade.

Minha segunda pica, meu segundo boquete. Nem minha esposa pareceu tão empolgada com o meu como eu deveria parecer naquele momento.

Então a dureza escapou da minha boca. Lambi os lábios e procurei qual foi o problema em seus olhos. Ele se afastou de mim e chamou o outro para conversarem afastados, mandando eu e Júlio esperar na cama. Os lábios de Júlio estavam vermelhos de cansaço. Perguntei-me se eu estava da mesma maneira. O gosto da pica ficou na minha boca.

Os dois voltaram e nos mandaram ficar de quatro na cama. Júlio e eu trocamos um olhar e obedecemos. Queriam que ficássemos um de costas para o outro, as bundas se encostando.

Eles riram, e se aproximaram com os membros novamente. Retornei ao boquete. A maciez do meu traseiro trombando na de Júlio. Eles nos empurravam exatamente para isso.

O pau gostoso saiu da minha boca, e minha cabeça se abaixou, em submissão. Ele a levantou e se masturbou bem perto da minha bochecha. Mais uma grande gozada em minha homenagem, meu rosto se melou na bochecha aos montes, a porra escorreu pelos meus lábios e queixou e caiu. Sem resistir, eu me masturbei com urgência depois disso, e feito um louco, gozei também. Molhei a cama.

Foi nesse momento que Júlio miou um gemido. Minha cabeça virou rapidamente em sua direção. Arregalei os olhos, ao me deparar com a cena. Júlio permitiu com maior gosto que o negão empurrasse o pau em sua bunda. Senti uma queimação no meu estômago que eu reconheci como ciúmes. Eu era seu melhor amigo, se alguém tivesse que comer aquele cu, tinha que ser eu.

No entanto, olhei fascinado. Júlio deu a bunda na minha frente. E empinado, como uma vadia fazia. Só via sua bunda empinada daquela forma quando estava malhando na academia, fazendo agachamento. Não pude deixar de me perguntar se aquela era a sua primeira vez.

"Ai, delícia" ele gemeu, fechando os olhos. "Ai, que cacete!"

De fato, até eu quis fodê-lo naquela posição. O cu dele era guloso. Em pouco tempo, a pica havia desaparecido. E ele ainda recebeu alguns tapas que o deixou vermelho. Meu pau já estava completamente duro.

Minhas pernas foram levantadas, mas distraído, não pensei muito a respeito. Então encarei o perigo subitamente.

"Se você não gostar, eu paro," ele disse.

"Puta que me pariu" eu disse, um pouco desesperado, muito excitado. Segurei no meu pau enquanto ele ajeitava o dele na minha entrada. Ele apertou a cabeça. Foi uma sensação invasora que me fez estreitar as sobrancelhas em tensão, suspense. Esperei pelo pior. Por uma dor excruciante, mas a dor que senti não foi lá grande coisa. Ele entrou devagar, mais e mais. Senti meu ânus querendo colocar o pau dele para fora, como uma luta interna.

Mas ele foi insistente, e eu peguei um travesseiro e comecei a morder com muita força.

Ele acelerou. Comeu o meu cu com força. Era isso, eu dei a bunda. Minha cabeça girou. O pau entrou e saiu, muitas vezes. Perdi a conta. A sensação passou de dolorosa a agradável, de agradável, a muito agradável. Acabou que meu cu era guloso também. O pau entrou tão fácil quanto se fosse uma buceta molhada.

"Isso é por ter ganhando da gente" ele disse.

Bati uma punheta enquanto dava para ele. Eu gemi e o Júlio gemeu. Parceiros na viadagem também. Eu dei para o negão deitado, depois dei de quatro. Houve outra troca entre os dois, então eu dei para dois em um só dia. O segundo me comeu com mais paixão, enquanto o outro parecia mais faminto. De quatro foi a posição mais confortável. Até que não conseguiram mais segurar. Não tinha muita porra sobrando, mas o que tinha, ficou no meu cu.

Fiquei deitado na cama, exausto, de bunda para cima. Júlio se deitou ao meu lado, não muito diferente. Olhamos um para o outro e ele sorriu, e eu sorri de volta. Que merda.

Não houve frescuras depois, todo mundo vestiu um pouco de roupa e a gente bebeu e conversou. Havia obviamente um acordo não verbal de fingir que nada aconteceu, pelo menos até que fosse acontecer de novo. Mesmo assim, sorri para os dois morenos, mordi o lábio um momento ou outro. Foi divertido brincar um pouco. Porém já era hora de ir embora. Dormir, antes que pegássemos o voo de volta para casa, para a esposa e a noiva. Para a família.

Uma semana depois, Júlio me chupou na minha casa enquanto minha esposa não estava. Era só para matar à vontade. Ele não se importou quando abaixei sua bermuda e apalpei-lhe a bunda. Ele sabia que ia dar, eu sabia que ia comer. Tínhamos aquele acordo não verbal.

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Só pra saberem, são os comentários que me fazem postar mais. Obrigado!

VALTERSÓ - Eu tento ao máximo deixar o menos cansativo possível. Sério, o tanto que corto dos contos, kkkkk. É que às vezes me deixo levar e escrevo demais.

Oldack - muito obrigado pelos elogios ;). poderia elaborar no que quer dizer com escrever comigo?

VictorNerd: precisa dizer sim porque sou muito inseguro e você sempre consegue me levantar (pun intended). sério, obrigado, to até com medo de postar mais, e desapontar VOCÊ que é talvez o leitor mais antigo que tenho. kkkk. pq tipo, o que quer dizer com orgânico? ele flue naturalmente? ele é realista? kkk, pq eu sinto q n sou nem um pouco consistente nos contos. por exemplo, esse aqui foi bem maluco e mais direto ao ponto, foi mais uma fantasia minha. n me abandone.

Comentários

26/10/2017 23:03:45
mano, acho que não tinha comentado nos seus contos ainda, por isso vou comentar nesse último aqui pra ter mais chance de vc ver, curto mto suas histórias, e pô tem algum contato pra trocar ideia contigo?
15/10/2017 12:57:28
Que delícia, gozei intensamente !!!!!!!!!
14/10/2017 06:55:32
Amei o seu conto, quero sim receber o próximo. Adoro filmar esses melhores momento, caso interessar até em fazer um book é só retornar.fotografoliberal@yahoo.com.br
13/10/2017 19:25:11
Gostei bastante. Da uma lida nos meus contos tb, vc vai gostar!! Abracos.
13/10/2017 18:07:37
NOSSA! PODIA SER MAIS DETALHADO. FAZER DE NOVO. ADORO NEGROS
13/10/2017 17:59:15
Incrível como sempre cara!
13/10/2017 15:59:10
Quando eu digo orgânico é pq ele não parece falso. Eles parecem algo que acontece por aí e que vc relata. Ultimamente os contos são todos iguais e você sempre me lembra a eu tô lendo lixo e que tem pouca coisa de qualidade que nem você por aqui. Eu discordo do vaterso em quase tudo. Eu adoraria que teus contos fossem maiores. E quanto aqui doaria decepcionar, dificilmente isso vai acontecer. E caso eu não goste de um conto seu, fodac pq tem VÁRIOS outros que eu amo. Eu só espero que tu não pare de postar por aqui. E caso pare q não apague teus contos como o Escritor_Contista fez. Eu amava os contos dele tbm e ele fez isso comigo ;-;
13/10/2017 11:41:54
Porra... Show cara... Parabéns pelo conto!
13/10/2017 09:04:51
Nem pense em ficar cortando os capítulos, quanto maiores, melhores eles são hahaha
13/10/2017 09:01:52
Excitante
13/10/2017 07:50:29
Ainda prefiro quando são peludos

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