Casa dos Contos Eróticos

História de Laura (um conto adicional da série padre não é homem...)

Autor: Estefânio
Categoria: Heterossexual
Data: 12/10/2017 21:25:04
Última revisão: 13/10/2017 01:11:29
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Quando eu tinha 15 anos, comecei a participar de um grupo de jovens na igreja local, conduzido pelo padre Antônio, que, na época, tinha uns 38 anos. O grupo continha meninos e meninas, todos mais ou menos da mesma idade, e nos reuníamos uma vez por semana no salão da igreja para lermos a bíblia, discutir assuntos religiosos e cantar hinos da igreja. Eu adorava aquelas reuniões...

Ao final das nossas reuniões, o padre normalmente dispensava os meninos e pedia para as meninas ficarem para receberem uma bênção especial que ele tinha para nós, futuras mães, como ele dizia... Entravamos uma de cada vez na sacristia.

Na minha primeira vez, não me senti muito à vontade, pois era muito tímida e o padre, após uma breve oração, onde eu e ele ficamos sentados num velho sofá que tinha na sacristia, disse que iria abençoar o meu corpo e começou a me apalpar... Sempre ouvi dizer que um padre não é como um homem, mas não foi isto o que senti quando ele colocou as mãos sobre os meus peitinhos por cima do vestido e começou a apertá-los, e depois colocou as mãos nos meus joelhos e tentou enfiá-las por baixo do meu vestido... Eu senti um forte arrepio, como se fosse um homem que estivesse ali, e não deixei, então ele parou. Quando cheguei em casa, contei para a minha mãe o que tinha acontecido e ela brigou comigo, dizendo que eu havia sido estúpida com o padre, que só queria abençoar o meu corpo e que isto era normal... Ela me disse que não tem nada de mal deixar um padre fazer isto, pois todo mundo sabe que padre não é homem. Ela disse que eu não posso é deixar que nenhum homem faça isto comigo, a não ser o meu marido, mas o padre pode fazer o que quiser e é até pecado negar algo a um padre... Então, na semana seguinte, eu deixei o padre enfiar a mão por baixo do meu vestido e acariciar as minhas coxas até o fundo e tocar na minha calcinha, quando senti um arrepio e pedi para ele parar, mas então lembrei da minha mãe, relaxei e abri as pernas para ele, deixando-o à vontade... O padre me colocou deitada com a cabeça sobre as pernas dele, num sofá velho que havia na sacristia, e pediu para eu abrir as pernas, enfiando as mão por dentro da minha calcinha, por baixo do vestido, e acariciando os meus pentelhinhos para depois passar o dedo no valinho da minha bucetinha, sobre o meu cabacinho, me fazendo gemer alto ao sentir um tipo de prazer que eu nunca tinha sentido antes...

Nas sessões seguintes, ele continuava sempre fazendo algo diferente comigo. Foi o padre Antônio quem me deu o meu primeiro beijo, enfiando a língua molhada dele dentro da minha e me deixando excitada... Eu procurei corresponder o beijo, enfiando também a minha língua na boca dele para ele chupá-la. Às vezes ele apenas acariciava os meus peitinhos e a minha bucetinha, outras vezes chegava a chupar ela, me deixando de pernas arregaçadas e sem calcinha sobre o sofá, arrancando gemidos de mim. Normalmente ele só tirava a minha calcinha, me deixando só de vestido, baixava as calças e sentava no sofá, colocando a minha cabeça sobre o colo dele, e enfiava aquele pau duro na minha boca. Ele também pedia pra eu abrir bem as pernas e então ficava acariciando a minha bucetinha com a mão esquerda enquanto se masturbava com a mão direita na minha boca, até gozar dentro de mim, e pedia para eu engolir tudo... Eu obedecia porque a minha mãe também me disse que é pecado dizer não para um padre... Ele fazia isto com todas as meninas que frequentavam o grupo de jovens e algumas até já estavam sendo penetradas nas vaginas pelo padre, que as levava para o quarto dele, pois a casa paroquial era anexa à sacristia, e lá fazia sexo com elas, tudo com o consentimento das mães delas... Não demorou muito para eu também ser levada para aquele quarto, onde fui beijada e chupada de todo jeito e depois penetrada na buceta, perdendo o meu cabacinho para o pau duro do padre Antônio.

Como a minha mãe não se importava com nada do que eu dizia, e dizia que aquilo tudo era normal, comecei a gostar de ir ao grupo de jovens, só pra depois ir pra cama com o padre... Éramos quatro meninas e sete meninos, mas só as meninas eram abençoadas... Todas éramos meninas muito bonitas... Tinha duas loirinhas lindas que eram irmãs gêmeas e que tinham a minha idade, 15 anos, Aline e Alena, e o padre costumava pegá-las juntas, fazendo a sexo com as duas ao mesmo tempo. Eu tinha curiosidade pra saber como eles faziam... E elas me contavam tudo: o padre adorava ser chupado pelas duas e sempre pedia para elas o chuparem ao mesmo tempo, uma no pau e outra no cu... E ele as chupava também e, quando faziam sexo, era uma sentada no pau dele e outra na cara, esfregando a buceta na cara dele e depois elas se revezavam... Adorei ouvir aquilo!

Minha mãe me disse que ela mesma foi abençoada pelo padre Rui quando era ainda mais nova do que eu e, depois que o padre Rui ficou doente e veio o padre Antônio para substitui-lo por um tempo, ele também a abençoava. Durante esse tempo a igreja teve dois padres. Nessa época, o padre Antônio começou a abençoa-la também, assim como a outras moças que costumavam procurar o padre Rui para serem purificadas pelo sexo... Isto era purificação, disse a minha mãe, e quanto mais uma moça faz sexo com o padre, mais pura fica... No tempo dela, ela ia visitar o padre Rui na casa paroquial e ele, mesmo doente, a purificava, fazendo sexo com ela na cama dele. Ela o chupava e depois sentava em cima, pois ele estava meio fraco... Um dia, disse ela, ela começou a ser purificada pelos dois padres ao mesmo tempo, um na frente e outro atrás! Fez isto durante vários dias com os dois, disse ela, até o padre Rui ter que ir para o hospital, onde faleceu... Ela tinha então a minha idade e já havia feito sexo com dois padres ao mesmo tempo, sendo penetrada na frente pelo padre Rui e por trás, no cu, pelo padre Antônio e os dois gozavam dentro dela, que ainda chupava os espermas dos dois paus moles, depois da transa... Foram dias maravilhosos de purificação, segundo ela!

Meu nome é Laura, tenho pele branca, sou alta, magra e de cabelos pretos pela cintura... Sempre fui muito bonita e, aos quinze anos, quando comecei a fazer sexo com o padre, acredito que era ainda mais bonita do que sou hoje, e sempre ouvi dizerem que um dia ainda vou fazer um homem muito feliz. Já me acostumei a receber elogios sobre a minha beleza e já tive muitos pedidos de namoro, mas quero me guardar para o homem certo. Por enquanto tenho o padre, sempre que eu quiser, e mais um outro modo de me satisfazer, mas só vou falar sobre isto mais tarde...

Fiquei surpresa quando a minha mãe me disse que havia sido penetrada por trás, no cu, pelo padre Antônio e fiquei curiosa sobre isto. Ela disse que quem primeiro comeu o cuzinho dela foi o padre Rui e doeu muito, porque o padre Rui tinha um pau mais grosso do que o do padre Antônio... Na reunião seguinte, perguntei para as outras meninas se elas já haviam sido penetradas por trás pelo padre e todas disseram que sim. Aline e Alena disseram que adoravam isto, e Alice, a outra menina chegou a dizer que era até melhor do que ganhar na frente. Fiquei muito excitada com aquilo. Porque o padre não havia comido o meu cu ainda? Eu precisava dar o meu cuzinho virgem para o padre Antônio!

Quando fiquei sozinha com o padre e ele me levou para o quarto dele e me colocou nua na cama, eu chupei o pau dele, como sempre fazia, para deixa-lo bem duro, e depois pedi para ele levantar as pernas e enfiei a língua no cu, fazendo-o urrar de prazer... Depois eu pedi pra ele fazer sexo comigo por trás... Notei que o pau dele até pulsou quando eu disse isto, pois não era normal que as meninas pedissem isto para ele... Assim, desde os meus 15 anos eu tenho levado vara no cuzinho e aprendi a adorar isto. Cada vez que ele me pegava, eu gostava mais, até que já não me satisfazia mais apenas ganhando pau na frente e atrás, eu precisava de mais, chupava ele todinho e adorava lamber aquele cu santo. Um dia ele foi ao banheiro urinar, depois de ter feito sexo comigo e eu, ainda cheia de tesão, pedi pra ele mijar na minha boca. Ele estranhou um pouco mas me atendeu pra ver até onde eu ia, e eu bebi todinho o xixi dele, que ficou abismado com o que viu. Depois, de tanto eu insistir, ele também tentou beber o meu xixi, mas desistiu. Mas eu continuei querendo xixi na boca cada vez que terminávamos a transa, essa é uma tara que tenho até hoje...

Depois as outras meninas me disseram que ele também queria que elas lambessem o cu dele e bebessem o seu xixi... Lamber o cu dele, elas até que faziam por gosto, mas o xixi elas só bebiam por obediência, mas não gostavam muito... Eu adorava!

Logo começaram a entrar mais meninas no grupo, que o próprio padre convidava, escolhendo a dedo sempre as mais bonitas, que vinham virgens, com seus cabacinhos intocados e prontas pra se entregarem completamente e levarem o pau do padre em todos os buracos. Outras meninas iam saindo do grupo por diferentes motivos... Eu fiquei por mais um ano aproveitando tudo o que podia, e depois parei de frequentar o grupo também, pra ajudar a minha mãe numa lojinha que ela montou, mas continuei visitando o padre na casa paroquial, assim como as outras meninas também faziam pra matar a vontade, mas não sempre, de vez enquanto, porque o padre não podia dar conta de nós todas todo dia... As moças da nossa cidade tinham um problema porque a maioria de nós aprendia cedo os prazeres do sexo, mas depois tínhamos só o padre pra nos satisfazer, e ele era um só... E nós não podíamos nem pensar em homem, a não ser que fosse pra casar. Para todas nós, sexo com homem, só depois do casamento. Mas tínhamos a igreja e o padre, que, vez por outra, nos pegava a todas, quando dava... Então, todas as moças solteiras da cidade que perdiam a virgindade para o padre, de vez enquanto o procuraram pra matar a saudade e não perderem o jeito, pois precisavam estar preparadas para quando se casassem...

O padre Antônio também dava assistência às freiras no convento local uma vez por mês, pois elas também queriam receber a purificação, e ele fazia com as freirinhas a mesma coisa que fazia com as meninas do grupo de jovens, chegando a engravidar algumas delas, que hoje criam seus filhos no convento, com todo o apoio da direção da casa, e o bispo não se mete neste assunto.

Na escola de enfermagem, magistério e comércio local, onde a maioria das mocinhas iam estudar depois de completarem o ensino básico, o padre pediu para a diretora preparar uma sala com uma cama, onde ele pretendia purificar as alunas... A diretora preparou tudo como ele queria e então ele passou a visitar a escola uma ou duas vezes por semana, onde podia entrar nas salas de aula a hora que quisesse, sem interromper a aula e pegar aleatoriamente qualquer das alunas para ser purificada. As meninas, todas entre 14 e 17 anos, usavam um uniforme padrão, com meias brancas pela canela, uma saia azul escuro pelos joelhos e uma blusa branca, ficando extremamente sexys usando essa roupinha. O padre escolhia qualquer delas, conforme seu desejo, as levava para a ‘sala de purificação’ e lá ele fazia sexo com elas e as deflorava, fazendo-as gozarem e gemerem alto, tão alto que dava pra ouvir no colégio todo... Com algumas ele passava a tarde toda, transando várias vezes, e fazendo de tudo com elas, até sexo anal algumas vezes, outras vezes ele era rápido e chegava a pegar até três meninas numa mesma tarde. Algumas delas, as mais bonitas e sexys normalmente, ele pegava várias vezes em dias diferentes, mesmo já as tendo deflorado e algumas vezes até pedia que fossem na casa paroquial passar a noite com ele, e elas iam felizes... Com algumas dessas meninas, ele passava várias noites consecutivas, comendo-as direto, de todo jeito, e tornando-as mulheres dele até que não quisesse mais. Os pais dessas alunas até agradeciam quando sabiam que as suas filhas haviam sido purificadas pelo padre... Mais tarde eu me informei melhor, e descobri que essa era uma das mais importantes funções do padre na nossa comunidade, ou seja, era obrigação dele purificar todas as mulheres da cidade antes do casamento... Tudo o que ele fazia era tentar adiantar o serviço, se bem que às vezes se interessava mais por uma ou outra, que achava mais gostosas, talvez, mas a verdade é que ele precisava comer todas. Parece que ele gostava também de variar e às vezes ia na escola básica, que ficava em frente, e pegava também as meninas mais novas, que trazia para a sua ‘sala de purificação’ e as comia do jeito que queria, sem ligar muito pra idade delas... E quando ele visitava a escola, tanto a escola básica como a escola das moças maiores, recebia também muitos pedidos de professoras, algumas até já casadas, querendo ser purificadas, e procurava atender todas... Era uma vida muito puxada a do padre Antônio, que já não era tão jovem, e então um dia ele sofreu um infarto e faleceu de repente.

Logo foi substituído pelo padre Olavo, que nunca entendeu o nosso modo de vida... O padre Olavo até que tentou, mas para ele a nossa cidade sempre foi um grande mistério...

Como eu já estava com 20 anos e já era purificada, a minha mãe queria que o padre Olavo purificasse também a minha irmã mais nova, Melissa e, já no primeiro dia que o padre chegou na cidade, ela foi pedir isso a ele... O padre Olavo não entendeu nada no início, mas depois fez o que elas queriam e acabou deflorando a minha irmãzinha, pra alegria da minha mãe... Eu me interessei quando Melissa comentou em casa que o padre Olavo tinha um pau grosso e então pedi para a minha mãe marcar uma sessão de purificação para mim, pois eu estava louca pra sentir aquela maravilha dentro de mim... Logo eu estava ganhando aquele pau gostoso no cuzinho e na buceta, pra matar a saudade... E ele até satisfazia a minha tara de beber xixi e mijava na minha boca...

Comecei a procura-lo na igreja quase todo dia, pra ganhar aquele pau delicioso, até que um dia ele me propôs fazer sexo com ele e com outra moça ao mesmo tempo. Lembrei das duas gêmeas do grupo de jovens e me interessei... Era Roberta, uma moça linda, ruiva, 27 aninhos, que havia ficado viúva há pouco tempo, e era bem tímida. Assim como eu, ela vivia procurando o padre pra se satisfazer. A experiência de sexo a três foi delícia, a moça era linda e logo aprendeu a me chupar do jeito que eu gosto e até bebia o meu xixi! Adorei chupar a buceta molhada daquela gostosa, que tinha um corpo perfeito e delicioso e que eu adorava penetrar com os dedos e com a língua em todos os buracos. Hoje eu não quero mais saber de outra coisa e sempre vou à casa dela, que mora sozinha, pra transarmos e nos chuparmos de todo jeito... Chegamos à conclusão que isto não é pecado, já que ambas já somos purificadas pelo padre, e então podemos fazer o que quisermos, que não é pecado.

Não perca também o início desta saga, com os contos “padre não é homem 1 (fé ou puraria?) “ e “padre não é homem 2 (o substituto)”.

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