Casa dos Contos Eróticos

A Pizzaria 32

Autor: Carlao
Categoria: Heterossexual
Data: 11/10/2017 23:13:11
Nota 10.00
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A PIZZARIA 32

ATENÇÃO: ESSA É A PARTE 32. ANTES DE CONTINUAR, LEIA O PRIMEIRO CAPÍTULO. OBRIGADO.

Aviso aos seguidores que, após quatro meses “no ar”, conforme previsto desde o início, a série caminha para as suas últimas semanas, que culminará com o capítulo final, sem interrupção alguma.

Aproveitando o espaço, e fazendo um breve merchandising, recomendo aos leitores que de alguma forma gostaram desta série, a leitura do livro erótico “A Minha Longa Iniciação”, da autoria da escritora Sylvinha, em parceria com este autor.

E os três primeiros capítulos da mencionada obra se encontram nesse site, para a degustação de todos.

Para acessá-los aqui, basta procurar no buscador pelo nome da autora “Sylvinha” ou, pelo título “ A Minha Longa Iniciação”.

Agradeço a todos, e segue mais um capítulo, dos muitos que ainda restam:

A PIZZARIA 32

ATENÇÃO: ESSA É A PARTE 32. ANTES DE CONTINUAR, LEIA O PRIMEIRO CAPÍTULO. OBRIGADO.

O dia seguinte, terça feira, seria um feriado nacional. Mais um feriado inconveniente, por ser quase no meio da semana.

À noite, após o jantar, Kátia veio conversar conosco na sala, e nos disse que iria retornar ao sítio para terminar as injeções e o tratamento das vacas do José Antônio.

Segundo ela, Kátia, os animais apresentavam Mastites Subclínicas que ocorre quando não há inflamação da glândula mamária com reduzida ou nenhuma variação na qualidade do leite, mas acontece a queda na produção, da qual o José Antônio se queixava. Disse-nos que essa patologia pode passar despercebida do produtor, ou até mesmo por veterinário que não seja muito atuante com bovinos.

Assim, lembrando-se do feriado, ela ainda nos disse que o José Antônio nos convidaria para passarmos o dia no sítio e, caso aceitássemos, ele não precisaria vir até a cidade buscá-la, para que ela terminasse os trabalhos com o rebanho.

Aceitamos, ela ligou para o José Antônio confirmando, e fomos nós três, na terça feira pela manhã.

Chegando lá, sob o olhar vigilante da Denise, eu e a Rose apenas nos cumprimentamos formalmente. Em seguida, Rose informa à Denise que o Anselmo estava à sua espera, e que ele iria preparar lhe o cavalo para montar, pois ficara sabendo que iríamos lá nessa manhã.

Então, Denise e eu saímos da casa principal e fomos até a casa do caseiro para nos encontrarmos com ele, Anselmo. Quem nos recebeu foi a sua esposa, Zilda. Após nos oferecer uma xícara de café, ela nos disse que o seu marido estava no pasto para tocar algumas vacas para o curral, a fim de que a veterinária as tratassem.

Zilda nos pediu que aguardássemos na sala, pois nos traria o café. Eu sentei-me numa poltrona próxima, e Denise ocupou o sofá.

Após nos servir, Zilda também sentou-se no sofá, de frente para mim, e ao lado da Denise. Ela vestia uma saia azulada, pouco acima dos joelhos. Mas, quando cruzou as pernas, deixou à mostra grande parte das suas coxas grossas, e o meu pau endureceu nessa hora.

Esperta, com certeza Denise compreendeu a situação, mas fez-se de sonsa. Percebendo que eu a espiava, talvez por instinto, Zilda puxou um pouco a saia, mas, por continuar com as pernas cruzadas, fora em vão a sua tentativa de cobri-las. E lógico, de pau duro, eu continuei admirando o espetáculo.

Passado um tempo, escutamos barulho no portão e vimos o Anselmo chegando. Nessa hora a Zilda levantou-se rapidamente do sofá, ajeitou a saia, e foi recebê-lo. Depois nos apresentou a ele.

Anselmo era um homem rude, de cor branca e cabelos claros, magro e alto. Devido ao trabalho no campo tinha mãos largas e calejadas, além da pele queimada pelo sol. Aparentava pouco mais de quarenta e cinco anos de idade.

Zilda, a sua esposa de quarenta e dois anos, era loira, de estatura mediana, seios fartos, cintura fina e as lindas coxas grossas, as quais eu acabara de admirá-las. Seus cabelos claros batiam à altura do ombro. Observando-a melhor, confirmei que o seu rosto era mesmo parecido com o da Rose.

Quando Anselmo chegou com o animal arreado, foi logo explicando à Denise como colocar corretamente o pé no estribo, e dar o impulso no corpo, para nele subir. Ele ainda lhe ajudou a montar, empurrando o corpo da Denise para cima.

Em seguida, montou em sua garupa e inicialmente segurou as rédeas passando seus braços pelo lado da cintura da Denise. E assim foram passo a passo andado em direção a uma estrada dentro da propriedade.

Quando eles se foram, puxei conversa com a Zilda, indagando-lhe se ela também sabia montar. Obviamente, moradora da zona rural e habitante do sítio há longa data, era certo que sim, mas era uma forma de eu iniciar nossa conversa.

Surpresa com a pergunta, ela me respondeu:

—Claro Sr. Edu!

—Eu moro na roça, uai!

Daí eu lhe falei:

—Pode me chamar apenas de Edu, Zilda.

—Sem o senhor. E ri.

Ela também sorriu e concordou dizendo:

—Tá bom, Edu.

E foi tagarelando:

—Eu monto desde menina.

—E também sei dirigir carro.

—Mas gostaria de aprender a andar de moto! Falou.

Daí eu lhe disse:

—Se você quiser, e se o seu marido deixar, eu posso ensinar você a pilotar moto, Zilda.

Surpresa, ela me pergunta:

—Verdade?

—Ocê tem moto?

Eu lhe respondo:

—Nós já vendemos a nossa moto Rose opss Zilda, mas ainda temos os capacetes meu e da Denise.

—E se você quiser mesmo, eu arranjo uma moto para te ensinar.

—Quero sim, Edu. Obrigada.

Lembrando-me que ela havia me dito que dirigiria automóvel, eu lhe perguntei onde aprendera. Daí ela respondeu-me que fora com o José Antônio. Meu pau endureceu só de imaginar que o Antônio talvez tivesse começado a comê-la, desde quando lhe ensinou a dirigir.

Então, eu continuei a conversa:

—E quando você quer começar a aprender comigo, Zilda?

—Quando ocê puder, uai.

—Só ocê me avisar quando pode, que daí eu vou na cidade, e ocê me ensina.

Expliquei-lhe que talvez nesse próximo final da semana eu iria viajar, mas daí uns dez ou quinze dias poderíamos acertar sobre essas aulas.

Animada com a possibilidade, ela me diz:

—Só vou te pedir um favor, Edu.

—Sim, Zilda. O que seria?

—Eu gostaria que ocê não falasse sobre isso com ninguém.

—Eu sou casada, e as pessoas são maldosas.

—Podem falar mal de nós.

Na verdade, esse era o meu receio, pois se ela comentasse com alguém sobre tal aprendizado, certamente o marido, ou até mesmo o José Antônio e a Rose ficariam sabendo, e estragariam tudo.

Satisfeito com a sua colocação, acerca da privacidade, lhe respondi:

—Claro. Fique tranquila, que ninguém irá saber.

Agora mais animado, eu lhe pergunto:

—Mas você pode ir à cidade em qualquer dia?

—Posso sim. Quando eu saio o Anselmo e a Marli almoçam na casa do Sr. Anastácio – pai da Rose.

Então, Zilda me explicou que Marli era a sua filha que estudava na cidade, e que passava um ou dois dias da semana por lá mesmo, hospedada na casa do seu irmão casado, que trabalhava como padeiro numa panificadora local.

—E o Anselmo não liga de você ir sozinha para a cidade?

—Liga não. Mas só posso ir de dia claro.

E completou:

—Não posso só viver presa nesse buraco, uai!

—E sempre que eu posso visito os meus sobrinhos e a Marli, quando ela não vem.

—E é fácil você conseguir condução para ir à cidade?

—É sim, Edu. Só ficar um pouquinho na beira da estrada, perto da porteira do sítio, que logo passa um conhecido e dá carona.

—Só para voltar que é mais difícil, porque a saída pro bairro é longe do centro da cidade. Completou.

—Mas daí eu trago você na moto, e você desce antes da entrada do sítio, entende?

—E chega a pé. Completei.

Daí ela foi me dizendo:

—Sim, Edu. Desse jeito vai dar certo.

—E quando eu for pra cidade, te espero no estacionamento do Supermercado Rex, que fica na saída pra estrada do sítio.

—Qualquer carona que eu arranjar aqui passa por lá.

—Eu faço as minhas compras lá no Rex. Finalizou.

Então, eu despedi-me dela com um aperto de mão. Mas, antes de ir, ainda lhe falei brincando:

—Ah! Ia me esquecendo de lhe dizer: pra pilotar moto você deve vestir calça comprida, entende?

Ela riu e respondeu-me:

—Claro uai! Senão todo mundo vai ver as minhas pernas!

—Mas a blusa você pode por até uma curtinha e leve, que não tem problema. Falei.

—Pode deixar que eu vou usar uma desse jeito, Edu.

Após nossa conversa, eu fui até a casa principal e, passado um tempo, Denise retornou. Fiquei curioso para saber como teria sido a sua primeira aula de montaria.

Relembrando-me sobre a viagem a Belo Horizonte, acabei até me esquecendo das aulas de motociclismo que havia me comprometido em ministrá-las à Zilda. Mas, como diz o homem do campo, temos que fazer uma coisa de cada vez. Dessa forma, eu cuidaria dessas “aulas” somente depois que voltasse do passeio na capital. E teria que ter cuidado redobrado com tudo isso.

Principalmente agora, eu não deveria contrariar em nada o José Antônio, ainda mais eu sabendo que a Zilda era um caso do esquema dele.

Quando fomos almoçar, Kátia já havia terminado o seu trabalho com o rebanho. Após a refeição, ela sugeriu que retornássemos à cidade porque deveria preparar-se para a entrevista de emprego, no dia seguinte.

Como o José Antônio iria à cidade vizinha, na agência da Valmet para comprar peças para o arado, e para a manutenção do trator, ele se ofereceu para levar Kátia até o laticínio e esperar pela sua entrevista, para trazê-la de volta. Lógico, Katia aceitou prontamente, e eles combinaram que o José Antônio a pegaria em nossa casa pela manhã da quarta feira.

Assim, após termos combinado sobre o passeio de nós quatro a Belo Horizonte, ainda que sob o disfarçado olhar carrancudo da Denise, concordei com a ideia da sobrinha para irmos embora logo. Eu queria afastar-me dali o mais depressa possível, antes que a Denise cismasse de algum assédio da minha parte, em relação à Rose.

Como sempre, o José Antônio protestou sobre a nossa curta estadia no sitio, insistindo para que ficássemos, mas, infelizmente, tínhamos mesmo que ir. Então nos despedimos de todos, e fomos. E dessa vez a minha mulher não teve nenhum argumento para acusar-me de ter aproximado da loirinha, até porque eu e ela sequer nos cumprimentamos com apertos de mãos.

Evitando adentrar nos assuntos que envolviam as pessoas do sítio, não questionei a Denise sobre a aula de montaria que ela tivera com o Anselmo. Minha ansiedade maior era mesmo para que a sexta feira chegasse logo, e partíssemos o quanto antes.

No dia seguinte, quarta feira, conforme combinaram José Antônio levou a sobrinha na cidade vizinha para o teste de emprego, e deu tudo certo: Kátia seria contratada. E agora, só nos restava esperar o dia da viagem.

Finalmente chegou a sexta feira. Eu e Kátia combinamos de ir até o sítio buscarmos a Rose e o José Antônio, e de lá mesmo seguiríamos para Belo Horizonte.

À tarde, quando eu retornei do trabalho Kátia já me esperava pronta para o passeio. Parecendo mais conformada, Denise comprara doces e queijos, para que os levássemos à Vera, sua irmã, e mãe da Kátia.

Kátia estava linda vestindo uma bermuda cinza clara, camiseta bege, e tênis. Seus óculos de sol davam- lhes um charme todo peculiar. Realmente, era uma linda e especial morena.

Despedimo-nos da Denise, e saímos rumo ao sítio para pegarmos nossos dois companheiros de viagem.

Pelo horário que estávamos saindo, já sabíamos de antemão que viajaríamos grande parte do trajeto à noite. Eu fui dirigindo ao lado da Kátia que se sentara no banco da frente. José Antônio foi no banco traseiro, atrás de mim. Rose, ao seu lado, sentou-se atrás da Kátia.

Dirigindo na estrada, sempre que podia eu dava umas espiadas disfarçadas para a loirinha pelo retrovisor, que sutilmente retribuía-me os olhares.

Sentada ali ao meu lado, estava a fantástica sobrinha com as coxas morenas à mostra. Certamente o José Antônio também se deliciava com o visual, até porque estava em posição mais privilegiada do que a minha, pois conseguia espiar a gostosa morena em ângulo transversal.

Devido à sexta-feira, o trânsito na rodovia Fernão Dias estava intenso com o tráfego de muitos caminhões e carretas. Anoitecemos na estrada, e cansados, decidimos parar na cidade de Oliveira-MG. para abastecer o carro, e fazermos um breve lanche.

Quando retornamos, eu abri a porta da frente para a Kátia reocupar o seu assento, e a Rose entrou no banco de trás, no mesmo lugar de antes.

Entretanto, ao preparar-me para reassumir a função de motorista, José Antônio se ofereceu para conduzir o carro. Como eu sou avesso em dirigir à noite, aceitei prontamente, e lhe entreguei as chaves. Fui sentar-me no banco traseiro, ao lado da sua esposa.

Kátia ainda propôs trocar de lugar com a Rose, mas ela recusou dizendo que preferia viajar atrás, o que foi prontamente confirmado pelo José Antônio. Era evidente que o José Antônio queria a companhia da bela morena com as coxas de fora, bem ao seu lado.

O cansaço da viagem acabou por fazer a minha sobrinha adormecer no banco. Olhando para ela, eu percebi que a sua perna esquerda quase se encostava à alavanca do câmbio, e nessa hora eu vi a mão direita do José Antônio querendo lhe tocar. Era nítido que o José Antônio simulava mudanças de marchas, apenas com a intenção de acariciar a gostosa coxa da morena.

No inicio os toques eram rápidos e sutis, mas, quando ele percebeu que a Kátia continuava dormindo, começou a acariciar lhe devagar.

Eu olhei para a Rose e dei lhe um sinal com a cabeça, para que ela prestasse atenção no marido, e daí ela percebeu o que ele fazia.

Rose chegou um pouco mais para o meio do banco, para melhorar seu campo de visão. Nessa hora, eu tirei o meu pau para fora, e na penumbra do carro, lhe mostrei duro. Quando o viu, ela ficou inquieta no banco. Daí, sorrateiramente, eu peguei lhe a mão esquerda e a coloquei no cacete. Sentindo-o duro e quente na mão, Rose começou a acariciá-lo devagar.

Após uns instantes, ainda dormindo, Kátia muda-se de posição no banco e deita-se de lado, ficando com a bunda virada para José Antônio e, mais uma vez, eu lhe vejo fingir mexer na alavanca do câmbio, e acariciar sutilmente as nádegas da minha sobrinha com a sua mão direita.

Uma mexida mais forte da Rose no meu pau, me fez gozar na sua mão, enquanto eu assistia seu marido acariciando a bunda da menina. Meu colo ficou todo molhado de porra, e também a mão esquerda da Rose.

Para nossa sorte, a toalha de rosto que a Denise havia levado para o carro, no dia em que transou com o Lelis na garagem, estava dobrada no canto do banco traseiro. E no escuro do automóvel, com ela eu me limpei. Depois, a entreguei à Rose para que ela enxugasse a porra que estava na sua mãozinha.

Após eu ter gozado, ainda seguiram-se rápidas passadas de mãos do José Antônio na Kátia, e nessa hora eu imaginei que o seu pau deveria estar tão duro quanto o meu, antes de a sua mulherzinha gostosa me fazer gozar.

Faltando uns trinta minutos para chegarmos a Belo Horizonte, Kátia despertou, e recompôs sua bermuda. Depois, consultou as horas, e percebeu que já estávamos perto.

Finalmente, chegamos.

Continua no próximo capítulo...

e-mail: carlao1978@bol.com.br

Comentários

17/10/2017 11:53:43
Pura excitacao gosto demais do desenrolar dessa gostorura de conto, cada capitulo mais delicioso que o outro. 10
16/10/2017 11:17:54
Está cada vez mais excitantes seus contos
12/10/2017 10:35:57
Tenho alguns contos q gostaria q vc visse..😘
12/10/2017 00:43:08
Um prazer mesmo ser o primeiro a postar meu comentário. Puxa esse pessoal tem uma vida super movimentada heim ? rs rs rs Vou deixar meu 10 mais uma vez e o meu incentivo ao autor.

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