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Eu era um curioso...

Categoria: Homossexual
Data: 05/10/2017 23:43:41
Nota 9.88
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Compartilho esse relato real da minha primeira vez com homem. Foi bem difícil na época, mas hoje curto contar e me dá tesao lembrar.

Hoje tenho 22 anos, na época eu tinha 17 pra 18. Nessa época já tinha ficado com várias meninas, e também já tinha transado com uma - curti muito e tal. Mas eu tb tinha uma puta curiosidade de como deveria ser chupar um rolao de macho. Sempre quando via putaria hetero na Internet e via as puta chupando as rolas dos caras eu me imaginava chupando tb, era foda. E comecei até a procurar uns vídeos de putaria gay e tal, tudo pra ver as mamadas. Mas eu realmente tinha certeza que era hetero, e que só tinha uma curiosidade. Cheguei até a colocar uns apps de pegacao gay no celular pra ver se rolava experimentar com algum cara, mas eu sempre amarelava na última hora e dava pra trás.

Meus pais são separados e meu pai mora em outra cidade, não muito distante, então todo final de semana, na 6a à tarde, eu tomava um ônibus pra passar o finde na casa dele. Tenho 1.76m, cabelos e olhos castanhos e bem branquinho, corpo legal, magro mas bem definido e bem liso. Todavia nessa época eu queria muito desenvolver mais o peitoral, e me inscrevi numa academia perto da casa do meu pai onde eu ia nadar quase todas as 6as feiras à noite quando chegava na cidade.

Nesse horário, quase na hora da academia fechar, ainda mais 6a feira, ela em geral ficava bem vazia, e tinha um cara que eu sempre via por lá malhando e que ia tomar banho no vestiário quase sempre no mesmo horário que eu ia quando terminava de nadar. Ele devia ter entre uns 35 ou 40 anos, era um pouco mais alto que eu, só que bem musculoso, cabelo bem curto, tipo máquina 2, moreno tipo arabe, e alguma barba, com alguns pelos nos braços e sobretudo no peito.

Esse cara era super exibido depois do banho, era foda. Saía do chuveiro peladao e cruzava o vestiário até onde ficava seu armário, e só começava a se enxugar lá. Era foda de não ficar olhando, ainda mais pra rola do cara, que mesmo mole parecia uma massaroca bem grossa de carne, com um sacao pentelhudo embaixo. Eu tentava disfarçar ao máximo, mas depois de algumas vezes senti que o cara acabou percebendo. Com isso eu comecei a sentir que o cara passou a ficar me secando um pouco enquanto eu me trocava. Mas mesmo assim eu nunca dava mas nenhuma bandeira e nem puxava nenhum papo ou aproximacao.

Só que com o tempo o tesao foi ficando muito alto. Passei a semana pensando em algum jeito de desenrolar e matar minha curiosidade, mas sempre ficava desistindo da idéia - não sabia nem se aquele cara curtia e tal. Até que chegou 6a feira e acabei chegando bem tarde pra nadar na academia, por causa de um mega trânsito na estrada. Nadei apressado pra poder aproveitar até o horário da academia fechar. Assim que terminei corri para o vestiário para dar tempo de me trocar, e o vestiário tava todo vazio, só tinha lá o cara, terminando de tomar banho. Eu fui pros armários me trocar e notei que, de novo, o cara tava me secando. Só que dessa vez o tesao falou forte demais, e eu decidi encarar de volta. Quando ele percebeu isso, imediatamente terminou seu banho e veio se enxugar exatamente do meu lado, a um palmo de mim (isso com o vestiário todo vazio!). Eu sentei pra calçar meu tênis, e o cara ficou ainda mais perto, agora enxugando a rola e as bolas. Eu simplesmente fique hipnotizado olhando aquele rolao moreno escuro mega grosso balançando a poucos centímetros da minha cara. Eu não mexia um músculo, e o cara me olhando fixamente. Até que ele tomou a dianteira: pegou o rolao e deu uma esfregada no meu rosto com ele. Pqp eu gelei, mas minha vontade era abocanhar aquela pica e mamar ali mesmo. Só que nessa hora eu ouvi (ou de tão nervoso achei que ouvi) alguma coisa, como se alguém estivesse pra entrar no vestiário. Levante e simplesmente saí, com minha mochila cobrindo minha frente pra ninguém notar a barraca que se formou com tanto tesao que eu tava.

Fui descendo as escadas da academia apressado, e quando eu tava passando o portão da rua só sinto uma mão no meu ombro. Era o cara. Gelei.

"Então vamos lá agora que eu te mostro a parada que eu tava te falando pra você ver se quer comprar", ele falou firme, querendo disfarçar com uma estória qualquer. Isso me ajudou a tranquilizar um pouco. Fui na dele e respondi: "pow cara de repente outra hora com certeza, agora preciso fazer umas paradas".

"Não cara, é rapidinho, tá lá na minha casa, fica aqui bem do lado", e me disse o endereço, passou o número do celular, insistiu que ficava a uns 2 quarteirões. "Faz tuas paradas rapidinho e dá uma passada lá valeu. Teu nome, pra eu te autorizar a subir no prédio?".

Inventei um nome e falei que ia mais tarde. E fui andando pra casa do meu pai. No caminho fiquei muito na dúvida. Tipo era a chance que eu tava querendo de experimentar, o cara parecia gente boa e macho, e eu tava com tesao demais. Decidi que ia. Só uma chupadinha pow. Parei um tempo, dei meia volta e fui na direção do predio do cara.

Chegando no predio me identifiquei pelo nome que eu tinha inventado, e ele liberou pra eu subir no seu ap.

Bati na porta e o cara me recebeu só de cueca, mandou eu ir entrando. Eu tava travado, não sabia o que fazer, ele fechou a porta e partiu pra cima. Me deu um beijo na boca com força e começou a me apertar e tirar minha camisa. Tentei escapar um pouco.

"Cara nunca fiz isso blz? Sou hetero total, só tenho uma curiosidade, tipo uma vontade pra matar, saca?" falei sei lá por quê, talvez pra eu me justificar. O cara era muito calmo. Respondeu "claro cara, parada entre machos aqui, também sou hetero, só sigilo beleza?".

Acreditei na estoria, dei uma tranquilizada e voltei a me acalmar. Ele se aproximou perguntando: "delicia vc hein carinha? Adoro um branquinho assim, todo liso e definidinho. Cabaço mesmo? Na real cara?". Respondi que sim com a cabeça.

"E ficou assim com tanto tesao em experimentar o que hein?", perguntou. Não respondi nada. "Quer dar uma mamada né cara? Deu pra ver teu olhar de puto guloso na minha rola não é de hoje, muleke". E voltou a me dar um beijo e me apertar. Aí deixei o tesao mandar, e dei una apalpada na mala do cara na cueca. Que volumao do caralho.

O cara se empolgou na hora, e me empurrou pra baixo, esfregando meu rosto na descida no peito e barriga dele. Fiquei de joelhos, com a cara na altura da cueca dele. "Vem matar sua curiosidade putinho", ele falou, olhando pro próprio volumão na cueca. Puxei a cueca do cara pra baixo e o rolao saltou. Caralho que bicho grosso. E o sacao... O cheiro de macho... Porra que tesao que eu fiquei. Imediatamente abocanhei a picona e mamei com vontade - ele já tava meio duro, e em poucos instantes ficou que nem pedra e com uma largura impressionante. E descobri aí como era difícil mamar um pauzao grosso, bem mais que eu imaginava, não entrava nem metade na boca. E eu devia estar raspando pra caralho os dentes na pica do cara de tanta inexperiência. Pois ele nem aí, só ficava empurrando a pica na minha boca e falando putaria me chamando de gostoso, de putinho mamador, essas coisas, enquanto eu sugava com vontade aquela tora dura e com gosto salgado.

De repente me empurrou um pouco e falou pra irmos pro quanto. Falou pra eu ficar pelado, porque ele queria me ver mamando de 4 na cama dele pra deixar ele com bastante tesao. Tudo o que eu queria era aquela rolona de volta na minha boca, então obedeci sem nem questionar.

Segui o cara pelo apartamento, ele peladao, rolao duraço balançado, e eu ia tirando minha roupa pelo caminho. Quando chegamos no quarto eu tb já tava pelado, quando o cara se virou e me viu assim. E partiu pra cima.

Começou a me apertar, e a apertar minha bunda "caralho garoto que rabao tesudo demais... Lisinho, branquinho, todo saradinho, é foda hein? O cuzinho é rosado?".

Nessa hora dei uma estremecida: "po cara de boa, só queria chupar mesmo, valeu?". Ele riu e respondeu: "tranquilo carinha, a gente só vai fazer o que você estiver a fim, ok?".

Voltei a relaxar, fui pra cama. Me ajoelhei e assumi a posicão que ele queria, de 4 com o rosto virado pra beirada da cama esperando a rolona. Ele se aproximou, bateu com a pica pesada na minha cara umas vezes, e voltou a engatar ela na minha boca. Que delícia, cacete... Voltei a mamar com vontade. E a pidona agora começava a babar em grande quantidade aquele líquido viscoso e salgado. Que delicia...

O cara as vezes segurava minha cabeça e dava umas estocadas na minha boca pra eu engasgar, e as vezes me deixava solto pra eu mamar com vontade o quanto quisesse. E de repente começou a se inclinar e dar uns tapas na minha bunda enquanto eu mamava. E aquilo tava me dando muito tesao, não dava pra negar. Sem sentir eu meio que reagia empinando a bunda quando ele dava o tapa. Obviamente o macho tava me dominando e eu não tava nem entendendo...

Lá pelas tantas ele parou com os tapas, enquanto eu continuei com tudo mamando aquele rolao e labendo o sacao pesado do cara. Não sei o que ele fez porque tava concentrado naquela rola, nem via mais nada, só que senti ele voltar a se inclinar pra frente, pensei que vinha mais um tapão na minha bunda e instintivamente empinei o cu. Só que o que senti foi bem diferente: uma coisa gelada na porta do meu cu, e de repente o dedo do cara me invadindo o rabo (depois me toquei que o gelado era um lubrificante que ele tinha passado no dedo).

Pqp, impossível descrever a sensação. Eu nunca tinha metido nada no meu cu, nem mesmo me dedado. Tinha nojo, imaginava que devia ser muito ruim, "coisa de viado". Mas aquele dedo me invadindo o cu sem pedir licença, enquanto eu escutava o cara falando "mas que delícia de cuzinho rosa apertadinho hein moleque?", me levaram a um tesao que eu acho que nunca tinha sentido. Senti meu pau ficar duro que nem pedra e em pouco tempo começou a babar tanto que pingava. E eu, pela primeira vez, acho que perdi a vergonha e soltei um gemido de prazer, meio abafado pelo rolao grosso na minha boca.

Quando me escutou gemer o macho perdeu o controle. "Não aguento mais tô quase gozando... Vai querer leite de macho na boquinha, vai putinho? Hein?", me perguntou. A verdade é que eu queria muito, mas naquele momento ainda tava muito travado pra admitir verbalmente. Então tudo o que fiz foi começar a sugar aquele rolao com ainda mais força e voracidade. O macho, experiente que só, sacou o recado: "que delícia... vai ganhar bastante e vai beber tudo que nem putinha, ouviu?".

Nisso ele tirou o dedo do meu rabo e começou a fazer pequenos movimento com o quadril, como se estivesse fodendo a minha boca. E de repente senti a mão do cara forte na minha nuca, empurrando a minha cabeça ainda mais na direção do quadril dele, enquanto aquele rolao tentava me invadir a boca muito além do que eu aguentava, rapidamente seguido de um urro alto de tesao do macho, seguido de outro, e mais outro... E a cada urro eu sentia com mais força o gosto estranho da porra quente me enchendo a boca. Que tesao aquilo... Cedi aos meus instintos e fui engolindo o que não vazava pelo canto da boca. Pela primeira vez me senti uma puta, com um tesao inexplicavel por ter feito aquele macho gozar na minha boca.

Depois do último urro, o cara desacoplou o rolao da minha boca, a essa altura já amolecendo um pouco, e me empurrou fazendo eu cair de barriga pra cima na cama. Fiquei daquele jeito uns 5 minutos, olhando pro teto, com aquele gosto de porra na boca, meio em êxtase. Só que depois daqueles 5 minutos a verdade é que começou a bater uma culpa, uma neura, uma vergonha, sei lá. Comecei a ficar mal com aquilo, levantei e fui pelo corredor catando minha cueca, depois minha bermuda... Eu queria ir embora dali, tava muito noiado.

Nisso eu sinto uma mão no meu ombro me parando: "calma carinha, vamos conversar um pouco", falou o cara com uma voz firme mas calma. E me pediu pra sentar na mesa da sala. Eu vesti a cueca, e sentei. Ele foi para a cozinha e voltou com umas garrafas. "Fica tranquilo po, foi tua primeira vez com um homem mesmo né?", perguntou. Balancei a cabeça dizendo que sim, e expliquei que só tinha uma curiosidade, e tal.

"Claro cara, mas relaxa" e me deu uma garrafa de cerveja pra beber, e sentou do outro lado da mesa ainda peladao, abriu uma garrafa e começou a beber também. Foi falando que era normal me sentir assim da primeira vez, mas que ele também era macho, que só curtia paradas no sigilo, que sempre prezava muito pela sua saúde, etc e tal. Sempre num tom tranquilo, e aquilo mais a cerveja foi me relaxando e acalmando. Me perguntou se eu era da cidade e tal, e ficamos num papo mais ameno por uns minutos. E à medida que eu ia relaxando meu tesao ia voltando, e o cara sabia o motivo.

Tanto que, quando eu já tava bem mais à vontade, de repente ele emendou: "po carinha, vc tava tão nervoso que nem deu uma gozada tb, nem bateu uma pra vc mesmo enquanto me chupava né? Vai sair assim sem gozar". Por isso eu ainda tava tão rápido com tanto tesao de novo... "Pois é", respondi meio sem graça.

Então o cara respondeu: "bora um repeteco então pra vc completar seu servico", e arrastou a cadeira para lado sem levantar dela, expondo a parte de baixo do próprio corpo que tava oculta pela mesa. E pude voltar a ver o rolao de novo em ponto de bala, durao e brilhando, apontando pra mim. "Olha como já fiquei só de ficar olhando pra vc", completou.

Dessa vez fui direto, levantei e parti em direção ao cara pra me ajoelhar e meter o rolao da boca. Mas antes de fazer isso fiz uma coisa meio sem pensar (ou talvez inconscientemente com alguma outra intençao, mas que na hora não imaginei): abaixei a cueca e voltei a expor o meu rabo. Aí ajoelhei e comecei a mamar aquele rolao delicioso, enquanto apertava e massageava aquele sacao peludo.

"Olha só garoto, segunda vez mamando uma rola e já tá perito", falou enquanto gemia. E ficou ali relaxadao me deixando mamar a vontade. Eu comecei a bater uma punheta em mim mesmo, e eu não ia demorar pra gozar...

Até que ele me interrompeu, levantou e foi para o quarto, dizendo "espera um segundo", e logo voltou com algumas coisas na mão, entre elas um tubo de lubrificante. "Fica de 4 aqui no sofá pra eu te dedar um pouco mais vai, tu curtiu muito não foi?", falou. Eu tava já na pilha do tesao, nem discuti: trepei no sofá, que era curto, ficando de cara pra parede, botando os cotovelos no encosto e ajoelhando na beirada, com isso deixando meu rabo arrebitado no ar, o cu totalmente exposto. Ele repetiu o que tinha feito da outra vez: deu uns tapas da minha bunda, e depois enfiou o dedo cheio de lubrificante no meu rabo, que delícia aquilo...

Só que de repente falou: "tá gostando né putinho? Porra moleque, quero comer esse cuzinho po... Tu vai se amarrar levar esse picao, vai ver... já que ė pra experimentar, po mata logo todas as vontades né? ". Mas a verdade é que, pelo menos conscientemente, eu nunca tinha tido vontade daquilo... Até aquele momento.

"Po cara, mas vc tem camisinha?", respondi meio fraquejando... "Logico, po, já disse que me cuido", respondeu. E aí eu nem falei mais nada, só arrebitei mais o rabo. O cara muito rapidamente tirou o dedo, e já tava com a rola encapada encostando na porta do meu cu, me segurando pela cintura e fazendo uma pressão monstra.

Nessa hora eu, enganado pelo puro prazer que tava sentindo com as dedadas, descobri que deslizar um dedo no cu é uma tarefa muito, mas MUITO diferente, MUITO mais fácil que ser invadido por um rolao grosso. Caralho, que dor. Foi foda. Tentei desistir várias vezes, mas o cara me dominou, não deixou. Foi forçando com calma mas sem parar muito tempo, até eu sentir o corpo dele encostando na minha bunda. O caralhao tava todo dentro. Que dor. Meu pau amoleceu completamente, eu não sabia mais o que fazer. Enquanto isso o cara elogiava meu cu apertado, minha bunda, eu nem ouvia direito. Que dor.

Até que ele começou a socar de leve a picona. A dor continuava, e continuava, mas depois de um tempo acho que dei uma pequena relaxada, o suficiente pra começar a vir umas ondas de prazer, ainda que muito misturadas com a dor. Meu pau começou a endurecer. Ele sentiu que eu tava mais relaxado e começou a socar com cada vez mais vontade, sem parar. Até que começou a bombar, como se fosse um cachorro comendo com força uma cadela na rua. Ainda tava doendo bastante, mas aquelas ondas de prazer eram muito foda e ficaram muito mas muito fortes, meu pau ficou duro que nem pedra, comecei a me punhetar e rapidamente já tava gozando, gemendo alto na sala do cara e melando o sofá com meu leite.

O cara ao me ver gozando e sentir meu cu mordendo a sua rola grossa tb não se aguentou, deu mais uma meia dúzia de estocadas com força no meu rabo, e aí me puxou com força pela cintura e enterrou o picao até o fundo, soltando um urro seguido de varias gemidos de prazer. Era a primeira vez que um macho enchia uma camisinha de porra dentro do meu cu... Ele ficou assim uns segundos, desacoplou o rolao, e saiu da sala. Eu praticamente desabei no sofá, com o cu ardendo muito, latejando, e sentindo um puta vazio no rabo. Tive medo que tivesse perdido o cu, que ele fosse ficar aquele buraco pra sempre. Quando desabei no sofá, acabei me sujando um pouco com a minha própria porra que tava no estofado, e espalhando um pouco a sujeira. O cara voltou com uma toalha, e arremessou em cima de mim: “limpa aí, vou tomar uma ducha”, e foi.

Limpei o sofá e me limpei. Tava começando a voltar a bater aquela vergonha, embora um pouco menos agora. Dessa vez fui bem rápido, catei minhas roupas que estavam espalhadas pela sala, me vesti e fui embora. No meio do caminho pra casa do meu pai chega uma mensagem do cara no celular: “saiu sem nem se despedir po?”. Inventei uma desculpa que tinha um compromisso e que tava atrasado. E ele: “mas curtiu a rola né putinho? Quero repeteco ouviu?”. Não respondi. Passei o fim de semana com o cu ardendo, voltei pra minha cidade, e durante a semana toda fiquei tentando me convencer que aquilo tinha sido só uma experiência, que era uma curiosidade, e tal, que eu era macho e hetero. Fiquei repetindo isso pra mim mesmo varias vezes.

Só que na 6a seguinte, logo depois da academia, lá tava eu de 4 na frente daquele cara de novo sofrendo com aquela rola grossa me socando sem piedade. E de novo na 6a seguinte. E de novo na seguinte. E por aí foi até que a ficha meio que caiu pra mim, e aceitei que gostava de rola (acho que foi até rápido, tenho amigos que dizem que passaram anos até se convencerem...). Quanto ao cara depois de um tempo descobri que ele não era muito confiável, aquele papo de “sou hetero e macho” era só papo, ele era inclusive casado com outro cara, que viajava muito nos finais de semana, deixando a casa livre pra ele passar o rodo em outros carinhas (talvez com permissão mútua, porque um dia o cara veio me propor fazer a 3 com esse marido dele, mas não me interessei e parei de sair com ele - uma pena, porque ele sabia me dominar e socar aquele rolao como poucos...). Ele inclusive contou pra alguns caras na academia o que tinha rolado, mas nem me importei (foi até um favor porque sou meio tímido e com isso comecei a receber umas cantadas e olhares que levaram a algumas boas fodas hehehe).

Bom e foi assim que fui de curioso a puto apreciador de rola numa só tacada, e bem grossa... Imagino que uma trajetória parecida com a de muita gente!

Comentários

15/10/2017 19:34:10
Muito bom
08/10/2017 03:49:35
Perfect❤
07/10/2017 18:48:23
Ótima história e excelente narrativa!
06/10/2017 21:49:29
conto gostoso. Fiquei com vontade da rola de cara
06/10/2017 21:22:45
POXA PENA QUE NÃO CONTINUOU A SAIR COM ELE, MAS O CARA É SAFADO. ESSE LANCE DE SURUBA NAO ME AGRADA. UMA RELAÇÃO É A DOIS. TRIÂNGULO NÃO FUNCIONA. ALGUÉM SEMPRE SAI MACHUCAD, MAGOADO E COM RAIVA.
06/10/2017 15:44:36
Eu não tinha dúvidas que você gostava da fruta, só não havia provado.
06/10/2017 02:01:51
Caramba, que boa narrativa. Deu muito tesão! Muito mesmo.

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