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Roubei o amigo do meu irmão, agora o loirinho é meu viado

Categoria: Homossexual
Data: 05/10/2017 22:14:23
Última revisão: 05/10/2017 22:22:54
Nota 9.73
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Ricardo ficou de quatro em cima da cama. Preparei meu pau bem na entrada e enfiei lentamente, sentindo toda a grossura ser engolida. O meu loiro gemeu, jogando a cabeça para trás. Era uma das melhores reações dele.

Eu só estava ali há duas horas e havia seis camisinhas usadas no chão.

Nunca pensei que iria me fissurar por um homem. Ainda mais um homem branco. Paixão demorou para entrar na equação. Foi só sexo no início, escondido, proibido, perigoso. Na minha própria casa, com meus pais em casa e o meu irmão. Ele tem sua parcela de culpa.

Ricardo era um dos amigos da faculdade de João. Era uma bolsa numa dessas particulares cheias de riquinhos metidos, esses João sempre aproveitava para trazer para casa e esfregar na minha cara e na cara dos nossos pais. Eu tinha roubado um de seus amigos para mim. E me divertia muito com ele.

Foi tão abrupto como tudo começou. Foi sempre da minha opinião de que João não tinha gosto para amigos. Branquelos arrogantes. Foram uns três loiros de olhos claros, ar de superioridade. Fazia minha cabeça quase explodir quando via meus pais orgulhosos das boas amizades do meu irmãozão, enquanto viravam os rostos para as minhas, que eram da nossa vizinhança.

João tentava me esconder quando trazia seus trofeuzinhos para mostrar à família, porém Ricardo passou a visitar frequentemente. Trombávamos um no outro, ele olhava para mim, eu olhava para ele. De início não percebi nenhuma reação sua ao meu corpo quase nu. Andava sem camisa mesmo, era minha casa, e de vez em quando de cueca.

Um dia, Ricardo simplesmente entrou no banheiro, enquanto eu o usava. Fui pego no flagra, minha mão trabalhando rapidamente, meu bumbum sentado no vazo. Assistia a um vídeo no celular de uma loira sendo fodida por dois negros. O celular caiu e eu saltei. Quando levantei a cueca, Ricardo já havia saído e fechado a porta.

Nem limpei o meu pau. O susto martelou minha cabeça, deu-me defeito. Circulei o banheiro, batendo no rosto, cobrindo-o, querendo pensar. A imagem do loiro arregalando os olhos e olhando para minhas partes… Era o que eu merecia por esquecer de fechar a porta.

Não podia ficar no banheiro pela eternidade, embora quisesse. Ricardo estava lá do outro lado da porta. Só agora percebi o quão alto ele era, maior que meu irmão mais velho. Porém ele se afastou e esperou eu passar, um sorrisinho no rosto. Puta que me pariu, mas aquilo esquentou meu sangue.

“Não sabe bater não, cara de crack?” Falei só para ele, que abaixou a cabeça.

Virei-me e fui embora. Meu pau endureceu, mas eu fui embora. Não sabia exatamente o que tinha me dado aquela reação. Tranquei-me no meu quarto e lembrei do jeito que ele abaixou a cabeça rapidamente, submisso. Por alguma razão, aquilo fincou na minha mente e não deixou minha pica descer.

A partir dali, comecei a notar coisas… estranhas. A bunda empinada e quase sempre apertada no jeans de Ricardo, ficava fascinado ao vê-lo sentando em todo tipo de canto, o sorriso dele me fazia lembrar do momento de submissão e o orgulho de meu irmão me fazia gostar daquele momento ainda mais.

Quando Ricardo estava em casa, não queria mais ficar trancado, nem que tivesse que usar uma calça sempre. Queria trombar nele mais vezes, e quando acontecia, eu o encarava e ele recuava o olhar.

Então Ricardo passou a não recuar mais. Não me desafiava, mas provocava, mesmo que ele não percebesse. Olhava para meu corpo, virava as costas e a bunda empinada para mim enquanto conversava com meu irmão, olhava para dentro do meu quarto quando passava pelo corredor.

E cada vez mais, eu me dediquei a perceber essas reações que ambos, eu e ele tínhamos. Achava graça de João que não percebia nada. Aquilo tinha um gosto de retribuição. No meu quarto, eu podia ficar de cueca à vontade, e Ricardo passava, dava uma olhadela e ia embora.

Um dia eu decidi arriscar e deixei a porta escancarada, sem cueca nem nada. Minha mãe podia passar e mandar eu fechar a porta, envergonhada. Meu pai poderia passar e rir de mim. João poderia gritar e me chamar de mal educado. Porém foi Ricardo que passou e olhou longamente para meu corpo inteiro, deitado na cama, antes de balançar a cabeça de um lado para o outro e andar. Mas ainda senti que eu havia sido vitorioso por ganhar aquela reação.

Vesti uma cueca, e observei. Quando vi Ricardo saindo do banheiro, chamei seu nome. Esperei na porta de braços cruzados e um ar de seriedade, enquanto o loirinho se aproximava e olhava para o meu peitoral.

“Me chamou?” A voz de Ricardo falhou no final. Ele limpou a garganta.

“Entra aí” eu disse.

Ele negou.

“Vai. Entra aí. Só quero conversar.”

Ricardo riu, olhando ao redor, depois ficou sério e me encarou.

“Qual é a sua?” Seus lábios tremeram, percebi que ele estava nervoso.

Segurei na sua cintura com uma mão, prestando atenção na sua reação. “Entra aí,” repeti. Ricardo se deixou levar. Fechei a porta atrás de nós, de chave, pois iria me lembrar sempre de fazer isso agora.

O corpo de Ricardo ficou duro no meio do meu quarto, enquanto eu me cheguei por trás e segurei na sua cintura com as duas mãos.

“E o seu irmão?”

“Quê que tem? Só quero conversar.” Passei a mão pela sua bunda. Dura, como imaginava. Como imaginava muito. Enchi minhas mãos, fortemente, violentamente.

“Nossa,” ele disse.

“Fica quietinho.”

“Você é o irmão mais novo.”

“Apenas dois anos de diferença.” Encostei meu corpo no dele devagar. Sentindo a pressão gostosa na minha parte de baixo, meu pau já estava com toda a vida, e eu fiquei curioso, levei minha outra mão para checar se ele compartilhava do tesão. Duro feito pedra.

“É melhor não…”

“Ninguém tá vendo,” eu disse.

Puxei mais seu corpo, sua bunda, para perto, esmagando meu pau. Só daquele jeito já era tremendamente delicioso, até esqueci que ele era um homem e cheirei seu pescoço, onde também meus lábios plantaram um beijo. Sua pele estava suada, mas eu não me importei. Ele se arrepiou.

Ficamos naquela brincadeira por um tempo, com um pouco mais de movimento, como se estivéssemos sem roupas, eu o penetrando, a dança era sensual, algo que eu nunca tinha feito antes. Mas não queria ficar naquilo o tempo todo. Queria tirar sua roupa. Ricardo estava maluco, podia sentir, mesmo que ainda apresentasse resistência. Era aquela resistência que pedia por mais pressão.

Tanto é que Ricardo levou sua mão para trás e me apertou bem no lugar certo. Delícia, do jeito que eu gostava. Ele prendeu seus dedos no meu ferro, como se quisesse arrancar do meio das minhas pernas com cueca e tudo. Porém tinha a sensatez de só colocar pressão o suficiente para me dar prazer. Nenhuma menina que havia ficado poderia me apertar daquela forma. Ricardo estava empinando ainda mais a bunda, mandando uma mensagem clara.

Meu pau respondia, queria comer sim, iria comer, iria devorar. Iria desaparecer no meio daquela maravilha.

Finalmente Ricardo relaxou músculos. Devagar, eu tirei sua camisa. Passei os dedos por cima dos mamilos bem duros, sentindo uma vontade incrível de chupar e morder aquelas belezas. Ricardo negou com a cabeça. Depois sorriu para mim. Eu o abocanhei, como se fosse uma teta cheia de leite e eu estivesse faminto.

Ele acabou rindo. Devia ter sido uma cena bem patética, mas não foi. Eu estava chupando com vontade, tremenda vontade de beijar aquele peito, aquele corpo. Estávamos seguros, ninguém veria. As possibilidades abriam-se na nossa frente.

Ricardo percebeu que o melhor era aproveitar, sua mão continuou apertando, sentiu com o tato todo o tamanho do meu pau. Passou os dedos na cabeça e ameaçava colocá-los dentro da cueca.

“Moleque danado,” sussurrou Ricardo. Sem fôlego, excitado, doidinho por mim.

Eu o levei para a cama. Joguei-o, olhando para mim, segurando no próprio pau. Abaixei minha cueca e mostrei meu pau, que balançou na sua frente. Ele encarou. A cabeça balançou para um lado e para o outro, negando novamente.

“Quer ou não?”

Ricardo pensou. Fez que sim.

“Vai querer ou não?’

Ele mordeu o lábio.

“Fala logo!”

“Quero, porra.”

Mas antes que pudesse me tocar novamente, nós escutamos o chamado de meu irmão. Ricardo. Ricardo, cadê você?

Ele se escorregou para longe de mim e vestiu-se. Saiu de fininho. Nem olhou para trás.

Caí na cama. Meu pau duro pulava inconsolável. Ouvia o som do meu coração como um tambor que vem de dentro. Uma brincadeira inocente que se ultrapassou. Que pena que não deu para acabar.

Senti uma pontada de culpa.

Mas só consegui levantar da cama quando a sujei com minha porra. Muita porra.

À tardezinha, Ricardo e João sairiam de casa. Eu quis beber água mesmo não estando com sede e da porta da cozinha os observei à porta da casa. João, como sempre, balbuciava. Ricardo agia naturalmente, nada em seu jeito indicava que gostava de pegar em pau. Eu sorri do nada. Meu pai perguntou qual era a graça. Eu saí do caminho e fugi para o meu quarto, pensando no loirinho.

Como você já deve saber, a gente não tem controle sobre a própria piroca, e a minha teimou em ficar dura.

Talvez porque só conseguia pensar em uma bunda empinada que estava tão pronta para me satisfazer.

Fui pesquisar na internet para saber se era normal ficar maluco assim por bunda de macho mesmo sendo hétero, mas quase quebrei o botão de desligar porque todo mundo só dizia que era coisa de gay.

Que merda.

Minha vergonha se libertou da coleira pouco tempo depois, eu merecia umas lapadas boas do meu pai, eles deveriam sentir vergonha de mim, o orgulho que sentiam pelo meu irmão era verdadeiro, enquanto que eu só mostrava ser uma decepção.

E se alguém houvesse nos pego no ato? Eu desrespeitei minha própria família na casa deles.

Tive vontade de fumar, de visitar um amigo e jogar video-game até os dedos pararem de funcionar. Desejei que o loirinho estivesse aqui para a gente foder. Queria esquecer.

Como era que o pastor dizia? Era só uma fase.

Nunca pensei que ia ser o alvo daquela frase. Fechei os olhos bem fortes e minha dureza gozou um pouco. Ficava mais assim do que flácido. A vontade de bater uma punheta era tentadora, porém não importava muito quando pensava em minha família em uma fileira na minha frente, observando-me.

Eu devia ter tirado a sua roupa e enfiado meu dedo naquele cu. Ele estava doido para me dar. Meu irmão que atrapalhou tudo.

À noite, João retornou para casa. Ricardo estava com ele. Surpresa.

Vesti uma calça por cima da cueca, melhor garantir, e fui para sala onde João estava conversando com meus pais. Pedia dinheiro para ir à algum evento da faculdade, se você acreditasse nele, e meu pai mereceu crédito, não engoliu aquelas histórias facilmente. Pediu detalhes e detalhes, o que obrigou João a gaguejar.

Ricardo me viu sentar num banco da sala oposto e de costas ao João. A discussão a respeito da importância do evento seguiu em frente. O loirinho não mostrou nenhuma reação.

Mas ao olhar para ele, minha reação foi óbvia, ainda bem que tinha vestido uma calça. Fingi assistir televisão em meio a confusão que se formou, de certa forma imitando a minha mãe.

“Eu prometo,” João falava com as mãos tanto quanto com a boca. Era todo estravagante, especialmente por conta da companhia. Parecia estar sempre pronto para uma festa. Ricardo, em comparação, vestia-se bem mais simples. “Devolvo o dinheiro assim que receber da minha bolsa, pai. Eu recebo daqui a dois dias, não é, Ricardo? Ricardo?” Ricardo estava olhando para mim.

“É verdade” Ricardo ficou sem jeito.

Meu pai concordou em dar o dinheiro. Típico.

“Que foi?” João se virou para mim. Seu humor mudou de amigável para não tanto. “Por que esse risinho?”

“Tá maluco” eu disse, mas o sorriso ainda ficou no rosto. Continuei vidrado na televisão.

“Esse moleque não tem roupa?” João se virou para meus pais. Como sempre gostava de fazer. “Eu trago visita pra casa e ele anda como se fosse pobre. Parece que faz questão de envergonhar todo mundo.”

“Cara…” Ricardo disse. Ele me olhou nos olhos. “Tá tudo bem.”

Mas meu irmão não o escutou. Tentei focar na televisão enquanto ele falava suas merdas, mas eu era homem, não podia deixá-lo me insultar, e o loirinho estava assistindo.

Eu me levantei tão subitamente que João deu dois passos para trás.

“A gente não é rico, João. Eu não tenho vergonha dos seus amigos.”

Minha mãe se levantou.

“Já chega. Já para o seu quarto, Ruan, e se sair, coloque uma camisa, pelo amor de Deus.”

“Eu sempre fico sem roupa em casa. É a minha casa!”

“Você paga as contas?” João tentou me humilhar, mas o jeito que havia recuado de mim e depois checado se alguém tinha percebido explicava por que estava tão afetado.

“Já chega.” Nossa mãe repetiu. “Ruan, obedeça.”

“Ah, se ferrar. Ele é meu dono agora?”

Ricardo havia se encolhido, só assistindo.

Meu pai avançou em mim. Eu engoli em seco e me afastei devagar, mas ele me puxou braço na frente de todos. Senti-me uma criança. Seus dedos se enterraram na minha carne, mas resisti a mais humilhação. Meu pai me empurrou no quarto.

Balançou a cabeça de um lado para o outro. Acostumei-me com sua desaprovação. Meu pai fechou a porta.

Acordei à noite com o som do trinco. Confuso, limpei meus olhos e encarei a porta. O sonho que havia tido e que o barulho atrapalhou resistia na lembrança, um sonho enrolado, quente e molhado. Meu membro fazia uma montanha no cobertor.

Silêncio. Quem estava do outro lado parecia ter desistido. Será possível, só para me atrapalhar? Resmunnguei e fechei os olhos, certo de que não conseguiria recuperar o que havia perdido naquele devaneio norturno.

Tinha sido tão real, os gemidos no meu ouvido, os olhos claros me encarando diretamente, sem restrição. Minha cama era dele, tão confortável deitado em cima do que era meu.

Não foi surpresa nenhuma quando minha mão tomou conta da situação, todo o meu corpo se inquietou, suando na cama. Era apenas uma fantasia. Uma fantasia que poderia ter sido real.

E ninguém estava aqui para ver.

Sempre que investia naquela atividade, meu corpo suava feito um porco. Tinha sido assim naquele dia no banheiro quando ele viu meu pau pela primeira vez e era assim agora. Meu braço se movia rapidamente. Os músculos ficaram tensos.

Ouvia o gemido que só era real na minha mente, e a voz que falava que eu fodia melhor que qualquer pessoa. Meu pau se expandia dentro dele, no apertado, no estreito buraco do seu traseiro empinado. Meus dedos fincavam em toda aquela redondeza ampla da sua bunda.

Alguém bateu na porta. Saltei, em dois segundos já estava vestindo a cueca e indo em direção a porta. Respirei fundo.

“Quem é?” falei.

A resposta foi um shhh.

“Ricardo?” Envergonhei-me com a ansiedade na minha voz.

Abri a porta devagar. Ricardo estava bem perto da porta, olhando rapidamente os dois lados do corredor. Só vestia uma camisa branca e uma bermuda curta, tudo bem apertadinho.

Ele virou o rosto para baixo e parou. Só após um tempo percebi que estava olhando para a minha mala.

“Eu estava…” Batendo uma para você. Não disse nada disso.

Ainda com o olhar fixo, Ricardo aproximou a mão devagar e alisou meu pau, alisou ele todinho, da cabeça até as bolas. Não sei como minhas pernas se aguentaram em pé. Qualquer um nos veria do corredor. A mão boba me segurou pelo pau, e um tremor de tesão me percorreu.

“É maior que o seu?” perguntei.

Ricardo deu um sorrisinho que me provocou. Puxei ele pela sua camisa branca e fechei a porta.

“Achou o que tava procurando?” Coloquei minha mão por cima da dele. Cheguei bem perto, nossos rostos quase se tocando. Sua respiração acelerou, seu olhar recuou, mas ao toque dos meus dedos no seu rosto, ele me encarou. Meus lábios roçaram seu pescoço, provocando um arrepio.

“Não posso demorar.”

Tirei sua camisa.

“Teu irmão não pode saber-”

Abaixei sua bermuda.

“E se-”

Eu o empurrei para a cama.

“Vou logo avisando que não vou dar a bunda,” eu disse.

Ricardo abriu a boca, fechou, não disse nada.

“Mas é meio óbvio que você tá mais interessado no meu pau.” Puxei sua cueca e o pau dele pulou, menor que o meu, duro. Coloquei o meu e o dele juntos para comparar. As bochechas de Ricardo se queimaram, meu sorriso piorou a situação. Não era hora de deixá-lo inseguro, por isso deitei meu corpo por cima dele, nossas cabeças bem juntas e seus olhos nos meus. Não sei realmente quem beijou quem de início. Parecia beijar pela primeira vez. Era meu primeiro beijo… viado, os lábios travaram-se numa estranheza de começo, que foi se esvaindo e desapareceu.

Um estralo soou quando acabou.

Ricardo tateava meu bumbum com as mãos. Estranhei os apertos nas duas nádegas, arreganhadas pela sua força. Explorou meu corpo como nunca ninguém havia feito. Minha primeira troca de papéis. Senti na pele o quanto ele apreciava minha bunda, sua vontade de tocar, apertar e outras coisas.

“Chupa meu pau.” Falei no seu ouvido. Ele me abraçou.

“Você é muito danado.”

Sorrindo, eu me ajoelhei ao lado da sua cabeça, minha pica roçou nos seus lábios , grande, grossa e preta.

Ele encarou por um longo momento, segurando firme, e lambeu, olhando para mim. Delícia. Ricardo fechou os olhos, apreciando o momento. Queria saber o que ele achava do meu sabor. Não havia reclamado até agora.

“Chupa gostoso esse cacete,” eu disse. “Abre mais a boca. Coloca a cabeça dentro. Isso, garoto.”

Meu coração batia rápido. Meus ouvidos se deliciavam com o som suave das chupadas.

Mudamos de posição. Ricardo veio para cima, abri minhas pernas para que ele se enfiasse dentro e pudesse chupar à vontade.

Pegou o jeito, movimentou a língua pela cabeça e no bico onde saía gozo constantemente, limpando tudo, enchendo a boca com boa parte do meu membro. A bochecha dele inflou como se chupasse um pirulito.

“Espera” eu disse. Empurrei ele e sentei-me, meu peitoral se expandindo e se retraindo. Lutei para recuperar o controle.

Ricardo sorriu.

“Novinhos não conseguem se controlar.”

Eu segurei seu rosto com as mãos, encarando. Queria tirar aquele sorriso debochado. Meus dedos escorregram pelas bochechas macias, carne negra e carne branca.

Ele estava com as bochechas vermelhas. Foi ele que avançou. Não sabia como, mas o beijo me fez gozar.

Gemi no rosto dele, durante o beijo. Não queria abrir os olhos, queria me esconder.

“Acontece,” Ricardo empurrou-me deitado. “Acontece, neguinho.”

Ele se apertou contra mim. Recuperando um pouco da corajem, eu apertei sua bunda que me deixou maluco desde o início. Procurei o seu buraco com um dedo. Lá estava ele, um anel bem escondidinho no meio do seu rabo.

“Vou te comer,” falei. “Vou foder você com força.”

Meu dedo invadiu Ricardo. Ele rebolou e se esfregou em cima de mim, gemendo. Era assim que ele gostava. Palavras dele.

“Bate uma pra mim?” Ricardo pegou minha mão e colocou no seu membro.

Eu segurei firme a sua vara, instintivamente, e troquei uma punheta, pois ele mais do que merecia.

“Posso gozar em cima de você?” Ricardo se aproximou do meu ouvido, empinando a bunda.

Tentei responder. Minha voz falhou. Hmmmm. Ele me lambeu o ouvido e a bochecha, e enfiou a língua na minha boca, sem esperar pela resposta.

Seu corpo inteiro tremeu em cima de mim e jorrou jatos de porra. Não escutamos a porta abrir, nem meu irmão entrar no quarto. Não podia lhes dizer há quanto tempo ele estava lá, observando com um rosto horrizado.

Ricardo pulou para longe. Lutamos para encontrar nossas roupas reviradas e jogadas por todo canto, lutamos para nos vestir. João, em choque, olhava para mim e para Ricardo como se assistisse a um jogo de tênis.

“Mas que porra?” disse João. A voz baixa, carregada de um timbre negro.

Ricardo não respondeu, tinha uma expressão de culpa no rostoo, um olhar para baixo. Uma enorme preocupação e vontade de protegê-lo se acendeu em mim.

"Deixa ele em paz." Onde estava a confiança da minha voz? Eu era um cervo conversando com um lobo.

“Fica quieto, Ruan.” João se aproximou de mim com morte no olhar.

“João…” Ricardo falou.

“Você também, seu, seu, viadinho. Se aproveitando do meu irmão?”

Eu me levantei.

“Ele não-”

“Ruan, fica no seu lugar, e fica em silêncio. Se o pai te acha em vez de mim, o que acha que iria acontecer? Quem ele mataria, eu, você, ou ele?” Olhou com nojo para Ricardo.

Um medo gélido me percorreu o corpo.

“Ele te obrigou?” Havia preocupação na voz do meu irmão.

A cabeça de Ricardo se ergueu rapidamente, nervoso.

Eu só balancei a cabeça, negando.

“Saia,” João apontou para a porta, e Ricardo obedeceu. “E você, a gente conversa depois.”

João se virou e saiu do quarto.

Não consegui dormir. Minha cabeça doía e meus olhos ardiam, e Ricardo havia ido embora.

A conversa prometida não aconteceu no dia seguinte, nem no próximo. Ricardo não voltou, e nenhum outro amigo de João. Eu não o dirigia a palavra, nem ele a mim. Evitávamo-nos. A qualquer momento, sentia que ele iria contar tudo aos meus pais.

Então eu recebi um convite no Facebook, meus olhos olharam ao redor, com medo de que João fosse me pegar no flagra novamente. Mas eu encarei o convite por longos minutos, podendo decidir em simplesmente ignorar e seguir a diante. Vai que meu irmão estivesse me dando uma chance de esquecer tudo. Talvez ele se sentisse culpado, de certa forma, responsável.

Era só apertar no ignorar e pronto.

Voltaria a ser homem, nunca admitiria para ninguém o que havia feito. Não importava se eu ficasse olhando vídeos gays toda noite, principalmente loirinhos da bunda grande, empinada, levando cacete de negão.

Eu aceitei o convite de Ricardo. Naquele mesmo dia, depois de muita conversa, ele me mandou fotos suas pelado, o cu depilado, o pau durinho. De enlouquecer.

Eu ia foder aquele loirinho.

a.

a.

a.

Gostaria de saber a sua opinião aqui nos comentários. :) Um obrigado especial para VictorNerd que continua comentando nos velhos, que eu nem tenho coragem de reler pq acho que vou morrer de vergonha.

Comentários

15/10/2017 17:33:15
"CONTO é uma narrativa breve e concisa, contendo um só conflito, uma única ação (com espaço ger. limitado a um ambiente), unidade de tempo, e número restrito de personagens." Falou um monte de baboseira e não falou nada. Nunca soube que existia regra exata para se fazer conto. Esse pode ser o tipo que você gosta, mas pelo menos minha biblioteca é bem mais variada. Pode ter certeza que é melhor não ler os meus outros.
15/10/2017 17:26:59
O BOM DE AMASSO, vc pode achar que está ajudando, mas sem me falar onde você acha que eu errei, não posso fazer nada, objetivamente falando. Sinto muito que meu conto não foi como você espera que contos sejam escritos. O comentário do VALTERSÓ dizendo que não gostou porque não tem idades e o capítulo está extenso me ajuda mais do que o seu.
15/10/2017 16:51:20
Apesar de bem escrito, como sempre, cabe lembrar que:CONTO é uma narrativa breve e concisa, contendo um só conflito, uma única ação (com espaço ger. limitado a um ambiente), unidade de tempo, e número restrito de personagens.
07/10/2017 02:15:46
Muito bom.
06/10/2017 22:51:31
Muito bom que sdds eu estava dos seus contos nunca pare de escrever ❤️
06/10/2017 14:37:05
Eu preciso mesmo dizer o que achei desse conto? O foda que eu tenho que me contradizer sempre contigo. Eu sempre acho que tu escreveu o melhor conto de todos aí tu vem depois de meses e me faz queimar a língua em um ainda melhor. Eu realmente gostei desse pqp vai ter continuação? Sei q tu não curti neh, mas esse tem tudo que eu gosto num conto. Aliás quanto a crítica das idades eu achei genial. Eu amo quando o autor deixa as coisas para o leitor imaginar saca? Tu não falou o tamanho do pênis deles (obgd por isso) você só disse q tinha uma diferença entre eles, genial. A idade eu posso imaginar qualquer uma pra mim de acordo com o que me dá mais tesão. E além do erotismo tu colocou intrigas familiares do tipo que realmente acontece. Porra teu conto é muito orgânico e delicioso. Os deuses sabem como eu desejaria ler um conto teu por dia. Obgd por não sumir ♡
06/10/2017 06:56:58
Bem q o irmão podia participar. Kkk
06/10/2017 01:09:04
Muito bem escrito
06/10/2017 00:37:19
Você escreve melhor que todos aqui. Contos sérios, dignos de serem lidos,adultos,sem frescuras e rodeios intermináveis. És meu preferido no site sem discussões. Seus relatos me movem, estremeço com seu estilo narrativo...um deleite de macho que gosta de fuder com macho. Escreva mais e mais. Tens futuro... E seria delicioso escrever algo contigo.
06/10/2017 00:10:41
Esperando o próxima parte, muito bom
05/10/2017 23:21:08
Muito bem escrito e história interessante, continue!!
05/10/2017 23:01:17
UM EXCELENTE COMEÇO ALGUNS DETALHES COMO AS IDADES NÃO FORAM REVELADAS. O CAPÍTULO UM POUCO EXTENSO, GOSTOSO DE LER MAS UM POUCO CANSATIVO. MAS CLARO QUE VOU LER MESMO ASSIM... CONTINUE LOGO.

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