Doce memória

Um conto erótico de Polacah
Categoria: Grupal
Contém 1301 palavras
Data: 29/09/2017 16:30:35
Última revisão: 29/09/2017 23:31:45
Assuntos: Grupal

Essa história é real e aconteceu há pouco tempo antes de conhecer aquele que seria meu futuro marido, eu fui viajar com meu pai e minha madrasta de caminhão, saímos de Santa Catarina e fomos viajando até o Espírito Santo, naquela época eu tinha 20 anos. ES é um lugar lindo, com muita praia bonita, chegamos à Praia Vermelha, acho que em Guarapari, meu pai e minha madrasta queriam descansar no caminhão depois do almoço, ou fazer outras “coisas” e me dispensaram, falaram para eu conhecer o local e tal, peguei um dos biquínis joguei numa bolsa de praia, protetor, água e algumas frutas e sai caminhar.

Era paradisíaco, areia branquinha e fininha, mar calmo sem ondas num tom verde cristalino, totalmente paradisíaco e quente, muito calor. Bom na verdade aproveitei a deixa e fui procurar um lugar distante do caminhão e de qualquer um pra fumar um baseadinho naquele lugar maravilhoso. Caminhei bastante e mesmo assim não havia ninguém, é uma praia não muito utilizada segundo meu pai, encontrei um lugar perfeito, com um pouco de rochas que formavam uma piscina natural de frente para o mar e no fundo havia um barranco alto com vegetação rasteira, o local ficava um pouco escondido, então ali mesmo arrumei minhas coisas, fumei um baseadinho e fiquei filosofando olhando a natureza, estava quente, estava lesada, com os pés na água da piscina natural e muito muito sol.

Resolvi dar um mergulho naquele mar, era inevitável, então peguei meu biquíni na bolsa e pra minha surpresa por engano eu havia pego o reserva, depois lembrei que o outro eu tinha deixado secando no capô do caminhão. Como fui convidada pra viajar em cima da hora não tive tempo de comprar roupas de banho então emprestei um biquíni da minha prima apenas caso o meu desse algum problema, então vesti o biquíni sem tirar o vestido, e percebi que algo estava diferente, é claro, não havia provado, os corpos são diferentes, toda mulher sabe como é difícil encontrar roupa de banho que fique boa, eu sou magra, com bunda e cintura pequena mas sou muito peituda, e minha prima é o contrário, tem seio pequeno e bunda grande.

Não havia lembrado que ela é um tanto safadinha e por ter pouco peito optava em valorizar a bunda, ou seja, ela usava biquínis pequenos, coisa que nunca fiz por ter vergonha em ser magricela e sempre usei calçãozinho ou biquíni largo. Mas a praia estava deserta, não havia ninguém e além disso eu estava bem longe de casa, tirei o vestido e confesso que fiquei com tesão, como quando você usa fio-dental com roupa que marca e você sabe que todos reparam na sua micro calcinha, meus seios grandes tentavam se proteger sob duas tirinhas de tecido azul-claro, meus mamilos grandes com aureolas enormes expulsavam o biquíni para o lado, e apesar da minha bunda, cintura e coxas serem magricelas o biquíni entrava todo na minha bunda, eu tinha a impressão que estava usando uma das minhas calcinhas fio-dental ali sozinha ao ar livre. Isso me deixou com tesão, eu estava viajando em meu corpo naquele lugar lindo, deserto, livre, com receio e tesão.

Fazia uma hora que eu estava ali e não apareceu ninguém, perdi um pouco o receio e a vergonha e tomei um ótimo banho de mar, depois, pegando conchas na praia desisti de arrumar meu biquíni, era impossível, mesmo quando eu cobria meus mamilos, minhas auréolas ficavam para fora, e o pior era minha buceta, o fio dental era um pouco folgado, assim ficava socado na minha buda mas ficava deslizando na minha buceta, a cada três passos o biquíni deslizava para o lado e eu sentia o calor do Sol direto nos meus lábios.

O plano de fugir e me vestir caso alguém aparecesse foi substituído por arrumar o biquíni e agir naturalmente até as pessoas passarem e irem embora, esse pensamento fazia minha buceta e meus seios ficarem sensíveis, cócegas na portinha da buceta, pequenos choques de excitação causados pelo pensamento em estar vulnerável, sozinha seminua.

Com a substituição da vergonha e medo pelo tesão eu resolvi arriscar, saí explorar o local assim mesmo, de micro-biquíni, fui devagar, mas a medida que me distanciava das minhas coisas, o frio na barriga minava em minha buceta e assim fui ficando cada vez mais molhada debaixo daquele sol, com tesão na perspectiva da exibição, minha prima já havia me confiado acerca dessa sensação muito gostosa do poder de se valorizar, de provocar, se mostrar, amaciar o ego e o tesão, mas pra ter esse poder tinha que ter alguém pra te observar, e eu comecei a desejar me exibir, desejar que pelo menos algum turista ou nativo passa-se por ali.

Fui longe, não sei quanto caminhei e não encontrei ninguém, o sol e a sede bateram e resolvi voltar pro meu local secreto e paradisíaco, era muito tesão, o tesão em saber que eu não tinha escapatória, era aquele o caminho e se aparecessem pessoas eu não tinha outra saída a não ser cruzar com elas, eu arrumei bem o biquíni, descobri que se erguesse bem deixando mais socadinho na bunda ele não descobria minha buceta, isso porque parte do fio entrava na minha buceta, e o busto eu cobri só o biquinho do mamilo enquanto as aureolas deixei a mostra pois naturalmente o biquíni não dava conta e planejei de me aliviar, dar uma boa esfregada na minha buceta quando chegasse naquela piscina natural, ver se essa buceta parava de babar e me aquietava esse tesão.

Por todo o trajeto de retorno a praia estava deserta e isso me enchia de perspectiva e a perspectiva me enchia de tesão, perspectiva de cruzar com qualquer um ou uma, mas, quando estava chegando lá, de longe eu vi e isso fez meu coração parar por um segundo e depois quase explodir, eu parei de caminhar, lá no meu local paradisíaco, onde eu havia deixado minha bolsa havia pessoas, não conseguia distinguir quantas, idade nem sexo, eu não sabia o que fazer, todo aquele tesão foi substituído por medo e vergonha, ou será que era medo e tesão? Eu não tinha outra saída, tinha que ir lá, minhas coisas estavam lá e eu estava com muita sede e não poderia de forma alguma chegar apenas de micro biquíni no caminhão, meu pai teria um treco e não deixaria mais eu dar minhas voltas por aí, fora de questão, vergonha maior ainda. Eu não sou puritana, sabem, uso roupas decotadas, fio-dental marcando e tal, mas assim, poxa, se eu estivesse nua seria menos vulgar...

Tomei coragem, arrumei o biquíni de forma a tentar mostrar menos possível e logo que comecei a caminhar veio aquele frio na barriga que descia pra buceta e deixava os mamilos duros furando o tecido fino do biquíni, na medida em que fui me aproximando identifiquei um casal na água e dois rapazes próximos ao local onde deixei minhas coisas, todos pareciam jovens, fixei nos dois rapazes que provavelmente iriam me encarar, eu estava distante, uns 150 metros, percebi que me notaram, e continuaram ali parecendo contemplar o lugar enquanto me aproximava, era uma situação em que eu sabia que minha buceta estava a mostra, senti o biquíni deslizar para o lado e o sol aquecer minha buceta, eu queria arrumar, mas não podia chamar a atenção para essa minha região caso estivessem me olhando, e os seios, ah, eu não sabia o que fazer, não havia como esconder meus mamilos duros e as auréolas maiores que o biquíni, e o tesão então, eu estava com vergonha e tesão, muito tesão, não sei explicar, cada passo acelerava meu coração e encharcava minha buceta onde nem o calor do sol conseguia secar.

O desfecho dessa deliciosa memória fica para o próximo conto...

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Comentários

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Ótimas descrições!!! Tá com cara de bikinis Anna Carol!!

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Apesar do texto sem envolvimentos sexuais e apenas a protagonista na história, o relato criou um suspense interessante. Espero que o desfecho do conto seja satisfatório

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