O Sobrinho Soltou o Rabo

Um conto erótico de Cláudio
Categoria: Homossexual
Contém 2086 palavras
Data: 21/09/2017 17:02:03
Assuntos: Coroa, Gay, Homossexual, Teen

Muito bem meus caros leitores.

Mais um caso que vos relato. Eu nem daria o nome de CONTO em virtude de tal não ser provindo da minha imaginação. Eu chamaria sim de RELATO por se tratar de fato verídico assim como tudo o que escrevo aqui. Naturalmente omito os nomes reais dos personagens por motivos óbvios, mas os acontecimentos são verdadeiros, e, para poupar-vos de uma lenga-lenga maior, poupo-vos às vezes de detalhes que julgo ser irrelevantes.

Mas vamos ao caso.

Entre o final de 2016 e início do corrente ano, minha mulher e eu resolvemos ir para a nossa casa em Ubatuba/SP, já que emnão havíamos ido.

Jairo (meu efebo habitual) foi visitar os pais e nos encontraria na praia na semana seguinte.

Juntamos as tralhas e fomos, minha mulher e eu, rumo à praia. Passamos no sítio dos meus sogros como sempre o fazemos para dar um "oi". Por lá estavam duas das irmãs da minha mulher e seus respectivos filhos, estes passando férias escolares na casa dos avós.

Um destes garotos, sobrinho da minha mulher, é o Lucas, um menino de 15 anos e Evangélico de pai e mãe. Destes que em dias de culto põe o seu terninho com direito a gravata e tudo e ruma para a Igreja a adorar e louvar a Deus. É o orgulho dos pais crentes.

Só que este garoto, diferentemente dos demais sobrinhos da minha mulher, é alegre, debochado, tagarela e sacaneia os demais com pegadinhas e brincadeiras as mais diversas e , não raras vezes é repreendido com severidade afinal ele é o mais velho de todos. Nestas ocasiões então ele se torna praticamente um "Missionário" pregando o Evangelho principalmente para mim que não pertenço a nenhuma agremiação religiosa. Já mandei-o pastar várias vezes por conta disso.

Pois bem. Chegamos ao sítio do meu sogro e, conversa vai, conversa vem dei-me de conta que havia esquecido a chave da casa da praia na minha casa que é distante dali 95 Km. Quase tive um enfarte! Caralho vou ter de voltar e buscar a porra da chave! - disse eu. Minha mulher me passou uma descompostura pelo esquecimento. Resolvemos que eu iria em casa e na manhã seguinte bem cedo voltaria para seguirmos viagem. Lucas gritou que queria ir junto comigo. Eu, que já conhecia as peraltagens do moleque me opus na hora alegando que ele iria me encher o saco durante a viagem tentando me "doutrinar" na religião e que esta arenga se estenderia durante o tempo todo.

Minha sogra, que também é crente, Insistiu para que eu levasse o garoto comigo afinal não é toda a hora que aparece uma oportunidade de dar um passeio etc etc etc. Minha mulher e suas irmãs fizeram coro com a minha sogra para que eu levasse junto aquela "Praga Evangelizadora" (Nada tenho contra os crentes, só tenho contra os chatos sejam eles crentes ou não).

Diante da insistência daquele bando de maritacas levei o guri junto. Durante a viagem, ele colocou no CD Player do carro uma coletânea de Hinos. Fiz de conta que não estava ouvindo até para não suscitar assunto.

Chegamos em casa. Imediatamente fui ao encalço das chaves da casa de Ubatuba. Encontrei-as e já guardei-as dentro do carro para não dar problema.

Já eram mais de 9 horas da noite quando chegamos e a fome bateu. Com preguiça de cozinhar fomos até um Trailler no bairro vizinho pegar lanches. Neste Treiller a gente fica dentro do carro e alguém vem pegar os pedidos que depois de prontos são trazidos e o cliente come ali mesmo, se assim o quiser, ou pede para "Viagem".

Pedi um Lanche para cada um de nós, um Litrão de Cerveja e um Refrigerante para o moleque. A cerveja pedi que fosse trazida antes dos lanches até porque vi que a fila era enorme e demoraria até os nossos pedidos ficarem prontos.

O funcionário trouxe a cerveja e dois copos. Eu disse: É um copo só cara o moleque é menor e não bebe. O cara deixou os dois copos assim mesmo afinal eram de plástico.

Servi-me da Cerveja, tomei um gole, e olhei para o Lucas. Este me encarava muito sério. Me preparei para ouvir uma enxurrada de condenações e doutrinas. - Posso beber um pouquinho de cerveja? - Perguntou-me - Imagina Moleque! Você além de crente é menor de idade! Tu tá querendo me arrumar confusão? - Confusão nenhuma tio! Deixa vai! Só um golinho! - dizendo isso e vendo que eu não deixaria ele nem tocar no copo pegou a garrafa e bebeu no bico. Arranquei-lhe a garrafa da mão dizendo: Seu porra! Tu queres me arranjar problemas seu merda! Ele ria-se da minha cara enquanto tentava em vão me tomar a garrafa de volta e não o conseguindo pegou o copo que estava no console e bebeu o restante do conteúdo. Fiquei histérico e nem sei como não espanquei aquele safado ali mesmo. Quase desisti dos lanches. Peguei o copo da mão do Lucas e quando fui me servir de mais cerveja ele atacou a garrafa novamente. Só que desta vez segurei firme e ele na intenção de toma-la de mim perdeu o equilíbrio e caiu com a cabeça no meu colo, ou melhor, caiu de cara na minha Jeba e sentindo-lhe o volume mordeu-a com força fazendo-me sinal com a mão de que se eu não lhe entregasse a bebida ele morderia mais forte. Não tive outro jeito. Ele pegou a garrafa e o copo e bebeu o conteúdo de ambos enquanto eu esfregava o local da mordida. Terminando de beber ele me olhou e com cara de Santo do Pau oco perguntou-me - Doeu foi titio? - O que você acha seu porra? - Além do que o que este povo que está aí nos carros vai pensar? - Ele não respondeu mas perguntou: - Tio, o que o senhor tem aí no meio das pernas? É um Pênis ou uma garrafa de cerveja igual à esta? - Eu disse: É o Báculo Sagrado moleque e eu deveria te fazer beija-lo para aliviar a dor da mordida com estes dentes de Cavalo! - Falou o cara que não tem um pau de Jumento! Falou ele às gargalhadas. Neste momento ele passou a acariciar o meu membro por cima da calça dizendo: - Tadinho! Tá dodói tá? Acho que agora nem levanta mais né? - E ria-se, do meu espanto e do fato de que meu pau estava ficando duro, cada vez mais duro. Minha vontade era a de soltar o Bicho e fazer aquele safado chupar até engasgar-se com gala. Me contive porém, pois o rapaz estava já trazendo os nossos lanches bem como o Refrigerante do Lucas. E agora? Eu estava de pau duro e o funcionário do Trailler estava chegando. Mandei o Guri largar o meu membro, coloquei um jornal no colo e fiz uma cara de sério e disse ao garçon: - Por favos desculpe. Mas você pode acondicionar os nossos pedidos para Viagem? - Claro senhor! Só um minutinho. - E lá se foi o moço preparar o nosso pedido para viajem. O Lucas vendo isso disse: Vamos comer em casa! E a sobremesa? - e deu uma gargalhada.

Fomos embora levando os lanches. Lucas apalpou o meu membro todo o caminho até em casa. Não me importei porque estava com um tesão desgraçado. Quando chegamos em casa nem dei bola para o que havíamos comprado. Fui até a cozinha e larguei o pacote em cima da mesa enquanto Lucas abria A geladeira e de lá tirava duas latas de cerveja. Me deu uma e abriu a outra e bebeu assim quase de uma vez só. Não o impedi. Agora que fosse tudo para o Diabo.

Convidei o moleque para subirmos ao meu quarto onde eu lhe mostraria o meu Púlpido e o meu Báculo Sagrado. Ele riu e acenou com a cabeça em sinal positivo.

Subimos e entramos no meu quarto. Lucas então disse-me que queria tomar um banho mas que não queria companhia. Eu pensei: "Pois sim. Te prepara puta safada que eu vou te entubar no banho".

O garoto entrou no banheiro e em seguida ouvi o barulho do chuveiro. Esperei um pouco, tirei a roupa e fui me juntar a ele. Porta trancada. Ele lá de dentro disse: "Eu falei que não queria companhia!" - E deu uma gargalhada. Puto da vida eu disse que queria mijar ao que ele respondeu que eu fosse em outro banheiro afinal a casa tem uns 4. Diante disso não vi outra alternativa do que me deitar e aguardar o safado sair do banho.

Meia hora depois lá vem ele nu saindo do banho me perguntando se eu não tinha uma cueca do Jairo para emprestar. Eu disse que sim mas agora ele não iria precisar de Cuecas. Ele: - Por que titio? - Eu:- Porque tu vais sambar na Rola. Ele: - Como assim? Eu: Vou te comer a Bunda. Ele: É mesmo? - e virou-se de costas para mim e abriu as nádegas deixando-me ver o seu cuzinho lisinho e bem enrrugadinho. Meu pau, que em virtude dos meus pensamentos libidinosos não havia amolecido completamente, reagiu como impulsionado por uma mola. Vendo isso o garoto aproximou-se mim como uma onça no cio e pegou minha Rola e abocanhou a cabeça chupando-a, lambendo-a e mordiscando. Eu gemia e ele me engolia a vara tirando-a da boca vez em quando só para chupar delicadamente as minhas bolas. - Tá gostando Titio? - perguntou - Balbuciei qualquer coisa parecida com "tô" e ele continuou dizendo: - Meu pai também gosta quando eu chupo ele. Na hora eu nem dei atenção à gravidade do que o garoto havia falado. Ele por sua vez continuou a sua peregrinação por todo o meu pau chupando-o de alto a baixo e, agora acariciava-me os testículos também. Eu mexia para cima e para baixo numa dança deliciosa na boca do garoto.

Ele estava comandando a festa. Sentou-se na minha Rola e foi engolindo-a com o rabo. Fazia uma cara de sofrimento atroz mas ainda assim afundava mais, e mais, a Jeba dentro dele. Meu membro lubrificado com a saliva do garoto invadia-lhe a bunda lentamente. Segurei-lhe as nádegas afastando-as mais um pouco para facilitar a penetração. O garoto de olhos fechados cavalgava minha Rola que pulsava dentro dele. - Que dor! - exclamou ele em dado momento - Vou tirar - Anunciei - e ele: Tira não tio, tira não - Vai te machucar guri - tornei- e ele: Não faz mal é bom. Deixa eu engolir até o talo, ai, quero sentir as bolas batendo na bunda deixa vai! - Vou te por de quatro - propus - Ele: issss tá. Mas tem que ser rápido porque não quero ficar vazio da sua rola. Coloquei-o de bruços ele empinou a bunda, olhei e vi-lhe o cu agora arrombado, num diâmetro enorme. Cai de boca no rabo e chupei aquele buracão enfiando a língua tudo o que dava lubrificando ainda mais. Acomodei-me de joelhos por trás dele e o penetrei em duas estocadas até chegar ao fundo do poço encantado do moleque. Senti que minhas bolas batiam-lhe nas nádegas enquanto ele dizia: " Me chama de vadiazinha tio! Diz que você é meu macho diz! Obedeci e bombei com mais força enquanto ele rebolava, gemia e me chamava de tesão. O corpo daquele garoto serpenteando na minha pica, se entregando a mim como uma fêmea e me pedindo para gozar dentro dele era a visão do paraíso. Eu bombava com vontade e gemia alto anunciando o gozo. Gozei gostoso dentro do Lucas enquanto ele rebolava mais ainda me intensificando o prazer. Não para tio, não para por favor! Goza mas não para de me comer, me come mais, eu quero vara! Assim, assim me fode, me fode gostoso tio. Meu pai só mete o dedo enquanto eu chupo. Eu quero pica de verdade... ai meu Deus que tesão!!!

Diante disso, meu pau, que já estava indo para a normalidade, ergueu-se mais uma vez, e, desta feita dentro do garoto. Ou seja, eu iria dar duas fodas sem tirar o pau de dentro (Isso não é comum, pelo menos comigo). Mais uma vez enterrei a Rola em Lucas. Ele delirava, confesso, que eu nunca havia visto antes tanta intensidade e tanta vontade de dar o rabo como tinha e tem este garoto.

Mais uma vez galei. Mais uma vez Lucas foi galado.

Mais tarde ele me contou que o pai dele, desde muito tempo fazia-o chupar-lhe a Rola enquanto enfiava-lhe o dedo médio no cu.

Com medo de alguma represália nunca contei à família. Lucas naquela ocasião foi conosco para Ubatuba.

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