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Estuprei Minha Melhor Amiga

Autor: Daniel
Categoria: Heterossexual
Data: 20/09/2017 10:15:43
Última revisão: 20/09/2017 14:27:28
Nota 7.45
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Meu nome é Daniel e eu estuprei a Luana, minha melhor amiga. Eu acho que deve ter sido a pior experiência da vida dela, mas com certeza foi a melhor da minha.

Acho que devo começar descrevendo a Luana, a garota que durante a maior parte da minha vida foi minha melhor amiga. Ela tem 1,65, mas sempre pareceu baixinha perto de mim que tenho 1,90. Ela é branca com os cabelos pretos chegando até metade das costas. Ela chama atenção na rua, é muito gostosa, tem uma bundinha redondinha proporcional ao corpo, um par de tetas relativamente grandes e sempre usa roupas provocantes. Na internet só posta fotos de bikini ou com roupas minúsculas, e os comentários são sempre de homens loucos por ela. Hoje, tanto eu quanto ela temos 19 anos, mas a história que vou contar aconteceu ano passado, quando tínhamos 18.

Conheci a Luana na infância, quando ela se mudou para a casa ao lado da minha. Era uma rua sem saída e vazia, um lugar ótimo de se viver, distante da loucura das grandes avenidas, mas era meio solitária ser uma das poucas crianças lá. Isso mudou quando a Luana chegou, nossos pais rapidamente viraram amigos e nós também. Nossa amizade ficou ainda mais forte quando, 10 anos atrás, ela entrou na mesma escola que eu. Ao contrário da maioria das amizades entre menino e menina, mesmo depois que fomos crescendo a amizade se manteve firme.

Admito que desenvolvi um enorme desejo por ela conforme o tempo passou, mas me esforcei muito pra não deixar isso estragar a amizade. No começo tinha sentimentos puros por ela, um amor, mas um amor infantil, algo a mais que amizade, mas muito longe de atração sexual. Claro que a puberdade mudou isso e, enquanto eu começava a me descobrir sexualmente, o corpo dela se desenvolvia (inclusive, mais cedo do que a maioria das meninas), ganhando curvas aos 11 anos. Eu vi esse crescimento a primeira mão e pela primeira vez comecei a pensar nela de forma sexual. Achei que esses sentimento de desejo e amor iria embora com o passar do tempo, mas só piorou. Conforme fomos crescendo, ela só ficava mais gostosa e mais atraente. Aos 13 anos ela já chamava atenção de adultos e já tinha se tornado a rainha das minhas punhetas pre-adolescentes. Mesmo louco por ela, entendia que meu desejo era puramente sexual, então nossa amizade continuou normalmente. Na realidade só nos tornávamos mais próximos.

Éramos tão próximos que quando ela perdeu a virgindade, eu fui ao primeiro a saber. Lembro-me perfeitamente desse dia, quando ela me contou que tinha feito sexo pela primeira vez. Na época tínhamos 14 anos. Estávamos no seu quarto cor de rosa de patricinha, com suas paredes a prova de som (para que os seus pais não se incomodassem com os treinos de violino, mesmo que ela quase nunca tocasse. Sua família sempre foi rica, então esses caprichos eram possíveis). Estávamos sentados na cama dela, um de frente pro outro. Lembro me que ela estava de saia e do jeito que estava sentada, conseguia ver parte da calcinha dela. Ela me contou detalhadamente sua primeira transa, com um garoto de 18 anos. Meu pau estava duro como uma rocha e acho que ela percebeu, mas não parou de contar a história, na realidade começou a ser mais detalhista. Enquanto ela falava, só tinha vontade de rasgar sua roupa e fodê-la ali mesmo. O tesão se misturava com um pouco de raiva, afinal não era justo que ela desse a sua bocetinha adolescente pra um qualquer mais velho enquanto eu só fantasiava. Quando cheguei em casa nesse dia, devo ter batido umas 5 punhetas pensando nela.

Foi também nessa época, que eu comecei a desenvolver uma certa inveja dela. Enquanto eu era mega-deslocado no colégio, tinha apenas beijado uma garota e ainda passava por problemas financeiros em casa, Luana era popular, sempre com um namorado diferente e era mimada pelos pais, que davam tudo pra ela. Essa inveja mais tarde se transformaria em ódio, mas nessa época não sabia. Os únicos momentos que realmente sentia raiva dela era quando ela vinha se queixar da vida pra mim. Ela tinha tudo, e ainda achava que tinha o direito de reclamar.

Esses sentimentos contraditórios (amor e ódio) também se manifestavam nas minhas masturbações. Me imaginava rasgando as suas roupas e estuprando-a violentamente. Sempre ficava culpado quando terminava, mas no dia seguinte tudo se repetia.

Mas nossa amizade ainda era forte, eu contava tudo pra ela e vice-versa. Sempre que ela me falava sobre os namorados, pensava comigo mesmo que algum dia ainda iria fode-la. Só nunca pensei que seria da forma que foi.

Nossa amizade começou a entrar em crise no inicio do ano retrasado, quando ela arrumou um namorado novo. Ela sempre teve vários, mas esse foi diferente. Pra começar ele era bem mais velho, ela tinha 16 e ele 27. Ele também não gostava que ela fosse minha amiga, acho que tinha medo de ser traído. Achei que ela desse o mesmo valor que eu pra nossa amizade, mas parece que estava errado. Ela começou a ficar escrota comigo. Brigávamos por tudo, toda hora. Sempre ela ficava um tempo sem falar comigo, mas eventualmente sempre voltava chorando porque o namorado dela magoou ela de alguma forma, e eu acabava consolando-a, porque pensava que amigo é pra essas coisas e que ela faria a mesma coisa por mim. Me enganei novamente.

No começo do ano passado, quando meu avô morreu, busquei ela por apoio mas a só obtive indiferença. Quando mais precisei dela, ela me ignorou, estava sempre saindo com o namorado. Quando confrontei ela com isso, ela disse que eu devia deixar de ser egoísta e que ela não era minha babá, e que tinha a própria vida pra viver. Isso me deixou com um ódio enorme por ela. Eu sempre ajudei ela com os problemas imbecis de patricinha que ela tinha, mas quando eu preciso de ajuda ela me dá as costas e me diz isso. Percebi então que nossa amizade sempre foi unilateral, ela desabafava comigo, contava suas histórias e eu só ouvia. Quase nunca tinha algo interessante pra falar mesmo, então não tinha percebido isso antes. Percebi que nós nunca fomos realmente amigos, eu só era um ouvinte/psicologo gratuito. Decidi que nunca mais ia falar com aquela puta, queria que ela morresse por ter feito isso comigo.

Passei um mês sem falar com ela e também não pensava muito nela, a não ser quando queria bater uma punheta rápida. Nessas ocasiões ia ver as fotos dela no instagram, afinal ela adorava mostrar o tesão de corpo que ela tem na internet com selfies de bikini ou com roupas tão curtas que nem poderiam ser consideradas roupas. Mas fora a punheta ocasional, ela não apareceu na minha vida. Até que um dia recebo um áudio no whatsapp dela. 2 minutos. Me pergunto o que pode ter acontecido e começo a ouvir.

O áudio começa com ela chorando. Apesar de ter brigado com ela, instantaneamente fico preocupado. Querendo ou não, ela ainda era importante pra mim, e meu instinto protetor me fez ficar preocupado. É difícil entender que ela dizia, já que chorava muito, mas depois de um tempo entendi do que se tratava.

E um ódio profundo tomou minha alma. Ela tinha brigado com o namorado. Um mês depois que eu perco um ente querido e ela me dá as costas, aquela puta vem chorar no meu ombro por causa de briguinha com o namorado. Nesse momento decidi que era hora da vingança.

Respondi dizendo pra ela se acalmar e que eu iria pra casa dela, conversar pessoalmente. Como éramos vizinhos, cheguei rápido. Quando ela abriu a porta, na hora senti o meu pau se agitar dentro da calça. Ela estava vestida com um minishort rosa curtíssimo, e com uma blusa branca apertadinha que fazia os peitos quase pularem pelo decote. "Tá triste, mas mesmo assim se veste que nem vagabunda", pensei. Os olhos ainda estavam avermelhados do choro, e assim que ela abriu a porta, se jogou nos meus braços me abraçando muito forte. Senti os seios grandes sendo pressionados contra meu peito. Meu pau se endureceu completamente na hora.

- Obrigado por estar aqui! - ela disse com a voz falhando, ainda me abraçando. Imaginei que ela fosse chorar de novo, mas ela resistiu, me soltou e disse - Vamos entrar.

Quando ela se virou pra fechar a porta, pude ver a polpa daquela bunda gostosa e de novo meu pau se endureceu. A gente foi pro quarto dela e ela começou a me contar o que tinha acontecido, mas eu não ouvi uma palavra. Só conseguia olhar aquela gostosa e ter ideias. A essa altura eu já tinha me decidido em fazer o que fiz. No meio da história dela, ela começou a chorar de novo, mas o instinto protetor que tive ao ouvir ela chorando pelo áudio, já não estava mais aqui. Dessa vez, o choro dela me deu tesão. Nesse momento entendi que realmente a odiava, suas lágrimas só me davam mais vontade de fodê-la.

Eu sentei ao seu lado e ela me abraçou de novo, seu seios no meu ombro dessa vez. Ela chorava muito. Eu estava louco de tesão.

- Seus pais tão em casa?

Ela parou de soluçar e me olhou confusa.

- Não... porque?

- Onde eles tão?

O olhar de confusão continuava no rosto dela.

- Responde.

- Eles tão viajando...

Parece que finalmente o destino tinha me ajudado.

- Quando eles voltam?

- Daqui a três dias... Por que você tá pergunt--AAHH! - ela foi interrompida pelo tapão que dei na cara dela. Na hora o rostinho de vagabunda ficou vermelho com a marca da minha mão. O olho dela se encheu de lágrimas, mas não de tristeza, de dor. Ela me olhou confusa, mais confusa do que nunca.

- Hora da retribuição, Lua. - eu disse.

- Hã? Do que você tá falando?? Por que você me bateu?? - ela já chorava de novo. Eu a enforquei e a coloquei contra a parede. Ela se engasgou e segurou a mão que apertava o seu pescoço tentando tirar.

- Você vai pagar pelos anos que gastei nessa "amizade".

Coloquei uma mão no seu seio e o olhar de confusão que ela tinha foi embora. Foi substituído por um de pavor, enquanto ela entendia o que ia acontecer. Soltei o seu pescoço e coloquei a mão no outro seio, e apertei com toda força. Aquelas tetas eram tão firmes quanto pareciam, e escapavam entre meus dedos. Ela gritou e me empurrou, mas eu nem sai do lugar. Eu era muito maior e mais forte que ela, força bruta não iria ajudá-la em nada. Ela também percebeu e gritou.

- Socorro!!!! - ela disse e eu dei um tapão na cara dela, mais forte do que pretendia e ela caiu no chão e começou a chorar de novo.

- Esqueceu que a riquinha tem paredes a prova de som? - eu disse, e chutei a barriga dela, ela chorou mais e deu um gritinho de dor.

- Por favor, para, não faz nada comigo, eu juro que não falo pra ninguém. - mas agora já era tarde. Puxei ela pelo cabelo, e rasguei a blusa num instante. Nada escondia os seios deliciosos a não ser o sutiã rosa, que foi embora num instante também. As tetas gostosas pularam e eu apertei de novo.

- Eu tou realizando um sonho agora. - disse e comecei a chupar aquelas tetas gostosas. Mamava e mordia, ela se debatia mas não conseguia se livrar de mim.

- Por favor, Dan, para!. - ela disse chorando.

Eu dei um tapão na cara dela. Ela gritou e chorou mais. Continuei chupando aquelas tetas enquanto ela pedia pra eu parar. Até que disse:

- Quer que eu pare? Então quem vai mamar é você, vagabunda.- eu fiz ela se ajoelhar e sentei na cama. Enquanto eu tirava o pau da bermuda, ela tentou fugir. Eu a puxei pelo cabelo e a joguei no chão. Segurei o cinto que tinha acabado de tirar e comecei a bater nela com toda a força. Ela gritava e chorava de dor.

- Se. Você. Não. Parar. De. Tentar. Correr. Eu. Juro. Que. Te mato. Na porrada. - entre cada frase eu dava outra cintada, a sua pele branca já estava quase toda vermelha e cheia de marcas de cinto. Quando parei de bater ela tremia de dor e chorava de medo.

- Para!!

- Cala a boca sua puta. Se ajoelha.

Ela obedeceu. Sentei na beirada da cama dela e puxei sua cabeça para o meu pau, segurando-a pelos cabelos negros.

- Lambe.

- Por favor...

Bate com o cinto na costela dela e ela gritou.

- Lambe.

Ela fechou os olhos e lambeu meu pau como se fosse uma criança lambendo um pirulito gigante. Do caule até a cabeça.

- Beija a cabeçona.

Ela hesitou e eu bati nela com o cinto de novo. Outro grito. Ela deu um beijinho na cabeça do meu pau ainda de olhos fechados. Passei o cinto pela fivela, e coloquei no pescoço dela.

- Tá na coleirinha agora, cachorra.

- Para com isso, por favor.

Dei um tapão nela. Ela chorou mais. As lágrimas dessa puta não secavam nunca.

- Late.

- Dan...

Apertei o cinto e vi ela tentando segurar, dei um tapa na cara e mandei ela abaixar a mão. Vi ela ficando sem fôlego, o rosto ficando vermelho.

- Late, cachorra.

- ...au-au. - ela disse com a voz falhando. Folguei o cinto e ela buscou ar. Puxei de novo ela pra perto do meu pau, e segurei ela pelo cabelo enquanto com a outra mão batia com minha piroca na cara dela.

- Eu sonho com esse momento faz anos, sabia, putinha?

Ela não respondeu, e eu continuei batendo meu pau duro que nem uma rocha na cara dela. Ela mordia os lábios, tentando segurar as lágrimas que eu imagino serem de vergonha por estar levando uma surra com meu pau, mas isso só a fazia ficar mais sexy. Parei com a surra de pica e disse:

- Abre a boca.

Pra variar ela obedeceu de primeira. Peguei o cinto de volta.

- Me chupa, piranha.

Ela hesitou e apertei o cinto. Ela obedeceu e eu folguei de novo. Ela chupava muito mal, hesitava muito e estava com os olhos bem fechados. Eu tirei meu pau da boca dela, dei um tapão que fez ela cair, puxei-a pelo cabelo, a segurei pelo queixo apertando a bochecha e disse:

- Vai ficar com nojinho do meu pau agora? Chupa direito vagabunda, eu sei que você é experiente.

Ela obedeceu e começou a chupar direito. Era um boquete delicioso. Isso só me deixou mais puto, saber que ela tava mamando gostoso assim um monte de cara enquanto a única coisa que eu recebia da boca dela eram reclamações e xingamentos.

Percebi que ela tava de olhos fechados, e dei um tapa e mandei ela abrir e olhar pra mim. Ela obedeceu. Eu tava louco de tesão, ver ela ajoelhada com aquelas tetonas expostas, o meu cinto no pescoço parecendo uma coleira na cadelinha que ela é, dando o melhor boquete que já recebi, e me olhando com olhos cheio de medo e lágrimas. Parecia que meu pau não poderia ficar mais duro, se não quebraria. Comecei a sentir que ia gozar e segurei a cabeça dela no meu pau, e enfiei todo, senti ela tentando sair mas segurei. Ela ainda tava com os olhos em mim. Gozei nuns jatos que foram enchendo a boca dela, escapando pro meu pau, pro queixo dela e parte até pingou no chão. Tirei o pau da boca dela, e segurei a boquinha dela fechada.

- Engole tudinho, Lua.

Ela obedeceu, parece que depois de apanhar bastante, a cadelinha ficou obediente. Passei o dedo na parte que tinha escorrido pelo queixo e fiz ela chupar meu dedo de porra.

- Tem muita porra no meu pau ainda. Lambe. Olhando pra mim.

Ela obedeceu, lambeu meu pau todinho com o olho grudado em mim. Que tesão naquela puta. Quando ela terminou de lamber do meu pau, ficou olhando pra baixo, com vergonha.

- Parou porque?

Ela olhou pra mim confusa.

- Não sabe que sou contra o desperdício? Lambe o resto.

Ela olhou pro meu pau, já limpo de porra, mas todo babado. O olhar confuso só se acentuou.

- ANDA VAGABUNDA, ANTES QUE EU TE QUEBRE NO PAU! - gritei e na hora ela desabou no choro e caiu de boca no meu pau de novo. Puxei ela pelo cabelo, dei dois tapas na cara dela e disse

- O pau já tá limpo, quero que você lamba o que caiu no chão.

Ela na hora se jogou no chão lambendo a porra que caiu. Percebi que ela já estava 100% sobre controle, não ia precisar mais bater nela. Mas ia continuar batendo, só pelo prazer de causa dor nessa puta que desperdiçou anos da minha vida com uma amizade falsa.

Ela estava de quatro chorando e lambendo o gozo do chão (que já tinha sido limpo, mas ela ainda lambia pra garantir que não apanharia mais), e eu me levantei e olhei aquela raba deliciosa empinada.

- Vou realizar um sonho.

Ela olhou pra trás, e começou a se levantar. Eu empurrei as costas nuas dela com meu pé, e ela caiu no chão.

- Dan, por favor, para com isso...

Ainda com o pé nas costas nuas e vermelhas de tanto apanhar dela, puxei o sinto apertando na garganta dela. Ela tremia debaixo do meu pé.

- Lua, quando você pede pra eu parar só me dá mais tesão e vontade de bater em você. Quando mais pedir pra eu parar, mais vai apanhar. Se continuar implorando vou quebrar sua cara. Ouviu, cachorra?

Senti ela tentando balançar a cabeça positivamente e soltei o cinto. Me agachei do lado dela e encostei o rosto dela no chão com a mão.

- Eu vou te foder pra caralho. Eu quero te foder desde os 11 anos então você pode implorar por misericórdia que eu não vou ouvir.

Pressionava o rosto dela no chão mas não com muita força.

- Deixa o rostinho de puta encostado ai no chão. - dei um tapa na lombar dela e ouvi um gritinho mais de susto do que de dor - Empina essa bundinha.

Ela obedeceu. Rostinho encostado no chão, de joelhos com a bunda erguida. O short rosa marcava a calcinha fio-dental por baixo. Me ajoelhei atrás dela, e a segurei pela cintura. Esfregava meu pau contra sua bunda de leve, como tantas encoxadas que já tinha dado nela, só que dessa vez não precisava fingir que era sem querer. Pude ouvir ela chorando mais. Parei e dei um tapa na bunda dela. Ela tremeu e ameaçou sair do lugar, mas eu disse:

- Se sair dessa posição, vai apanhar como nunca apanhou na vida.

Ela ficou quieta. Rasguei o shortinho e vi aquela raba gostosa. Vi a pinta que ela tem na nádega direita, já tinha visto a bunda dela antes, quando ela me chamava pra tomar banho na sua piscina e usava uns biquinis minúsculos, mas dessa vez foi diferente. Dessa vez, aquela bunda era minha pra eu fazer o que quisesse. Dei outro tapa, dessa vez mais forte. Ela gritou, mas ficou imóvel. Dei mais um. E outro. E outro. E não parei.

Devo ter passado de 20, descontei toda a raiva acumulada em anos, todas as vezes que bati punhetas fantasiando sobre esse momento. Lá pela metade ela chorava, gritava e se tremia. Mas não saia do lugar. Meu pau só ficou mais duro em saber que ela estava 100% sob meu controle. Não sei se era por medo, auto-preservação, ou até mesmo uma vontade reprimida mas ela me obedecia cegamente e eu adorei. Quando finalmente parei de bater na bundinha gostosa dela, já estava completamente vermelha. Ela tremia no chão e chorava.

- Pronto, agora que já amaciei a carne, hora da refeição.

Arranquei a calcinha dela e dei um tapa entre as coxas pra fazer ela abrir as pernas. Pela primeira vez vi a boceta e era exatamente como eu imaginava: rosinha. Enfiei meu pau na boceta dela, e ela gemeu baixinho. A bocetinha era mais apertada do que eu imaginava. A segurei pela cintura, e puxava seu quadril para o meu pau, seu corpo todo vinha junto. Era como foder uma boneca de pano. Ela gemia e chorava (ainda!) e eu estava louco de tesão. Depois de algum tempo fodendo-a com o rosto contra o chão, puxei ela pelo cabelo com toda força e colei suas costas contra o meu peito. Segurei ela pelo pescoço e disse:

- Ahhh, gostosa do caralho. Fala que é puta.

Ela não respondeu. Apertei o pescoço e sacudi ela com toda força.

- Fala caralho!

- Sou uma puta.

Joguei empurrei ela no chão de novo mas ela colocou os braços pra não bater o rosto.

- Ainda bem que você sabe.

Continuei podendo ela, e comecei a puxá-la pelo cabelo. Eventualmente sentir que ia gozar, e ela também.

- Por favor, goza fora... - ela disse baixinho.

Dei um tapão nas costas dela e ela gritou.

- Gozo onde eu quiser sua vagabunda. - e gozei na bocetinha dela. Ela chorava muito. Só me dava mais tesão. - Ué, não quer ter meu bebê não? Então vou te foder no cú agora pra não ter esse risco.

- NÃO, POR FAVOR! - ela gritou e tentou correr, mas eu segurei ela. - NO CÚ NÃO, POR FAVOR!

Ela continuava lutando pra sair. Não imaginei que ela ainda tivesse forças pra lutar, pensei que tivesse ela sob controle. Mas parece que a ameaça de botar no cuzinho dela a fez enlouquecer. "Tudo bem, mais um motivo pra bater nessa vagabunda". Dei vários tapas, e alguns socos nas costelas, até que ela parasse de tentar fugir.

- Luana, sua putinha, eu juro que vou te matar na porrada. Fica quieta e aceita que vou arrombar esse seu cuzinho.

Nem dei tempo pra ela responder e encaxei meu pau no cu dela. Quando enfiei, entendi porque ela não queria: o cuzinho era virgem. Meu pau tava muito duro pra entrar ali, mas ainda assim enfiei todo. Ela gritava e chorava muito alto, mas eu nem dei atenção. Aquele cuzinho tava muito gostoso.

Depois de algumas bombadas, ela tinha parado de lutar, mas continuava chorando e gritando de dor. O cuzinho era muito apertado. Depois de tanta luta, ela já estava deitada estirada no chão, e eu por cima. Puxei ela pelo quadril e me ajoelhei. Continuei arrombando aquela raba gostosa. Ela chorava e implorava pra que eu parasse. Não parei, continuei arrombando aquela raba, até que gozei e empurrei ela no chão de novo. Ela ficou lá durante um tempo, deitada chorando, com o cu todo largo e escorrendo porra do cu e da boceta. A pele branca já estava completamente vermelha de tanto apanhar, coberta de marcas de cinto e mãos. Eu tinha imaginado essa cena tantas vezes na minha cabeça, esse tesãosinho que a Luana é, completamente nua e arregaçada no chão depois de ser usada por mim. Tirei uma foto com o celular, pra guardar de recordação.

"Já tá na hora de acabar" pensei e andei até ela e a puxei pelo cabelo. Não tive resistência nenhuma. Levantei ela e apertei a boquinha, com os dedos na bochecha dela. Cuspi naquela cara de vagabunda e joguei ela no chão de novo.

- Se levanta.

Ela obedeceu, cabisbaixa.

- Olha pra mim.

Ela olhou, com medo no rosto. Dei um tapa que levou ela ao chão.

- Levanta.

Ela juntou forças e levanto de novo.

- Sorri, vagabunda. - disse enquanto tirava várias fotos dela. Ela tentou cobrir suas partes, mas um tapa bem dado mostrou pra ela que isso não era uma boa idéia. Depois que tinha tirado fotos o suficiente, disse:

- De joelhos.

Ela obedeceu. Sentei na cama e mandei ela chupar meu pau, ela hesitou, mas eu olhei sério pra ela e ela obedeceu novamente. Dessa vez no entanto, o boquete foi 100% por ela, nem a toquei. Decidi que já agredi ela o suficiente, pelo menos fisicamente. Enquanto ela chupava meu pau que tinha acabado de estar no cu dela, disse:

- Você é uma puta. Sempre foi. Ninguém gosta de você, nem seus pais nem seu namorado. Ele só quer te comer, sua putinha. As pessoas só andam com você por que você é rica e gostosa. Mas ninguém gosta de você. Você é burra, sem talento, arrogante. Eu não sou psicopata, não sou mesmo. Mas juro que não me arrependo de nada que fiz hoje, porque pra mim, você é menos que humana. Você é um bicho que só serve pra ser fodida, e merece sofrer. - ela estava chorando mais do que nunca agora, porque sabia que no fundo, tudo era verdade. - O pior de tudo, é que eu passei a últimas duas horas te torturando, te espancando e te estuprando, mas ainda assim sou o único amigo que você tem. Se eu não existisse, você já teria se matado, porque sabe que é um desperdício de vida. - ela chorava como nunca e chupava meu pau com a maior dedicação que já vi. O boquete que tinha recebido antes não era nada perto desse. - Por isso que eu sei que você não vai me denunciar. Porque se eu for preso, você não tem mais ninguém. - senti que ia gozar e tirei meu pau da boca dela. Mirei no rosto, e gozei na carinha de puta dela. Me levantei e a contemplei.

Eu já a vi de várias formas: com a farda do colégio que ela tinha cortado pra ficar mais curta, com os biquinis fio-dentais, com os baby-dolls transparentes que ela usava quando eu a visitava de manhã, com as roupas minúsculas e coladas da academia e até umas duas nudes. Mas nunca senti tanto tesão nela como nesse momento. Luana, ajoelhada, com a cara cheia de porra limpando os olhos fechados para que meu gozo não caísse neles, a cara toda inchada de tanto chorar, a pele branquinha completamente vermelha, coberta de marcas de cinto e mãos, gozo escorrendo de sua boceta e cu. Quase voltei para fodê-la novamente, mas já estava cansado, e achei que por hoje bastava. Andei até ela, a segurei pelo pescoço e a levei para a frente do espelho gigante que tem no quarto. Apertando o pescoço dela eu disse:

- Tá vendo isso ai no espelho? Heim?

Ela assentiu com a cabeça, e vi que ela queria chorar mais, por se ver de um jeito tão deploravel.

- Me fala o que é isso.

Ela ficou em silêncio. Apertei o pescoço e a sacudi.

- Fala.

- Uma putinha. - disse ela, com a voz falhando.

- Isso mesmo. E é a putinha de quem?

- Do Daniel.

- Nossa, aprende rápido heim, vagabunda? E, me fala, se a putinha de Daniel falar pra alguém o que aconteceu hoje, o que vai acontecer?

- Ele vai matar ela na porrada.

- Isso mesmo. E de quebra ainda vai divulgar essas fotinhas na internet. Agora, o seu dono vai te deixar nesse quarto. Eu vou voltar mais tarde, talvez amanhã. Se eu descobrir que você saiu dessa casa, o que vai acontecer?

- O senhor vai me matar na porrada. - ela disse depois de hesitar um pouco.

- Isso mesmo. Me fala, quem é seu dono?

- O senhor.

- E quem é seu melhor amigo?

Ela fechou os olhos, engoliu o choro e disse:

- O senhor.

Joguei ela contra o espelho e a deixei chorando no chão. Antes de ir embora da casa, peguei a chave e a tranquei. Chegando em casa, eu desabei em risadas. Sabia que a partir de agora, ela era minha putinha. Nos três dias que tinha até seus pais voltarem, ainda fiz mais coisas com ela, coisas que agora acho que podem ter sido cruéis demais, mas a história de hoje acaba aqui. Espero que vocês tenham gostado.

Comentários

12/11/2017 17:24:08
Me identifiquei com esse conto. Tem uma filha da puta que faz a mesma coisa comigo, fiquei puto por ela ter feito isso com você, e com tesão de imaginar eu fazendo isso com ela
12/11/2017 17:23:00
Me identifiquei totalmente com o seu conto, talvez faça igual, tem uma filha da puta que faz a mesma coisa comigo, fiquei puto por acontecer isso com você e com tesão de imaginar eu fazendo isso com ela
07/10/2017 17:17:02
Desnecessario
05/10/2017 07:27:27
Quero a continuação
05/10/2017 07:20:27
Sem comentários
23/09/2017 12:02:18
Quero a continuação
21/09/2017 07:51:19
Tesão num conto desses? Foda-se! so sendo masoquista! Motivo nenhum merecia uma surra dessas com abuso sexual!!!
21/09/2017 02:27:45
Estou puto e de pau duro. Espero que seja mentira,mas Belo conto.Nem sei que nota dar. Vou dar 0 pela violencia e 10 pelo conto, então 5
20/09/2017 21:49:21
Será verdade ou uma vontade reprimida...sei lá
20/09/2017 17:36:03
Não gostei.
20/09/2017 14:41:43
Achei muito cruel cara, bater em uma mulher, chutar,socar não é coisa de homem se você tivesse somente feito sexo garanto que ela iria gostar mais esse tipo de prazer é deplorável, coisa de psicopata.
20/09/2017 13:54:00
Vou te falarNunca gostei deste tipo de conto e achava bem bizarroMas o seu foi excelente e muito bem escrito era realmente impossível sentir pena dessa puta. Verídico ou não o que importa é que foi ótimo, parabéns e obrigado.

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