Fingindo estar bêbado

Um conto erótico de Lolita
Categoria: Heterossexual
Contém 869 palavras
Data: 09/09/2017 00:13:24
Assuntos: Heterossexual

Eu suspirei de desgosto enquanto carregava meu melhor amigo pelas ruas escuras do bairro onde ele morava. Odiava sair para beber porque isso significava que eu seria a babá de todos os meus amigos, garantindo que nenhum deles fosse assaltado ou morto no caminho de volta pra casa. O cara que eu estava carregando sabia disso, mas parecia fazer de propósito, só para ter um motivo pra se escorar em mim.

Amigos desde o ensino fundamental, ele me conhecia melhor que ninguém, assim como eu sabia todos os seus segredos. Apesar disso, de uns tempos pra cá vinha notando seus olhares estranhos dirigidos a mim; seu ciúmes quando outro homem se aproximava de mim; seus abraços mais longos.

Eu não reclamava de nada disso, afinal, ele sempre foi muito atraente. Muitas amigas me pediam seu número e eu sempre dei um errado. Ele era meu. No entanto, nesta noite eu queria matar ele. Seu peso estava todo jogado em cima de mim, seu andar bêbado cambaleando e curtas risadas saiam de sua boca toda vez que eu tropeçava.

Não notei sua mão errante por algum tempo, sempre achando que por estar bêbado era normal ele estar tocando todos os lugares que conseguisse, mas quando os dedos entraram debaixo do meu vestido eu soube que ele estava se aproveitando da minha bondade. Uma parte de mim falou para que eu repreende-lo, a outra parte queria mais. Num momento de descuido meu, ele jogou seu corpo em mim, me jogando com força na parede de um beco próximo a sua casa. De repente, ele não parecia tão bêbado assim e eu me perguntei se ele estava me enganei o caminho todo da balada até aqui.

Eu sempre acreditei que os seres humanos eram caçadores e naquele momento, eu era uma presa. Os olhos dele brilhavam de uma maneira que eu nunca havia visto antes, havia luxúria e carinho misturados naqueles olhos azuis. Um arrepio de medo subiu pelas minhas costas quando ele se aproximou, colou seu corpo no meu, me deixando prensada na parede. Eu sempre fui muito mais baixa que ele, por isso, podia sentir seu pênis duro cutucando minha barriga enquanto seu lábios sugavam meu pescoço.

“Finalmente vou te foder, você não imagina o quanto eu esperei por isso.” Ele sussurrou no meu ouvido e um misto de excitação e medo passou por mim. “Eu tentei ser só seu amigo, mas como posso fazer isso quando você tem esse corpinho de boneca? Esses lábios grossos, esses longos cabelos lisos? Como posso não tocar em você quando suas curvas são tão convidativas? Você age como uma princesa, sempre de vestido e sorrindo pra todos, mas eu sei que no fundo você é uma puta. Você quer isso tanto quanto eu, você quer cavalgar no meu pau enquanto eu fodo você até não poder andar mais.”

Eu gemi alto, não me importando se os vizinhos iam ouvir. Os dedos dele agora estavam na minha calcinha, brincando com meu clitóris por cima do pano. Sua boca assaltou a minha com violência, empurrando a língua, mordendo meus lábios.

“Ponha as mãos dentro da minha calça, eu quero sentir seus pequenos dedos me masturbando enquanto eu chupo esses peitos deliciosos.”

Eu o obedeci, desabotoei o jeans e puxei seu membro para fora, era de um tamanho médio, e de uma espessura grossa. Eu comecei a subir e descer minhas mãos por toda a extensão, apreciando os gemidos que saiam dele. Sua boca torturava meus seios de uma maneira que eu nunca tinha antes, ele mordiscava, sugava e lambia meus mamilos como se estivesse faminto e lá fosse sua única fonte de leite.

Seus dedos se cansaram de me provocar e empurraram minha calcinha para o lado, encontrando meu montículo sensível. Minhas sensações estavam a flor da pele e eu queria muito mais. Subitamente ele se afastou de mim, com um olhar selvagem, admirando cada centímetro.

“Vou te comer nesse beco nojento e não vou usar camisinha, quero que você fique grávida, então todo mundo vai saber que você é minha.” Arregalei os olhos, mas não o impedi quando ele enfiou seu pênis em mim com uma força surpreendente. Fechei os olhos e gritei quando ele começou a tirar e enfiar de forma brutal, me fodendo completamente, me arruinando pra qualquer outro homem. Eu podia sentir ele me enchendo, seu pênis subindo e descendo dentro de mim, atingindo o fundo do meu canal, batendo no meu útero.

Era demais, a melhor sensação da minha vida, rapidamente atingi o orgasmo, sentido meus dedos se curvarem e meus ouvidos taparem. Nem notei quando ele gozou, apenas senti algo quente escorrendo dentro de mim. Apesar disso, ele continuou dentro de mim, como se não quisesse que o líquido saísse pra fora. Quando tive coragem, abri os olhos e olhei para ele. Sua respiração era ofegante e havia um pouco de suor descendo por sua bochecha. Inesperadamente, ele me beijou de forma suave e seus dedos, ainda molhados com o néctar da minha vagina, acariciou meu queixo.

“Vamos pra minha casa, vou usar e abusar você até esgotar todas as minhas forças.”

E ele fez exatamente isso. Nove meses depois seu desejo noturno se realizou quando nossa filha nasceu.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Lolitax a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários