Casa dos Contos Eróticos

Levei meu filho caçula no puteiro sem saber que o moleque era cliente vip

Categoria: Homossexual
Data: 29/08/2017 01:50:27
Última revisão: 30/08/2017 21:12:37
Nota 9.91
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Uma história parecida com qualquer outra que vocês já tenham ouvido por aí sobre traição e término de relacionamento. Eu sou o Adriano e fui pai de família até os 42 anos, quando decidi que a vida não era mais a mesma e precisava mudar, começando por dentro de casa. Amigavelmente, sugeri o divórcio à Maristela e ela aceitou, afinal de contas, também sentia os mesmos incômodos e frustrações que eu para com o relacionamento, então nada mais justo do que terminar tudo dentro dos limites respeitáveis entre ambos. Tiago, o filho mais velho, já tinha a própria vida, por conta da carreira na marinha. Renan, o mais novo, era o mais parecido comigo e também problemático, ainda mais no meio de todo o divórcio. O molecote já tinha 18 anos, mas era um revoltado desses da vida. Moreno da cara barbada, era todo largado, com a sobrancelha marcada, invocado e na dele. Quando mais novo, não era incomum chegar machucado por conta das brigas que arranjava no colégio, rixas com os caras mais velhos. Mas agora, recentemente e mais adulto, as reclamações eram outras. Lembro como se fosse ontem de duas vizinhas vindo aqui no portão de casa tirar satisfação, dizendo que ele comeu o cabaço das filhinhas delas e meteu o pé depois disso. Era a cara dele, bem parecido com o que eu fazia quando mais novo. O problema é que, no meu caso, fui pai cedo e tive que ser muito responsável pra arcar com tudo que enfrentei. Sabia bem que meu filho não tinha noção de como era a vida de adulto, então não podia aliviar a barra dele quanto aos problemas e reclamações que apareciam, ainda mais frente às cobranças da mãe.

- Não aguento mais esse garoto, Adriano. Outro dia peguei calcinha de uma piranha aqui no apartamento novo. Vê se tem uma conversa com ele, se não nem precisa voltar pra cá.

- Tudo bem, deixa comigo. Ele deve estar assim por causa do divórcio também, precisa de um tempo, coitado.

- Que tempo porra nenhuma, Adriano! Esse garoto vai fazer 19 daqui a pouco, não tá mais na idade dessas coisas. Agora você vê!

- Enfim, deixa comigo.

- Ok, quero ver. A gente vai se falando.

- Tudo bem, Stela. Beijo.

- Beijo.

Terminar amigavelmente era a melhor situação. Mas cuidar de filho rebelde não.

Apesar de eu falar assim do divórcio, tinha minha culpa na decisão definitiva que eu e ela tomamos quando acionamos os advogados. Aos 42 anos, tava inteiraço e tinha tudo em cima em relação ao corpo. Malhava vez ou outra na semana, tinha tempo pra ir à praia e vivia disposto a uma boa putaria. O problema é que, formada em turismo, Stela ficou cada vez mais distante quando no auge de sua carreira. Dentro dessa perspectiva, comecei a pensar que tivemos filhos cedo demais e decidimos ficar juntos por conta disso, sendo que a melhor coisa era não termos nos prendido. Cada vez mais carente, cheguei na corda bamba da traição, me sentindo carente, abandonado e, de certa forma, também traído, nem que fosse pelas possibilidades existentes nas rotas aéreas que minha ex-mulher cumpria ao longo do mês. Pulei a cerca com uma antiga amiga de faculdade e o peso na consciência me fez acabar de vez com aquela palhaçada, que foi o que fiz, sem qualquer revolta ou ressentimento. Assim, como já citei, todo o processo se deu de forma segura e tranquila. Exceto pro Renan.

Mesmo passando um tempo com a mãe, o moleque continuava aprontando. Pra completar, depois das férias, fui chamado na direção do curso depois de anos sem qualquer problema, por conta de uma reclamação que surgiu sobre seu comportamento. Do diretor, escutei que o Renan levou um canivete pra escola e que recentemente aparecia sempre com marcas pelo corpo e pelos punhos. Afinal de contas, que merda o moleque tava pensando da vida? Esperei que chegasse aquele dia, pronto pra ter uma conversa séria. Mas até pra isso esperei, porque o malandro demorou a chegar em casa, como se soubesse que tinha feito merda e que ouviria por aquilo. Quase meia noite quando ele chegou, todo encasacado, os olhos vermelhos e calado, cara de poucos amigos.

- Tava aonde, moleque?

- Pra que tu quer saber?

E passou direto. Comigo não. Minha mão foi direto na orelha dele e o puxou de volta.

- Sou eu que tô falando contigo, seu pirralho! Olha pra mim!

Sob muito protesto, ele parou e só me encarou de rabo de olho. Podia ficar o quão puto quisesse, mas debaixo do meu teto quem cantava de galo era só eu. Ele podia até pensar que era homem por ter feito 18 anos, mas enquanto morasse comigo, continuaria sendo meu filho, então me devia no mínimo atenção. Era o básico.

- TAVA AONDE? Tá surto!?

Muito contra a vontade, ele recudou, mas não menos puto pelo esporro e cobrança.

- Fui dar um rolé no morro com a rapaziada, coroa!

Dei-lhe um pescotapa na ponta da orelha outra vez. Ele pôs a mão depois que bati e fechou ainda mais a cara.

- Tu tá maluco, seu filho da puta? Foi pra isso que eu te criei!? Já inventou de levar uma porra de um canivete pro curso, agora tá "dando rolé no morro com a rapaziada"? Abre teu olho, Renan!

Me olhou com os olhos tão claros quanto os meus. Só não éramos mais parecidos porque minha barba era estilo cavanhaque, enquanto a dele lhe fechava o rosto. Seu corpo também era mais desenvolvido do que o meu, que eu só me preocupava em manter em dia, por conta da idade.

- Tu me criou pra que então, coroa?

Já ia dar-lhe uma resposta, mas o garoto insistiu e aí me desarmou.

- Pra ser que nem minha mãe e esquecer da família?

Fiquei sem palavras. A ausência dela mexia com ele da mesma forma que mexeu comigo no começo do casamento, me fazendo caminhar lentamente até o divórcio. Porém, eu entendia a luta pela independência que Steal tinha consigo mesma, por isso ainda éramos amigos. Só que eu tava na posição de marido, ele na de filho, não tinha como terminar o relacionamento com a própria mãe. Ainda mais agora, estando nós dois oficialmente separados e ele vivendo em casas diferentes.

- Vai pro seu quarto, vai. Esfria essa cabeça e depois a gente conversa. - pedi.

Ele obedeceu como se não tivesse outra opção e subiu. Fiquei ali um tempo pensando no que precisaria fazer pra conseguir me conectar ao meu filho mais novo. Pensei no quanto ficava cada vez mais distante conforme tentava me aproximar e de como isso doía, já que ele morava comigo durante um tempo e nossa relação estava indo de mal a pior no meio disso tudo. Foi aí que, lembrando do quão carente eu mesmo andei, decidi juntar a fome com a vontade de comer e, ao mesmo tempo, dar uma oportunidade do moleque relaxar. Com todos os problemas recentes, não devia estar tendo cabeça pra nada, se bobear até pras garotas. Nada mais justo do que um sopro de ar fresco, não é verdade? Já sabia o que fazer.

Planejei tudo pra uma sexta-feira. Ia fazer a noite dos homens. Tava pesado de tanto tempo que não dava uma fodida safada, então ia pro puteiro e ainda ia levar meu filho caçula pra esvaziar o tanque e trocar o óleo junto comigo, no maior estilo programão de pai e filho. Não contei nada pra ele, só pedi que botasse sua melhor roupa, que sairia junto comigo pra aproveitar a vida e a juventude.

- Tu não é mais jovem, coroa!

- Todo mundo sempre é jovem, Renan!

Respondi e ri. Entramos no carro e demos uma volta pela Lapa, afim de sentir um pouco da noite quente e carioca que ainda nos era oferecida. Tomamos umas caipirinhas com alguns ambulantes, não demoramos muito e fui mais pra zona portuária da cidade, onde tem uns puteiros cinco estrelas de responsa, com as melhores primas, mas pra quem sabe procurar. Entrei pelo estacionamento de um prédio lateral e, a todo tempo, meu moleque sequer parecia surpreso, nem mesmo quando saímos. Caminhei na direção da luz roxa do estabelecimento e parei em frente à porta iluminada. No ar, só aquele clima morno e o cheiro de putaria eminente que a sexta-feira tem, só ela.

- É aí que a gente vai?

- É. Surpresa pra você, filhão! Gostou!?

Mas ele nem deu uma resposta estável. Jogou aquele sorriso safado de lado e se preparou pra entrar junto comigo, botando as mãos pra dentro dos bolsos do casaco. Passamos pela porta inicial onde tudo era escuro, com poucas luzes brilhantes, e saímos numa espécie de saguão frio e iluminado por cores que passavam lentamente. No palco acima, várias mulheres diferentes fisicamente e semi-nuas, algumas com seios fartos de fora, outras com as bocetinhas já piscando de tesão ao ver dinheiro. Olhei no balcão da administração e encontrei o Pacha, um viado amigo meu que era dono do lugar. Só de vestido e com o corpinho fino, maquiado, a única coisa que entregava o jogo era a barbichinha no queixo, porque de resto, o cara era todo moça.

- E aí, Pacha?

- Olha quem finalmente veio me visitar! Depois de todo esse tempo!

- Tudo certo?

Estendi a mão e ele deu um beijo, como sempre gostava de cumprimentar os homens por quem tinha respeito. Eu não era acostumado, mas não me importava, até porque, sentia-me lisonjeado e até meio desejado ao seu lado. Era uma sensação curiosa.

- Tudo nos conformes, Adriano. E aí, o que aconteceu pra você aparecer por aqui? Alguma ocasião especial?

- Hoje eu quero a melhor, Pacha! Trouxe meu filhão pra conhecer as meninas da casa junto comigo!

Abri um sorrisão, cheio de orgulho.

- Ah é? Cadê ele?

Atrás de mim, Renan entrou pelo saguão com aquele andar largado, os ombros imponentes e largos, porém arrastados, preguiçosos. Olhou ao redor como se nada o interessasse, me deixando com certa vontade de perguntar o porquê daquela cara. Foi aí que uma das meninas do palco começou a interagir com ele.

- Aquele é o teu filho, Adriano? - Pacha perguntou bem curioso.

- Ele mesmo. A minha cara, né?

- Renanzinho!! Vem brincar com a gente, vem? - chamou a menina do palco.

- A gente já tava com saudade de você. - veio uma outra.

Não acreditei naquilo. Eu ali pela primeira vez pra conhecer o lugar e meu filho sendo tratado como conhecido. Só podia ser alguma piada. Até que, de trás de todas elas, veio uma negra do peitão de fora e cinturinha fina de odalisca.

- É o Renan? Cadê? Vai arregaçar a gente de novo, grandão?

Ao vê-lo, a safada já se prendeu com as pernas no quadril dele, enroscando-se por completa, como se fosse uma serpente corpulenta e deliciosa ao redor de seu corpo. Mas ele inabalável, intocável. A garota era bem atraente, mas se ele fosse mesmo safado que nem eu, com certeza preferiria a ruiva que tava mais afastada do grupo. Mais que isso, se fosse mesmo meu filho, pagaria o valor que fosse por meia horinha com o cuzinho dela, já era o suficiente pra um estrago.

- Hoje eu vim com meu pai, meninas. - finalmente quebrou o silêncio.

Elas riram e me olharam assim que ele apontou.

- Renan trouxe o pai dele, é? Que honra, titio!

- Olá, minhas lindas!

- O Prazer é nosso, pai do Renan!

Uma já veio vindo na minha direção e mexendo na minha mala na calça. Loira, tinha uma cara de boqueteira que já fez a piroca ir subindo sem muito esforço. A mesma roupa de odalisca da negra no palco, certamente eram encantadoras de pica.

- Aqui o Renan, ó! Vem ver, gente!

Aos poucos, todos os tipos de piranhas gostosas cercavam meu filho como se ele fosse um ator pornô podre de rico, mas ainda assim ele se fazia de difícil, com aquele semblante de poucos amigos, nada interessado naquilo. Eu mesmo o via e ficava excitado, mas porque me punha em seu lugar. Eram todos os tipos de peitos enormes ao redor, algumas das garotas ousavam até fazer espanhola com o rosto dele, mas ainda assim durava pouco.

- Brinca com a gente hoje, vai?

- Poxa, que saudades, Renan! Você quase não aparece mais!

Loira, negra, ruiva, morena, até uma rabuda maluca do cabelo azul tava querendo sentar nele. Passavam a mão em seu corpo, tentavam segurar sua vara, mas nada do moleque dar bola.

- Hoje eu quero algo diferente. - finalmente falou.

Eu ainda não entendia muito bem qual era a dele.

- Você já veio aqui, filho? - perguntei meio incrédulo.

Mas quem respondeu foi o Pacha, meu amigo viado de longa data, que eu nem sabia que conhecia meu garoto.

- Teu garoto já é cliente vip aqui, Adriano! Tem carteirinha com assinatura mensal e tudo! As meninas adoram ele!

Não podia ser verdade o que eu tava escutando.

- Isso é sério, Renan?

Mas ele não respondeu, só riu com toda aquela chupação de saco, todo cheiro de moral.

Estava analisando puta por puta pra escolher com quem ia trepar aquela noite, até gozar e voltar pra casa com o saco vazio, o corpo mais relaxado e a cabeça menos cheia também. Começou a selecionar entre as rabudas, procurando a que eu sabia que ele ia apontar: ruiva, um cuzão maior que o corpo todo e tão empinada que não sei como a safada não caía. Era que nem o pai, tarado numa ruiva. Mas aí, nos pequenos olhos e no descansar das sobrancelhas, eu vi a total falta de interesse e tesão em qualquer uma daquelas figurinhas repetidas em seu baralho de molecote faminto de curra. Abusado por si só.

- Hoje eu.. - começou, sem parar de olhar ao redor.

Manjou uma negra do cabelão black, mas fez cara de repeteco. Passou os olhos numa asiática lá no canto do palco, mas repetiu a mesma cara e prosseguiu.

- ..tô afim de comer..

Levantou a mão e, mirado completamente numa mina peituda da cinturinha fina, apontou-lhe o dedo.

- .. VOCÊ!

E aí veio a atitude que não esperei. Com toda calma, ele virou o braço e apontou pro outro canto da sala. Lentamente, continuou o movimento e virou o dedo na direção de alguém que todos nós presentes nos inclinamos pra olhar. Só quando parou que finalmente identificamos. Ali, no meio do puteiro e cercado de vários tipos diferentes de vadias gostosas, o Renan apontou o dedo bem no meio da cara do Pacha, que tava do meu lado observando atento. Um breve período de silêncio e só então as reações começaram.

- O que?

Pacha riu.

- Que isso, garoto? Ficou maluco? - perguntei.

- Hoje eu quero comer esse viado.

Calmo como sempre, falava como se já fosse certo seu desejo. Eu ainda sem acreditar em toda a petulância, meu amigo rindo de tudo.

- Te trago num puteiro cinco estrelas e tu me vem com essa de que vai comer viado?

Pacha resmungou e eu corrigi.

- Não é nada contra você, meu amigo. Mas olha pra essas garotas, tem até asiática aqui!

- E daí, coroa? - Renan me cortou. - Já comi todas elas antes, tu que tá chegando agora. Eu vim aqui pra comer cu e não vou sair sem comer. Pode ir embora se quiser.

Silêncio completo. Até as garotas ficaram incrédulas com aquela atitude e marra.

- Hoje eu vou comer você, Pacha.

Andou na direção dele e, ali mesmo, só se deu ao trabalho de levantar o vestidinho curto a alisar a bunda lisinha do dono do bordel, que se empinou e riu pra mim, meio sem graça, como se não quisesse que eu o culpasse por ceder ao ego inflamado e à atitude atrevida do meu filho, sangue do meu sangue.

- Eu que te trouxe, tu me respeita, seu pirralho! - ordenei.

- Mais um motivo pra tu arregaçar esse viado comigo, coroa. Bora!

Disse isso com um dedo ou outro já alisando e desbravando o cuzinho do viadinho em sua mão. Pacha gemia feito uma moça, com uma voz manhosa que entrou pelos meus ouvidos e, de repente, me deu uma vontade enorme de calá-lo.

- Tá maluco, seu pirralho?! Tu vai é pra casa AGORA! - voltei a dizer, aumentando o tom de voz no fim.

- Que mané casa, velhote, não viaja! Já falei que primeiro vou dar uma boa de uma curra nesse viado aqui, depois a gente vai. Se tu não quer, tudo bem, pode ir pro quarto com as meninas.

Levantou o vestido dele e, sem camisinha, olhou nos meus olhos e socou o caralho no cuzinho, bem no seco e na pele. O Pacha foi pra frente de nervoso, mas o moleque o segurou como se fosse um homem já feito, travando-o com a maestria necessária que comer um cuzinho requer. Ainda deu-lhe um tapa na bunda, pra deixá-lo ciente de que a presença masculina precisava de atenção. Aquele era meu filho, viciado em cu que nem o pai. Foi só ele passar pra dentro do viado que aquilo mexeu comigo. Pacha levantou a cabeça com a penetração e gemeu firme, tentando a todos os custos não me olhar, mas era praticamente impossível. Eu mesmo não conseguia não ver tudo aquilo e ficar sem saber o que fazer, o que dizer ou o que pensar. Ao redor, as meninas voltaram aos seus lugares e ignoraram completamente a putaria rolando. Ali, só nós três presenciando a safadeza entre machos e um viado.

- SSSSSSSS! Que filho mais safado que tu tem, Adriano! Será que é igual a você? Ou é melhor?

Meu amigo disse e agarrou meu braço, ao mesmo tempo que seu anel pegava fogo com a penetração que meu moleque promovia.

- Ele tá me comendo na marra, tá vendo isso?

Perguntava e me mantinha o olhando. Dentro da calça, o caralho começou a dar mais atenção do que deveria a tanta putaria. Lembrava claramente de quando era mais novo e tão safado quanto meu filho, era genético, tava no nosso sangue a Sodomia. Se bobear, até Tiago, o mais velho, gostava de currar a noiva. Eu, por minha vez, sempre tive problemas sendo dotado e viciado em sexo anal, porque as poucas namoradinhas recusavam e Stela não era fã. Resultado? Quem é que fortalece às quatro da madrugada? Isso mesmo. O caralho pulou na calça e o Pacha percebeu. A próxima coisa que ele apertou foi meu instrumento, mas ainda assim continuei na minha, sendo conduzido, só pra ver onde aquilo ia dar, mas ciente de que era bem o que precisava.

- Tá animadinho, Adriano?

- Vem logo, pai! Tá apertadinho aqui, vem dividir esse cuzinho comigo que dá.

Deu dois tapas cheios no lombo do viado e completou.

- Esse aqui é um cu de linha, ó só!

E mais tapas pra que eu visse. Pacha abriu meu zíper e numa só golada engoliu o caralho de uma vez. A próxima sensação foi a glande arrastando no céu de sua boca e escorregando por entre a língua quente, atravessando por completo as amígdalas apertadas e cabeceando em cheio sua garganta brincalhona, que danou a dançar na minha vara.

- SSSSSSSSSSS! FILHO DA PUTA!

- Falei, coroa! Tô me controlando pra não esculachar esse cu, de tão bom!

Empinou o lombo e pediu tapa, ao mesmo tempo que me sugava olhando nos olhos. O tesão e carência eram tantos que cheguei a ficar na ponta do pé, de tão excitado e com os pelos das pernas arrepiados. Pra completar, meu filho não o poupava de tanta porrada que dava em sua traseira, sendo que o viado só gemia e pedia mais.

- Fode, isso! Mostra pro teu pai do que tu é feito, moleque!

- Cala boca, caralho! - ordenava. - Melhor tu se ocupar com essa pica, seu viado!

- Tá com medo do teu filho ser mais piranho que você, Adriano?

O moleque ouviu isso e foi quase um desafio. Me olhou nos olhos e mordeu a boca, enquanto mandava ver com a piroca socando no fundo do cuzinho apertado do viadinho abusado que era o Pacha.

- SSSSSSSSSS!

- FFFFFFF! Olha o que o teu garoto tá fazendo comigo, Adrianoooooo! Olha pra isso! SSSSSS

Ele falava e tremia, quase que sem fôlego, sendo feito de boneco nas mãos do meu garoto. Eu assistia chocado e excitado, com o cacete babando de tesão por ver minha cria querendo dar cria, querendo fazer filho. Por sorte, aquele que metia com ele era um outro cara, então podiam foder à vontade sem se preocupar com paternidade.

- HMMMMMMM! Vai gozar, filho do Adriano? Onde tu prefere, na minha boca, na minha cara ou dentro do meu cu? Onde tu vai querer leitar pro teu paizão ver que tu é um safado, viciado em cu? Tão novinho e já tão galudo, SSSSSSS! Isso, caralho!!

Quanto mais ele falava, mais tentado eu ficava em socar o pau em sua goela, da mesma forma que o Renan metia no tagarela. Sem parar, só reduzi o ritmo quando senti o gozo vindo, mas isso não foi suficiente pra deitar minha piroca.

- HMMMMM! FFFFFF

Comecei a esporrar e o Pacha fez questão de engolir tudinho. Ao mesmo tempo, o moleque deu de gemer e as estocadas ficaram mais longas e profundas. Olhando pra mim e apoiado nos meus ombros, ele apertou firme as mãos e começou a gozar no fundo da rabeta do meu amigo, sem dó.

- SSSSSSSSS! Caralho!!! Tesão da porra essa rabiola!

Deu um tapão e foi saindo, pra voltar a meter lá dentro. Quando cansou, tirou o caralho preto e trouxe parte da própria porra consigo, mas não parou. Tomou um ar e tornou a entrar, na intenção de empapar.

- Falei que ia dar uma esculachada?

Fodeu mais um pouco e me olhou.

- Vai querer, coroa?

Não tinha mais volta.

- Minha vez, viado. Vai se preparando!

Sem dar tempo, tomei a posição dele e fui encaixando meu caralho no cuzinho usado do Pacha, comido pelo meu próprio filho. Sentia a quentura da vara dele ainda impressa ali, assim como seu leite servindo de lubrificante pra minha entrada, mas, como eu era mais grosso, quem o alargava era eu. A pele toda do rabo arrastando na vara, até sobrar só o saco e os pentelhos.

- É apertadinho mesmo, né?

- Não te falei? Abre a boca pra me mamar, Pacha!

Ele abriu e Renan tomou minha posição, brincando agora de foder a boca do safado e lhe dando os ovões peludos para que maturasse seus filhos dentro do saco com a quentura da própria boca.

- Isso!! Não preciso nem dizer, tu já sabe como eu gosto!

E foi rebolando pros lados, suspendendo a própria blusa no tórax e levantando a cabeça, engasgando o safado de propósito. Na minha visão, era como se empalássemos juntos um viadinho, mas com as varas realizando o serviço. Ele empurrando de um lado e eu do outro, pai e filho, mesmíssimo sangue. Se fosse possível, as pirocas se encontrariam no meio de corpo do viado e ainda se cumprimentariam, só por educação e respeito .

Depois que já tava mais à vontade, fodi com força pro safado sentir a diferença na potência entre eu e meu garoto. Só dei uma aliviada pra rabiola do Pacha quando o puto ficou gemendo que nem uma gatinha no cio enquanto aguentava a currada que eu lhe proporcionava. Isso tudo após de aturar a pressão do quadril furioso, suado e jovem do Renan.

- Tá gostando, filho da puta?

- Porra, é assim mesmo Adriano! Come com força!

- Assim?

Apoiava todo o peso com a mão sobre seu cóccix, botando força e velocidade no movimento pra poder socar lá no fundo.

- ISSO, PORRA! FFFFFFF-

Quando senti o cuzinho prendendo várias vezes no cacete, imaginei que o piranho tava perto de gozar e parei um pouco a foda, reduzindo.

- Vem, Renan, vamos ver quem ele prefere!

Renan veio e revezou o buraco comigo, entrando e já mantendo o ritmo acelerado, como se nunca tivesse deixado de sair da quentura ali de dentro.

- SSSSSSSS! ISSO, CARALHO!!

O barulho do impacto era tão bruto que passava por cima do som ambiente. Pacha agarrava firme na beira do balcão do palco, tomando firme toda a pressão aplicada pelo molecote. Ainda tinha o resto da porra dele ali, mas nada do safado perder o tesão. Ele parou de foder e me deixou outra vez. E outra vez senti a mesma quentura do pau dele ali no cuzinho, todinha, centímetro por centímetro. O Pacha só aproveitando enquanto pai e filho se satisfaziam nele, as pernas já bambas. Duas gerações diferentes e que se conectavam pelo sexo anal entre machos. E há quem critique a Sodomia.

- Bora tentar uma dupla, coroa!

Pacha arregalou os olhos. Ele afirmou, não pediu ou perguntou. A marra era sua marca registrada.

- Cê aguenta, meu amigo? - perguntei.

- Vamos ter que tentar pra ver, né?

Renan deitou-se por baixo do safado e foi o penetrando devagar. Eu fui por trás e coloquei o caralho na portinha, dando uma cuspida pra aliviar a lubrificada. Foi aí que a porra do moleque fez a diferença e facilitou, mas ainda assim custou.

- SSSSSSSSS!

Muito concentrado e suando à beça, o viado relaxou o máximo que pode e as pregas deram passagem à minha cabeça, que era o necessário. Preso ali, senti todo o atrito e a falta de espaço dominarem meu corpo como nunca senti antes.

- FFFFFFF! QUE ISSO!

Renan gemia intensamente e não parava de bater na bunda dele, arreganhando-lhe as nádegas pra facilitar na penetração. Podia sentir seu pau pulsando com o menor movimento que eu fazia, a uretra grossa acirrando intensamente contra a minha, latejando por qualquer razão e contato quente e úmido de leite. E qualquer mexidinha minha ele danava a gemer ainda mais. Não tinha como mexer sem causar um prazer muito intenso a todos nós, quase como num sistema sexual, todos funcionando ao mesmo tempo e dependendo dos mesmos estímulos, mas em regiões e posições diferentes. A piroca totalmente cercada por carne, a testa já suando por tanta coisa ao mesmo tempo, só me concentrei e arrisquei uma estocada.

- HMMMMMMMMM! PORRA, ADRIANO! QUE ISSO!!

- ISSO, PAI! CARALHO!

- FFFFFFF!

Até pra mim foi difícil, mas a sensação foi única. Unicamente possível dentro de um viado, somente.

- Assim não vai durar muito!

- Calma, vai dar certo.

Devagar, fui tirando o cacete e tornando a entrar com ele lá no fundo. Embaixo, já sentia meu saco em total contato com o saco do meu filho, um por cima do outros, as 4 bolas em total sincronia e compartilhando do mesmo calor. Era como se os filhos dele cumprimentassem os meus, seus possíveis irmãos não nascidos, dentro do meu saco. No talo das varas, só os pentelhos e o cheiro forte do cu do meu amigo Pacha sendo desfeito por nós, cheios de fome de curra. Inclusive, era esse delicioso odor de curra que parecia nos enfeitiçar. Era quase um ponto fraco em comum. Pai e filho. Genética. Comecei a estocar com vontade e aí superei a vontade de gozar eminentemente. Era como se suportasse o prazer por mais tempo, sendo capaz de foder mais longamente sem ejacular tão rápido.

- SSSSSSSSSS!

Acho que a mesma coisa valeu pro Renan, porque o safado também aguentou bastante dos meus movimentos. Mas ainda assim não durou muito, o aperto tornou-se cada vez maior pela nossa excitação e, além de tudo isso, meu amigo viado e dono do bordel tava começando a ficar de pau duro, ou seja, tava dando com o cuzinho mais apertado do que o normal, dando leves à fortes contraídas conforme eu demandava mais espaço e elasticidade. Lá da ponta do corpo, o orgasmo veio feito um fenômeno natural. Meu filho acompanhou.

- HMMMMMMMMMM!

Na reta final, ele inventou de estocar junto comigo e o resultado disso foi um desencontro das varas que nos levou à novas partes do território anal do Pacha. Era uma exploração no meio de tanta gozada simultânea que acabou por LOTÁ-LO por inteiro, a ponto das cacetas serem expulsas de seu cu exposto e reativo, piscando vermelho e afoito por toda a festinha e casa bagunçada que deixamos.

- Porra, seus tarados! Olha o que vocês fizeram comigo!?

- Até parece que tu não gosta!

Todo suado, espremi o resto de porra minha e dele e as juntei. Segurei aos caralhos juntos também, só pra comparar, numa curiosidade até que juvenil de descobrir se meu moleque era mais pirocudo que o pai. Elas eram quase iguais, mas a minha ainda parecia maior, mais grossa e bojuda, talvez pela idade. O saco também era. Mas, pelo mesmo motivo da idade, era incrível como a dele já era tão parecida e formada como a minha, sendo que eu era bem mais velho que o garoto. E agora via que nem tão mais safado quanto, já que ele era um sodomitazinho viciado em cu que nem o pai.

- Quem diria, ein Renan? Te trago num puteiro e tu me faz comer um viado junto contigo.

- Ah, num fode né coroa? Até parece que tu tem minha idade. Se eu sou tarado, é porque herdei de tu!

Começamos a rir. Só então Pacha se ajeitou e foi recuperando o próprio corpo.

- Vocês com certeza são pai e filho mesmo!

Ficamos ali rindo e nos recompondo conforme os minutos passavam. Antes de sairmos, ainda ajeitamos com ele o preço do programa, mas o filho da puta só cobrou de mim e isso me irritou.

- Tá brincando, né?

- Teu filho é cliente vip, Adriano! Eu te avisei isso! Não é nada pessoal, você sabe.

E riu. Deixamos a próxima visitinha marcada e saímos dali, voltando pra casa de carro.

Mal sabíamos nós que aquele seria só o começo da nova rotina sexual que, pelo menos eu, jamais imaginaria ter depois de coroa. Ainda mais divorciado e solteiro, eu adulto e morando sozinho, não tinha motivos pra não encher a casa de piranha todo final de semana, desfrutando da companhia do meu filhão e mandando bala na bocetinha de cada uma. A gente ainda podia se dar ao luxo de, vez ou outra, convidar só o Pacha e mais algum amiguinho rabudo que tivesse afim de levar rola no cuzinho. Eu quarentão, ele nos dezoitão, mas ambos aproveitando o que o sexo podia oferecer de melhor.

- Hoje vou deixar tu escolher, Pacha. Pra quem tu quer dar primeiro, eu ou meu coroa?

De pé, completamente nu no tapete da sala da minha casa, esse era o Renan. Ele nem esperava nada, já ia tirando a roupa do viado e lhe dando as opções disponíveis.

- Hoje vou começar com o Adriano, pode ser?

Olhou pro acompanhante do Pacha e sorriu.

- Então já vou começar pela carne nova.

Esfregou as mãos como quem se prepara pra um banquete e nem quis saber o nome do cara, já foi virando ele de quatro e abaixando a calça.

- Explicou pro teu amigo como funciona?

Antes mesmo deu começar a penetrar, Renan já tava com a cabeça da vara atravessada no cu do colega dele, que gemia aflito pelo bem estar da rabiola.

- Isso, seu safado!

- Assim que eu gosto!

Sem dúvidas que o moleque era igualzinho ao pai. E nada melhor e mais relaxante do que um programa divertido em família, só pai e filho e uns conhecidos. Ele brincando de transar como se fosse um esporte rotineiro, do qual cansava brevemente, mas logo retornava ao esforço, e eu tentando aliviar minha carência de atenção, como se fosse possível segurar os desejos carnais da Sodomia que me dominava e que, ao mesmo tempo, dominava o moleque rebelde que era meu garoto. Como poderia cobrar dele algum controle naquela idade, coisa que nem mesmo eu tive? Mais que isso, até naquela idade tava ali, enterrando pau na bunda de outro homem e bem feliz por fazê-lo. Gozando dentro de cu do lado do meu moleque, que já tava grandão, um verdadeiro macho necessitado que nem eu. Completa fraternidade. Afinal de contas, fazer o que? Era meu filhão, né?

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Este continho é só o "LADO B" do conto anterior.

Ou seja, uma história paralela e com parte do enredo compartilhado.

Sigo anotando as sugestões das palavras de vocês! Pra quem não sabe, leia abaixo.

Tenho uma ideia diferente para as próximas histórias, mas preciso da ajuda de vocês.

Se quiser contribuir, basta comentar uma palavra que achar esteticamente bonita, diferente ou interessante. Não precisa ter um significado bonito, mas sim a escrita ou a pronúncia. Qualquer palavra, qualquer letra, mas só em português. Pode mandar no e-mail também, se preferir. Agradeço desde já!

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+ e-mail: andmarvin@yahoo.com

+ blog delicioso de um amigo que posta meus contos: https://erosedionisio.blogspot.com.br

Comentários

04/09/2017 09:48:46
Fogo e explosão
30/08/2017 16:29:39
Conto maravilhoso. Audácia.
30/08/2017 14:29:28
Q tesão
30/08/2017 14:01:28
@VALTERSÓ mas esse foi um dos menores :P
29/08/2017 23:34:17
PODERIA SER RENAN E ADRIANO OU ADRIANO E RENAN. RSSSSSSSSSSSSSSSUM POUCO LONGO. QUASE FICOU CANSATIVO DEMAIS.
29/08/2017 21:39:39
Muito bom esse conto Aqui algumas palavras que eu gosto : audácia; cinismo; escrúpulo;presunçoso; obsessão;excelência .
29/08/2017 19:08:36
faz uma historia dele na escola e come aquele nerd e faz de escravo, cheirar suvaco, pe
29/08/2017 15:52:22
Reprocidade 1. qualidade ou caráter de recíproco; correspondência mútua; recíproca, reciprocação.
29/08/2017 12:05:14
Eu gostaria de saber se o irmão mais velho teve aventuras entre os marinheiros kakakaka
29/08/2017 11:45:23
Altivez, que pode ser Soberba e arrogância, como também pode ser dignidade e nobreza. Quer palavra com mais dualidade? Acho que se encaixa no seu estilo.
29/08/2017 11:43:53
Altivez
29/08/2017 02:34:20
Curtindo

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