Noiado bom de Cu e bom de Boca.

Um conto erótico de Contos de Daniel
Categoria: Homossexual
Contém 783 palavras
Data: 15/07/2017 17:34:19
Última revisão: 22/09/2023 22:39:16

Eu tinha acabado de sair da balada, três da madrugada e eu turvado na cachaça, caminhando em busca de um ponto de moto táxi há cinco quadras da festa vi numa esquina um carinha, sem camiseta e bermudao.

Eu) - Pó mano! Sabe onde tem moto táxi aqui?

O cara parecia viajado, tinha um baseado na mão e foi apontando na direção...

Eu) - Vlw mano! Perdido aqui, primeira vez nesta balada.

Todo sorridente ele me oferecia uma puxada.

Eu) - Tô de boa Men.

Fui meio que saindo até ele me chamar...

Carinha) - E aí. Tá afim de curtir um lance?

Já tinha sacado qual a dele, mas ficou fitando a direção da minha rola.

Eu) - Ah chefe, sei essas parada não.

Carinha) - Lá pra frente tem um lote baldio. Topa?

Putzzz. Na hora fiquei meio pensativo, mas tirando duas que pequei acabei só né.

Eu) - Então, mas você...

Carinha) - Eu faço o que tu curtir.

Aquele olho bem vermelho, carinha magrinho todo marrento, tatuagem e tal, nem parecia mamador.

Chegamos num breo da pega, atrás de um pé de manga ele deu uma tragada e já veio com na mão direto no alvo.

Foi abaixando minha calça e sem neura já tirava meu cacete que estava mó duro e caia de boca, viajava na forma que aquele cara todo vida loca me chupava.

Segurei no seu cabelo e fui metendo na boca dele, ele engasgava mas engolia sem chorar meus 19 centímetros

Eu) - Mas manja em Men.

Metia até o talo, garganta profunda e acelerada... Só ouvia o baralho da socada na boca dele, se apoiando na minha perna e de joelhos eu aproveitava.

Chupando meu pau ele subia até meu mamilo, lambia e me arrepiava, não sou o cara galã mas tenho estilo, tenho 1.90 de altura, magro, branquelo, cabelo curto e olhos castanhos, algumas espinhas na cara, coisa natural de um rapaz de 19 anos.

Naquele momento o carinha já me punhetava e beijava minha boca.

Confesso que senti estranho e tal, mas curtia aquela sensação de transar com um desconhecido, sentia o gosto e o cheiro de maconha mais se jeitão gostoso de beijar, pequei no seu corpo e ali mesmo queria comer seu cuzinho, aquela coisa mecânica de dois machos, mas prazerosa.

Ele virou e se apoiando na árvore empinava aquela bunda linda, e que bunda...

Toda durinha, cheinha.

Eu) - Abre aí para toma rola!

Me obedecia e abria a passagem para atolar nele, dei uma dedada no seu cu, lambuzei com cuspe e fui direcionando meu caralho pra entrar.

Segurei nele e fui enfiando, bem lento para não judiar... ouvia ele receber com gemidos de dor, mas aguentava tudinho, meu pau é grande, mas não tão grosso, parava e continuava até sentir que foi até o talo.

Rosto apoiado na árvore e bunda com piroca dentro, era a situação daquele noiado gostosinho, cu bem apertado e prontinho para sentir a pressão.

Comecei a acelerar e ouvir seu respirar profundo, meu pau rasgava seu anelzinho todo apertado. Toma! Toma!

Bombava sem dó.

Ele gemia e com encostar do nosso corpo fazia aquele barulho, era toda minha rola no cu dele, até as bolas.

Ele dava uma rebolada e eu dois tapões de prazer, nossa que viagem, comer o cuzinho e dar mó tapa naquele bundão só ouvindo aquele machinho gemer.

Cu gostoso demais, quentinho... Nossa!

Dava uns embalos na bunda dele, parava e deixava a cabeça bem na entrada das suas pregas e tocava a rola pra dentro, ele sentia a pressão, mas sabia levar rola, assim socava sem dó, batia na bunda dele e metia, a vontade de gozar era muita, mas aquele rabo quente me fazia querer segurar ainda mais meu gozo.

Era impossível segurar, então meu pau explodia gozo no toba daquele noiado, ele segurava minhas pernas pra receber cada gota dentro do seu anelzinho, suei de prazer e naquele escuro despejava porra, então retirava meu pau, ele ajoelhava e dava mais um trato no meu cacete, lambia tudo, minhas bolas e toda extensão do meu cacete, engolia com vontade eu meia bomba só gemando com aquele prazer todo.

Aquele mano agora me dava um beijo gostoso e eu tocava nele, sentia aquele carinha e então a pausa, ele saia de perto e acendia mais um baseado.

Eu) – Sou Marcelo.

Carinha) – Eu Sandro.

Apertei a mão dele e fiquei de boa ali, observando...

Sandro) – Você é muito gostoso hemmm. Repetimos?

Eu) – Moro do outro lado da cidade, mas tem celular?

Pequei o número dele e já fui para o ponto de moto taxi, satisfeito, pois além de ser mó delicia aquela gozada havia uma chance de agir de novo.

FIm -

Autor - Daniel

www.contosdedaniel.blogspot.com

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