Casa dos Contos Eróticos

Um Playboy irresistível: Conhecendo Matheus.

Um conto erótico de Duque Chaves
Categoria: Homossexual
Data: 27/06/2017 17:20:36
Nota 9.75

Dois meses e uma semana!

Meu plano de não querer se cuida ia de vento em polpa, meu estômago ia se revirando as noites e a cada comida que ingerida que ele por vontade própria não aceitava.

Era o dia de eu ir no médico. Arthur ia me acompanhar junto com meu Pai.

Mariana de vez em quando estava indo lá em casa para ver como estava. As vezes nos trocamos algumas palavras e as outras restantes eram um silêncio. Algumas visitas delas eram apenas para me ver.

A clínica que íamos era uma particular, uns amigos do pai de Arthur, Leonardo estava se esforçando para quere o filho mais perto, só que ele não conseguia pelo fato de seu filho não achar ele um pai descente.

- Você está bem? - perguntou meu pai, olhando no retrovisor do carro de Arthur.

- Melhor impossível.

Meu sarcasmo tinha aumentando nos últimos dias, devido eu não consegui ingeri quase nada e ainda por cima dos remédios que tomava.

Fui forçado três vezes a tomar. A primeira ia colocar todos eles no ralo, mais Victor estava perto quando isso aconteceu.

A segunda meu pai me deu um empurrão quando ia joga-los.

A terceira foi com Arthur, que pegou os remédios e colocou todos na minha boca me forçando a tomar. Desde de então não estava mais sozinho.

A escola era complicado. Não ia fazer exercício físico por um bom tempo, e algumas pessoas me olhavam com pena. Até Beto e seu novo namorado olhavam para mim com piedade.

Eles nem enchendo meu saco ou de Arthur estavam, aquilo era um bom sinal. O mal era que se seu inimigo tem pena de você, a coisa está seria.

- Para.

Um enjoou veio é só tive tempo de abri a porta do carro e vomitar ali mesmo.

Estávamos na Cosme Ferreira e a clínica era perto. Meu vômito saiu só água e sopa que estava tomando.

Vez ou outra meu estômago por vontade própria conseguia comer feijão ou coisas pesadas.

Meu médico disse que ainda tinha como se cuidar e fazer uma cirurgia para arranca o câncer. Mais por um milagre eu estaria livre de sequelas.

- Vamos. Vomita tudo.

Como uma ordem de meu pai, meu corpo o obedeceu e vômito mais uma vez.

Arthur estava sendo tão paciente comigo, quanto meu pai. Os dois estavam trabalhando juntos para minha melhora. E eu lutando contra maré.

A clínica era verdes clara, estava bem na principal, o nome era até engraçado, Santa Luiza, entramos e fiquei na sala de espera. A única coisa que foi chato era que a sala de espera só poderia está eu.

- Senhor, só pode o paciente. - disse a loira atendente.

- Mais ele é meu filho. - repreendeu meu pai.

- Nos sabemos senhor, mais são normas da empresa. - disse a loira como se fosse um robô.

- Não posso deixa ele ir.

Arthur pegou no ombro de meu pai e com uma mensagem silenciosa ele concordou em deixar eu ir só.

Assim que entrei na sala estava um homem já com seus 50 anos, cabelos grisalhos e barba pontiagudas.

Seus olhos castanhos emitiram uma melancolia que deveria está muito bem guardada.

Ele me olhou, me deu um sorriso tímido e se apresentou. Ele era familiar. O rosto, os olhos, o jeito como sentava.

- Olá meu jovem. Me chamo Matheus.

Matheus era um senhor bom, com sua calça social e a camisa amarelo ovo ele parecia um senhor de idade que ia alimentar os pássaros.

- Com problemas no seu estômago também?

A pergunta não era por educação. mais sim por curiosidade.

- Sim. Estou em fase de tratamento. Nada grave.

Menti para ele, não queria me abri para um desconhecido.

- Que bom meu filho. Sabe, o meu está em fase terminal. Perdi muito tempo sem descobri. - disse Matheus olhando para o nada.

Não ia entra numa conversa daquela.

- Há tudo bem. Eu acho.

Não converse comigo, dizia para mim mesmo. Queria que ele parase, não queria papo com ninguém. Nem mesmo com aquele velho.

- Você namora? - perguntou o senhor com olhos tristes.

- Sim.

A resposta foi imediata.

- Que bom. O amor quando jovem é bonito. Eu perdi meu grande amor sabia.

Ele entrou num estado nostalgico, que se perdeu em sua própria memória.

- O que foi?

Ele piscou várias vezes saindo de seu transe.

- Você sente que ninguém lhe entende né? - perguntou ele.

Apenas o olhei.

- Sabe, ninguém Realmente entende, mais a diferença é que alguns se esforçam para lhe entender.

Ele me olhou e colocou a mão em minha perna.

- Fui apaixonado por um menino. Quando mais novo. Ele era bom, bonito e prometemos ficar juntos. - disse ele olhando para mim. - Sabe, o nome dele era Arthur, aqueles belos olhos.

- O que mais aconteceu?

- Eu fiquei doente. - disse ele num tom melancolico. - Peguei um câncer no estômago, quando disse para ele, nossos laços estavam mais forte.

A conversa foi para um rumo, que me fez quere ficar preso nele.

- Ele te abandonou?

A pergunta o fez lembra de coisas ruins. Os olhos deles lacrimegaram.

- Não. Pelo contrário. Ele ficou do meu lado. Eu que não fiquei do lado dele. - disse ele dando de ombros.

- Como assim? Você fugiu.

Ele riu debochando de minha pergunta.

- Eu afastei ele de mim. Sabe, minha mãe era uma megera.

Bufei concordando com ele, lembrando da minha.

- Mais mesmo assim. Afastei todos de mim. Meu pai, meu melhor amigo e até mesmo ele.

A conversa estava num tom melancolico, a sala parecia mais fria, o branco transparência frio.

- E o que aconteceu depois disso? Como se separaram?

Ele riu de mim dessa vez. Matheus era um senhor que me era famíliar.

- Não me cuidei. Fui prolongado a idiotice ideia de está bem. Para falar a verdade, eu mesmo me deixei nesse estado. Uma vez vi meu ex namorado na rua. Estava feliz com um senhor de idade do lado.

Ele me olhou e fingiu um sorriso.

- Para falar a verdade. Se eu tivesse cuidando de mim. Não deixaria isso acontece.

Uma lágrima escorreu dos olhos enrugados do senhor.

- Meu pai morreu é minha mãe morreu logo após. Não pude ir para o velório deles. Estava preso na UTI com os problemas que tive. Depois da morte deles, Arthur saiu de minha vida. - disse Matheus pegando na minha mão.

- Eu briguei com ela no anterior a sua morte. Eu disse que ela nunca me amou, que me via como lixo. Só que não era verdade. Eu nunca tive coragem de dizer para ela que eu amava.

Aquilo me acertou como uma flecha bem no meio do meu peito o fazendo Mucha.

- E porque o senhor está contando isso para mim?

Novamente eu vi em seu rosto, culpa, remoço, tristeza. Todos os sentimentos que ele guardava para sim. Veio em mim tudo de uma porrada só. Me senti tão pequeno, tão injusto com as pessoas que estavam me ajudando que o mundo caiu em meus ombros e deixei ser levado pela loucura de minhas próprias ideias.

- Você tem uma chance de fazer tudo da certo, Daniel. Faça.

Ele riu e se levantou do sofá branco, abriu a porta do doutor e entrou nela.

Contei até cinco e comecei a fazer as minhas perguntas. Ei pera lá, como esse velho sabe meu nome? Me levantei em um sobre salto e abri a porta do doutor.

- Como sabe meu...

Olhei para o doutor conversando com uma mulher, ela me encarou.

- Algum problema, senhor Daniel? - perguntou o médico.

- Cade o senhor que entrou aqui nessa sala?

Os dois se entre olharam e ela me olhou dessa vez com espanto.

- Você está bem? - perguntou ela mexendo em sua bolsa.

- Não tinha nenhum senhor me esperando. - Repsondeu o médico.

- Tinha sim. Ele acabou de entra, eu... Eu... Estava conversando com ele.

- Está bem meu garoto? - perguntou a mulher com tom de preocupada.

Eu apenas balancei a cabeça e fechei a porta, voltando para o sofá.

Depois da consulta e o médico me afirma que eu poderia corre o risco de morrer em alguns meses se boa me cuidasse. Fique pensando naquele senhor que estava lá.

Arthur ia do meu lado, ele está dormindo, meu pai me olha do retrovisor.

- Ele não dorme direito a dias.

Meu pai era bom em decifrar as expressões das pessoas.

- Sabe papai. Vou mudar essa minhas atitudes. Até mesmo com a mamãe.

Papai me encarou do retrovisor, como se eu tivesse falando em outra língua desconhecida.

- Porque dessa mudança repentina?

- Pai. Eu conversei comnão sabia ao certo o que era aquilo. - senhor, ele abriu meus hospital para besteira que ia fazendo.

Meu pai pareceu aliviado. Por dias eles ficou preocupado, andando para cima e para baixo comigo e com Arthur, levando a hospitais, devido meu estômago rejeitar comida e eu vomitar mais do que ingerida alimentos.

- Eu te amo pai.

Dei um beijo na testa de Arthur. Meu menino estava dormindo, mesmo com um beijo ele não acordou. O sono dele era profundo.

- Me deixe no mercado. Presciso fazer um jantar hoje.

Quem diria que eu conseguiria fazer uma lasanha rápida, e sem k gosto de gosma que ficava quando fazia.

O jantar seria em casa, na nossa mesa redonda. Quando pus a mesa tive um pequeno flash back, de eu e minha família sentada em torno dela. Velhos e bons tempos.

Meu pai estava com usando uma camisa polo azul, sua calças jeans surradas e uma sandália havaiana.

Arthur usava uma camisa com os dizeres Keep Calm mais Arthur, rosa com uma bandeira italiana atrás, uma bermuda e tênis fechados. Eu estava simples a vida branca e uma bermuda verde escura.

A campainha toca, era eles.

Arthur fechou a cara quando viu os dois juntos. Dei uma cotovelada em seu esteno.

- Boa noite.

Eu não queria ser falso, queria recomeçar, além do mais isso nunca ia acabar se eu não tivesse a primeira atitude.

- Mãe, senhor Leonardo. Sentem.

Eles trouxeram um doce para sobremesa e duas Champagne.

- Onde coloco? - perguntou Leonardo com a taça do doce na mão.

Olhei para Arthur e ele se prontificou a ajudar o pai.

Sentamos e preparei meu discurso.

- Mãe. Sei que nós não temos nossos melhores dias. A senhora errou e é difícil de perdoar. Mais como dizem a males que vem para o bem. Hoje eu estou aqui para aceitar seu perdão.

Mariana realmente ficou surpresa. Acho que o arrependimento de verdade bateu em seu peito, a fazendo derramar lágrimas. Eu me sentei e senti que uma pedra tinha saído do meu peito. Não queria com que aconteceu com. Matheus refletidas em mim.

- Me perdoa filho.

Eu a abracei. Meu pai ficou ali neutro, diferente de mim ele esperou mais de anos para ter uma explicação. No decorrer da noite eles dois conversaram e acho que se acertaram.

Arthur e seu pai estavam indo bem. Eles já começavam a se olhar nos olhos e não saí faíscas do encontro dos dois.

Fui lá fora ver se tinha deixado minha sandália na porta e ela estava lá, me abaixo para fechar e tomo um susto. Matheus estava lá fora olhando para mim.

- Que dito senhor. Quer me matar?

Ele riu tranquilo.

- Não. Longe de mim isso.

- Onde estava? Como conseguir entra e sai da sala e ninguém lhe viu?

Ele chegou perto de mim. Não percebi que estava tremendo, até ver minhas mãos se mexendo.

- Obrigado.

- Pelo que?

- Você nos deu um novo futuro.

- Dei o que? Quer entra? Comer algo?

Ele riu e fez um não com o dedo indicador.

- Daniel. Onde está?

Mariana me chama lá de dentro da cozinha. Me distrai por alguns minutos olhando para a porta e quando voltou meu olhar para a frente o senhor tinha sumido do nada.e deixando ali sozinho todo arrepiado.

Comentários

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28/06/2017 00:54:10
O inconsciente do Daniel quiz o alertar . Mas Prevejo coisa acontecendo kkkk
28/06/2017 00:42:51
A mata é cheia de espíritos
27/06/2017 22:47:11
ESTÁ DIRECIONANDO O CONTO PRA UM LADO ESPIRITUAL OU RELIGIOSO (NÃO SEI SE CURTO MUITO ISSO).
27/06/2017 20:11:36
Pelo menos foi um espirito de luz que quis ajudar o Daniel....