Meus presentes de Natal. A cunhada e a priminha.

Um conto erótico de Pedrinho
Categoria: Heterossexual
Contém 3406 palavras
Data: 24/05/2017 14:43:50
Última revisão: 24/11/2023 11:32:58

Chegou o natal. Nesse ano, Maria Alice e eu decidimos fazer o almoço em nossa casa e, como não gostamos de muita bagunça, convidamos apenas os parentes e amigos mais próximos. Estávamos ocupados com os afazeres desde cedo, e digo cedo mesmo. Mesmo com os convidados trazendo alguma coisa ou outra, a maioria das comidas estavam sendo preparadas por nós dois. Minha sogra, que tinha dito que chegaria cedo para ajudar nas preparações não o fez, o que culminou no início de uma discussão entre minha mulher e eu. Antes de ela chegar, chegou um tio de Alice, um daqueles que sempre faz a piadinha do pavê. Sim, a mulher dele trouxe o famigerado pavê. Não muito depois desse casal, finalmente chegou a trupe dos meus sogros trazendo minha cunhada e sua prima.

Bia, como sempre, levou de boa. Juju, inocente como era, deixou escapar algumas risadinhas mais soltas, o que me deixou preocupado e assim que tive uma oportunidade, falei com Beatriz para ela dar um jeito na prima. Funcionou e Juliana voltou a ser a menina tímida de antes.

Não muito depois disso, o azeite acabou. Estando na sala de jantar, gritei que havia uma garrafa nova dentro do armário. Minha solícita sogra foi pegar e com toda sua habilidade, derrubou a garrafa no chão acabando com o azeite. Por mim não teria problema algum porém, para Maria Alice, que precisaria do azeite para uma receita, era o fim do mundo e, além de brigar com a própria mãe por ter quebrado, ela começou a brigar comigo como se a culpa fosse minha por ter guardado a porcaria da garrafa em um lugar onde poderia cair. Eram xingamentos de lá, xingamentos de cá e o natal quase sendo estragado por culpa de uma mísera garrafa de azeite extra virgem.

Por ideia do sogrão, resolvi comprar um novo e fui gritando que achava que o mercado mais perto estaria longe e que iria a pé para tentar esfriar a cabeça.

Enquanto eu estava saindo, outros parentes chegaram. Cumprimentei a todos e continuei meu caminho.

Já próximo ao portão percebi passos atrás de mim e, ao me virar, vi Juliana com seu inseparável chinelinho havaianas e um shortinho curto, a primeira vez que a via com uma roupa assim. Elogiei suas belas pernas e a deixei sem graça. Perguntei onde ela iria e a resposta foi que ela me acompanharia e que não haveria problemas pois tinha avisado ao me sogro que iria comigo para conhecer a vizinhança.

Seguimos lado a lado e quanto mais longe ficávamos de casa, mais ousadia eu tinha. Comecei apenas dando um tapinha em sua bundinha, depois um apertão e, por fim, embaixo de uma árvore, atrás de um caminhão e na frente de uma casa toda murada, lasquei um beijo em sua boca e enfiei a mão dentro de seu shortinho e dei algumas dedadas em sua xoxotinha que estava encharcada. Tirei a mão e chupei meus dedos antes de continuarmos a caminhar.

Juliana começou a rir e quando a perguntei o motivo ela apontou para meu cacete, quase explodindo dentro da bermuda. Enquanto estávamos andando a sós na rua, não havia problemas, mas entrar no supermercado assim, seria um problemão.

Então, como um sinal dos céus, passamos ao lado de uma casa com uma plaqueta de vende-se e um portãozinho baixo. Olhei para os lados e não havia alma viva por aquela rua deserta. Ajudei-a a pular a muretinha e fiz o mesmo, puxando-a pela mão até a porta lateral, que estava trancada. Continuamos até os fundos da casa. Portas e janelas também trancadas. Fiquei a procurar alguma maneira de entrarmos naquela casa abandonada quando me toquei que não precisava entrar pois os muros altos, as plantas e a falta de janelas apontadas para o quintal nos deixavam invisíveis para olhos curiosos.

Puxei o corpo de Juliana contra o meu e começamos a nos beijar. Minhas duas mãos apertavam seu bumbunzinho gostoso. Suas mãos indecisas procuravam algum lugar para ficar por todo meu corpo, por debaixo da camiseta, pelas costas, cabeça, sob a bermuda. Tirei minha camiseta e ela me imitou. Virei-a de costas e a encoxei, aproveitando para soltar seu sutiã e liberar seus peitinhos. Fiquei beijando seu pescoço e ombros e orelhas, sentindo seu rebolado a se esfregar no meu cacete e minhas mãos cheias com os seios redondinhos que aquela ninfeta angelical tinha. Seus gemidinhos me deixavam mais doido ainda. – Ai Pedrinho, que delícia. – Virei-a de frente e chupei seus mamilos escurinhos aumentando os gemidos da priminha. Desabotoei a bermuda e a deixei cair aos meus pés. As duas mãos da moleca seguraram meu mastro e começavam a punhetá-lo. – Chupa! – Foi tudo o que precisei dizer para ela se agachar e cair de boca na minha rola.

A fome que ela estava do meu caralho me rendeu um boquete espetacular. Sua cabeça ia e vinha, cada vez engolindo mais do meu cacete, deixando-o todo babado e melhor lubrificado para sua boquinha conseguir abocanhar mais. Quando tudo coube em sua boquinha, deixei-a ir e voltar mais algumas vezes, o que ela fazia sem qualquer pressa. Em uma das vezes que ela veio, segurei sua cabeça com minha rola toda dentro de sua boquinha. Na hora seus olhos grandes se arregalaram e exprimiam um pequeno desespero, uma angustia que escorria pelos seus olhinhos junto com as lágrimas. Sorri para ela. – Boa menina. – Dei alguns tapinhas de leve em seu rostinho de donzela inocente e a libertei. Mal recuperou o fôlego, tornou a abocanhar meu cacetão com sua boquinha sedenta.

A satisfação com a qual ela me chupava e a lembrança do nojinho dela quanto à minha porra me davam a ideia de esvaziar minhas bolas bem no fundo daquela garganta e fazê-la ficar sem ar. No entanto, era mais difícil ficar a sós com ela, que quase nunca saia da casa de seus tios, muitas vezes nem do quarto, do que era com a bunduda da Beatriz.

Levantei Julinha e beijei seus lábios lambuzados de saliva, soltando seu shortinho e empurrando-o para baixo junto com a calcinha. Virei-a de uma vez e me apertei contra seu corpo e dedei sua bucetinha. De tão molhada que ela estava, até em suas pernas seu mel escorria. Com meus pés a fiz abrir as pernas esguias e coloquei toda minha mão sobre sua xoxota, molhando toda minha palma. Usei a própria lubrificação da priminha e passei em meu cacete todo babado colocando-o entre as bandas de sua bundinha. Olhando por sobre seu ombro franzino ela perguntou se eu não usaria camisinha. Nem me dei ao trabalho de responder e empurrei meu quadril para frente, forçando a cabeçona a entrar entre as preguinhas de seu cu. Seu gritinho me serviu como alerta. Mesmo a saliva e o mel de sua xoxota não se comparavam ao KY que tínhamos usado. Se minha rola não fosse tão grande, talvez não tivéssemos problemas mas minha rola era bem incomum e aquele cuzinho ainda principiante recebendo meu monstro assim, mesmo ela tendo aguentado tão bem da outra vez, seria demais. Forcei mais um pouquinho e outra parte de meu cacete adentrou no anelzinho apertado e vieram vários gritos de ai simultâneos acompanhados de várias reclamações por parte da moreninha sobre a dor que ela sentia.

Tirei meu cacete.

Seu olhar, antes angustiado e sofrido, se aliviou.

Abaixei e levantei.

Me ajeitei em sua traseira outra vez, apontando a glande avantajada para seu cuzinho e empurrando até ela entrar.

Um novo grito.

Tapei a boca de Juju com minha cueca que tinha pego do chão e a mandei morder.

Dei mais uma forçada em sua traseira e coloquei mais um pouco do meu pau no cuzinho que se abria aos poucos.

O grito ficou preso entre a boca e cueca e minha mão.

Gostei da minha solução.

Sem soltá-la, fiz meus dedos procurarem o clitóris da moça e minha boca morder o pescoço esguio e comprido à minha frente. Forcei meu corpo para frente, fazendo com que as mãozinhas delicadas dela se firmassem na parede de tijolinhos a vista, tentando empurrá-la de volta para trás ou pelo menos sair da minha frente.

Virando rosto na minha direção, seus olhos praticamente imploravam para eu não fazer o que ela sabia que eu faria. Com minha cueca a tapar-lhe a boca, ela pode, simplesmente, balançar a cabeça em sucessivas negativas, esforçando-se ao máximo para que eu atendesse seu clamor. – Você não era a fodona que me aguentava inteiro sem chorar? Vou adorar contar para Biazinha quantas lágrimas você derramou desses olhos lindos enquanto eu te currava. – Com um movimento único, cravei toda minha rola dentro do rabo de Juliana. O couro firme de seu cu raspava grosseiramente contra meu falo enorme me trazendo um desconforto e ao mesmo tempo mais gana para arregaçar aquele cuzinho que tinha resistido tão bem ao meu monstro. Com a mão em sua buceta eu a impedia de ir para frente. Com a mão em sua boca eu a impedia de gritar. Com o corpo em suas costas eu a empurrava para frente, forçando-a contra a parede e dando um trabalho aos seus bracinhos magros para manter seu belo rosto longe do barro queimado do tijolinho vermelho.

As lágrimas de seu padecimento molhavam minha mão em seu rosto. Seu choro fazia tremer a cueca em minha mão e a cada nova bombada, mais e mais ela chorava. – É assim que tem que ser uma enrabada, Juliana. Muito choro e ranger de dentes. – Dei mais algumas cravadas e parei. Esperei até ela recuperar a respiração normal, o que demorou um pouco, e tirei a cueca de sua boca. Soluçando, ela me encarou. Movi meus dedos em sua bucetinha. Ela revirou os olhos e soltou um sonoro e afinado gemido. Puxei seu rosto para mim e a beijei, recomeçando a foda, agora bem lentamente, entrando e saindo de seu cuzinho bem castigado e usando meus dedos hábeis para dar prazer para sua xota virgem.

Dei uma mordida em sua orelha, arrepiando-a, e falei para ela rebolar. Tão imersa em nossa foda ela estava, que me obedeceu sem questionar. Soltei seu corpo e dei um passo para trás, ficando apenas meu cacete e seu cuzinho a se tocarem. Com a malemolência de uma sambista, ela passou a requebras as cadeiras, indo para frente e para trás, girando o quadril em um rebolado amplo e admirável. Quando se afastava de mim, seu corpo se movia velozmente, expelindo minha lança de seu cuzinho. Quando se aproximava, seu corpo era lento, manhoso, acompanhado por sussurros indecifráveis e excitantes.

Seu talento para rebolar impressionava. Sempre que se afastava, ela conseguia ir longe o suficiente para que apenas minha cabeçorra ficasse dentro de seu rabo, nem mais, nem menos. Uma precisão incrível que prendeu minha atenção de tal forma que eu tinha até medo de tocar em seu corpo e fazê-la perder o ritmo. Me contentei em contemplar aquela pequena performance de dança privativa.

Ao ouvir um gemidinho um pouco diferente, voltei a mim e levantei o rosto. Encarei o fascinante olhar de uma ninfetinha morena e com muito prazer estampado em sua boca semi-aberta. Chamei-a de vagabunda e cravei meus dedos na carne de sua cintura e passei a golpear aquele rabinho com uma impetuosidade animalesca.

Com a bundinha empinada, Juliana apoiou todo o corpo em suas mãos e me deixou a vontade, gemendo na cadência de minhas bombadas e logo seu cuzinho ficou empanturrado com minha porra.

Puxei-a para mim e abracei, levando nossos corpos de encontro à parede.

Ficamos imóveis, como duas estátuas presas ao muro com respirações arquejantes e corpos suados.

Por fim, sentamos no chão mesmo, para descansarmos, e minha gala escorreu pelos azulejos formando uma pequena poça abaixo de Juju.

Comecei a recolocar minha roupa primeiro e percebi uma certa apreensão em minha amante. Achei que ela estivesse com medo de engravidar. Não sei, já que ela tinha vindo de uma cidade minúscula, pensei nisso. Ela riu de mim e disse estar com medo de manchar sua calcinha.

Acabei voltando sem cueca e ela com uma proteção extra entre sua roupa de baixo e o minúsculo shortinho.

De volta ao meu lar, entreguei a garrafa para Alice e, antes mesmo de ela questionar, disse que o mercado mais próximo estava fechado, o que era verdade, e que o outro estava cheio, o que também era verdade, apenas omiti o fato de temos tido sorte e um caixa abrir na hora que estávamos para passar.

Passou o almoço, passou a sobremesa, passou o descanso e tudo encaminhava-se para um final de tarde de muita tranquilidade e foi nesse momento que Beatriz se aproximou e me chamou de canto. Perguntou onde eu tinha ido com a priminha dela e porque tínhamos demorado tanto. Foi um pequeno ataque de ciúmes. Expliquei tudo novamente mas ela não acreditou, começando a ficar um pouco alterada. Para evitar uma briga com a cunhada na frente de todos e colocar tudo a perder, falei a verdade e disse que ela não tinha nada a ver com isso e que continuaria a comer a Juliana ela querendo ou não.

Brava, tentou me ameaçar, dizendo que contaria a todos sobre nosso caso. Coloquei-a em xeque ao questioná-la sobre como ficaria a família ao descobrir nosso caso. Disse que eu poderia separar de Maria Alice e viver uma vida de solteiro e perguntei se ela poderia se separar dos pais e da irmã. Sem resposta, Beatriz apenas abaixou a cabeça. Sai de perto dela e continuei como se nada tivesse acontecido.

Depois desse fato, percebi um olhar meio enigmático vindo de minha cunhada e achei melhor colocar tudo em panos limpos de uma vez para ela não alimentar a ideia de me dedurar.

Fui até a frente da casa, tentado espairecer a mente, e percebi que poucos eram os vizinhos com carros na garagem. A maioria aproveitou as festas de final de ano para viajar, incluso meu vizinho do lado, cuja casa estava escura e silenciosa.

Voltei para dentro da casa e comentei com minha querida esposa o quão vazio estava o condomínio e sutilmente perguntei sobre nossos vizinhos e ela confirmou que ambos viajavam.

Aproveitei que eles reformavam a casa e usei uma parede quebrada para entrar no quintal deles. Fui à lavanderia, até a porta da cozinha, e a confirmei fechada. Voltei para minha casa e fiz com que tanto Beatriz quanto Juliana fossem à casa do vizinho pela mesma parede quebrada, uma por vez para não levantar suspeitas.

Na mesma lavanderia, coloquei as duas de frente uma para a outra e fiz Bia pedir desculpas para a prima. Ela relutou no começo mas consegui convencê-la de que o que nós três tínhamos era uma relação de lealdade mútua e, mesmo traindo a confiança de toda nossa família, deveríamos nos manter unidos em nossa falsidade para o bem de todos. Pela segunda vez naquele dia consegui fazê-la abaixar a cabeça e deixá-la com um sentimento de pequenez. Mal ela pediu desculpas, Juliana também se desculpou por ter saído sozinha comigo, como se a culpa tivesse sido dela e que Beatriz tinha mais direitos por ser cunhada e estar a mais tempo comigo. Retruquei e disse que as duas tem direitos iguais e que entre nós não haveria ninguém superior a ninguém.

Então, para fazermos as pazes, mandei as duas se beijarem e as duas deram um selinho. Fiz uma cara de decepcionado e disse que tinha que ser um beijo de verdade. Um novo beijo aconteceu, agora mais voluptuoso, erótico, sensual. Minha rola acordou na hora. Me intrometi entre o beijo das duas e minhas mãos foram direto para seus rabos volumosos e empurrei uma contra a outra.

As duas passaram a se abraçar e o beijo cada vez mais esquentava.

Me afastei e abaixei a bermuda e com um assovio chamei-lhes a atenção. Cunhada e prima se entreolharam, agora com risadinhas juvenis, e vieram até mim, ajoelhando na minha frente. Educadamente, Beatriz segurou meu cacetão e o ofereceu à Juliana que deu um beijo e colocou toda a cabeçorra para dentro de seus lábios. Deu uma sugada bem forte e devolveu para Bia que fez o mesmo. Minhas amantes seguiram com essa brincadeira, rindo uma para a outra, chupando apenas a glande vermelha sem nem se darem ao trabalho de olhar para cima. Suas risadinhas se confundiam com o burburinho que vinham de minha casa e eu tinha que prestar atenção para algum som que denotasse alguém em busca de minha pessoa.

Essa apreensão, essa preocupação com a casa ao lado, servia para aumentar minha libido. As duas, ajoelhadinhas e ocupadas com meu membro, nem se preocupavam com aquele feriado especial, e para mim mais ainda.

Beatriz, quando empurrou meu cacetão para a boquinha de Juliana, levou sua cabeça junta e, quando os lábios da moreninha encostaram em minha glande, os lábios da branquinha também o fizeram. Simultaneamente as duas sugavam a cabeçorra, tocavam os lábios e me encaravam com seus sorrisos obscenos e boquinhas maldosas.

Juliana, puxando toda minha rola para si, em uma única bocada, engoliu-a toda. Beatriz se abaixou mais e me forçou a abrir as pernas, se ajeitando entre elas e lambendo as bolas de meu saco. A priminha fazia minha rola sumir em sua boca enquanto a cunhadinha se acabava com meu saco.

Como se mandasse em alguma coisa, Biazinha empurrou a prima e tomou seu lugar, engolindo a cabeça e um pouco mais, o máximo que conseguia. Julinha usou sua hábil língua por todo meu mastro, da base até os lábios de sua prima, quase coordenadamente.

Bia então tirou a rola de sua boca e ficou apenas a lamber a cabeça. Juju continuava com sua língua de baixo até em cima.

Segurei minha rola e comecei a me punhetar na frente das duas. Beatriz escancarou sua boquinha a espera de sua recompensa pelo trabalho bem feito. Juliana fechou tanto a boca quanto seus olhinhos.

Deixei Juju na expectativa e gozei tudo na carinha de ninfeta de Bia.

Ao perceber que eu já tinha gozado e que ela continuava limpa, Julinha abriu um dos olhos, apreensiva, depois o outro e sorriu ao ver o rosto de Bia todo melecado. Seu sorriso era como o de uma menina arteira que acabou de fazer uma bagunça mas saiu ilesa do castigo. Beatriz, tirando os óculos cheio de porra, mostrou a língua para a prima que respondeu com sua língua.

Eu, já tendo tido uma ideia muito sacana, perguntei para Juliana se ela achava que tinha acabado. Ainda com seu sorriso no rosto, ela disse que não tinha entendido. – Bobinha. – Mandei com ela limpasse Bia. Com seus dedos esguios, ela tocou no rosto de minha cunhada. – Não, não. Não é assim que se limpa minha querida cunhadinha. Use essa sua linguinha de gata e deixe a Biazinha limpinha. – Sua expressão de nojo veio na hora. Agarrei-a pelos cabelos e falei para ela não ter essa de nojinho e começar a limpar antes de alguém perceber a falta de 3 pessoas na festa. Ela engoliu seco, tirou a língua da boca e se aproximou de minha porra que escorria no nariz de Bia já formando uma gota para pingar.

Com uma última olhada para mim, esperando uma absolvição de minha parte, ela lambeu a porra da ponta do nariz até o meio dos olhos de Bia. A coitadinha fez um grande esforço para conseguir recolocar a língua de volta em sua boquinha e eu a ajudei a fechar, mandando-a engolir.

Abri sua boca e a vi vazia. Parabenizei sua força de vontade e ela voltou a sorrir e começando a se levantar. Segurei-a pelos ombros e apontei, com o queixo, para o rosto sujo de Bia. – Ainda tem muito leitinho para você beber. – Obedientemente ela recomeçou a lamber, agora com as ânsias mais controladas.

Beatriz, sendo lambida daquela forma, ria e se masturbava. Entre algumas lambidas de sua prima, beijava-a a boca e roubava-lhe meu gozo só para me mostrar e engolir com total satisfação.

Tirei a camiseta de Juliana e terminei de limpar minha cunhadinha com o avesso da camisa. Ao devolver a blusa para Juju disse que assim ela poderia se lembrar do meu cheiro quando quisesse. Ela deu um sorriso sem graça mas Beatriz se acabou na risada.

A festa acabou, o ano também e no meio de janeiro Tati entrou em contato comigo novamente pedindo mais 500 reais.

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Comentários

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Quero ver como você vai resolver esse problema do 500 kkk

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Cara já virei fã de seus contos. Tá de parabéns. Mais quando vc vai tirar o cabaço dessas duas?

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