Casa dos Contos Eróticos

Viagem com Amigos

Um conto erótico de Viésci
Categoria: Heterossexual
Data: 15/05/2017 17:19:47
Nota 10.00

Olá, irei me descrever brevemente, me chamem de Viésci

Tenho 20 anos, 1.70cm, cabelos e olhos castanhos. Senti vontade de publicar contos para melhorar minha escrita e entreter a mim e a outras pessoas.

Eu e alguns amigos havíamos combinado de viajar para praia em um final de semana, ao todo era um total de 10 amigos, 6 garotos e 4 garotas. Havia dois casais, meu melhor amigo e sua namorada, e a melhor amiga da namorada do meu amigo e outro amigo nosso.

Seguimos viagem em uma sexta-feira de tarde, para podermos aproveitar ao máximo os poucos dias que ficaríamos lá. No meu carro estava eu, meu melhor amigo, sua namorada e mais duas garotas. No outro carro estavam o outro casal e mais três amigos. Seguimos viagem tranquilamente, chegamos na praia no finalzinho da tarde, nem conseguimos aproveitar o sol do dia, até porque havia começado a fechar um pouco o tempo.

Nos arrumamos no apartamento e decidimos as camas, o problema era que havia apenas 4 camas para 10 pessoas e duas eram de casal. Meu melhor amigo e sua namorada ficaram em um quarto separado com a cama de casal, o outro casal de amigos ficou em outro quarto separado na cama de casal restante e dois amigos ficaram com as camas restantes em outro quarto. Por sorte tínhamos alguns colchões, 2 pra ser mais exato. Iríamos colocar os colchões no chão na hora de dormir um ao lado do outro na horizontal e dormir na outra horizontal. Acho que deu pra entender. Mas isso era apenas pra noite, ainda iríamos curtir a noite.

Fomos ao mercado compramos bebidas, comida para os dias e logo voltamos ao apartamento e já fomos para a praia, que era à alguns metros do prédio. Ficamos na praia bebendo, conversando, jogando bola, até que eu fico sentado conversando com uma das garotas, a Karina, ex namorada de um amigo que não quis viajar conosco por conta dela. Karina tem 1.60cm aproximadamente, cabelos castanhos claros e olhos também, seu corpo é esbelto e seu ponto forte são os seios, que são bem grandes. Meu melhor amigo e sua namorada estavam jogando bola com o pessoal e o outro casal discutia na calçada ali próximo, não sei sobre o que, eles estavam meio estranhos o dia todo.

Karina não estava bebendo muito, mas já estava um pouco alegre, e eu não curtia mais encher a cara como antes, apenas bebia pra socializar. Começamos a conversar sobre vários assuntos, até que caímos sobre relacionamentos.

- Você não namora porque não quer Vi. Você é super engraçado, meio grosso, mas engraçado.

- Eu não namoro porque sou um saco com relacionamentos e um saco pra escolher garotas. As que eu escolho sempre não são o que eu espero. - Corrigindo minha amiga.

- Ah, mas pelo menos você não deve perder nenhuma oportunidade de dar uns beijos né?

- Depende muito da garota, dificilmente vou ficar com alguém só por ficar. Acho que tenho que conhecer a pessoa pra sentir vontade de beijá-la ou até de transar com ela.

Karina se assustou, não sabia que eu fala de sexo tão abertamente.

- Quando foi a última vez que transou? - Perguntou pra mim com a mão no queixo.

- Faz mais de um ano já, foi com minha ex-namorada.

- Entendi...

Antes que pudéssemos continuar a conversa fomos chamados pelos nossos amigos pra jogar bola com eles e lá fomos. Jogamos bola por aproximadamente uma hora até que decidimos parar. Karina saiu com a mão nas costas, reclamando de um pouco de dor. Cheguei próximo a ela e perguntei:

- Você tá precisando de uma massagem. Se quiser, antes de dormir te faço uma!

- Adoraria! E iria me ajudar bastante, tá doendo um pouco os ombros e as costas.

- Okay, depois do banho, quando for deitar, eu faço a massagem em você.

Aprendi a fazer massagem em um curso a muito tempo, não imaginei que iria realmente precisar massagear alguém, mas felizmente essa massagem me renderia uma boa noite. Eu só não sabia disso ainda.

Antes de irmos pro apartamento começamos a beber de novo... Bebemos bastante, estavam todos bem bêbados e a bebida já estava acabando. Resolvemos ir embora e fomos indo aos poucos. Eu, por sorte, era o que estava mais são, o resto estava quase caindo de tão bêbados.

Chegamos no apartamento e fomos de dois em dois tomar banho, já que havia duas suítes no apartamento, cada um tomava banho em um banheiro. Enquanto tomavam banho ficamos conversando sem se sentar em nada, estávamos cheio de areia. Percebi que meu amigo e sua "ficante" não estavam se falando nem se olhando direito, fui perguntar pra ela o que tinha acontecido.

- Ei Mari, ta tudo bem? - Seu nome é Mariana, também com mais ou menos 1.60cm, cabelos bem longos e castanhos e bem magra, nada de muito relevante em seu corpo, mas sabia de relacionamentos passados que ela curtia fazer algumas loucuras no sexo.

- Está tudo bem, apenas o Pedro que é muito pegajoso. Pedi um tempo pra ele. - Pedro era meu amigo, o que estava ficando com ela.

- Entendi. Mas você ainda vai dormir aqui né? - Ela tinha uma casa próxima que estavam alguns parentes.

- Sim, mas não vou dormir com ele, vou dormir aqui na sala também.

Sempre achei ela muito linda, mas por ela conhecer muito bem meus amigos e minhas ex namoradas, nunca tentei nenhuma investida.

Todos já haviam tomado banho e estavam se ajeitando para dormir. Em um quarto meu melhor amigo e sua namorada, no outro Pedro na cama de casal sozinho, e em outro quarto dois amigos nas camas de solteiro. Na sala ficaram meu amigo William, Mari, Eu, Karina e sua irmã. Ao deitar, a ordem foi essa.

Apagaram as luzes, nos deitamos e nos esprememos para caber nos dois colchões horizontalmente. Karina estava de costas pra mim e vestia seu pijama, uma camiseta regata de alça fina e um shortinho muito pequeno, dava pra ver a banda de sua pequena bunda. Todos estavam cobertos, mas com três cobertas. William e Mari com uma, eu e Karina com outra e sua irmã com uma para ela sozinha.

Alguns segundos se passaram até que Karina vira sua cabeça pra mim e pergunta:

- E minha massagem? - Dando um sorriso.

- É pra já!

Coloquei minhas mãos em seus ombros, com dificuldade já que um dos braços estava no colchão por estarmos de lado, e comecei a massageá-los lentamente. Sem um creme ou óleo é realmente difícil massagear, pois os dedos não escorregam de forma fácil e é preciso aplicar um pouco mais de força. Karina estava amando, tanto que soltava alguns gemidos e sempre elogiava com "nossa, tá muito bom", "tá realmente gostoso", "que delicia", mas tudo em tom bem baixo que apenas eu ouviria e talvez sua irmã.

A massagem foi se estendendo por uma hora aproximadamente, todos dormiam exceto eu e Karina. Eu já massageava suas costas inteiras e vez ou outro dava uns apertos em sua cintura e quadril, puxando-a para perto de mim. Resolvi ser mais ousado e passar minhas mãos pela sua barriga e subir um pouco a camiseta, chegando bem abaixo de seus lindos seios. Nesta altura do campeonato eu já estava colado de conchinha com ela e com certeza ela podia sentir a elevação em meu short causada pelo meu pênis. Karina começou a suspirar mais forte e não reclamou, foi a permissão que eu precisava para continuar. Se alguém aparecesse naquele momento, em pé à nossa frente, teria certeza que estávamos transando ou fazendo qualquer outra coisa, então fiquei atento pra qualquer barulho.

Coloquei minha mão direita, a que não tinha tanta mobilidade devido a posição, em baixo de sua cintura e apertava vez ou outra, com a outra mão fui passando pela sua barriga e subindo até a base de seus peitos, onde estava a blusa no momento. Fiquei nisso por algum tempo, até que coloquei a mão por debaixo da blusa e senti seus seios, mesmo com o sutiã. Eram macios e minha mão não dava conta de pegar um inteiro. Comecei a dar leves apertadas e senti a mão esquerda dela tatear minha cintura, procurando pelo meu pênis. Ela colocou sua mão por dentro de meu shorts e cueca e segurou meu pênis com força, como se estivesse faminta e começou a movimentar sua mão por ele, pra cima e pra baixo.

Senti que já tinha liberdade pra fazer o que quisesse com ela, mas limitado ao espaço e barulho que podíamos fazer. Resolvi descer minha mão até seu shorts e comecei a abaixá-lo bem devagar, para não fazer nenhum ruído se quer. Deixei sua calcinha ali, nem sei como ela era, não enxergava devido as cobertas em cima de nós. Coloquei minha mão por cima da calcinha mesmo e comecei a massagear sua buceta. Sua respiração ficou mais forte e ela soltava gemidos um pouco mais altos. Fui em seu ouvido e disse:

- Eu posso continuar? Se eu continuar é melhor não fazer nenhum barulho... Os outros podem acordar.

Ela não responder, apenas acenou com a cabeça e continuou me masturbando.

Ficamos nessa por alguns minutos, até que eu decido abaixar minha roupa de baixo e sua calcinha e colar nossos corpos enquanto massageava seus seios, que eu já havia retirado do sutiã colocando-o para cima deles. Eu pudia sentir seu corpo quente e ela sentia o meu, meu pênis pulsando em sua bunda e minha respiração em sua nuca, ela estava louca pra me dar, ficava rebolando bem devagar procurando encaixar meu pênis em sua buceta. E eu ajudei. Com a mão que não se movimentava muito devido a posição, peguei meu pênis e fui procurando sua buceta enquanto ela rebolava, foi um pouco difícil devido ao nosso fogo e não poder enxergara direito o que se está fazendo, mas finalmente consegui. Senti sua buceta encharcada e sabia que ela estava louca de tesão. Fui penetrando bem devagar para sentir cada centímetro dela, talvez eu não tivesse outra oportunidade, talvez amanhã ela não se lembrasse disso, precisava aproveitar.

Comecei um movimento de vai e vem bem lento, a cada leve estocada sentia todo o espaço de sua buceta se abrindo e contraindo contra o meu pau, era magnífico. Toda a adrenalina de poder ser pego naquele momento só aumentava o prazer que sentíamos. Comecei a aumentar a velocidade, nada muito rápido, pois já percebi que fazíamos bastante barulho naquele estado. Enquanto penetrava ela, massageava seu clitóris com a mão esquerda. Karina se contorceu por alguns segundos de repente e eu soube que ela havia chego ao orgasmo, já que além de tudo isso ela havia mordido sua mão para não fazer barulho.

Esperei alguns segundos e senti ela rebolando novamente, agora era minha vez de gozar. Continuamos nisso por alguns minutos até que anunciei que iria gozar e ameacei tirar o meu pau de dentro dela e ela sussurra:

- Pode gozar dentro, eu tomei a injeção.

Ao ouvir isso parecia que meu pau iria explodir de tanto esperma que saia dele, mas não gozei dentro dela, até porque ela falou assim que eu já havia me retirado dela.

Ficamos parados nos recompondo um minuto e ela se veste, se arruma, se levanta e vai em direção ao banheiro, provavelmente pra se limpar. Quando ela fecha a porta, alguém me cutuca no ombro. Eu me viro e vejo a Mari me olhando com uma cara sacana como se dissesse: "te peguei no ato, hahaha".

Me volto para o outro lado e pego no sono.

Acordo no outro dia como se nada tivesse acontecido, nem mesmo Karina comentou sobre o assunto ou ficou dando investidas. Era literalmente como se fosse um sonho, exceto por Mari, que hora ou outra passava por mim dando risada. Ainda tínhamos uma noite para passar na praia e muita coisa poderia acontecer.

Mas se aconteceu ou não, saberão num possível próximo capítulo.

Comentários

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16/05/2017 05:52:08
Conta aí... comeu a mari tb...
16/05/2017 02:45:57
Muito bom... Simples e eficaz!!! tkts42@outlook.com
15/05/2017 19:49:56
maravilhoso gatas chamem no whats para novas amizades 9_6_9_9_7_3_6_9_9 bjs