Consolo da Cunhada

Um conto erótico de TaradoMineiro
Categoria: Heterossexual
Contém 1436 palavras
Data: 24/04/2017 13:19:30

Consolo da Cunhada.

Se quiserem saber sobre mim, e sobre como é a minha vida, inclusive concluímos que ela possuí um fetiche de me ver com outras mulheres leiam os outros contos!!!

Bom, acontece que minha esposa tem uma irmã que separou-se há 2/3 anos, e desde então afirma categoricamente que não quer outro homem em sua vida.

Temos – eu e minha esposa - um ótimo relacionamento com ela, que sempre está nos convidando para almoçar e tudo mais. Neste último fim de semana, após o almoço, fui num treinão que rolou com outros faixas pretas, passei em casa, tomei um banho e voltei na cunhada para buscar minha esposa e acabar tomando um café da tarde, toquei a campainha e entrei, chegando lá as duas olharam pra mim com uma cara de “safadas” que todo homem reconhece quando as mulheres estão excitadas.

Porém me trataram com cordialidade sem dizer nada demais, e estávamos esperando meu sogro que viria tomar café da tarde também.

Tudo transcorreu bem, sem qualquer outra coisa de anormal, até que fomos embora, já no caminho minha esposa soltou, minha irmã está carente coitada, eu disse, mas ela alega que está bem, que não quer arrumar “encosto”, risos, ela riu e disse, não é carente de cuidado masculino, e carente de pinto!!! Nisso eu olhei pra minha esposa e ela estava com cara de safada, eu disse, subindo nas paredes, ela, é, e desta vez foi a primeira vez que pensei na minha cunhada sexualmente, ela tinha seus 40 anos, conservada, tinha uma anca razoável, maior que a da minha esposa, porém pequenos seios, não os fartos como da minha esposa; então ela disse, o que acha de você satisfazer ela? Eu fiquei estupefato no momento, e ela disse, você já come minha sobrinha, come ela também...e mordeu o lábio, coisa que me deixa louco... eu falei, bom, será, ela disse, aham...eu falei pra ela que te liberava, mas ia querer participar, ela disse, credo, olha você com idéias erradas, então eu combinei com ela, não precisa ser da primeira vez, mas na segunda vez eu ia querer ver, então minha irmã me disse, diana, sabe que fiquei excitada com essa idéia, e acabou caindo na gargalhada. Eu respondi, fico sem graça com isso, não sei nem como abordá-la...então minha esposa disse, não tem que abordar, me deixa em casa, volta lá e não faz nada, assim q fechar a porta tira o pinto pra fora e deixa rolar...e riu de morrer, mordendo o lábio, eu respondi, a minha vontade agora é te comer, e não ela, ela respondeu, consola a minha irmã que vou ficar em casa te esperando, e com cada vez mais tesão de imaginar vocês.

A deixei em casa com um beijo molhado, ambos exalando sexo, sinceramente, estava excitado por prever o que me esperaria do que por comer minha cunhada.

Voltei pra casa dela, chegando lá toquei a campainha, ela perguntou no interfone, quem é, eu disse que era eu, ela disse, ué, esqueceram algo, eu respondi, Diana me mandou vir aqui, demorou uns 5 segundos, acredito que ela tenha se assustado, tensa, se ia abrir ou não, mas enfim, abriu o portão, eu não sabia o que esperar, cheguei ao seu apartamento, ela abriu a porta, eu quando a vi, não consegui interpretar o que ela estava sentindo, acredito que nem ela, ainda estava com a mesma roupa, pensei em fazer aquilo que minha esposa havia falado, simplesmente tirar o pinto pra fora e ver o que rolava, mas aguardei, então ela tomou atitude e disse, quer tomar alguma coisa, eu ri, estávamos ambos desconfortáveis com a situação, então resolvi ser franco, como sempre, bom, você sabe que não bebo, risos, eu vim aqui pra te ajudar, não é isso, e sentei no sofá, ela sentou e então cruzou a perna, estava com um vestido – o mesmo de sempre, porém pude ver suas pernas, bonitas – eu disse, não tem um jeito fácil né, até eu entender como você gosta, ela abaixou os olhos, e falou, só tive um homem, você sabe, só sei de um jeito, e nada do jeito que a Diana disse que vocês fazem – ela corou, o que me excitou – então tomei atitude, bom, pelo visto você quer safadeza né, ela só fez sim com a cabeça, foi quando eu levantei e abaixei minhas calças praticamente enfiando o pinto na cara dela, ela olhou assustada e acabou abocanhando, e sentiu tesão nisso, realmente estava curtindo, isso, era quase que um taboo em sua cabeça, chupar um pau, quando vi que o tesão estava aumentando demais, afastei gentilmente sua cabeça, a levantei virando a de costa pra mim, momento que ela se ajoelhou no sofá e levantei o vestido, apreciando sua bunda, uma calcinha nada sexy, ela não esperava por isso, abaixei a calcinha e a fiz ficar ainda mais de quatro, arrebitando o rabo pra mim, passei a cabeça do meu pinto na sua bucetinha que se abriu assim que esfreguei a cabeça ali, um melzinho saiu dali o que me deixou louco, ela estava arfando de tesão, sem muita gentileza, encaixei o pinto e estoquei forte, de uma vez o que fez dar um grito de dor pela surpresa, segurei em sua cintura e comecei a estocar, bem lentamente, curtindo a entrada e saída, lá pela oitava nova vez ele gemeu de tesão pela primeira vez, então pude ver que ela estava curtindo aproveitado a posição, peguei seus seios por trás, e ao fazer isso ela arrebitou ainda mais, eram pequenos, mais duros que o da minha esposa, ao fazer isso, me aproximei de sua nuca, dei uma mordida de leve que a fez arrepiar, ela olhou por cima do ombro e o que me disse me fez explodir de tesão, ela falou, me fode com força, me come igual a cadela da minha irmã seu safado, isso foi minha carta de alforria, segurei em sua cintura e estoquei com força, comecei a meter sem dó, como nunca tinha feito, ela começou a gemer alto, fiquei preocupado com os vizinhos e coloquei a mão em sua boca, e neste momento ela ME MORDEU!!!, me mordeu com força, me assustou num primeiro momento, porém em seguida fiquei excitado, vi que realmente ela se soltou de uma forma sem igual, a cunhada toda recatada, com anos de abstinência se soltou e virou uma puta, assim que fez isso comecei a meter com mais força ainda, o gemido aumentado, numa atitude impensada devido à reação em razão da mordida grudei em seu cabelo o que a fez se arrebitar toda, a posição ficou ruim o que me motivou a girá-la e então acabei subindo no sofá, ficando neste instante de comprido, as estocadas continuaram, eu segurando sua cintura e fudendo com ela de quatro, quando ela me disse, bate na minha bunda, com um sorrisinho safado, eu lhe dei uma palmada o que a fez gemer alto, comecei a bater repetidamente, tapas estralados, o que a fez ficar com mais tesão, em determinado momento ela começou a bater a bunda pra trás, pedindo mais eu a vi chegando no ápice, quando estava quase lá, passei o dedão pelo seu cuzinho pra ver qual seria a reação, e num primeiro momento ela se assustou, até que em seguida relaxou e então enfiou o dedão em seu cú, e quando fiz isso, vi que ela gozou, um gozo longo, sem culpas, estremecendo, quando isso aconteceu tirou meu pinto, achando que ia ficar culpada, sei lá, que ia ter acabado a brincadeira, ela se virou de frente pra mim e disse com a maior cara de safada, não guarde isso, joga na minha cara, pegando o pinto com a mão e deu uma lambida – e que lambida, do começo do meu saco até a cabeça, e assim que tocou a glande o esporro veio com força, gozei em sua cara, sendo que ela lambeu como se apreciasse um chocolate, e então tocou com os dedos e limpou chupando tudo.

Caí de lado no sofá, ela do outro, ajeitando o vestido, e o mais interessante, não teve aquele “amor” que as mulheres se entregam quando gozam, ela simplesmente levantou, arrumou o vestido, e me disse, agradece a Diana, e fala pra ela me ligar!!!

Usei o banheiro pra me limpar, coloquei a roupa, neste instante vi pelo rabo do olho que ela me olhava com tesão, levantei, e me despedi, ela me deu um beijo no rosto, como sempre fazia, e fui embora...

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