Dear Teacher Parte 02

Um conto erótico de Stefan putinha
Categoria: Homossexual
Contém 1848 palavras
Data: 10/04/2017 03:26:03
Última revisão: 10/04/2017 03:28:34

- Stefan, modos! - Jenna falou brava pela minha postura. - Professor substituto e estagiário.

- Ahh... - me arrumo na cadeira.

- Por que a curiosidade? - Ela falou focada em uns papéis.

- Conhecer as pessoas é sempre bom, né? não tenho culpa se você é anti social. - Falei olhando minhas unhas.

- Isso se chama ter oque fazer e você está atrasado. - Olha o relógio e volta a olhar os papéis.

- Insuportável! - faço careta e me estico beijando a bochecha dela.

- Igual você. - A senhora abriu um sorriso com o beijo.

Saio rindo correndo pelo corredor indo em direção a sala. Puta merda. - Boto a mão na testa lembrando que é aula de espanhol - A Sra Oliveira era uma velha chata, que não perdia a oportunidade de reclamar com a algum aluno, sendo assim seria melhor ter de voltar e buscar o dicionário.

começo a correr ainda de costas olhando a hora no celular e viro rápido pra frente esbarrando em alguém fazendo meu celular cair no chão junto com uma pilha de papel que se espalhou.

- Presta atenção porra. - Bufo pegando meu celular

- Desculpa mais quem deveria prestar atenção, é você que sai pela escola parecendo um desnaturado. - Ele se curvou perto de mim para apanhar os papéis.

- Olha vai se fod.. - Paro ao olhar quem estava na minha frente, o professor. - Eu estava atrasado, na verdade estou. - Fico totalmente corado e desbloqueio o celular para ver se quebrou algo tentando disfarçar.

- Talvez se viesse a sair mais cedo, isso não aconteceria. - Salvatore falou seco ainda abaixado.

- Aham. - Bufo e volto a correr pro quarto.

Entro depressa e pego meu dicionário voltando rápido pra sala. Entro e vejo a Sra Oliveira olhando irritado e dou ombros andando até uma carteira qualquer.

Uma hora e quarenta minutos de tédio, Uma hora e quarenta minutos rabiscando um papel, uma hora e quarenta minutos pensando em um homem que agora só sei o sobrenome. Sr Salvatore. Penso alto deixando sair essas palavras entre sussurro sorrindo mordendo a ponta do lápis.

- Falou algo? - Sra Oliveira me olhou.

engulo seco olhando ela.

- Não, nada. - Sorrio e paro de morder o lápis.

Vejo ela voltar a olhar o quadro e suspiro aliviado escutando o sinal tocar. Pego minhas coisas e vou andando pro pátio, intervalo era tudo que eu precisa, pessoas me distraindo e infelizmente, minha namorada.

- Achei você! - Sorri chegando perto dela.

- Tava me procurando? - agarra minha nuca.

- Uhum. - Menti acariciando a cintura dela e dando um selinho.

- Você 'tá estranho. - Ela me olha confusa.

- Estou? - olho pra frente e vejo ele, o tal Sr Salvatore bem ali na minha frente. - Merda... - resmungo baixo esquecendo da presença da Katherine.

- Oque foi? - A morena me olhou.

- huh? é, nada! foi apenas uma dor forte na cabeça. - minto novamente.

- Ah, tudo bem então. - Ela saiu de lá com algumas amigas.

Converso com alguns amigos e vou pra sala sentando como sempre na última cadeira badernando com os garotos já que estava sem professor.

[...]

- Silêncio .. - o professor entra na sala e as pessoas logo param de bagunçar, menos eu que continuo de costas conversando baixo. - Eu sou o novo professor de física, Salvatore. - Ele falou com sua voz rouca.

Meu corpo todo paralisou aoescutado o Salvatore , pela idade dele, já que não aparentava ser velho, deveria estar dando aula ao primeiro ano ou sei lá, viro pra frente devagar o olhando sorrir os olhos dele são tão lindo. Ele era incrivelmente bonito, e eu estava rendido pela beleza dele.

Ouço algumas meninas que sussurram sobre ele como qualquer adolescente apaixonada, ai que saco.

- Teste supresa, se preparem e começaremos em cinco minutos. - Ele fala arrumando uns papéis.

Primeiro dia de aula e ele já tava passando teste, pelo visto o ano vai ser bem difícil.

- Mas o senhor não passou nenhum assunto, como vamos saber responder? - Uma garota sentada na primeira cadeira falou.

- Os assuntos não serão deste ano, são apenas questões do que vocês estudaram no anterior. - Ele falou sem olhar a garota.

- Mas oque está no ano passado, é passado, já passou. Pra que fazer teste? - Falo bufando do fundo da sala e percebo ele me encarando.

- Porque eu tenho certeza que você e metade da sala não lembra de um parágrafo do assunto do ano passado. - Ele falou calmo.

- Como tem tanta certeza? - Arqueio uma sobrancelha e sinto uma bola de papel na minha cabeça.

- Cala a boca, Stefan - Tyler falou rindo após jogar a bolinha de papel.

Respondo mostrando o dedo do meio.

- Stefan. - Katherine se estica da cadeira ao lado e puxa meu dedo.

- Que? - solto meu dedo da mão dela.

- Sem mas, vou entregar os teste. - Salvatore fala levantando.

Suspiro e me ajeito na carteira esperando ele passar com prova. Tenho minha prova jogada, ele parecia uma adolescente nos seu dias de mal humor.

- Qual a porra do seu problema? - Bufo olhando pra ele e me curvo pra pegar o teste no chão.

Ele apenas ignora e depois de entregar tudo, senta e começa a ler um livro, eu encaro a prova com preguiça de responder absolutamente tudo, os professores me passam por causa da pressão do treinador, eu não podia repetir, porque eu iria ficar isento de atividades esportista, resumindo, sem futebol, e infelizmente tínhamos um time de merda que só quem se salvava era Tyler e eu, Klaus jogava um pouco mas passava mais tempo fodendo as líderes de torcida e fumando, do que em campo.

Eu já tinha rabiscado a prova toda e nada de fazer.

- Gilbert, vamos. - O treinador entra na sala falando sem pedir licença.

- Ele está em prova. - Salvatore o olha e fala educadamente.

Olho o professor e depois o treinador.

- Salvatore, você esta surdo? - O treinador falou sem dar importância ao Salvatore.

- Não. - levanto. - Já estou indo! - pego meus cadernos e deixo a prova em cima da mesa indo com o treinador.

Havia chegado uns olheiros e eu só tinha que agradecer por ter me tirado daquela prova. Vou direto ao vestiário e visto meu uniforme indo em direção ao espelho. Dê seu melhor, Stefan... seu melhor. Falo pra mim mesmo e dou um leve tapa no meu rosto indo ate o campo e vendo alguns jogadores.

- Eu vou jogar com eles? - Falo baixo pro treinador. - Eles são maiores e por lógica mais rápido que eu... - Olho cada um dos jogadores.

- Exatamente, são os melhores de Mississípi e veio aqui testar você. - ele falou concentrado no celular.

- Que? não me fode, eu não tenho chance! Eu sozinho? - falo puxando uma perna me aquecendo.

- Não idiota, claro que alguns deles vão jogar com você. - Ele rolou os olhos.

- Ah.. - Suspiro e vou fazer exercícios de aquecimento.

Termino os exercícios e vou para o meio do campo. Começamos a jogar e foi bem difícil marcar gols com aqueles garotos, foram apenas trinta minutos de jogo, então corri pro vestiário, tomei um banho rápido, me vesti e voltei para a sala.

Salvatore já havia recolhido as provas, corrigido e já estava entregando. Olhei para o relógio e já era quatro horas, que porra, não havia percebido o tempo passar tão rápido e nem me liguei em agilizar o banho.

Eu apenas entrei e sentei no meu lugar novamente. Ele citou o nome de alguns alunos e entregou algumas provas, eu sabia que valia ponto, mas como tive de sair, ele não teria de corrigir minha prova e eu faria outro dia.

-Stefan Gilbert. - Ele fala entregando a prova, com nota zero

- QUE? - berro na sala olhando a prova. - Eu estava jogando! - Falo zangado.

- Na próxima vez, peça ao seu treinador mais educação - ele fala calmamente, o temperamento dele me irritava tanto.

- então, eu vou ficar sem nota, é isso? - cruzo os braços.

- Pode vir depois de todas as aulas aqui e verei oque posso fazer, Stef. - O professor virou as costas pra mim e foi andando.

- SE FALA "Stef". - corrijo ele já irritado.

- Ok, Stef. - Ele falou olhando os papéis em cima da mesa dele.

Ouço o sinal tocar, e espero as pessoas sair, indo até ele depois.

- Podemos fazer a prova agora? não tenho mais aula. - Falo escorando a mão na mesa.

- Mas eu tenho. - afastou minha mão tirando meu apoio. - Venha as sete da noite.

Reviro os olhos saindo de lá e indo para meu quarto, coloquei os fones e fiquei fazendo absolutamente nada. Era 6h quando resolvi voltar o campo novamente.

Fiquei jogando ainda de calça jeans, que limitava cada movimento meu. Ele era irritante demais, enchia o saco pra porra, e não sei por que eu gostava daquela provocação toda. espera, por que diabos eu estava pensando em um bosta professor de física? Chuto a bola pro gol, fazendo bater na trave.

- Deixe o pé mais torto ao rolar a bola pela grama e chute com a ponta. O resultado é bem melhor - Dei um pulo com o susto.

Não foi preciso virar para saber quem estava falando já que sua voz é inconfundível.

- E qual lei da física diz isso, Sr Salvatore? - Falo ironicamente, pegando a bola ainda sem olhar pra ele e boto no chão centralizando.

- Segunda lei de newton - ele fala baixo, pela reação dele, pareceu sair se querer.

- Idiota - Resmungo.

Ele era tão lindo e inteligente.

- Sabe que horas são, Stefan? - ele falou pausadamente.

- Olha... ele acertou meu nome, parabéns! grande avanço - Chuto pro gol fazendo a bola entrar. - Tenho cara de relógio? - viro olhando ele.

Ele suspira alto.

- dez. - Damon travou seu delicioso maxilar.

- e? - falo cruzando os braços.

- Primeiro, já deu o toque de recolher, está vendo alguém por aqui? - ele arqueia uma sobrancelha - Segundo, você me fez esperar três horas.

- Primeiro, estou, você. - pisco. - Segundo, eu estava ocupado.

- Ótimo, vou lembrar de está ocupado pra ajeitar sua nota. - Ele deu ombros saindo.

- Qual é!! - Bufo e seguro o braço dele. - podemos fazer agora, to aqui. - falo preocupado.

- Não. já dei uma chance. - ele fala e solta o braço da minha mão. - Nos vemos na recuperação.

eu sabia que se ficasse na recuperação, adeus futebol e Oi pro meu pai enchendo o saco.

- Salvatore... - Suspiro suplicando. - Se eu ficar na recuperação não vou poder jogar. - falo baixo.

- Vai morrer se não jogar? - O cacheado cruzou os braços franzindo o cenho.

- Meu pai... ele... ele vai ficar falando e... - travo maxilar fechando os olhos. - Não vai ser muito legal.

- Tivesse pensado nisso antes. - Ele soou decidido.

- Por favor... - falei baixo olhando para os meus pés.

- Eu te dei uma chance, e você a jogou fora. E mesmo se eu quisesse, não dá! A sala já está fechada, eu ainda não tenho a chave de lá, e tenho que colocar as notas no sistema da escola antes das seis horas da manhã, não dá, desculpe. - ele falou me olhando sincero.

- Então passe minha nota junto e depois eu faço a prova e te entrego. - Falo coçando a nuca.

- E por que eu faria isso? - ele riu irônico.

Filho da puta.

- Por favor, eu faço qualquer coisa! - falo sem esperanças.

- Qualquer coisa? - ele fala dando ênfase no "qualquer".

- Isso, qualquer coisa.- falo baixo.

- Tire a roupa. - ele fala ordenando e sentando na arquibancada.

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Comentários

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Ué, o nome do personagem principal é Salvatore, depois o professor é Salvatore, depois o sobrenome do personagem principal muda para Gilbert? Tipo, ham?

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