Proposta - Cap. I (conto de alto padrão)

Um conto erótico de Libertina Cacheada
Categoria: Heterossexual
Contém 2679 palavras
Data: 25/03/2017 18:05:47
Última revisão: 26/03/2017 16:42:56

Faz algum tempo, provavelmente um ano, que decidi relatar neste site minhas aventuras sexuais, mas trabalho e estudos me tomam o tempo e acabo procrastinando minhas atividades de escriba sexual por ficar com a consciência pesada ao usar o computador para outra coisa senão estudar. Entretanto, ontem aconteceu algo tão inusitado que eu precisei parar para compartilhar com todos vocês que têm prazer em mergulhar neste maravilhoso universo da literatura erótica que, convenhamos, é muito mais excitante que vídeos pornográficos - talvez pela possibilidade de fazer a imaginação fluir recriando os personagens e cenários na mente.

Eu tenho 23 anos. Meus cachos cor de âmbar vão até o meio das minhas costas e meus olhos são verdes como o mais puro e nobre azeite. Tenho 1,71m e 80 quilos distribuídos em seios extraordinariamente grandes e coxas musculosas que se encontram com um bumbum empinado e redondo. Minha genitália tem a pele alva e pequenos lábios e clitóris pequeninos e rosados que se escondem entre os grandes lábios branquinhos e gordinhos conferindo à ela um tom infantil, principalmente quando a depilo com cera, como ela está agora. Minha região anal é rosada, o que torna a visão da minha intimidade um verdadeiro deleite e arranca elogios dos novos homens que levo à cama, além da devoção dos que já a conhecem.

Recentemente, comecei a trabalhar num lar de idosos muito sofisticado e frequentado por idosos de famílias muito ricas e algumas até milionárias. São, em sua maioria, idosos lúcidos, com educação superior e que considero excelentes companhias para uma conversa e até um vinho ou um xadrez. Desde que comecei lá, entre um cuidado e outro, sempre tenho um papo com os idosos, que são inteligentes e adoram falar de política, economia, gastronomia, filosofia. Com um deles, particularmente, desenvolvi uma afinidade incrível, talvez por nosso gosto em comum por vinhos, azeite, política e literatura. Ele é coronel da reserva e foi parar no lar de idosos porque, segundo ele, a família deixou de "funcionar" a partir das novas gerações de noras, genros e netos que queriam usufruir do seu dinheiro e, já que estava complicado viver só com o passar dos anos, decidiu que o lar era a melhor opção. A família se revoltou, mas ele é perfeitamente lúcido e independente, apesar de precisar de uma bengala. No lar, ele é conhecido pela sua patente: Coronel. O Coronel se veste muito bem: geralmente usa calça cáqui, camisa social, suéter ou gardigã. O cabelo, que, apesar dos 77 anos, não é totalmente branco, está sempre curto, talvez por hábito dos tempos de servidão à Pátria. A voz grave, a pele alva, a barba feita, os olhos negros como a noite e seus 1,85m de altura não deixam dúvidas de que foi um jovem incrivelmente lindo. Ele gosta muito de ler jornal impresso e de acessar portais de notícias pelo seu iPad e sempre falamos sobre o deputado Jair Bolsonaro, que ele espera ser o próximo presidente do Brasil. No lar de idosos, uma das minhas atribuições é realizar massagens de conforto que promovam o retorno venoso em seus membros inferiores, já que a insuficiência cardíaca congestiva do lado direito de seu coração, dentre outras coisas, causa inchaço e desconforto em seus tornozelos devido ao acúmulo de sangue nessa região, resultante do coração incapaz de fazer com que o sangue retorne bem.

Ontem, logo quando cheguei, estava preparando o material para prestar assistência à uma senhora particularmente chata e mandona e fui avisada de que o Coronel queria falar comigo. Assim que terminei os cuidados com a idosa, fui procurar por ele. A manhã estava nublada e cinzenta e um vento tímido arrepiava a pele e sacodia as copas das árvores anunciando o frio próximo. Era dia de artes, então os idosos já estava em salas fazendo algo como cerâmica, pintura ou em suas suítes recebendo algum cuidado de enfermagem. Os jardins estavam vazios e a imensa varanda também, a não ser pelo meu paciente. Encontrei o Coronel muito à vontade numa poltrona na varanda lendo jornal. Ele usava uma calça cáqui mostarda, uma camisa social verde musgo e um suéter na cor marfim. Cumprimentei-o e ajudei-o a levantar. Ele me deu um beijo no rosto, como de costume, e ofereci o braço para ajuda-lo a caminhar até sua suíte, onde ele deitaria pra receber a massagem. Esse tipo de massagem deve iniciar nos dedos dos pés e ir até a virilha. Para isso, antes de deita-lo, preciso tirar suas calças e deixa-lo só de cueca e camisa. Como sempre faço essa massagem no Coronel, já sei que ele sempre está muito bem cheiroso e limpinho e que gosta muito de cueca tipo boxer. É um viúvo de excelente bom gosto. No caminho até sua suite, perguntei sobre o que ele queria falar comigo, mas, como ele disse que só falaria quando estivéssemos nos seus aposentos, eu achei que seria mais um pedido para contrabandear whisky, que é uma prática comum no lar, apesar de proibida.

Esperei ele tomar a iniciativa de falar e iniciei a rotina de ajuda-lo a tirar suas calças e calçados, mas antes certificando-me de que a porta estava trancada. Depois de deixa-lo só de suéter e cueca, ele sentou na cama e pediu para que eu sentasse ao seu lado. Sentei e ele disse: "L., você é uma mulher estonteantemente linda e inteligente." Eu sorri e agradeci. Ele continuou: "Você sabe que, apesar de viver aqui, eu sou um homem livre e estou vivo. Aqui bate um coração" Ao dizer isto, ele pôs minha mão em seu peito, onde pude sentir seu coração acelerado. Eu fiquei completamente sem reação pelas suas palavras. "L., eu tenho muito desejo por você e eu preciso que você, por favor, me ajude. Estou há 4 anos sem sentir o calor e o sabor de uma mulher e eu vinha mantendo meus desejos perfeitamente sob controle, mas desde que te conheci, todos os meus esforços pra contê-los vieram por terra e eu tenho me sentindo como um adolescente incontrolável de novo". Eu tentei falar, mas eu apenas balbuciava sem graça, estava me sentindo lisonjeada, apesar de envergonhada e com medo. Meu coração batia rápido e eu olhava pro chão com vergonha de encara-lo. Ele segurou minhas duas mãos como se fossem porcelana frágil e disse: "por favor, você não precisa fazer nada que não queira, mas fique apenas deitada aqui e me deixe chupar sua boceta. Eu prometo que não vou fazer nada além disso, só me dê o prazer de te ver nua e de sentir teu sabor. Vai ser nosso segredo. Quero levar para a outra vida essa lembrança de você. Seu cheiro, seu gosto, a visão de você nua em minha cama. Não me negue esta súplica que te faço". Meu coração batia tão rápido e forte que acho que ele podia ouvir. Meu estômago estava embrulhado e eu tremia. Não sei explicar bem o que eu estava sentindo no momento: era uma mistura de desejo, medo, caridade e obediência. Não tive coragem de falar. Apenas fechei os olhos e assenti com a cabeça. Mesmo de olhos fechados, percebi que, nesse momento, o rosto dele se abriu num sorriso. "Prometo que vai ser especial". Ele soltou minhas mãos trêmulas com carinho e começou a tirar minha blusa branca. Eu mantive os olhos fechados e levantei os braços num gesto de colaboração. "Você tem uma pele linda, branco lhe cai muito bem". Ele se aproximou de mim, envolvendo meu olfato com seu perfume amadeirado e meu corpo em seu abraço para abrir o fecho do soutien branco de renda nas minhas costas e depois me soltou levando consigo a peça e revelando meus enormes e redondos seios. "Sempre imaginei como seriam seus seios e confesso que, nem nos meus mais insanos devaneios, eles eram tão perfeitamente lindos. Deite meu bebê, deixe eu cuidar de você". Deitei ainda de olhos fechados. Eu não tinha coragem de encara-lo. Talvez a vergonha me faria correr e eu não queria fugir dali, queria sentir tudo que ele estava prestes a me proporcionar. Deitada em sua cama, eu sentia o cheiro dos lençóis limpos que a camareira trocara há pouco. Ele tirou meus tênis brancos e, enquanto fazia isso, mentalmente eu agradeci estar de meias limpas e unhas feitas. Senti ele tirando minhas meias devagar e depois ouvi quando ele pôs meus tênis no chão. Ele abriu minha calça e eu ergui o quadril para ajuda-lo a me despir. Ele tirou minha calça branca com o mesmo carinho com o qual eu sempre tirei as suas. Depois que ele me deixou só de calcinha, percebi que ele levantou da cama, esperei um tempo e abri meus olhos. Ele já estava sem camisa e cuidadosamente dobrava minhas roupas para depois coloca-las sobre sua poltrona, onde já estavam seu suéter e sua camisa. Quando percebi que ele ia voltar, cerrei os olhos novamente e o aguardei trêmula e ansiosa. Senti quando ele subiu na cama e se ajoelhou mantendo minhas pernas entre as suas. Silenciosamente, ele pôs os dedos sob as laterais da minha calcinha e começou a tira-la de mim, pacientemente. Meu coração descompassado era a única coisa que eu ouvia, além dos pássaros cantando nos jardins do lar de idosos. "Você é linda como a Vênus de Botticelli. Abra-se para mim, bebê, quero contemplar você inteira". Movida pela servidão e pelo desejo, abri minhas pernas revelando minha boceta depilada e já molhada pelo erotismo contido nos gestos e palavras daquele homem. Já não o via mais como paciente, mas como homem e eu estava sentindo tesão. Ele segurou um dos meus pés e começou a beija-lo e lambe-lo, me fazendo arrepiar. "Todos os dias você me proporciona um prazer imenso quando me massageia e hoje quero retribuir." Depois de muito tempo num, ele o pôs de volta na cama e pegou o outro pé. Recomeçou a sessão de beijos, lambidas e massagem até que soltou meu pé, abriu minhas pernas e inclinou-se entre elas. Cheirou meu sexo e disse o quanto meu cheiro era delicioso. Ele começou com beijos nas coxas e virilhas e depois evoluiu para beijos e lambidas nos grandes lábios. Além das carícias, eu podia sentir as batidas do meu coração lá na minha boceta e sei que ele também estava sentindo. Ele abriu os grandes lábios com seus dedos e iniciou um beijo apaixonado e lento por toda minha vulva. Eu sentia um imenso prazer a cada movimento dos seus lábios e língua. Suas mãos, que antes seguravam meus quadris, agora alcançavam meus mamilos e me proporcionavam duplo prazer. Minha mudez foi substituída por uma respiração ofegante e gemidos ocasionais. Abri meus olhos e pude vê-lo de olhos fechados tomado pelo desejo. Eu queria que aquele prazer não acabasse nunca. Segurei sua cabeça como se quisesse ele inteiro dentro de mim. Sua língua fazia movimentos circulares em meu clitóris e seus lábios pressionavam ao seu redor. Suas mãos beliscavam meus mamilos e percorriam minha barriga e cintura proporcionando arrepios de prazer. Senti toda minha vulva arder de prazer e a vagina contrair na aproximação do orgasmo. Meus gemidos se intensificaram e, ao perceber o clímax iminente, ele aumentou a fricção de sua língua e me fez explodir num gozo glorioso. Minhas coxas tremiam e ele soltou meu clitóris e deteve-se a lamber minha vulva por completo que, naquele momento, estava sensível demais. Quando recuperei o fôlego, ele subiu rastejando sua boca pela minha barriga até meus seios. Nessa hora senti sua ereção. Uma cueca separava nossos sexos. Eu estava tomada pelo prazer. Queria aquele homem por inteiro. Ele beijava meus seios e balbuciava elogios, dizendo o quanto me desejava e o quanto eu era linda. Puxei-o pelo pescoço e o beijei de forma apaixonada. Ele retribuiu com igual paixão. Seu cheiro era uma delicada mistura de perfume masculino e boceta. Seu hálito me excitava e seu beijo me deixava com mais desejo. Sua língua invadia toda minha boca, enquanto suas mãos acariciavam meu corpo. Eu o envolvia num abraço possessivo e esfregava minha boceta em sua ereção. Pedi mais. Ele entendeu o que quis dizer e perguntou se eu tinha certeza. Nesse momento, abri meus olhos e nos olhamos pela primeira vez desde que ele me fez a proposta. O homem que vi sobre mim era outro. Foi como se eu nunca o tivesse visto com olhos de mulher antes, apenas sob o olhar da profissão. Como eu nunca havia reparado naquele sorriso sedutor? Seus dentes eram muito bonitos e sua mandíbula quadrada conferia-lhe uma masculinidade infinita. Seus ombros e peitoral evidenciavam uma vida dedicada à exercícios e seu olhar imprimia em seu rosto desejo por mim. Eu pedi, vulgarmente, que ele me comesse e, ao ouvir minhas palavras, ele me beijou rapidamente antes de sair mancando em direção ao seu roupeiro, de onde tirou um pacote de camisinhas. Voltou sorrindo e disse que havia comprado pensando na possibilidade de tirar a sorte grande comigo. Por ter ido viver no lar de idosos por vontade própria, ele tinha alguns privilégios, como poder sair eventualmente. "Imagina se alguma camareira encontra camisinhas nas minhas coisas?" Nós dois rimos. Ele se ajoelhou em minha frente e eu abri as pernas e fleti meus joelhos, deixando meu sexo à sua total disposição. Ele limitou-se a por seu membro pra fora da cueca e foi quando o vi pela primeira vez. Era grosso como meu pulso e devia medir uns 16cm. A espessura chamava atenção, assim como sua ereção. Só naquele momento lembrei de sua idade, mas estava claro que ele tinha bastante vigor. Ele pôs a camisinha e em seguida voltou sua atenção à minha boceta. Ele começou a estimular meu clitóris enquanto se masturba devagar com a outra mão. Meu corpo dava sinais de prazer. Passei a acariciar meus próprios seios. "Sua boceta é linda, você é linda, L. Como eu desejei você! Desde o primeiro dia que te vi, desejei você. Desejei sentir você, seu gosto, ouvir você gemer. Quero que você seja minha, meu amor!" Enquanto falava ele fazia movimentos circulares no meu clitóris, mas, após dizer isso, pôs dois dedos dentro de mim e em seguida tirou e passou meus fluidos na entrada da vagina. Encostou seu sexo no meu e me invadiu devagar. Sua ereção e movimentos contra minhas carnes me causavam a já conhecida sensação de prazer que consistia num calor e ardor provocado pela fricção. Depois de estar completamente dentro de mim, ele deitou-se sobre meu corpo e iniciou uma penetração lenta, enquanto me beijava com desejo e luxúria. Eu estava embriagada pelo prazer que aquele homem me proporcionava e movimentava sob seu corpo friccionando minha púbis contra a sua e contraindo meu assoalho pélvico em busca de sentir mais da fricção proporcionada por seu membro dentro de mim. Nós arfávamos enquanto nossos corpos suados se abraçavam e nossas bocas bebiam o suor um do outro e por vezes se uniam num beijo voluptuoso. Seus pelos pubianos estimulavam meu clitóris fazendo-o arder ao mesmo tempo em que sua boca procurava meus mamilos cegamente. Eu gemia rouca e ele respirava ofegante como um animal selvagem. O prazer foi tomando conta de nós dois e gozamos sincronizadamente, abafando nossos gemidos num beijo sensual. Permanecemos abraçados durante alguns minutos sorrindo e trocando pequenos beijos. Ele tirou seu sexo do meu e deitou-se ao meu lado. Eu tirei sua camisinha e abocanhei seu membro completamente lambuzado por seu sêmen e degustei do seu sabor enquanto ele gemia e arrepiava. Retribui o oral que ele me fez e limpei cada gota do seu mel. Ele olhava para mim com desejo e tesão até que me puxou pra junto de si e me beijou apaixonadamente. Ficamos mais um tempo abraçados até que eu lembrei do mundo ao meu redor, vesti minha roupa, ajudei-o a se vestir e sai de seu quarto como se nada tivesse acontecido. Nos reencontramos algumas vezes durante o dia e ele me tratou cordialmente. Hoje é minha folga, mas amanhã tenho que fazer sua massagem de conforto de novo.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Libertina cacheada a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Ola ...caso queira conversar Libertina : dlan_azul@hotmail.com

Seu conto tb traz alto padrão pela sensibilidade com o qual todo fetiche deva sempre ser singular e à pele !

0 0
Foto de perfil genérica

Isso é um conto bem escrito pessoal!!!

0 0
Foto de perfil genérica

O nível de detalhamento transporta o cenário para bem perto.Parabéns!

0 0
Foto de perfil genérica

Sensacional espetacular seu conto anjo , me mande email vamos conversar j.d.enois@hotmail.com

0 0
Este comentário não está disponível
Foto de perfil genérica

Delicioso texto, no qual só posso discordar da referência ao Bolsonaro. O Bolso não me desce, mas o que é uma referência diante de um todo tão bem construído? Nada. Vale destacar, também, a abordagem a um tema pouco comum: o desejo sexual na velhice. Que não existe da mesma forma para todos mas penso eu que enquanto há vida, essa chama não se apaga, posto que o ser humano é um ser sexual. Aplausos e beijos.

0 0
Este comentário não está disponível
Este comentário não está disponível
Este comentário não está disponível