As Janelas da Alma - Parte 2

Um conto erótico de Papillon
Categoria: Homossexual
Contém 3158 palavras
Data: 09/03/2017 05:42:08
Última revisão: 09/03/2017 05:45:34

Ao olhos de Andre.

Me aproximo e me agacho em frente a ele, ponho minhas mãos nas suas e ao ter sua atenção as abaixo pro seu colo, o empurro mais pra cima da cama e arrumo o travesseiro pra que ele deite. Ele obedece a cada movimento meu sem qualquer objeção. O cara realmente não esta bem. Ele deita e da pra ver as lagrimas escorrendo no contorno de seu rosto, caindo no travesseiro. Eu me deito junto dele e o abraço. E ali ficamos um tempo.

Nessa posição, abraçado a ele, paro pra pensar... Hoje foi um daqueles dias em que o mundo parece estar de cabeça para baixo. Lembro dos problemas no curso, do fato de não ter conseguido falar com minha irmã, o corte da luz de casa. Minha cabeça doeu o dia inteiro. Tanta coisa acaba pesando na mente. Nem com toda a minha imaginação eu iria pensar, que por ter resolvido correr na praia pra tentar esquecer um pouco os problemas, eu iria acabar encontrando um cara tentando se matar. Brigaria com ele na água, quase perderia parte do nariz nessa confusão, e acabaria parando na casa desse mesmo cara e de quebra presenciaria uma briga entre ele e o namorado, ou seja la o que for. Mas cá estou eu. De banho tomado, toalha na cintura, deitado com um cara chorando. A vida é realmente muito louca.

Os olhos começam a pesar, e o sono vem chegando aos poucos. Ja devia estar perto de meia noite e o peso de todo aquele dia estava chegando. Olho pro rosto do cara, Leandro era o nome, e admiro cada aspecto dele. A face branca, molhada do choro, é tão bem definida. Cada traço, desde a testa até o queixo é bem feito. Um rosto másculo, uma barba meio que por fazer, sem falhas, um nariz meio empinado e maxilar quadrado. Os cabelos castanho escuros tem um corte parecido com o meu, so um pouco mais curtos. Os olhos ainda que fechados agora, não saiam da minha cabeça. Quantas pessoas você pode encontrar que tenha um olho mel e outro castanho escuro. O cara é um achado. De seu rosto, vou descendo a minha visão até ver seu corpo. Ele malha, ou malhou alguma vez na vida. Não era nada exagerado, músculos parcialmente definidos por onde estavam nascendo alguns poucos pelos, que com certeza haviam sido depilados não ha muito tempo. A pele do corpo conseguia ser ainda mais branca que a do rosto. Mais abaixo do abdômen, dava pra ver um volume realmente considerável marcando o moletom cinza que ele veste. Aquilo mexeu comigo, e senti meu pau reagir e pulsar por baixo da toalha. Não é hora pra isso. Mas não da pra fingir que estar deitado com um cara desses não mexe com o tesão de qualquer um. Ainda mais estando tão próximo.

Fecho meus olhos e tento desviar o pensamento. Definitivamente não era hora pra isso.

Abro os olhos e vejo que acabei pegando no sono. Quanto tempo passou? Vejo luz entrar pela janela. Ja amanheceu. So estou eu na cama, e a toalha que eu vestia estava amarrotada em baixo de mim. Eu dormi pelado e agora estava com a rola exposta na cama de um estranho. Não que isso já não tivesse acontecido outras vezes. Mas geralmente só acontecia quando eu ficava bêbado.

Sorrio com esse pensamento. Ajeito a toalha na cintura, me levanto e vou ate a sala. Parece não ter ninguém no apartamento. As roupas que Leandro me deu ontem estavam na mesinha de madeira com tampo de vidro no meio da sala, onde eu tinha deixado. A unica diferença, é que ao lado estava um par de chinelos que não estavam la antes de ir pro quarto e acabar dormindo com ele. Só eu mesmo pra ter o azar de acabar indo pra cama com um cara daquele numa circunstancia errada e não poder fazer nada alem de dormir.

Tiro a toalha e coloco a roupa. Apesar dele ser um pouco maior que eu tudo serviu bem em mim, com exceção da cueca que era um pouco mais larga, e os chinelos que devem ter uns dois números a mais que o meu pé. Olho ao redor, e percebo que na estante onde estão a TV e alguns livros, não estão mais os vários porta retratos que tinham antes.

-Bom dia. - Ouço sua voz as minhas costas. Me viro e o vejo entrando por uma porta na cozinha. com uma camisa branca, uma bermuda azul e de óculos no rosto. Os cabelos molhados estão penteados para trás. -Dormiu bem?

-Eu é quem tinha que perguntar isso. Cê ta melhor?

-Nada como um dia apos o outro. - Ele diz dando um meio sorriso. -Eu acabei de colocar as suas roupas na maquina, assim que terminar o ciclo, coloco elas na secadora.

-Valeu.

-Pode sentar. - Ele aponta para a mesa a sua frente. Passo pelo balcão que divide a cozinha da sala e puxo uma cadeira me sentando. - Não sabia o que você comia então comprei algumas coisas. Coma o quanto quiser. Fique a vontade.

Na mesa estavam pães, torradas, geleia e requeijão. Uma jarra com suco, outra com leite e uma garrafa térmica. Um prato com frios e um pote com salada de frutas. Potinhos, xícaras e talheres. Tudo bem organizadinho.

-Você comprou tudo isso?

-Liguei pro mercado da esquina e pedi que um entregador trouxesse.

Eu não consegui conter o riso. Ou o cara era muito metido, ou muito preguiçoso pra não ir na esquina fazer compras. Ele percebeu que havia algo.

-Eu pedi antes de ir tomar banho. Não estava me sentindo muito bem pra sair.

Eu sou um babaca mesmo.

-Mas ta melhor agora?

-Ja sim... Me desculpe por ontem. A confusão na praia, e a cena de ontem a noite.

-Relaxa. Esse tipo de coisa acontece. É a vida.

-É a vida. - Ele repetiu. Ficamos em silencio um tempinho. Ele senta na cadeira a minha frente e pegando uma torrada diz. -Coma. Tem cafe na garrafa e o açúcar esta nesse pote, mas se preferir tem adoçante.

Eu comecei a preparar um pão com frios e depois coloquei cafe na xícara. Ele olha cada gesto meu como que avaliando ou sei la. A curiosidade sobre ele e o que tinha acontecido a noite estava muito grande. Mas com certeza seria bem desagradável da minha parte fazer uma pergunta pra ele e acabar forçando ele a lembrar do que ele provavelmente quer esquecer. Minha curiosidade tinha que se danar. Porque não aproveitar agora pra conhecer ele um pouco?

-A roupa serviu bem em você. Como imaginei. Ficou ótimo. - Ele disse quebrando o silencio e interrompendo o meu pensamento.

-Valeu. So a cueca que ficou um pouco larga, mas ta de boa. A coisas ficam mais livres aqui em baixo. - Ele abre um leve sorriso com meu comentario.

-Seu nariz, como esta?

-No rosto. Um pouco dolorido mas nada de mais... E então. Seus olhos são assim mesmo ou sua lente caiu? - Brinco.

-Heterocromia. É o nome da anomalia genética que faz com que um olho tenha uma cor diferente do outro.

-To ligado. A Luna tem isso dai. - Vejo ele fazer uma cara de "Quem é Luna?", a qual respondo. -Tipo... Luna é a minha cachorra. Ela tem um olho azul e outro marrom.

-Entendi. - Ele ri. Pelo jeito ele já esta melhor. - Quem sabe um dia eu possa conhecer a Luna?

-Foi mal, não apresento ela pra estranhos. - Disse com um sorriso malicioso.

-E dormir com um estranho, não parece um problema pra você? - Ele rebate sarcástico. Rimos e continuamos a comer e a conversar.

Nessa conversa, entre algumas perguntas minhas, ele me conta que é professor de uma universidade na cidade vizinha, e que da aulas de Filosofia e sociologia. Que não era daqui, mas de uma cidade do interior do estado, e que veio pra cá a cinco anos. Ele tem 28 anos, é de vigem mas não sabe o ascendente por "não acreditar nessas coisas", como ele mesmo disse. Estava explicado o porque do apartamento ser tão bem organizado. Ele gosta de ler, cinema, musica erudita, new age e Indie, e criticou muito as musicas atuais. Não me dizia muitas coisas, perguntava mais que eu. Então contei que tenho 24 anos, que sou de aries com ascendente em escorpião. Contei que sou formado como bailarino clássico a três anos e que dava aulas em uma academia na mesma cidade em que ele trabalha. Ele pareceu interessado no assunto, dizendo que eu parecia mesmo o tipo que faz ballet. Tomei como um elogio, afinal eu tinha mesmo o padrão de qualquer bailarino profissional, e então contei que também fazia aulas de jazz, Ballet contemporâneo e sapateado, e que por amar dançar e por ser bissexual, tinha sido expulso de casa com 17 anos e ate então morava sozinho. Ele foi mega compreensivo, dizendo que entendia essa dificuldade porque ele passou por problemas na família por ser gay, mas não se prolongou no assunto, trocando através de mais uma pergunta. Respondi que adoro musica eletrônica em festas, mas que em casa preferia ouvir um rock ou Indie Folk. Respondi a varias de suas perguntas e ele respondia uma ou outra. Nesse meio tempo a campainha toca, e pedindo licença ele sai da mesa vai a sala pra atender.

Fico pensando no que estávamos conversando e de repente ele volta com um uma cara extremamente irritada.

-Aconteceu alguma coisa? - Eu pergunto. Ele se senta novamente mas não responde.

A Campainha toca novamente. E ele fica mais irritado. Mas continua sem falar nada.

-Leandro, abre essa porta, eu sei que você ta ai. - Fala uma voz masculina, o som abafado pela porta. - Anda logo, a gente precisa conversar.

Apesar de ter ouvido apenas pouco, e numa discussão, reconheço que não é a voz do cara de ontem. Ele se levanta e a cadeira quase cai. Com certeza deve ser o cara com quem ele flagrou o namorado.

-Cê ta bem? Quer que eu diga que você saiu? - Ele me ignora e volta a ir pra sala. Quando ouço ele abrir a porta, me levanto e vou ver se não acontece alguma merda.

- Mano, eu falei com o Rog...

Tudo aconteceu muito rapido. Não deu tempo de ouvir a frase terminar. O leandro simplesmente levantou o braço pra trás e foi com o punho pra frente. Do nada ele some porta a fora e eu saio correndo pra ver o que ta acontecendo e ajudar a afastar a briga, sei la. Mas quando eu vi, eu simplesmente travei.

Era uma versão mais morena, de cabelo raspado, bombada e tatuada do Leandro, segurando o próprio num mata leão.

-Se acalma caralho. Ta ficando louco? - Disse apertando um pouco mais o pescoço dele e trazendo ele pra dentro do apartamento.

Eu até quero ajudar, e sei que posso, mas eu simplesmente não to tendo reação. Eles passam por mim e o Leandro halterofilista joga o original no chão, que começa a puxar o ar pra recuperar o folego. Leandro se levanta e da pra ver ódio puro na cara vermelha dele.

-Vai embora. Nunca mais... Me procure.

-Se você não queria conversa então porque abriu a porta? Pra me bater? Não sabe que comigo tu não tem vez?

-Eu podia esperar qualquer coisa de qualquer pessoa, mas de você... Eu não quero... Eu não tenho nada pra falar com você.

-Para de drama e vamo conversar como homens.

-Homem? Você se considera um homem? Um viado enrustido, que finge ser machão pra família mas que come o marido do próprio irmão em segredo quer dizer que é homem?

O cara parte pra cima dele e já prepara o punho pra iniciar a porrada. Nessa hora já não da pra só ficar olhando. Não deu tempo pra impedir o soco que foi direto pra parte esquerda do rosto do Leandro, que cai pra trás enquanto seu óculos sai voando. Mas num movimento rápido, seguro o cara pelo ombro e aplico uma rasteira nele que cai em cima da mesa de centro.

O barulho do vidro quebrando foi seguido pelo grito do gêmeo marombado caído por cima dos cacos.

-Filho da puta! - Ele urra, se levantando com dificuldade e se afastando pra bancada, xingando mais e mais. Ele segura o braço direito com a mão oposta e vejo que esta sangrando, alguns cacos parecem ter entrado. Eu passo pra perto do Leandro e ajudo ele a se levantar. O rosto dele já da sinais de inchaço.

-Leandro? - Pergunta alguém do outro lado da sala. A porta estava aberta e nela estavam uma mulher e um homem.

A atenção de todos foi tomada por mais palavrões ditos pelo irmão sangrando.

-Meu Deus! - Disse ela olhando pra cena. - Voces estão feridos?

Sério moça? Um cara de olho roxo, outro sangrando e você me da uma dessas? Penso mas não digo.

-Tira ele daqui Antonio! Tira esse bosta da minha casa! Leva ele pra longe! Pro inferno! - Gritava Leandro enquanto eu o segurava.

O Homem entrou e indo em direção ao outro, o puxou em direção a saída pelo outro braço.

-Calma rapaz. Clarice, Liga pra emergência, pede uma ambulância. - A mulher sai pelo corredor e os dois homens vão em seguida para a mesma direção, sumindo de nossas vistas.

Eu sento Leandro no sofá, vou ate a porta, fecho e tranco. Olho pra ele e continuo a ver toda aquela raiva saindo dele, tomando conta do ambiente. O vidro no chão estava perto de seus pés, ele faz que vai levantar mas eu o impeço.

-O que você ta fazendo?

-Eu vou pegar uma vassoura. - Ele disse meio que entre dentes.

-Claro que não. Você vai cortar seu pé. Me fala onde ta que eu busco.

-Não se preocupa, eu faço.

-Para de ser teimoso, fala logo que eu pego. Coloca os pés pra cima do sofá.

Ele faz parecendo meio contrariado. Ainda muito irritado, mas tentando se controlar. Esse não nega que é virginiano.

-Área de serviços, atras da cozinha.

Eu sigo pra onde ele me indicou e apanho a vassoura e a pá ao lado da maquina de lavar. Ao lado tem uma caixa com duas sacolas de lixo e todos os porta retratos que estavam na estante jogados uns em cima dos outros. Da área dá pra ouvir no apartamento vizinho o gêmeo dele ainda xingando. Volto e vejo ele no mesmo lugar, com a cabeça deitada pra trás, no encosto do sofá, de olhos fechados. Pego as partes de madeira da mesa e separo num canto da sala. Pego com a mão mesmo boa parte dos estilhaços grandes e começo a varrer e recolher os cacos menores com a pá. Levo tudo para a area de serviço e jogo na caixa de papelão com os retratos, voltando para perto dele novamente. O inchaço de seu rosto ganhou o roxo que eu esperava que logo viria. Olho pra cozinha e vejo a geladeira. Sigo ate la, abro o refrigerador e ao ver uma sacola de carnes, pego e volto me sentando ao seu lado, colocando o mais delicadamente possível a sacola em seu rosto. Ele abre os olhos e segura meu pulso com força.

-O que você esta fazendo?

-Nos filmes as pessoas costumam colocar bife congelado no rosto depois de um soco.

Ele ficou me encarando por um tempo, mas fechou os olhos respirando bem fundo, largando o meu pulso. Acho que esta tentando se acalmar. Ficamos em silencio por um tempo. Bastante tempo até. Foi ele o primeiro a falar.

-O gelo esta derretendo.

Dou risada vendo algumas gotas escorrendo de seu rosto pro pescoço. -E minha vez de cuidar de você e você ficar reclamando.

Mais um pouco de silencio.

-Me desculpa... Por toda essa cena. Por...

-Não tem porque se desculpar. Você não tem culpa de viver uma novela das oito. - Digo tentando descontrair.

Ele solta um sorriso contido, mas que logo se apaga.

-Deve parecer mesmo. Você não me conhece nem a 24 horas e já presenciou duas brigas.

-Três, com a nossa dentro d´água.

Ele ri um pouco. Eu estava ao menos conseguindo ajudar.

-Relaxa. O que seria a vida sem um pouco de aventura?

-Deixa que eu seguro. - Ele faz menção a pegar o saco de bifes.

-Não. Eu to bem aqui. - Continuo segurando. -Você tinha dito que seu irmão morreu...

O semblante dele que tinha aliviado um pouco voltou a se fechar. Parabéns imbecil, era pra melhorar a situação, não fazer ela ficar pior.

Tirei a carne de seu rosto colocando do outro lado no braço do sofá e fiquei o observando ali de olhos fechados. Uma vontade incontrolável de beijar ele surgiu, e eu não me impedi. Coloquei minha boca na sua e comecei a beijar.

De olhos fechados, sinto que ele esta me observando, e com certeza esta estranhando o meu gesto. Mas fazer o que, eu já tinha começado.

Mas não demora muito, sinto sua boca se abrir e ele começa a corresponder o beijo. Sua língua encontra a minha um pouco lenta e aos poucos, sinto que o beijo vai ficando mais intenso. Os lábios vão ganhando mais força, e a língua movimentos maiores. E nossa, que delicia de beijo.

Sinto uma mão me pegar pela nuca e outro pela cintura, me forçando a ir pra cima dele. Sem descolarmos nossas bocas, me arrumo abrindo as minhas pernas me sentando em seu colo, ficando com os joelhos em torno da sua cintura. Coloco as mãos em seu peito e sinto os mamilos duros em baixo da camisa de tecido fino. Não preciso dizer que meu pau já esta duro na cueca larga que ele me deu.

Tudo vai ganhando intensidade. Seu aperto, seus lábios, e em minha bunda sinto algo aos poucos crescendo, endurecendo. A sensação de prazer só aumenta e nossas respirações vão acelerando. Quase que automaticamente eu rebolo em cima da sua ereção e ele corresponde me beijando com ainda mais vontade. Definitivamente, esse é o melhor beijo da minha vida. Não que eu não tivesse conhecido caras que beijassem bem, mas nunca nenhum deles me trouxe essa sensação tão...

Chega de pensar... Eu só quero sentir.

*

Falah Galera. Me perdoem a demora em continuar o conto. Semana muito corrida, então ja viu neh. Bom, espero que gostem da continuação desse meu experimento criativo. Eu sei que parece que eu cortei a historia na melhor parte, mas essa eh só uma introdução. Prometo que o erotismo só aumentara a cada capitulo. E eh por isso que eu simplesmente não escrevo um capitulo por dia. Alem da falta de tempo, se não for pra fazer bem feito, eh melhor não fazer. Espero que gostem. Qualquer coisa, comentem, votem, e aproveitem. A opinião de voces mostra se estamos no caminho certo. Logo mais eu termino de escrever o próximo capitulo e posto aqui. Vallew.

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Comentários

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CONTO CONTINUA DELICIOSO COM MUITAS EMOÇÕES. SAFADO SEU IRMÃO E SEU EX-NAMORADO. SÃO COISAS DA VIDA. ACONTECEM. MAS VEREMOS DAQUI PRA FRENTE O COMPORTAMENTO DE ROGER E MARCOS. E O SEU E DE ANDRÉ É CLARO.

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Estou gostando e pretendo continuar lendo. Por favor, não demore muito a postar e não abandone o conto. Um abraço carinhoso,

Plutão

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Comecei a ler agora e já to gostando, quero ver um capítulo sendo narrado pelo Roger e o outro pelo Marcos, ambos explicando a traição e como tudo ocorreu e como foi depois do Leandro expor que já sabia de tudo. De resto, o Marcos foi muito traíra, eu não perdoaria e creio que pro Leandro, o Marcos está morto!

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