PELA PRIMEIRA VEZ - CAPÍTULO 05: ACERTO DE CONTAS

Um conto erótico de RafazinhoGostoso
Categoria: Homossexual
Contém 1046 palavras
Data: 06/03/2017 00:47:24
Última revisão: 06/03/2017 00:53:42

Gente, este é o capítulo 05, espero que gostem!

Vi que tem mais gente comentando. Apartir de agora vou começar a responder os comentários!

cellinho, obrigado! Continue acompanhando e comentando o que achou!

VALTERSÓ, será? Vamos ver o que acontece!

guihga, os capítulos dependem muito da minha preguiça de escrever o resto ou não. Depende também de terminar o capítulo em alguma cena interessante Hehehe Continue acompanhando e me diz o que achou.

PELA PRIMEIRA VEZ - CAPÍTULO 05: ACERTO DE CONTAS

Dobrando o beco os outros dois caras de mais cedo me cercaram, o que me deixou amedrontado.

- Agora somos nós três e você. Não tem como fugir - Disse vindo em minha direção.

Não posso com três ao mesmo tempo, sou bem mais fraco que eles. O que eu posso fazer?

Em um momento como esse, quando você sabe que não tem saída, a única coisa que você consegue pensar é em encontrar uma saída. Tentei de todas as formas imaginar um jeito de sair daquela enrascada, em vão.

- Quem é aquele filho da putinha que você defendeu mais cedo? É teu namorado por acaso? - Perguntou ele, com aquele tom de voz de "quero parecer machão, mas na verdade sou só um valentão mesmo".

- Ele é meu primo! E o que você fez foi errado, e eu vou contar tudo isso pra diretora da escola - Disse eu num tom confiante, tentando fazer com que a confiança sobresaísse o medo.

- Ah, vai? - Disse ele em tom de deboche - Porque? Não sabe se defender sozinho? Parece que você não tem tanta coragem agora, baitolinha.

- Você é só um valentão, eu não tenho medo de você. - Respondi confiante.

- Mas o seu primo tem, e ele vai chorar muito quando eu der uma surra nele! Porque aquele filho da putinha dedo-duro é tão viadinho que precisa do priminho pra defender ele! - Disse ele em tom de deboche.

Eu já estava fervendo de raiva, ao ouvir isso do meu primo não me contive, desferi um soco forte nele que o fez cair no chão na hora.

Eu só podia estar maluco, mas algo em mim me moveu a fazer isso. Ouvir ele falando assim do Gabriel me deu muita raiva, mas claro que toda ação tem uma reação: senti o soco voltar, desferido por um dos garotos. Desta vez quem caiu no chão fui eu.

Lá no prédio, Gabriel acordava do seu cochilo rápido, obviamente encontrando a casa vazia. Acho que já tinhamos o mínimo de conhecimento um sobre o outro pra ele deduzir aonde eu iria. Deu uma última olhada na casa pra ver se não tinha ninguém mesmo e saiu em direção ao bar da esquina. Ao desde do prédio, seguiu caminhando pela calçada de cimento, passando direto pelo beco onde eu estava. Passou a tempo de ver o garoto desferir o primeiro em mim. Ele se assustou, ainda estava tentando processar o que aconteceu, mas logo sua mente entendeu o que estava acontecendo. Gabriel correu bem rápido de volta para o prédio, gritando desesperadamente por seu Miguel, um rapaz de meia idade que era o porteiro do prédio.

- Seu Miguel! Seu Miguel! Vem rápido! Preciso que o senhor me ajude, tem uns meninos malvados batendo no Rafael! - Disse ele chegando a portaria desesperado.

- No Rafa? Bora lá, Biel, bora lá!

Os dois correram desesperadamente em direção ao beco.

O soco tinha sido só o início, após isso senti chutes e pontapés. Não sei ao certo quantos foram, só sei que foram muitos. Aparentemente, quem passava perto do beco parecia não notar ou não ligar para o que acontecia. Ali, caído, tentando entender o que eu estava fazendo naquela situação, ouvi uma voz ao longe gritar: "Ei, seus moleques, larguem ele ou eu chamo a polícia!". Era Seu Miguel e logo atrás dele o Gabriel.

- Ih, sujô! Bora, bora! - Falou o mais velho, cessando os chutes e fugindo. Ao saírem correndo, ainda pude ver Seu Miguel dando um tapa em um deles.

Lá no chão, vi Gabriel vir correndo me levantar e Seu Miguel também. Eu estava dolorido, amparado pelos dois fomos caminhando até o prédio.

- Seu Miguel, não conta isso pro tio Danilo, por favor. - Falei.

- Mas... - Disse ele, sendo interrompido por mim.

- Por favor, não conta.

- Está bem, moleque. Não conto. Só cuidado, por favor. - Disse isso enquanto entrávamos no prédio, ele se dirigiu a portaria e Gabriel e eu aos elevadores.

Chegamos em casa. Tio Danilo ainda não havia chegado e fomos ao quarto do Gabriel, eu estava muito dolorido. Sentei na cama e Gabriel saiu do quarto, retornando logo após com uma caixa de primeiros socorros.

- Pra que isso? - Perguntei.

- Você tá com um corte no braço, pode ter mais pelo corpo! - Falou já tirando esparadrapo da caixa.

- E você sabe fazer isso?

- A mamãe é enfermeira, ela já fez isso em mim um bocado de vezes. Tira a camisa.

- Quê? - Perguntei.

- A gente tem que ver se tem mais algum machucado. Porque você tava apanhando?

- Por causa de você. - Falei enquanto tirava a camisa. Acho que tinham mais uns dois machucados no meu peitoral e nas costas.

- Por causa de mim que eles te bateram? Desculpa! - Disse ele, limpando o corte no braço.

- Relaxa, eu não me arrependo de nada! Eu não posso deixar eles fazerem nada de ruim com você. - Falei, virando o rosto pra ele, que já terminava o primeiro curativo.

- Desculpa, Rafa. Eu não queria te causar problemas, você é meu único amigo. E eu estou gostando muito de estar com você aqui agora. Não quero que você me abandone. - Disse ele em tom triste.

- Eu nunca vou abandonar você, nunca! - Disse eu pegando no seu rosto.

Ali, naquela cama, sendo cuidado por aquele garotinho que dizia pra eu não abandona-lo. Eu nunca iria fazer isso, afinal, eu queria estar perto dele. Com a mão no rosto, em um impulso, algo inesperado me fez beija-lo. Ali, naquele momento, nós dois estávamos nos beijando.

CONTINUA...

Aqui termina o capítulo 05! A partir de agora Rafa ficará bem confuso quanto seus sentimentos. Ele beijou seu primo mais novo, o que isso significa? E enquanto a seu tio? Rafa precisa pensar muito ainda sobre o seu coração. Aguardem o capítulo 06!

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AINDA ACREDITO QUE O DANILO DEVERIA SER INFORMADO. MEIO RÁPIDO ESSE BEIJO.

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