Casa dos Contos Eróticos

Humilhada pela empregada. Fim

Autor: Tudo
Categoria: Sadomasoquismo
Data: 11/02/2017 03:52:00
Nota 10.00
Assuntos: Sadomasoquismo

Olá, meu nome é Amanda, e fiz o conto Humilhada Pela Empregada, e muitas pessoas me pediram por email para continuar com o conto e muitas pessoas pediram para entrar em detalhes quando a Dora me leva para a casa dela e me obriga a fazer coisas com os meninos e um senhor vizinho dela onde ela ganhava dinheiro sobre minha submissão e humilhação. Esse conto é sobre essas partes que nos outros eu resumi e aqui muitas pessoas queriam esse detalhes.

Bom, para quem leu as 5 partes do conto essa parte é com mais detalhes da continuação da “segunda parte” quando Dora passou a me humilhar e passei a ser o brinquedinho dela.

Lembro-me que uma vez enquanto eu limpava a casa Dora veio até mim e falou toda irônica que eu teria que ir a casa dela que é na periferia na cidade de Barueri, como onde moro é um belo condomínio que pertence a essa cidade. De onde moro até lá é cerca de 30 minutos de ônibus e sem problemas para chegar na cidade (o condomínio fica totalmente fora da cidade).

Eu escutei e fiquei nervosa sem entender o que ela queria com isso, pensei ir na casa dela, mas por que isso? Pensei e fiquei muda apenas de cabeça baixa. Os dias passaram e ela ás vezes comentava isso para mim, sempre com risinho na cara. Meus pais chegaram de viagem e tudo parecia ser normal em casa, mas no fundo eu sempre tinha medo de Dora mostrar minhas fotos ou ela falar algo para meus pais, enfim eu era uma garota tensa com tudo, principalmente quando eu saia de casa e ela estava só com minha mãe, eu chegava em casa com o coração na boca sempre achando será que ela falou algo, mostrou as fotos? Quando abria a porta de casa eu ficava com o coração na boca, pois ia logo falar oi para minha mãe para ter a certeza que estava tudo bem. Dora era muito mais inteligente do que eu imaginava e sacava isso, depois tipo eu e Dora na cozinha ela vinha para mim ria e falava: está com medo da mamãezinha ver as fotos é putinha? Ela falava baixo e ria da minha carinha de assustada.

Em um sábado lindo com muito sol eu estava marcando com minhas amigas para ir tomar banho de piscina na casa de uma delas, a galerinha nossa estaria lá e eu precisava disso para colocar minha cabeça no lugar ou, tipo ter uma folga desse drama todo, pois eu estava vivendo dias de inferno e o pior, sem poder falar disso para ninguém, eu precisava dessa tarde com minhas amigas para pelo menos lá achar que estava tudo como antes a minha vida, mesmo sabendo que não estava mais. Foi quando Dora chega perto de mim e fala com o dedo dela gesticulando que não eu desliguei o telefone e nervosa falei o que foi? Ela disse sempre com voz baixa, pois estávamos na sala, _você vai comigo hoje para minha casa, diz para a vaca da sua mãe que vai ao shopping ou sei lá, fala qualquer coisa piranha, ela diz escutou né? E eu _sim senhora dona Dora, falo gaguejando mais ainda.

Liguei para as meninas e com ódio de Dora falei para elas que ficaram chateadas de eu furar e que estaria lá os meninos lindos e um que eu paquerava tinha um tempo e seria hoje o clima eu tinha certeza, mas tive que furar com elas e fui para meu quarto, chateada e com carinha de choro, depois do almoço falei com minha mãe que iria ao shopping em São Paulo com minhas amigas da faculdade e que pegaríamos um cinema, que faríamos um lanche lá, ou seja, que eu iria demorar e chegaria mais tarde. Claro ela me perguntou afinal sou a criancinha dela ainda, mesmo com 19 anos e falei que a mãe de uma delas me pegaria com as meninas e me traria de volta, mesmo assim minha mãe confiava muito em mim e ao mesmo tempo ela era desligada quando a ser rígida com horários.

Tudo armado eu estava no meu quarto, eram 13:30 e eu sentada na minha cama com uma calça jeans e blusa branca e tênis, quando chega Dora no meu quarto e diz, sempre com voz baixa por causa dos meus pais claro. _Vamos embora putinha, estou saindo e vou andando até o ponto fora do condomínio, a putinha sai em 10 minutos e ai se demorar, escutou? Falei sim senhora Dora, de cabeça baixa humilhada.

Eu estava muito bem arrumada com minhas roupas caras e fui andando, sai do condomínio, algo estranho uma moradora desse condomínio sair ou entrar a pé, mas fiz isso pela primeira vez e fui até o ponto, nossa que raiva, lá passa um carro atrás do outro, nunca para, pois são vários condomínios e eu morta de vergonha se alguém me reconhece ou coisa assim sábado as empregadas trabalham até as 14:00, ou seja tinham umas 8 mulheres, todas empregadas e uns 2 homens que deveriam ser trabalhadores e eu e Dora, eu me destacava nesse ponto ao lado de Dora, pois sou loira e jovem e linda e bem arrumada as pessoas me olhavam e sacavam tipo, o que essa patricinha moradora aqui esta fazendo no ponto? Sei que todos nesse ponto deveriam estar pensando nisso, umas até davam certo risinho me vendo, quando o ônibus chega meu coração pula, acreditem foi a primeira vez que subi em um ônibus coletivo e Dora na frente me desprezando e eu paguei a dela e a minha passagem e sentamos, fui muda e ela na dela.

Dentro da cidade o ônibus andou mais um pouco depois do centro até a periferia (Barueri é uma cidade pequena), ela falou secamente _vamos, me levantei e fui atrás dela, saímos do ônibus e fui seguindo ela, chegamos na casa que é muito humilde e ela mora com duas irmãs que estavam viajando, com certeza ela tinha armado tudo, entrei e como educada falei da licença e ela me olhou rindo e falou após fechar a porta. Mas você é uma loira puta mesmo e gargalhou, eu em pé sem entender. Vamos piranha, corre na cozinha e limpa lá, limpa o banheiro e os quarto, depois a sala, quero tudo um brinco falou me dando um tapa na bunda, eu tentei falar, mas você me trouxe aqui para limpar sua casa Dora? Nossa ela ficou vermelha de ódio, me deu um tapa forte na cara, me bateu nas pernas e me colocou contra a parede da pequena sala e me cuspiu na cara e disse aos berros: _Puta, vagabunda, o que eu faço ou quero você faz, e faz calada, entendeu? Mas Dora, eu, eu, as palavras não saiam da minha boca, ela berra dizendo com a cara colada na minha, é senhora Dora, sua vadia, escutou? Me bateu mais, eu chorando em pé costas na parede e ela na frente berrando e me batendo e eu assustada falando si...sim senhora Dora, des...desculpa do...dona Dora, nossa eu falava toda tensa e com medo ainda mais que na casa dela eu ficava gelada de medo.

Dora berra e diz tira a roupa, vamos, vamos pelada vai! Nossa quase morro de medo como ela me tratou e agora escuto isso, na minha casa foi terrível, mas na casa dela isso? Ficar nua? Pensei não e me saiu, mas, mas dona Dora, tirar minha roupa aqui? Ela veio e rindo falou, já sei, o olhar dela rindo para mim me gelava a espinha e continuou, a piranha loira gosta é de apanhar né? Estou sacando sua putinha e eu tensa, não, não senhora. Ela segura meus cabelos lisos e loiros e diz quase me fazendo cair, eu estava em pé e toda inclinada e ela berrando no meu ouvido, tira a porra dessa roupa vagabunda, é para ficar peladinha e entenda uma coisa hoje ganho uma grana com esse teu corpinho de biscatinha, escutei isso chocada e chorando. Muda comecei a me despir na sala humilde da pequena casa de Dora, ela em pé me vendo começa a sentar e rindo da minha cara, ela sabia sempre me deixar constrangida mesmo tendo já me vista nua na minha casa e me humilhado, eu comecei tirando minha roupa toda, estava agora nuazinha em outra casa, nem me tapei pois sabia que ela não aprovava isso, mas minha cabeça sempre para baixo, pois a vergonha era grande. Ela sentada rindo pede minhas roupas e diz, vamos, vai lá e quero ver aquela cozinha brilhando, vou dar uma saída e ai de você aprontar alguma coisa.

Ela saiu e eu nua na pequena cozinha com coisas velhas, fogão todo encardido de velho e sujo, pensei, as irmãs devem ter feito o jantar noite passada e não limparam nada, cheguei a achar que as irmãs de Dora fossem chegar e o que explicar, uma menina nua na casa limpando e se vem algum homem, pensei Dora saiu e não me explicou nada só para limpar e eu tensa limpando da melhor forma, mas nervosa cheguei a chorar pois nua em uma casa que nunca estive e agora longe de casa, sem saber o que pode acontecer, me deixava mais e mais tensa.

Acabei a cozinha e fui limpar a sala onde me deixava mais nervosa, pois a porta estava sem chave e destrancada, se alguém chagar e abrir me paga nua pensei, mesmo assim limpei, se passaram 30 minutos e nada de Dora, de repente escuto o barulho do ranger do portão da frente e a porta abre toda onde levo um susto e me sai um ai, eu de paninho na mão e levando o susto e Dora, não se segura de tanto rir, que vontade de xingar ela, mas humildemente me viro de bundinha para ele e continuo a limpar o sofá encardido, ela entra e diz que esta tudo acertado e que será uma tarde diferente na minha vida eu sem entender não me atrevi a falar nada.

Quando termino a sala e os dois quartos eu estava toda suada e me sentia pegajosa devido ao calor e Dora estava tomando um café na cozinha quando ela diz. Senta aqui, ela estava sentada na pequena mesa da cozinha onde tinha apenas duas cadeiras velhas e quando eu puxei a cadeira para sentar ela me recrimina dizendo que cadela senta no chão não em cadeira, eu nervosa com tantas humilhações, nua na cozinha e nessa casa que é da minha empregada, onde jamais imaginei estar aqui e ainda mais nua e limpando, escuto para me sentar no chão perto dos pés dela e ela começa a falar coisas que me deixariam mais traumatizada. Muito bem puta, quero ganhar uma grana com esse seu corpinho de patricinha, e entenda uma coisa, vai se comportar muito bem, sei que você deve ser uma chupadora lá com os meninos riquinhos, sua carinha é de chupadora mesmo, vão vir aqui uns 4 meninos que são dessa rua e confio neles, falei que tudo será segredo e que você irá chupar o pau deles um por vez e teve até sorteio entre eles onde quase brigaram para saber quem seria o primeiro, falei que era uma loirinha rica do condomínio e todos ficaram louco sem acreditar, vão pagar R$50,00 cada um para que você chupe bem o pau deles e engula todo o leite. Ela terminou de falar leite e riu da minha cara de espantada, me levantei implorando que não, ajoelhei aos pés dela implorando, chorando e falando que nunca tinha feito isso, que só tive um namorado e nada mais e que não queria, eu parecia uma criancinha chorando e falando sem parar e ela disse. Olha para mim, escuta aqui puta, ai de você se não fizer o que mandei, ai além de ter suas fotos espalhadas no condomínio, vai sair daqui nua e vai pegar o ônibus pelada, quer isso? Ela falava gritando, eu como uma idiota que fui, sem experiência de maldades das pessoas achei que era de verdade, que ela me jogaria nua para fora da casa e onde acabaria estuprada na rua, engoli a seco e fiquei muda chorando, ela se levantou e falou. Lava esse copo, vou ver como esta aquele quartinho dos fundos e sai desse chão cadelinha, tira esse rabo dai e vai limpar esse rosto e vai ficar pelada também, nem pense em vestir alguma coisa.

Eu estava mole, sem forças nas pernas, olhei o relógio e ela me disse que seria a qualquer momento a chegada deles. Ela disse que são 4 entre 19 a 22 anos acho, eu com meus 19 aninhos nua e fazendo isso pela primeira vez e tendo que engolir, lavei o copo dela chorando e ela volta dizendo. Você vai gostar de tomar o leitinho putinha, faz bem para a pele e ria, eu não entendia nada o que ela queria dizer com isso, o medo, a vergonha, pois nunca tinha estado nua na frente de meninos estranhos ainda mais pobres e 4 de uma vez, minha cabeça estava zonza, .meu medo agora era se alguém da minha família soubesse disso. Amigas que deveriam estar na piscina rindo, música e meninos lindos lá nesse exato momento sem imaginar onde estou agora e como estou e o que farei em minutos, eu aqui nessa casa nua esperando 4 meninos que nunca vi na minha vida que vão me ver totalmente nua, eu só de imaginar ficava tremendo toda, tamanha minha vergonha e medo dessa humilhação, tudo que terei que fazer, estava sem ar, angustiada e a cada minuto que olhava para o relógio da parede da cozinha pensava o que faço? Dora ia de um lado para outro da casa fazendo umas coisas e ria quando me via em pé caladinha, nuazinha, eu e meus pensamentos de dor.

De repente acontece, escuto a campainha da casa de Dora tocar e umas vozes de meninos ela sai pela porta lateral da cozinha e eu em pé olhando ela cruzar da pequena sala para a porta da cozinha até a área lateral da casa, olho assustada só com a cabecinha de fora, vejo Dora andando pelo corredor de fora até a grade da frente, eu não via o portão, só um pequeno pedacinho da grade e uma pequena parte da rua. Escuto vozes e sem saber o que fazer meus olhinhos arregalados, meu corpo dentro da cozinha e minha cabeça para fora olhando até que vejo e me gela, tiro minha cabeça na hora, mas deu para ver Dora na frente e mais 4 meninos mulatos e negros, shorts, camisetas e chinelos bem simples, eu paralisada na cozinha quando escuto, Amanda, o Amanda vem aqui putinha, menina burra, em segundos vejo pelo basculante da porta da cozinha ela passando e eles atrás, quando chega na porta, rindo diz, sai, vem aqui, vem. Ela fala seria mas com riso na cara, eu balanço a cabeça implorando que não. Eles parados atrás dela sem me verem ainda, eu só via os vultos pela janela da cozinha e ela me olha e diz séria. Vem aqui agora Amanda, nem sei como consegui andar os 5 passos que dei, fui tremula e esperando o momento até que ela me puxa para fora e pronto me tapei com as mãos sem conseguir olhar a cara dela sequer, eles na hora uau, peladinha, que puta deliciosa, caralho que tesão, todos falando ao mesmo tempo e eu entre a porta da cozinha do lado de fora e o muro que separa as casinhas, que é alto. No corredor fora da casa e 4 meninos vendo uma patricinha nuazinha, todos querendo passar as mãos em mim e Dora não deixou, foi humilhante todos me vendo. Meninos da minha idade, mais novo e mais velho e, eu lá imóvel sofrendo com a vergonha humilhante, falaram da minha bucetinha que tive que tirar as mãos com o tapa de Dora na minha bunda, ela me virou e mostrou minha bundinha durinha, branquinha e eles rindo, quando começaram a rir cai em mim e quase desmaio de vergonha.

Depois de uns 15 minutos fui para o quartinho e entrou o primeiro e fechou a porta, os outros falando sem parar, ele me agarrando e eu simbolicamente tentando me afastar, ele me chupou e meus seios doíam de tanto que ele sugava, passou a mão na minha bucetinha e lambeu rapidinho, pois cada um tinha só 20 minutos. Tive que chupar ele sentado na cama e eu de joelhos, que nojo. Ele estava tão excitado que mamei só 2 minutos e ele gozou, segurou minha cabeça e aquilo nojento entrando na minha boca e engoli sem querer, sentindo a gosma entre meus dentes e garganta, tinha um gosto azedo, ele me soltou e eu tossindo, toda melada, ele sai rindo e abre a porta, todos os 3 lá fora me vendo e rindo, olha a cara do cara, ele está zonzo, ele saiu como se fosse bêbado e o outro, opa agora sou eu, me limpei com um paninho de prato sujo que Dora colocou lá, entrou o outro, uns 18 anos, mais novo do que eu, ele veio já tirando o pau para fora, era maior do que o de 20 e foi enfiando na minha boca, eu assustada e ele dizendo, mama piranha, mama, eu mamava o pau dele me sentindo uma puta, nossa que humilhante, outro pau na minha boquinha, nunca imaginei estar passando por isso, eles estavam tão desesperados que esse por exemplo gozou rápido também na minha cara mas cheguei a sentir na minha boca um pouco da porra dele, ele começou a gozar também no meu cabelo e limpou o pau dele no meu cabelo. Ele sai sem falar nada e rindo, como vitorioso e eu com o cabelo pingando porra humilhada mais uma vez.

Eu estava pasma, chocada com o que tinha feito até agora, sem acreditar, toda hora vinha na minha cabeça, isso é um pesadelo, não esta acontecendo, não esta acontecendo, mas eu não acordava e estava mesmo vivendo esse drama humilhante.

Veio o terceiro também já entrando e nem tinha fechado a porta e eu nem tinha me limpado ainda direito quando ele vem já com o pau bem grande e enfiando na minha boca falou, vai puta, chupa, ele foi enfiando e eu obrigada a chupar, com nojo de mim mesma, minha boca toda melada da porra do menino de 18 anos, esse deveria ter uns 19 já com o pau todo melado e minha boca gosmenta, quase vomitei, ele enfiou tudo e tocou minha garganta, eu sempre de joelhos no chão perto da cama e ele em pé, depois ele grita para os outros pararem de rir e para fecharem a porta, em seguida me levanta e eu toda molenga e claro, mais exposta, ele senta na cama e eu em pé na frente dele, chupa meus seios, passa as mãos com força na minha bundinha e me vira de costas para ele e abre minha bunda e fala, caralho que cuzinho delicioso esse, e passa a língua varias vezes no meu cuzinho, eu em pé com uma mão no rosto chorando baixinho tamanha a vergonha e humilhação, ele tenta enfiar o dedo mas, saio e digo que não, ele fala, vem aqui putinha loira, ajoelha e me chupa, eu fiz, humilhada mas fiz e ele gozou na minha boca e foi direto na minha garganta, ele se levanta com cara de ódio para mim, depois veio o ultimo menino e esse um pouco mais bobo em relação aos outros por isso acho que ele foi o ultimo e era o mais feio de todos, magrinho e mulatinho, envergonhado ele tirou o pau que nem estava duro e nem mole, a porta tinha sido fechada atrás, ele senta sem falar nada e só me olha, nessa hora me senti uma putinha, que ódio me deu, fiz como se fosse uma puta com um menino inseguro, eu mesma peguei o pau dele sem ele falar nada e coloquei na minha boquinha e chupei ele, no meu corpo o cheiro forte de porra, eu toda nojenta estava ajoelhada chupando esse ultimo menino, ele nervoso e eu mais ainda, ele fica duro e em seguida goza na minha boca, veio tudo na minha boca e eu chupando e escorrendo pelos cantos da boca e caindo nos meus seios babas grande com a porra dele, nem sei se me deu mais nojo ou enjoo dessa forma, mas ele não falou nada e gemia que nem doido, se levantou sem falar nada e os outros do lado de fora rindo, e gritando aaaaeeeeeee gozou? Ele sai sem graça e diz que sim e todos aeeeeee. A porta aberta eu lá toda melada e eles olhando e dizendo que eu parecia um bichinho de estimação, quando Dora sai da cozinha e diz, muito bem molecada acabou, vão, vão, vão, e todos, valeu Dora .valeu e risos de todos, eu comecei a chorar quando o último sai da minha vista e eu lá ainda caída no chão chorando muito e escuto Dora falando, já sabem né? Bico fechado, se falarem vai dar merda para todos e morre aqui esse papo, todos em coro, pode deixar Dora, a gente fode o que abrir o bico, mas a gente pode usar essa gostosa ainda né? Ela responde, pagando claro, um reclama. Pô Dora, quero comer ela, comer o rabo dela, Dora solta uma gargalhada e diz, menino para comer minha cadelinha são R$120,00 e se quiser comer o cuzinho R$250,00, nem vocês todos pagando para um vão conseguir esse dinheiro, para mim bem que eu queria e daria o cuzinho dela sem problema para quem pagar e terminou rindo muito, eu escutava esses comentários e me sentia pior que uma putinha, algo que nunca imaginei passar.

Depois de um tempo Dora vem e me pega e diz, gostou de beber leite cadelinha e ria, era crueldade demais, o que posso ter feito para ela me odiar tanto, estava chocada com ela e com o que fiz, como sou estúpida e ingênua, ela me pegava pelos cabelos e do lado de fora entre o quartinho e os fundos da casa, numa pequena área de serviço de chão de cimento, ela diz, o puta, ali tem aquela mangueira, seu banho será nela, cadela toma banho de mangueira e gargalhava, ela entra e eu lá tomando meu banho toda humilhada. Depois eu molhadinha chamei ela e perguntei se poderia entrar na casa, ela grita, entra e fica no chão da cozinha, ela gritou da sala onde via televisão e eu fiquei uma meia hora molhada e me secando com o tempo quente lá na cozinha toda encolhidinha com lagrimas nos olhos, de bundinha no chão e perninhas juntas e meu rosto sobre meus joelhos e eu abraçando minhas pernas, fiquei meia hora assim, chorando de leve lembrando do que fiz com os meninos e tudo mais.

Sem mais nada Dora sai jogando minhas roupas no chão e diz, se veste e vai embora piranha mas antes vem aqui de 4 e beija os pés da sua dona, como eu queria muito ir embora não falei nada e fiz isso de 4, que nem cadelinha fui lá e beijei os pés dela, ela vai se veste lá fora e toma, esse é seu dinheiro por ter chupado R$5,00 reais, que ódio, claro que eu não queria dinheiro nenhum depois de ter chupado os meninos, mas ela pegou R$200,00 com minha humilhação e eu ganhei os R$5,00 para o ônibus e isso foi a forma dela me humilhar mais ainda.

Fui me vestindo com ela na porta da cozinha rindo de mim e falei posso ir embora Dona Dora? Ela fala com desprezo vai, vai e eu andando pelo corredorzinho entre o muro e a casa até chegar na frente e saio. Na hora me deu medo, e se esses meninos estão aqui? Se me pegam? Eram umas 18:00 já começando a escurecer, fui quase correndo para o ponto, demorou muito, ele veio, subi e rodei quase a cidade toda até pegar a estrada e ir para o meu condomínio, sai e fui para casa andando, queria chorar. Em casa subo para meu quarto e mentindo antes falo oi para meus pais e dizendo que queria ir ao banheiro subo rápido, no meu quarto tranco a porta e caio na cama chorando muito, em seguida entro para um banho pois me sentia toda suja ainda. Foi terrível na segunda feira quando Dora chega para trabalhar e sempre que ela conseguia estar em parte da casa somente eu e ela, ria da minha cara e me humilhava sem minha mãe se quer notar algo.

Continuando pois essa parte do conto é só sobre minha ida na casa de Dora, em outro sábado, Dora parecia feliz com esse dinheiro extra e ela disse, vai lá em casa hoje escutou? E eu mas Dona, eu era uma tonta mesmo, falava com melancolia e chorona, mas tive que ir novamente com a mesma situação, nua antes e limpando tudo. Quando estou limpando a sala escuto a voz de um homem, uma voz de homem velho e penso não e me escondo na sala, quando Dora vem e me pega pelos cabelos e diz, sua puta, quer me envergonhar na frente dos meus clientes? E ela para não deixar marcas no meu corpo me da só uma bronca sem esse senhor notar, ele estava no corredor de fora me esperando, Dora me leva e eu saio nuazinha e ele me admira, rindo junto de Dora, um senhor negro de uns 66 anos, barrigudo e feio, muito feio, mas parecia ser tipo um dono de borracharia que tinha um certo dinheirinho, ele me olha e diz nossa Dora, mas não podia imaginar que era essa gracinha que você falou, nossa que delicia essa ninfetinha, Dora me vendendo como objeto falava passando as mãos em mim, me mostrando para ele. Olha só Benedito, não falei que era coisa de primeira, é rica, loirinha, olha os peitinhos durinhos, eu constrangida e ela segurando meus seios e ele passando as mãos ásperas, depois ela diz. Olha essa bucetinha lisinha, não parece de menina de 16 aninhos, diz, diz? A Dorinha, estou vendo, que delicia, depois Dora me vira e mostra minha bundinha e berra se inclina, que vergonha, me inclinei e ela abriu toda minha bunda, meu cuzinho piscando e os dois rindo, olhando ele fala. Esse cu ai é virgem mesmo Dora? Claro Benedito, pode meter nela que você será o primeiro, e os dois gargalhando, eu sem olhar para eles de costas arregalo meus olhinhos azuis e desesperada de escutar isso me toquei, não será chupeta, terei que transar com ele e ele quer comer meu cuzinho virgem que nunca pensei em dar na vida e tento falar, Dora não, por favor isso não vai machucar todo meu cuzinho, eu fico mamando na pica dele, mas não deixa ele comer meu cú não, por favor. Ela me da um tapa na bunda e diz, cala a boca cadelinha, ela fica ali e me negocia na minha frente e diz, Benedito, R$400,00 e come ela toda por 1 hora, ele discute e diz que quer me comer 2 horas pelo valor, ela mais preocupada com a grana diz. Ai Benedito, você é foda mesmo, o que faço com você hein? Tá bom, vai lá véio tarado, poder comer a putinha em duas horas então.

Ele começa chupando meus seios dizendo que são durinhos, em seguida me deita na cama e começa a passar a língua áspera na minha bucetinha e vai falando, que delicia de buça, eu olhando com minha carinha de assustada ele me chupando, ele me vira de repente de bundinha para cima ele enfia toda a língua no meu cuzinho eu com minhas duas mãos juntas e cotovelos na cama chorando sem ele notar e minha bunda ficando melada da baba dele sem eu querer, mas comecei a sentir algo, ele lambia meu cuzinho e bucetinha ao mesmo tempo e enfiou o dedo grosso na minha bucetinha, eu gemia ai, ai, ai, ele ria e falou calma cadelinha linda só está começando, esse formigamento no seu cuzinho já passa já, já. Eu apavorada claro, depois o pior, ele cuspiu no meu cuzinho e enfio o dedo grosso nele, eu segurava com minhas mãos o lençol, com carinha de dor, olhos travados e a dor no meu cuzinho, babando de choro ai, ai meu cuzinho, nossa que dor, era um dedo na minha bucetinha e outro no meu cuzinho virgem.

Depois ele se levanta e eu fraca e zonza ele tira a roupa, coloca o joelho na cama e pega minha cabeça e me faz chupar aquele pau que era enorme e todo melado, cheio de coisinhas brancas e nojentas na cabeça, que nojo e aquilo dentro na minha boquinha, chupo e com meus olhos travados, ele fala. Olha para mim putinha loira, deitada de bundinha para cima ele com o joelho na cama inclinado me vendo, vendo minha boquinha chupando aquele pau enorme depois ele em cima de mim. Ele começa a meter em mim, ele pesado mais de 100 quilos com certeza, eu quase sem ar ele metendo e eu com uma dor terrível na bucetinha, tive que aguentar, ele me vira e diz. Vamos de cadelinha agora, eu fiz como ele mandou, sempre lagrimas nos olhos, ele mete e eu de 4 comecei a gemer sentindo meu corpo me traindo. Ele querendo gozar e minha cabeça não querendo, era eu e ele gemendo juntinhos, que ódio, sem conseguir e não sei como gozei era misto de gozo, dor e raiva, eu gemi muito e gozei como nunca na minha vida. Ele me vira e senta em meus seios, me faz chupar e goza na minha boca, era muita porra na minha boca e eu estava até acostumando com o sabor, engasgando e com minha cara, meu cabelo e pescoço cheios daquela porra gosmenta, eu tentei segurar o gozo dele na boca para cuspir mas acabei engolindo, ele não saia de cima de mim e eu com medo de ficar sem ar, ele passava o grande pau começando a ficar mole na minha cara e como uma pazinha empurrando o resto do meu rosto para dentro de minha boca aberta que queria ar e sentia as grande gotas entrando na minha boquinha que tremia. Lembro-me que em seguida ele muito cansando e essa cama pequena ficava colada na parede ele me empurra e fico entre ele e a parede de cara para a parede e bundinha para ele quando ele deita e me abraça, aquela barriga enorme melada de suor nas minhas costas e, ele, sei lá parecia dormir um pouco e aquele braço gordo sobre mim com um cheiro forte de homem que não colocou desodorante e o claro do quarto eu fiquei paradinha lá e sentia o pau dele melado na minha bundinha, pensei muitas coisas, como vim parar nessa situação, quanto mais pensava mais me vinha que eu poderia ter parado isso no começo, que eu era uma idiota.

Quando menos espero era eu que fechava meus olhos de tão cansada que estava, acho que tinha se passado uns 40 minutos, quando ele acorda e sabendo que ainda tinha pouco mais de uma hora para abusar de mim, ele começa, com o dedinho, a passar no meu cuzinho e rindo com a cara em cima da minha, sinto aquele dedo entrando mais uma vez no meu cuzinho e levo um susto e ele ri mais ainda e eu acordo, volto a minha realidade e ele enfiando mais ainda o dedo e eu gemendo ai, ai tá doendo, ele falou. Mas que piranhazinha é você hein, patricinha, cheirosinha e riquinha aqui comigo, nem acredito que estou comendo você putinha, vamos inaugurar esse cuzinho benzinha? Me faz chupar aquele pau todo mole, grande e sujo, ele me coloca de bunda para o alto e cospe muito nele, eu tremia toda esperando aquela dor que sabia seria enorme, sinto a cabeça entrando e grito aaiii, ele manda calar a boca e aguentar, ele metia em cima de mim e depois de um tempo sentia como se fosse um ferro quente dentro de mim , ardia muito, depois de uns 20 minutos ele gritou vou gozar! E gozou dentro da minha bunda, sentia meu cú cheio daquela porra quente, ele tirou o pau e me obrigou a chupar, senti um gosto horrível e nojo pois ele estava dentro do meu cuzinho, limpei o pau dele, eu estava acabada moralmente e com uma dor infernal atrás, ele saiu, se vestiu e para me humilhar diz, da um beijinho e tchau para ele, segurando o pau e já vestido eu olhei e dei o beijo e quase sem voz falei, tchau. Ele ri e diz, o putinha, que isso, da um beijo gostoso e um tchau vai, eu fiz, humilhada mais ainda beijei, chupei e dei até um riso forçada e disse tchau e passei minha língua de baixo para cima. Ele, assim boa menina, ops, boa cadela. A Dora te adestrou bem cadela e foi embora rindo.

Fiquei caída na cama e passando a mão no meu cuzinho que estava aberto como nunca tinha sentindo, estava nervosa achando que ele ficaria grande assim para sempre assim e que quando os outros caras quisessem comer meu cuzinho pensariam que eu era uma putinha que vivia dando o rabo pra todo mundo. Depois veio a Dora me dando susto batendo palmas e gargalhando, ai inauguraram seu rabo e gargalhava, e me disse sei que no fundo você ta gostando né? Ele me falou que você gozou duas vezes, mas que puta você me saiu em Amadinha, a patricinha que teve o cu inaugurado por um borracheiro negro de 66 anos, toma hoje te dou R$10,00, agora vai embora, na sua casa pede para a piranha da sua mãe passar creminho e cuida bem do meu negocio, porque preciso de mais dinheiro, que ódio na frente da minha mãe ela sempre falava Senhora isso, Senhora aquilo e aqui ela chamava minha mãe de puta, me levantei com dores no cuzinho e cambaleando me vesti, ela falou com crueldade, vai com o corpinho de foda para casa hoje puta, hoje sem banho.

No ônibus que vergonha, eu uma menina linda cheirando a suor de homem negro e suja de porra pelo corpo, fui em pé, pois não conseguia sentar e provoquei risos, pois tinha uns bancos vazios e eu estava muito tempo em pé, meu cabelo pegajoso, se dava para notar ou não, fiquei sem saber se estava na cara que eu tinha transando. Meu braço, depois notei, tinha uma linha do cotovelo até minha mão, quase uma linha de esperma colado com meus pelos loirinhos, mas ficou escura essa linha e eu sem conseguir limpar, pois estava colado daí me toquei estão sacando aqui no ônibus, sem contar minhas pernas com pontos de porra colados e já escuro, foi terrível essa volta.

Em casa passei quase uma hora no banho me limpando toda e chorando, mas algo estava me dominando não sei se essa humilhação me excitava ou o que. Eu odiava pensar na idéia de gostar disso, mas tinha muita raiva de mim de se quer imaginar gostando disso ou tendo prazer, mas me lembrei que gozei quando esse senhor negro me comeu, até o termo comeu estava na minha mente. Eu no chuveiro paradinha entre duas paredes ensaboada pensando nisso sem me entender me masturbei sei lá como, imaginando os meninos e esse senhor me comendo e gozei em pé gemendo, acabei no chão me tocando muito. Termino o banho e volto a mim e tudo some e volto a minha realidade desse drama com minha empregada. O que ela faria ainda comigo eu pensava, com medo.

FIM

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11/02/2017 08:52:31
Maravilhoso se alguma gata quiser tc chama no whats ONZE.NOVE, SEIS, NOVE, NOVE, SETE, TRÊS, SEIS, NOVE,NOVE MARCOS BJS NAS PEPECAS....

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