Quarta vez – Nosso Apartamento

Um conto erótico de Tesla
Categoria: Grupal
Contém 450 palavras
Data: 15/12/2016 20:43:58

Demorou um bom tempo para sairmos novamente com outra pessoa. Infelizmente minha esposa precisa estar ébria para criar coragem no ménage. Já havíamos mudado para São Paulo e estávamos instalados em um apartamento próximo a Paulista.

Convidei nosso amigo, que trabalha comigo, para tomar uma cerveja em um barzinho que fica na esquina da nossa casa. Minha esposa nada sabia. Chegamos mais cedo e começamos a beber. Quando ela chegou no apartamento e não me viu, ligou imediatamente. Disse que estava no bar e pedi pra descer. Ela tomou um banho e foi para o bar.

Quando chegou, ficou atônica. Tentou disfarçar e começou a beber com a gente. Percebo que está afim quando mistura as bebidas, e foi isso que ela fez. Logo estava bêbada e os convidei para continuar a bebericassem em casa.

Bebidas servidas, comecei a beijá-la e tocá-la. Logo meu amigo estava do nosso lado acariciando seus seios. Não somos adeptos à camisinha, por isso só temos dois parceiros fixos.

Quando dei por mim, estávamos os três, nus, na cama. Ela nos deitou na cama e ficou entre nós, chupando e punhetando alternadamente nossas rolas.

Apesar de não ser dotado, nosso amigo tem a pica muito grossa, creio do diâmetro do papelão de um papel higiênico.

Não resistindo mais, ele a colocou de quadro e eviou em sua vagina, mas não durou mais que um minuto. Logo me pediu o KY e enviou tudo sem dó no cú dela (ele é fissurado pelo anal – a mulher dele não é adepta a este tipo de relação). Porém, havia dado pouco a ele e minha mulher, enquanto me chupava, pediu pra eu dar mais gel pra ele, pois a dor era insuportável.

Ela me chupava maravilhosamente enquanto ele socava com força o rabo dela. Não reisiti e gozei e ela engoliu tudo limpando minha rola. Fui buscar uma cerveja e quando voltei para o quarto, eles estavam fazendo um papai e mamãe, se beijando, gemendo e falando palavras desconexas que pareciam um casal apaixonado. Confesso que fiquei com ciúmes, mas quem entra na chuva tem que se molhar.

Deixei eles gozarem, assistindo a tudo em uma cadeira ao lado deles. Logo depois ele disse que tinha que ir embora, pois a esposa o esperava. Pedi pra ela ficar deitada. Ele tomou um banho, se vestiu e se despediu da gente, dando um beijo demorado nela. Novamente bateu o ciúmes. Estranho, ofereci minha mulher pra ele, mas beijo ainda me dá ciúmes, apesar de me excitar.

Ele saiu. Voltei pra cama e meti violentamente nela na mesma posição que eles estavam. Gozamos e logo após suguei todo o esperma que tinha dela como se fosse a mais preciosa bebida.

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Comentários

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Delicia de conto...delicia de casal..não vejo a hora de estar com uma mulher pra me fazer de corninho.....chupar um cacete com ela, depiis ve-la toda gozadinha e lamber ela..limpar toda a porra na bucetinha dela...vcs estão de parabéns!! Beijos...

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