Momentos - Five

Um conto erótico de Yeezus
Categoria: Homossexual
Contém 1707 palavras
Data: 08/12/2016 18:40:01
Assuntos: Gay, gays, Homossexual, Sexo

Coloquei um roupão e fui até a cozinha atender pelo interfone.

- quem é? Perguntei.

- é a Beyonce.

- AAAAAHHHHHHH NÃO ACREDITO!!!

Dei um grito tão alto que talvez a vizinhança toda tenha ouvido, abri o portão pelo interfone e fui até a porta da sala, la estava ele, caminhando até mim, caminhando não, DESFILANDO. Alto, negro, magro, usando roupas mega estilosas e claro seu charme o chapéu. Diego um amigo de infância, cresci minha vida toda ao lado dele, éramos como dois irmãos, meu melhor amigo gay como ele mesmo dizia, estava aqui de novo, ele havia ido para Nova York fazer pois seu pai tinha ganhado uma promoção no trabalho. Corri para o abraço, até esqueci que estava de roupão.

- DIEGAAAA EU NÃO TO ACREDITANDO.

Disse abraçando ele.

- THIAGAA AMIGA!!

- Diega vem cá senta, nossa já faz 2 anos, que saudade amiga meu deus.

Ficamos conversando até meus pais chegaram a noite, ele jantou aqui e ficou para dormir. Nossa tudo estava ótimo, meu amigo havia voltado, eu estava gostando de alguém, e tinha a casa toda pra mim por uma semana inteira.

6:00 da manhã meu despertador tocava, levantar de manhã cedo era algo tão perturbador, talvez até um sacrifício. Diego dormia igual uma princesa no colchão inflavel. Estava tomando banho, um banho calmo, morno e relaxante. Meu celular tocava era alguém me ligando, desliguei o chuveiro, sequei minhas mãos e olhei para a tela do celular, era Matheus, meu coração acelerou, não havia o visto após nosso beijo atendi.

- alô

- alô Thiago tudo bem?

- tudo sim Matheus e com você?

- estou bem... É eu queria saber se eu posso te acompanhar até a escola.

Ele parecia nervoso e eu também.

- ah! Claro pode sim

- beleza então jaja posso aí na sua casa ta bom? Beijos.

- ta bom beijos.

Corri me arrumar, terminei de me secar óbvio e escolhi uma roupa legal, calças jeans rasgada no joelho, camiseta preta e um tênis vermelho, passei perfume, peguei tudo que tinha que pegar e desci para sala. Já estava no horário de sair, sai no portão e vi Matheus vindo no final da rua. Nossa ele estava muito bonito, usava uma calça preta, camisa polo branca, em seu pescoço havia um colar de prata, ele estava de boné preto aba torta

- UAU! Nossa como o senhor ta bonito, essa produção toda e pra quem em? Hahahah.

Seu rosto corou, ele havia ficado com vergonha

- ah pra ninguém, eu só quis estar bonito, vai que eu conquisto alguém. E olhou dentro dos meus olhos, me arrepiei inteiro.

- então vamos? Não quero me atrasar.

- antes eu trouxe algo pra você. Disse isso mexendo em sua bolsa.

Era uma trufa sabor cereja, a minha favorita, o abracei ele pareceu ficar tenso, seu cheiro era algo muito bom. Caminhando até a escola, o silêncio reinava, parecia que os dois queriam dizer algo, mas ninguém dizia, então o silêncio era o que tomava conta, até que ele parou na minha frente e disse aquilo que eu estava com medo de ouvir.

- quando a gente vai falar sobre o que rolou?

- sério Matheus? Pensei que tinha sido coisa de momento só. Eu suava frio, tinha quase certeza que iria desmaiar.

- Thiago eu gostei do beijo, foi algo bom, achei que você tinha gostado também. Sua feição mudou de apreensivo para triste.

- não vou mentir Matheus, foi bom, eu estava brizado será que não foi por causa disso? Eu estava mentindo, tinha amado o que havia acontecido.

Matheus não disse nada, apenas continuamos andando juntos. No meio do caminho tinha uma praça, e pra minha sorte ou azar talvez ali estava Carlos e Théo sentados, um aceno de mão e lá vamos eu e Matheus de encontro a eles, Théo estava de óculos escuro um gato com certeza, me sentei ao lado dele e Matheus ao lado de Carlos na minha frente, nos convidaram a cabular aula aquele dia e fumar maconha com eles. Claro que eu aceitei, Matheus aceitou muito a contragosto mas ficou,

Após algumas tragadas, após algumas risadas estávamos todos bem chapados, todos nós riamos das piadas ruins do Matheus, estava legal um clima bom. Do nada sinto uma mão pegar a minha em baixo da mesa, fiquei vermelho na hora, pensei até que fosse Matheus mas não, era a mão de Théo. Ele havia colocado minha mão em sua perna, eu estava nervoso , olhando para frente pra ter certeza de que Matheus e Carlos não viam oque estava acontecendo, ele pousou sua não sobre a minha e a fez subir sua coxa até quase sua virilha, lá havia um volume talvez grande, meu coração estava acelerado, eu já estava completamente excitado, enfim ele pôs minha mão em cima de seu pênis, meu deus como era grande, olhei para ele e o mesmo deu um sorriso sacana.

Já eram 9:00 da manhã, estava caminhando ao lado de Théo, me sentia um pouco leve, Matheus e Carlos estavam mais a frente, senti uma pressão no meu rosto, Théo havia me dado um beijo, fiquei vermelho e olhei para o chão, estava com muita vergonha não conseguia olhar para Théo, o que será que ele estava pensando, óbvio que ele queria algo, mas oque seria? Eu talvez estivesse gostando dele demais da conta sem nem ter dado um beijo, pelo menos talvez isso seja recíproco ou não.

Théo se foi com Carlos, apenas ficou eu e Matheus, estavamos em minha casa, Diego já havia ido embora, meus pais estavam no trabalho. Estava deitado no sofá de bruços, senti um peso enorme em cima de mim, era Matheus ele estava beijando minha nuca, arrepios e mais arrepios por todo o meu corpo, sentia algo duro pressionando minha bunda, não vou negar, eu estava amando aquela situação, Matheus um amigo tão bonito, demonstrando esse desejo por mim, só fazia atiçar a parte safada que vivia em mim, aliás fazia muito tempo que não transava. Salvo pelo gongo ou melhor atrapalhado pela capanhia. Levantei para atender a porta muito a contragosto era ele, Théo estava ali parado, fechei a porta e sai, parecia que eu já sabia o que ia acontecer, Théo me puxou pela cintura e grudou sua boca a minha, agarrei seu pescoço e senti sua língua adentrar minha boca, era como se ela formasse um par com a minha e começassem a dançar algum tipo de dança sensual, eram inúmeras cargas de prazer que estava sentindo. Não durou por mais de 2 minutos, me abraçou e foi embora sem dizer nada, apenas sorri e me imaginei sendo a pessoa mais feliz do mundo. Lembrei de Matheus que estava dentro de casa e corri ao seu encontro para abraçá-lo, ele não devia estar entendendo nada, apenas quando encostei meu corpo ao dele, senti sua excitação, seu pau era grosso, me subiu um desejo e fiquei cego de prazer, queria ele e queria naquele momento, talvez por ser uma forma de demonstrar a felicidade que estava sentindo, tirei sua camisa e olhei em seus olhos, eles brilhavam, senti algo dentro de mim, eram borboletas no estômago, o beijei com toda a minha força. Estava sentado no sofá, Matheus sensualizava tirando o resto de sua roupa em minha frente, meu pau estava duro em minha mão, me masturbava vendo aquela cena, era uma cena muito excitante, ele tinha um corpo definido e tinha um pau grosso, onde me dava água na boca só de ver o volume, após ficar completamente pelado ele veio em minha direção, ofereceu seu pau para mim, segurei firme e lambi toda sua extensão, Matheus delirava, o chupava como se fosse o último picolé do mundo. Pegamos nossas roupas e subimos para o meu quarto, tranquei a porta e me joguei na cama junto dele.

Camisinha, duro, língua, bunda, penetração, prazer, gemidos, tapas, mordidas, gozo e lençol manchado.

Quinta-feira 5:30 acordei assustado, havia tido o mesmo sonho só que ao contrário, quem segurava a arma era Théo e o corpo morto ao chão era de Matheus, literalmente esses sonhos estavam me assustando. Ainda estava de noite me levantei e tomei um banho bem demorado. Matheus não estava em minha cama como eu imaginava, meus pais estavam arrumando as malas, ajudei a levar para o taxi e me despedi deles, após toda aquela choradeira de mãe dizendo pra eu me cuidar e ter responsabilidade me troquei, coloquei meus fones e fui rumo a escola. Ouvia Love Yourself do Justin Bieber, estava imaginando Matheus e de como nós dormimos juntos após fazer um dos melhores sexo da minha vida.

Distraído em meus pensamentos e ouvindo música não percebi quando alguém agarrou meu braço e me beijou, aquele toque aquela língua o jeito de conduzir aquela dança, era ele Théo.

- nossa você me deu um susto em. Disse olhando em seus olhos abraçando seu pescoço.

- hahahah você gostou que eu sei, eai como tu está?

- estou muito bem e você? Vejo que está bem né. Os olhos dele brilhavam, e denunciavam algo talvez estivesse bastante feliz em estar ali.

- ah cara você me deixa meio louco sabia? Tipo tenho vontade de comer seu cuzinho aqui mesmo.

- para de ser bobão Théo, que isso menino no meio da rua isso aqui, preciso ir se não eu não entro.

- ah fica comigo hoje por favor ! Disse isso beijando meu pescoço.

- desculpa mas eu não posso, já faltei duas vezes essa semana, faz assim amanhã depois da aula passa na minha casa ta bom?

- ah okay então, vou ficar com saudade, talvez nós vemos hoje aínda, vem cá me da um beijo de tchau então.

Nossa aquele homem sabia beijar como ninguém meu deus, eu literalmente estava caidinho por ele. Após o último beijo, sai correndo para não perder o horário, Matheus não estava me esperando no portão como todos os dias, achei estranho, então fui para sala, ao chegar na sala havia uma rosa em cima da minha carteira, todos olhavam para mim, e todos se faziam a mesma pergunta, quem a tinha colocado ali, peguei e cheirei, um cheiro de um perfume, era um perfume conhecido, me sentei e fiquei bobo pensando nele, nossa como eu gostava dele. Matheus não foi aquele dia, ótimo, passei o resto das aulas pensando sobre os acontecimentos recentementes.

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