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Ferida

Autor: poutzfaunus
Categoria: Heterossexual
Data: 06/12/2016 11:43:09
Nota 10.00
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Minha cueca estava muito apertada; tanto, que fez uma ferida no lado do meu pau, que sangrou bastante. Minha mãe entrou no quarto. Minha cueca estava tão apertada, que meu pau ficava um tanto para fora, mostrando a ferida. Além disso, a glande pressionada ficava se estendendo bastante para frente. Ela viu meu pau, viu a ferida, e me mandou lavá-lo. Lavei meu pau no chuveiro. O sangue, já coagulado, estourou, e a ferida sangrou um pouco mais. Perguntei se era preciso dar ponto na ferida, mas ela disse que bastava um simples curativo. Vasculhei o guarda-roupas em busca de uma cueca. Não encontrei nenhuma. Fiquei nu no quarto. Ela entrou outra vez para trocar de roupa. Estava só de calcinha, de modo que vi seus grandes seios. Aquilo me deu muito tesão; logo ela viu meu pau. Não disse nada, mas me ajudou a encontrar uma cueca nova. Me senti muito especial naquele momento: minha mãe ali, de calcinha, e eu, nu. Ela me ajudando numa situação tão delicada como aquela. A abracei e ela me recebeu. Senti seus grandes seios junto ao meu peito. Continuamos procurando. Minha irmã entrava no quarto, nua também, para ajudar na busca. Não encontramos nada. Ela disse que eu deveria, então, improvisar: tirou a própria calcinha e a me estendeu, para que eu usasse. Não quis usá-la: preferia ir trabalhar sem cueca. Mas ver minha mãe baixando a calcinha daquele jeito me deixou com muito mais tesão: aqueles pelos pretos da xereca dela me atraíam loucamente. Meu pau ficou duro na hora. Duríssimo. Ela olhou meu pau e sorriu para mim. De repente fui acometido de um horrível sentimento de culpa e meu pau começou a baixar. Quis abraçá-la outra vez, mas ao mesmo tempo quis desaparecer dali. Dei um beijo no rosto dela e me aproximei para um novo abraço. Quis beijar seus seios; sentir seus mamilos na minha língua; chupá-los com carinho e com tesão. Me aproximei dela, que evidentemente entendeu minhas intenções e se afastou um pouco. Minha irmã estava no corredor - ainda nua e, como sempre, alegrinha - e então minha mãe fechou a porta do quarto. Ela se afastou um pouco, pegou a calcinha e começou a vesti-la outra vez. Eu disse: espera. Ela parou, com a calcinha na altura dos joelhos. Aquela visão era magnífica. A nudez de minha mãe, minha própria nudez diante dela, sua presteza em querer me ajudar, meu tesão, nós dois encerrados no quarto, os grandes seios dela, meu pau cheio de vontade, aquela xereca preta e cheirosa, tudo isso me deixou encantado e ao mesmo tempo desesperado. Me aproximei de novo e a abracei. Toquei seu seio esquerdo, levemente. Depois o apertei. Ela não disse nada: só ficou me olhando. Olhando. Beijei sua boca. Ela não disse nada; só retribuiu o beijo. Nos abraçamos com mais força e então encostei meu pau na xereca dela. Senti os pentelhos dela roçando no meu pau, que começou a ficar duro de novo. Ela sentia meu pau endurecendo entre os grandes lábios da boceta dela. Ficamos nos roçando e nos beijando. Agarrei a grande bunda dela com ambas as mãos. Aquela bunda deliciosa. Senti a boceta dela molhando meu pau; aquilo foi tão maravilhoso. Ela me olhava, sem dizer nada. Acariciava meus cabelos enquanto eu roçava meu pau na boceta dela, sentindo a maciez dos grandes lábios se remexendo de um lado para o outro conforme eu me movimentava. Minha mãe segurou o seio direito, o ergueu e me ofereceu, direcionando ele à minha boca. Lambi o mamilo dela, sentindo a textura na ponta da minha língua, sentindo ele intumescendo rapidamente; depois o beijei bastante e o chupei. Repousei meu rosto sobre o seio dela e ela continuava acariciando meus cabelos. Meu pau estava quase explodindo de tão duro e eu desejava penetrá-lo na boceta de minha mãe. Desejava encontrar aquele mistério. Ela se afastou um pouco e olhou bem para o meu pau. Depois ficou se exibindo, fazendo poses, de modo que comecei a bater uma punheta olhando para o corpo dela. Ela se revirava, me mostrando a bunda, as pernas, os seios. Fazia caras e bocas. Então ela começou a se masturbar, também, na minha frente. O grelo dela se destacava dos pentelhos pretos - e aquela visão era simplesmente maravilhosa. Eu batia minha punheta com tanta força e tanta velocidade, que nunca vi. Minha mãe gozou tanto, que até respingou no chão: esfregou suas mãos molhadas no meu rosto e no meu peito. Foi então que gozei, também, um jorro forte de porra para o alto. Ela me olhou com carinho e sorriu. Caímos na cama. Foi quando percebemos que minha irmã estava ajoelhada junto à porta, nua, com uma mão na boceta, a outra, à boca, chupando um dedo. Ficamos deitados na cama: eu e minha irmã mamando nos seios de nossa mãe.

Comentários

12/01/2017 18:01:59
Continuação com crescendo no quesito excitação. Tirando a parte do sangramento, que me deixou agoniada, adorei a leitura. Criastes bem o clima para o amor fraternal se transformar em amor carnal. Outra nota dez e beijocas.
09/12/2016 07:21:18
Belíssimo conto quero continuação. ..

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