Casa dos Contos Eróticos

Nando, Babi e Cadu – relatos de um corno parte 04

Categoria: Heterossexual
Data: 26/11/2016 13:19:08
Nota 7.67
Ler comentários (4) | Adicionar aos favoritos | Fazer denúncia

Logo na primeira noite eu limpei a buceta esporrada da minha esposa por mais de uma vez e durante o coito deles eu bati uma punheta e acabei sujando o Cadu com a minha porra, ele ficou irado, mas não disse nada quando eles terminaram de transar, ele saiu de carro e eu fiquei limpando a casa e ajeitando tudo, após algumas horas ele volta com um cinto de castidade, me mandou tirar a roupa e colocar o cinto, não esbocei reação e acabei colocando-o, depois o entreguei as chaves e soube que daquele dia em diante eu somente gozaria se ele autorizasse.

Eu não podia sair de casa, usar telefone ou internet, virei refém daquela situação, mas só conseguia enxergar o prazer por trás daquilo tudo.

...continua...

Com o passar do tempo eu ia ficando cada vez mais apaixonado por aquela mulher e por toda aquela situação, confesso que era excitante passar por tudo aquilo e de certa forma a minha vida havia ganhado um sentido.

Meus dias se resumiam a acordar, limpar a casa, fazer comida, cuidar da minha esposa e do seu amante e é claro sugar o gozo do seu macho da sua buceta e de seu cuzinho, com o passar do tempo o Cadu decidiu incrementar mais nossa relação e trouxe para nossa casa a Patrícia, uma ex-namorada sua da época da faculdade, num primeiro momento ela a Babi se desentenderam, mas com o passar do tempo as duas começaram a se dar bem e não demorou muito para que elas começassem a transar entre si, nessas horas meu tesão ia a mil, pena que aquele cinto de castidade não me permitia gozar.

O Cadu passava a noite inteira a comer as duas com sua brutalidade habitual e eu sempre embaixo, pronto limpá-las, até que a Patrícia sugeriu que eu chupasse o pau do Cadu, logicamente eu neguei, mas então ele ordenou que eu fizesse aquilo, não seria a primeira vez que isso acontecia, mas seria a primeira vez que alguém testemunharia, eu logicamente neguei e o Cadu desceu a mão sem pena, foi a maior surra que levei em toda a minha vida.

Após aquele dia e aquela surra, a nossa relação jamais foi a mesma, o nível de dominação da nossa relação aumentava a cada dia, eu agora sempre chupava o pau do Cadu após ele gozar em uma das mulheres e fiquei a partir daquele dia proibido de chupar a minha esposa e a Patrícia, além do mais as surras se tornaram constantes, a cada erro meu ele não fazia cerimônia, as meninas também começaram a ser surradas com o tempo.

...continua...

Comentários

06/01/2017 15:28:41
Para mim já perdeu a graça também.
09/12/2016 15:20:06
Nõ consigo compreender este nível de submissão. Aceitar uma transa a três, está dentro da "normalidade", mas se submeter a agressões físicas, extrapola minha compreensão
26/11/2016 16:55:37
podia colocar detalhes,
26/11/2016 14:28:15
opa tesão

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.